Empalada por meu Pai!


Meu nome é Bruna. Hoje tenho 21 anos, namoro e estudo a distância. O segredo que carrego começou quando eu completei 18 anos.Foi um processo lento, perigoso e irreversível — uma chama que acedeu aos poucos, sem imaginar o incêndio que viria depois.
Sempre fui uma garota de corpo precoce e mente curiosa. Aos 18 anos, meus seios eram grandes com bicos escuros que marcavam facilmente qualquer tecido fino. Minha cintura era fina, os quadris largos, a bunda grande, redonda e empinada, e minhas coxas grossas roçavam uma na outra quando eu andava. Entre elas, uma buceta carnuda, de lábios grossos e um pequeno tufo de pelos escuros que eu mantinha bem aparado. Minha libido era alta; eu me masturbava quase todos os dias pensando em coisas proibidas.
Meu pai, Roberto, tinha 44 anos. Um homem grande, de braços fortes pelo trabalho bruto como pedreiro, barba rala e um olhar sério que escondia algo mais profundo. Minha mãe viajava muito para comprar roupas em São Paulo e depois revender, deixando-nos sozinhos com frequência. Foi aí que comecei a testar os limites da minha curiosidade pelo proibido.
No início, eram provocações pequenas e quase inocentes. Eu saía do banho enrolada apenas na toalha, “esquecendo” de fechar bem a porta do quarto. Deixava a toalha cair “acidentalmente” enquanto pegava uma roupa no armário, expondo minha bunda nua por alguns segundos, como o sofá onde meu pai olhava TV ficava quase de frente para meu quarto , o olhar dele queimava minha pele. Ele pigarreava, virava o rosto, mas eu notava ele inquieto enquanto eu me exibia "sem querer".
Com o passar das semanas, aumentei a intensidade. Comecei a usar shorts de malha extremamente curtos e socados, daqueles que subiam entre as nádegas e deixavam metade da minha bunda à mostra. Andava pela casa sem sutiã, com regatas finas e justas, os bicos duros roçando o tecido. Sentava no sofá ao lado dele para ver TV, cruzando as pernas de forma que o short subisse ainda mais, revelando a curva inferior das nádegas e, às vezes, a borda da buceta.
— Bruna, não acha que essa roupa está muito curta? — ele perguntou uma noite, a voz rouca, tentando manter o tom paternal.
Eu sorri inocentemente, abrindo um pouco mais as pernas.
— Está calor, pai. E é só em casa mesmo...
Seus olhos desceram involuntariamente para o vão entre minhas coxas. Ele engoliu em seco e mudou de assunto. Eu sentia minha buceta latejar com o poder que aquilo me dava.
As provocações evoluíram devagar. Quando estávamos só eu e ele em casa, após o banho deixava minha calcinha no banheiro, bem visível , sempre pequenas e ousadas. Deixava a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho, ensaboando meus seios devagar, apertando-os, e depois abrindo os lábios da buceta sob o chuveiro, sabendo que ele passava pelo corredor. Às vezes, eu o ouvia parar por alguns segundos.
Ele resistia. Via o conflito em seu rosto — o desejo lutando contra a moralidade. Meu pai era um homem decente, mas eu via o pau dele endurecer quando eu me inclinava para pegar algo no chão, empinando a bunda na direção dele. Ele se trancava no quarto depois, e eu imaginava ele punhetando furiosamente, culpado, pensando na própria filha.
O processo levou quase três meses. Noites em que eu encostava “sem querer” meu corpo no dele ao passar. Manhãs em que entrava no quarto dele para acordá-lo, usando apenas uma camisola curta sem calcinha, e me debruçava sobre a cama, deixando-o ver de relance minha buceta peludinha. Ele respirava pesado, as mãos apertando o lençol.
— Bruna... você não pode continuar assim — murmurou ele uma vez, a voz carregada de tensão e desejo.
Eu fingi inocência:
— Assim como, pai? Ele só balançava a cabeça e eu fingia não entender...
Mas ambos sabíamos. O veneno estava se espalhando.
A barreira finalmente quebrou numa noite chuvosa de sábado. Minha mãe viajaria por três dias. A casa estava silenciosa, apenas o som da chuva forte no telhado de lata . Eu havia passado o dia inteiro provocando: shortinho socado, regata fina, sem sutiã, roçando meu corpo nele “sem querer” enquanto cozinhávamos juntos. Depois do jantar, sentei ao lado dele no sofá, meu corpo vibrava involuntariamente só de sentir o cheiro do meu pai ali tão próximo..
— Pai, posso ficar aqui um pouco? Estou com frio... chegando mais perto dele quase encima literalmente..
Ele ficou tenso. Suas mãos grandes pousaram na minha coxa , tentando me manter afastada. Mas eu me mexi devagar, vendo o pau dele endurecer sobre o tecido da bermuda. Rocei discretamente, minha mão de forma acidental na carne dura e grossa que meu pai tinha entre as pernas.
— Bruna... pare — sussurrou ele, mas os dedos apertaram minha coxa com mais força.
Virei o rosto para ele, nossos narizes quase se tocando.
— Tomei coragem e falei..eu sei que você me olha, pai. Eu gosto. Quero que olhe...
Ele fechou os olhos, lutando. A respiração dele estava pesada. Eu segurei uma de suas mãos e, lentamente, levei até meus seios, colocando-a por baixo da regata. Quando ele sentiu o peso quente e macio do meu seio, o bico duro contra a palma, algo quebrou dentro dele.
Com um grunhido rouco, ele me apertou contra si, beijando meu pescoço com fome reprimida por meses. Suas mãos grandes subiram, apertando meus seios com força, beliscando os bicos enquanto eu gemia baixinho.
— Isso é errado... você é minha filha — murmurou ele contra minha pele, mas não parou.
Eu me virei, ficando de frente para ele no colo, e o beijei na boca. Primeiro hesitante, depois com língua, profundo e molhado. Enquanto nos beijávamos, eu rebolava devagar contra o pau dele, sentindo-o latejar.
Ele me carregou para o quarto dele. Deitou-me na cama e tirou minha roupa com mãos trêmulas de desejo e culpa. Ficou olhando meu corpo nu por longos segundos — os seios pesados, a barriga lisa, a buceta inchada e molhada brilhando.
— Tão linda... tão proibida — sussurrou.
Abriu minhas coxas grossas e baixou o rosto. Sua língua quente lambeu minha buceta devagar, saboreando cada gota. Chupou meu clitóris com fome, enfiando seus dedos grossos dentro de mim. Eu gemia alto, segurando a cabeça dele, empurrando minha buceta contra sua boca.
Quando ele se levantou, o pau estava completamente duro — grosso, venoso, com a cabeça grande e vermelha. Ele se posicionou entre minhas pernas, esfregando a cabeça quente contra meus lábios molhados.
— Tem certeza, Bruna? — perguntou, a voz rouca, ainda hesitante.
Eu segurei o pau dele com a mão e guiei para minha buceta.
— Me fode, pai. Eu quero você dentro de mim.
Ele empurrou. A cabeça grossa forçou minha entrada, abrindo-me centímetro por centímetro. Gemi alto, sentindo a pressão deliciosa. Ele era muito grosso. Meu pai me esticava ao limite, invadindo onde ninguém nunca havia entrado. Quando enterrou tudo, as bolas pesadas encostando na minha bunda, eu estava completamente empalada por ele.
— Que buceta... apertada — grunhiu ele, começando a meter.
As estocadas começaram lentas e profundas, depois ganharam força. Cada socada fazia meus seios balançarem, minha bunda tremer. O som molhado e obsceno da minha buceta peidando ,entrando e saindo ecoava no quarto. Ele segurava meus quadris com brutalidade, olhando nos meus olhos enquanto me fodia.
— Você é minha filha... e eu estou te comendo... — disse ele, a voz misturando culpa e tesão extremo.
Eu gozei primeiro, apertando o pau dele com espasmos fortes, gritando enquanto meu corpo convulsionava. Ele não parou. Continuou metendo mais forte, até que, com um rugido animal, enterrou até o fundo e gozou dentro de mim. Jatos quentes, grossos e abundantes encheram minha buceta, babando pelas coxas.
Ficamos ofegantes, suados, conectados. O peso do incesto pairava, mas o desejo era maior.
Naquela noite, ele me comeu mais duas vezes — uma de quatro, segurando meus cabelos, e outra com meu corpo pressionado contra a parede, minhas pernas envoltas em sua cintura.
O proibido havia sido consumado. Devagar e deliciosamente.
Minha cabeça rodando e pensando será que outras meninas também sonham em foder com o próprio pai ?
Foto 1 do Conto erotico: Empalada por meu Pai!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Empalada por meu Pai!

Codigo do conto:
262747

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/05/2026

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