As horas se arrastaram até que, com as forças recuperadas, me levantei, peguei o creme corporal e entrei devagar no quarto dela. Júlia estava de bruços, usando apenas a bata fina, o celular na mão, balançando aqueles pezinhos delicados contra a bunda empinada, como se o movimento fosse um convite inconsciente. Meu coração acelerou. Entrei em silêncio absoluto, o sangue pulsando forte nas veias.
Esperei o momento perfeito. Segurei um de seus pés com cuidado e comecei a cobri-lo de beijos lentos, quentes, sentindo o cheiro doce da pele dela. Meus olhos devoravam a curva daquela bunda, torcendo para que a bata subisse mais. De repente, Júlia virou o corpo rapidamente. Um dos seios escapou da abertura, o mamilo rosado e duro apontando diretamente para mim.
— Pai! — exclamou ela, sobressaltada. — Você me assustou... não te ouvi entrar.
Eu não respondi. Estava paralisado, hipnotizado pelo seio exposto da minha própria filha. Aquele mamilo pequeno, perfeito, me fazia salivar com um desejo doentio e irresistível.
— Então... vai me fazer massagem, pai? — perguntou ela, com a voz um pouco mais baixa. Eu estava em transe, totalmente hipnotizado..
Júlia então se levantou da cama para me sacudir e, no movimento, a bata se desamarrou completamente, abrindo-se como um presente proibido. Lá estava ela: completamente nua diante de mim. Os seios firmes, a bucetinha depilada, a barriga chapada e aquela cinturinha fina que eu queria apertar com força. Meu pau latejava dolorosamente dentro da calça.
— A bata abriu toda... — murmurei, sem conseguir desviar o olhar.
— Isso é problema pra você, pai? — perguntou ela, com um sorriso inocente. — Já tomamos banho juntos ... você já viu tudo de mim. Mas se quiser, eu me cubro...
— Não — respondi imediatamente. — Deixa assim. Pra fazer a massagem direito, você vai ter que tirar isso mesmo.
— Tá bom... você me ajuda, então?
Eu me sentei na cama e, com as mãos trêmulas de excitação, deslizei a bata lentamente por seu corpo, revelando cada centímetro daquela pele macia. Quando passei pela bunda, não resisti e dei um tapa firme, possessivo. Júlia soltou um suspiro leve .
A massagem começou devagar. Deitei-a de barriga para cima e comecei a espalhar o creme. Meus dedos subiam pela barriga, roçando a parte de baixo dos seios, circulando os mamilos, apertando-os com cada vez mais ousadia. A respiração dela ficava mais pesada, entrecortada. Desci pelas pernas, massageei seus pés com devoção, depois subi novamente, encostando meu pau duro contra eles, roçando devagar, lutando contra a vontade de tirar o pau para fora e meter entre aqueles pezinhos.
Quando mandei ela virar de bruços, Júlia empinou a bunda de forma natural, quase implorando. Massageei suas costas, depois as nádegas, abrindo-as, admirando aquele cuzinho rosado que eu tanto desejava. O clima estava insuportavelmente quente, mas o celular tocou. Um cliente importante me cobrando um trabalho atrasado, as coisas não estavam bem economicamente. Fui obrigado a parar e voltar ao trabalho, expliquei a Júlia e me retirei, ela permaneceu pelada na mesma posição ainda em êxtase pela massagem.
Nos dias seguintes, mergulhei no trabalho acumulado. Júlia tomava banho sozinha, mas eu sentia que algo estava prestes a explodir.
No quinto dia, ela voltou do vôlei, sentou no meu colo e me abraçou forte.
— Para de trabalhar, pai... você tá muito estressado.
Eu não cedi. Mais tarde, quando ela entrou no banho, um cliente ligou. Enquanto falava ao telefone, senti passos atrás de mim. Virei e quase deixei o celular cair.
Júlia estava completamente nua, molhada, gotas escorrendo pelos seios e pela barriga. Ela pegou o telefone da minha mão e desligou sem dizer uma palavra.
— O que você está fazendo assim, filha? — perguntei, a voz rouca.
Júlia me olhou nos olhos com uma expressão que eu nunca tinha visto: pura perversão, desejo cru e proibido.
— Não aguento mais, pai. Tomar banho sozinha não é a mesma coisa. Eu adorava quando você me dava banho... e não era só por causa da economia, sabe?
Ela deu um passo mais perto, a voz baixando para um tom quase sussurrado e obsceno:
— Minha amiga me contou que o pai dela também dava banho nela quando a mãe saía de casa... e que ela gostava muito. Gostava das mãos dele no corpo dela. Quando ela me contou isso, eu fiquei com tanta inveja... e comecei a imaginar você fazendo o mesmo comigo. Tocando meu corpo, me limpando... me sentindo. Foi aí que eu realmente quis que você me desse banho, pai. Não como uma filha inocente. Mas como uma mulher.
Aquela confissão me acertou como um soco. Minha filha, revelando um lado tão pervertido, tão incestuoso, que eu jamais imaginara. O desejo pelo proibido explodiu dentro de mim.
— Vai pro chuveiro agora — ordenei, rouco. — E me espera lá exatamente como você está.
Quando entrei no banheiro, Júlia estava debaixo da água, mordendo o dedo, excitada e nervosa. Eu me aproximei por trás, puxei seu cabelo e comecei a beijar seu pescoço, apertando seus seios, beliscando os mamilos até ela gemer . Desci a mão devagar, acariciando sua buceta molhada, circulando o clitóris, levando-a ao limite do prazer sem deixá-la gozar.
— Empina essa bunda pra mim, filha — ordenei.
Júlia obedeceu imediatamente, apoiando as duas mãos no box do banheiro, arqueando as costas e empinando a bunda de forma obscena. Eu me ajoelhei atrás dela, abri suas nádegas e enterrei minha língua diretamente no seu cu apertado.
— Aaaahhh... pai! — gemeu ela, tomada de prazer.
Lambia, chupava e penetrava com a língua aquele buraco proibido, sentindo ela tremer e gemer cada vez mais alto, entregue ao prazer incestuoso. Júlia empinava mais, esfregando a bunda no meu rosto, completamente perdida no desejo.
Levantei-me, posicionei a cabeça grossa do meu pau na entradinha encharcada de saliva e comecei a pressionar devagar. Centímetro por centímetro, sentindo o cu da minha filha se abrindo para me receber. Júlia gemia alto, tremendo:
— Ai, pai... tá entrando... você tá metendo no meu cu... isso é tão bom...e gemia mais.
Enterrei tudo, até o fundo. Comecei a meter devagar, depois cada vez mais fundo e possessivo, sentindo o prazer imenso de estar completamente dentro do cu da minha própria filha. Júlia estava tomada pelo incesto, gemendo palavras desconexas de prazer:
— Mais forte, pai... mete na sua filha... eu sou sua...
O resto da noite foi uma sequência selvagem de sexo proibido. Eu a carreguei até o quarto, continuei fodendo seu cu em frente ao espelho, fiz ela sentar no meu pau e cavalgar, e finalmente gozei bem fundo, enchendo-a. Depois, fiz ela engolir parte do meu gozo como prêmio.
A partir daquele dia, repetimos aquilo todos os dias, em todos os cantos da casa. O desejo incestuoso só aumentava. Nada mais importava. O que começou com um pacote de açúcar e um shortinho curto nos levou ao sexo mais proibido e delicioso possível e o melhor de tudo, só as paredes do apartamento eram testemunhas do prazer entre pai e filha!




