O Irmão Obcecado!


A casa estava silenciosa demais naquela tarde de sábado quente. A mãe tinha saído para resolver alguma coisa no centro e avisou que só voltaria depois das oito. O pai, como sempre, nem apareceu no fim de semana. Só restavam eles três: Marina, 19 anos, o corpo que não parava de crescer em curvas desde os 15, e o irmão caçula, Lucas, xx anos recém-completados, mas com um pau que já não cabia mais nas cuecas que a mãe ainda comprava.
Lucas estava parado no corredor há quase dez minutos. A porta do quarto da irmã entreaberta uns cinco centímetros. O suficiente.
Do ângulo ele via Marina deitada de lado na cama, de bruços, pernas ligeiramente abertas, usando apenas uma calcinha de algodão branco já meio transparente de tanto uso e uma camiseta larga que subia até a cintura. O tecido da calcinha estava enfiado entre as nádegas, marcando a racha inteira. Ele conseguia ver o contorno dos lábios grandes inchados pressionando contra o pano fino. O suor do calor fazia o tecido grudar e desenhar tudo.
O coração dele batia na garganta. A mão já estava dentro da bermuda, apertando o cacete duro que pingava pré-gozo há minutos. Ele não piscava.
De repente Marina se mexeu. Virou de barriga para cima, abriu mais as pernas sem nem perceber, e levou a mão por dentro da camiseta, coçando preguiçosamente a barriga. A camiseta subiu mais. Os peitos grandes, sem sutiã, balançaram livres. Os mamilos castanhos já estavam duros, apontando para o teto.
Lucas deixou escapar um gemidinho baixo, quase um choramingo.
Ela ouviu.
— Lucas? É você aí de novo?
A voz dela saiu rouca, meio sonolenta, meio irritada, meio… divertida?
Ele congelou. Não respondeu. Só apertou mais forte o pau.
Marina sentou na cama devagar. Os cabelos bagunçados caíam no rosto. Olhou direto para a fresta da porta.
— Eu sei que você tá aí, seu tarado. Faz semanas que você fica espiando. Acha que eu não percebo?
Silêncio.
Ela riu baixo, um riso que era metade deboche, metade tesão acumulado.
— Entra logo antes que eu mude de ideia e tranque a porta.
Ele empurrou a porta com o ombro. Entrou tropeçando. A bermuda já estava na altura dos joelhos, o pau infantilmente grosso apontando reto pra cima, babando uma linha brilhante que pingava no chão.
Marina olhou para aquilo tudo sem disfarçar. Lambeu os lábios devagar.
— Caralho… cresceu mais ainda.
Ela abriu mais as pernas, puxou a calcinha de lado com dois dedos. A buceta apareceu inteira: lábios grossos, escuros, molhados, clitóris inchado saindo do capuz. Tinha um cheiro forte, azedo-doce, de quem passou o dia inteiro excitada sem se tocar.
— Você quer isso aqui, né? — Ela abriu os lábios com os dedos, mostrando o buraco rosa que piscava. — Quer meter nesse lugar que saiu do mesmo útero que você?
Lucas balançou a cabeça que sim, rápido demais, desesperado.
— Então vem. Mas sem camisinha, sem frescura, sem pedir desculpa depois. Se for pra fazer incesto, que seja bem sujo.
Ele praticamente pulou na cama. Caiu entre as coxas dela. Marina segurou o pau do irmão com uma mão, esfregou a cabeça melada na entrada da buceta, espalhando a gosma.
— Olha pra mim enquanto entra — ela mandou.
Os olhos dele estavam vidrados, pupilas enormes. Ele empurrou. A cabeça passou apertada, ela gemeu alto. Mais um empurrão e metade do pau sumiu dentro da irmã. Marina cravou as unhas nas costas dele.
— Isso… fode a tua irmã… fode bem forte… me enche de porra de irmãozinho…
Lucas perdeu qualquer resto de controle. Começou a socar desengonçado, rápido, batendo o osso púbico contra o clitóris dela a cada estocada. O som molhado enchia o quarto. A cama rangia. Marina gemia sem se importar com vizinho nenhum.
— Você já gozou pensando em mim quantas vezes essa semana? Fala.
— To-toda… toda noite… — ele soluçava de tesão enquanto metia.
— E gozava onde?
— Na… na calcinha que você deixa no cesto… na tua meia… no teu travesseiro…
Ela riu entre gemidos.
— Seu puto nojento… então goza dentro agora. Goza bem no fundo da buceta da tua irmã mais velha. Me engravida se puder, eu não ligo.
Aquilo acabou com ele.
Lucas travou, corpo todo tremendo. Soltou um grito rouco e começou a jorrar. Jato atrás de jato, grosso, quente, enchendo Marina até transbordar. Ela apertou as pernas em volta dele, prendendo o irmão lá dentro, sentindo cada pulsada.
Quando ele terminou de esvaziar, Marina o empurrou de leve para trás. O pau saiu com um barulho de sucção. A porra escorreu dela em fios grossos, pingando na colcha.
Ela passou dois dedos na mistura, levou à boca e chupou devagar, olhando nos olhos dele.
— Gostoso… tem gosto de incesto.
Depois se deitou de lado, ainda escorrendo, e bateu no colchão ao lado.
— Deita aqui. A mãe só chega daqui a três horas. Vamos ver quantas vezes você consegue gozar dentro de mim antes dela chegar.
Lucas deitou tremendo, pau já meia-bomba encostando na coxa dela.
Marina sorriu, maliciosa.
— E da próxima vez que eu te pegar espiando… — ela sussurrou, segurando o pau mole dele e começando a masturbar devagar — …eu vou te obrigar a lamber tudo antes de meter.
Ele só conseguiu gemer.
A tarde estava só começando.
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Comentários


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baelfire Comentou em 08/03/2026

Excelente como sempre, meu amigo. Sou seu fã desde a época do extinto blog sexo entre irmãos.




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Ficha do conto

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moya

Nome do conto:
O Irmão Obcecado!

Codigo do conto:
256409

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
5

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