Cris acordava todas as manhãs com o corpo já latejando. Morena, pele quente, bunda grande e empinada que balançava pesada quando ela andava nua pelo apartamento, seios fartos com bicos grossos e escuros que endureciam só de sentir o ar. Separada há anos, ela tinha descoberto o prazer mais sujo de todos: se exibir. Celular na mão, ela tirava fotos e fazia vídeos curtos se exibindo pelada e só os escolhidos por ela podiam ver . Mas nenhum deles a fazia gozar de verdade… até Eduardo aparecer. No começo, era só conversa. Ele era direto, sem filtro. Contava coisas que ninguém mais sabia. Uma noite, no áudio que mandou às três da manhã, a voz dele grave e rouca confessou tudo: — Cris… eu fodi minha própria irmã. Ela vinha pro meu quarto de madrugada, tirava a calcinha e sentava no meu pau sem dizer uma palavra. Eu gozava dentro dela e ela voltava a dormir como se nada tivesse acontecido. Era errado pra caralho… mas eu nunca gozei tão forte na vida. Cris leu a mensagem três vezes. A calcinha dela já estava encharcada. Respondeu com a voz tremendo de tesão: — Meu Deus, Eduardo… isso é a coisa mais pervertida que já ouvi. Me conta mais. Quero ouvir você gozando enquanto lembra dela, apesar de não aprovar o incesto, Cris gostava de saber as coisas sujas que Eduardo fazia com sua irmã. A partir dali, o jogo mudou. Eduardo virou o macho que ela sempre quis. Sem pudor. Sem limites. Ele mandava áudio ordenando: — Tira a roupa agora, cachorra. Quero ver essa bunda grande aberta pra mim. Mostra esses peitos com bicos inchados. Enfia o vibrador na buceta quero te ouvir gemer igual uma puta. Cris obedecia em segundos. Ela ficava completamente pelada na cama, virando de costas, abrindo as nádegas com as duas mãos o cuzinho apertado e a buceta molhada brilhando. Os bicos dos seios já duros, grandes, pedindo para serem chupandos . Ela pegava o vibrador preferido — — e passava na entrada devagar, gemendo alto só pra ele ouvir. — Olha pra mim, Eduardo… olha como eu tô molhada só de saber que você tá olhando. Quer que eu enfie tudo? O áudio dele chegava segundos depois, já com a respiração pesada: — Enfia devagar, sua puta. Imagina que é meu pau. Eu tô aqui batendo uma punheta bem devagar, pensando na sua bunda grande quicando no meu colo. Lembra o que eu fiz com minha irmã? Eu comia ela de quatro, segurando pelos cabelos , e ela pedia mais. Quero fazer o mesmo com você. Quero te ouvir gritar meu nome enquanto eu te encho de porra. Cris ligava o vibrador no máximo. O barulho da buceta molhada ecoava no quarto enquanto ela metia fundo, os seios balançando pesados, bicos roçando no lençol. Ela gravava áudio gemendo sujo: — Ai, caralho… eu sou tua puta, Eduardo. Quero que você me foda como fodia tua irmã. Quero teu pau na minha boca enquanto eu sento nesse vibrador. Goza pra mim, por favor… me manda o áudio gozando, eu quero ouvir você explodindo. E ele mandava. Sempre. O áudio chegava com o som inconfundível da mão dele batendo rápido na rola dura, a respiração ofegante, os gemidos roucos: — Tô gozando, Cris… tô gozando pensando nessa buceta gulosa… porraaa… toma minha porra toda, sua exibida safada… Cris gozava junto, jorrando no lençol, o vibrador todo enterrado, o corpo tremendo enquanto imaginava toda a putaria que eles falavam . Depois vinha o segundo round. Ela trocava de brinquedo — o rabbit que estimulava o clitóris e o ponto G ao mesmo tempo — e pedia mais: — Me humilha hoje. Me chama de tudo. Quero ouvir você falando da sua irmã enquanto eu me masturbo pra você. Eduardo não hesitava. Voz baixa, suja, perfeita: — Você é pior que ela, Cris. Minha irmã pelo menos fingia que não gostava. Você abre as pernas e goza igual puta para mim, sem pudor algum. Olha essa bunda grande… eu quero morder essas nádegas enquanto meto no teu cu por trás. Quero te gravar gemendo com meu pau todo no rabo. Quero te levar pra um motel e te foder ao vivo, sem parar, até você implorar pra eu gozar dentro. A cada dia o tesão subia. Os áudios ficavam mais longos, mais cruéis, mais reais. Cris tirava fotos pelada se exibindo para Eduardo, sabia que aquilo o deixava de pau duro mesmo no trabalho.Fazia vídeo pelada no banho , colocava plug no cu só pra se mostrar. Eduardo mandava vídeos da própria rola latejando, a cabeça vermelha brilhando, a mão subindo e descendo devagar enquanto contava novas fantasias: — Quero te comer na frente de um espelho pra você ver essa bunda grande engolindo meu pau. Quero que você grave a gente e depois assista comigo enquanto eu te como de novo. Cris tremia só de ler. O vibrador menor — o de sucção no clitóris — já estava grudado nela enquanto ela respondia com voz rouca: — Vem pra cá, Eduardo. Eu tô pronta. Quero sentir teu cheiro, teu gosto, teu pau de verdade me rasgando. Quero que você me trate como a puta que eu sou. Quero realizar todas as taras que a gente conversa. Quero que você me foda como fodia tua irmã… mas mais forte. Muito mais forte. Eles ainda não tinham marcado data. Mas a cada áudio, a cada gozo sincronizado, a distância diminuía. As mensagens agora terminavam sempre com a mesma frase sussurrada: — Um dia… eu vou te pegar de verdade. Cris sorria, nua, com o vibrador ainda pulsando dentro dela, os bicos dos seios duros e molhados de suor. Um dia. E quando esse dia chegasse, ela sabia que ia ser a putaria mais suja e deliciosa da vida dos dois.
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