Meu nome é Erica, tenho 22 anos, sou estudante de Educação Física e ainda moro com meus pais. Cuido do meu corpo com disciplina: anos de treino intenso resultaram em coxas grossas e firmes, no estilo cavalona, e uma bunda grande, redonda e empinada. Meu pai se chama Carlos, 55 anos, empresário do ramo da construção civil . Seu trabalho é administrativo e exigente, mas ele sempre organizou a agenda para estar presente em momentos importantes da minha vida. Minha mãe, Jéssica, 49 anos, é advogada e mantém uma rotina intensa no escritório. Desde nova sempre fui muito apegada ao meu pai. Enquanto minha mãe passava longos dias fora, ele participava ativamente da minha rotina. Essa proximidade criou entre nós uma intimidade maior do que a que eu tinha com ela, embora eu ame minha mãe e nos relacionemos bem. Cerca de quatro anos atrás, após concluir o ensino médio, tirei seis meses só para mim, só rotina de academia, dormir e sair eventualmente com as amigas.Em meados de junho, meu pai me abordou na cozinha durante a tarde. — Erica, podemos conversar? Ele demonstrou preocupação com meu futuro e sugeriu que eu me preparasse para a faculdade. Respondi que pensava em cursar Educação Física. Tanto ele quanto minha mãe me apoiaram plenamente. No início de julho, durante o café da manhã, anunciaram a surpresa: meu pai me levaria para passar uma semana em Bariloche, na Argentina. Minha mãe não poderia acompanhar devido ao trabalho. Fiquei empolgada. Era minha primeira viagem internacional. Dois dias antes, meu pai me levou ao shopping para comprar roupas adequadas ao frio. Ele próprio escolheu algumas peças e perguntou se poderia escolher algumas lingerie e mesmo achando inusitado falei que sim só não imaginei que ele compraria peças tão ousadas: conjuntos de lingerie rendada, camisolas e pijamas de tecido fino. Em casa quando chegamos , minha mãe já estáva na firma de advocacia como de costume, ele então me olha e fala experimenta as roupas filha quero ver se ficaram boas em você. Atendi ao pedido do meu pai fui até o meu quarto para vestir um dos pijamas que ele havia comprado, quando estou entrando ouço ele falar veste também a calcinha nova que escolhi uma de renda preta, senti um mixto de vergonha e excitação que não sei explicar mas obedeci, a peça marcava minha bunda grande de forma evidente. Voltei para a sala e desfilei, ele elogiou e na sequência falou, mostra a calcinha que escolhi , um frio na barriga veio de imediato, sem pensar virei de costas e tomada por uma ousadia inexplicável, hesitei , mas abaixei a calça do pijama até a metade das coxas, expondo minha bunda grande e parte da minha buceta que a calcinha mal cobria. Senti um calor proibido ao ver o olhar do meu pai e notar o volume marcante na calça de moletom dele. Meu pai apertava o pau por cima da roupa disfarçadamente enquanto me observava e elogiava. Meu coração disparou , ele ousado pediu para ver de perto, dominada pelas palavras firmes do meu pai curvei-me um pouco mais. Percebi que minha buceta estava latejando e molhada. O peso do que estava acontecendo me assustou. Levantei a calça sem falar nada e voltei ao quarto, perturbada, mas incapaz de esquecer a imagem dele excitado. No outro dia seria a nossa viagem, quando chegamos a Bariloche, nosso quarto tinha uma cama de casal e uma de solteiro , meu pai me olhando nos olhos fala, aqui o frio é intenso podemos dormir juntos para nós aquecer, não falei nada mas meu olhar me entregou, apenas sorri. Após um dia explorando a cidade, voltamos ao hotel. Meu pai trancou a porta do quarto e falou vou tomar um banho quente filha e começou a se despir. Pela porta do banheiro entreaberta, vi seu pau grosso e semi ereto. Fiquei paralisada, o coração disparado pelo tabu que se instalava entre nós. Ele entrou no chuveiro, sentei na cama, lutando contra mim mesma. O que eu estava pensando? Ele era meu pai.Ele então fala, filha a água está uma delícia quer vir ? Não respondi , como se não tivesse escutado, após longos minutos de dúvida e medo, levantei-me, tirei a roupa e caminhei até o banheiro, hesitante. — A água está quente, pai? — perguntei com a voz trêmula. Entrei no box devagar. A água caía sobre ele. Meu pai me olhou com intensidade misturada a conflito e me puxou pela cintura, beijando minha testa. Seu pau grosso pressionava minha barriga. Fiquei em silêncio, tremendo. Ele então me abraçou lentamente senti sua ereção, meus seios já duros tocando o peito dele, ele me olha nos olhos, eu num ato impensado desci lentamente, ajoelhando-me. Olhei para cima, submissa, e segurei seu membro com as mãos inseguras. Hesitei por segundos que pareceram eternos, consciente do enorme tabu, antes de levá-lo à boca. Engoli o pau do meu pai com uma mistura de medo, curiosidade e entrega profunda chupando de forma depravada como jamais tinha feito com outro homem. — Filhaaaaa... — murmurou ele, a voz carregada de culpa e desejo. — Isso é errado... você é minha filha. As palavras ditas com peso intensificaram tudo. Após longos minutos ele me levantou, virou-me contra a parede e, devagar, roçou o pau grosso na entrada da minha buceta que pulsava e molhava de forma anormal, aos poucos senti aquela cabeça grande me penetrar pouco a pouco até desaparecer dentro de mim ,cada estocada era lenta e profunda. — Pai... — gemi, a voz embargada. — Isso é tão errado... você é meu pai... Ele me fodeu com intensidade , segurando meus quadris me fazendo sentir um prazer que jamais imaginei existir até grunhir como um animal e gozar dentro de mim , dizendo em tom quase inaudível: como sonhei com este dia , de comer a minha própria filha... segundos depois saímos do banho abraçados, em silêncio, ambos carregando a culpa e o desejo em nosso olhar cúmplice. À noite, após o jantar, acendemos a lareira. Meu pai serviu duas taças de vinho. O fogo e o álcool elevaram o clima proibido a níveis insuportáveis. Sentados na cama, ele finalmente confessou, com a voz rouca e olhos baixos: — Erica, eu fantasiava com você desde que completou 16 anos, te ver com aqueles shorts minúsculos dentro de casa era uma tortura, me masturbava pensando em você... nas tuas coxas, na tua bunda... Sentia-me sujo, culpado, lutava contra isso todos os dias, mas não conseguia parar. Suas palavras me abalaram e me excitavam ao mesmo tempo. Eu, que inconscientemente sempre nutria por ele um desejo proibido, entreguei-me. E falei com voz ainda trêmula , eu sei pai sobre esse desejo eu também em segredo sempre o senti a mesma coisa desde nova . Ele com um olhar pervertido me deita de bruços na cama e fala empina essa bunda grande, filha . Ao me ver submissa e obediente, exigiu, com voz grave: — Quero teu cu, filha. Quero foder o cu da minha própria filha. — Pai... eu sou virgem atrás — respondi temerosa, mas obediente, a voz tremendo. — Vai devagar, por favor... Ele usou saliva e o líquido da minha buceta como lubrificante. Pressionou a cabeça grossa contra meu cu e foi abrindo ele pouco a pouco, penetrando com firmeza e virilidade, enterrando centímetro por centímetro o pau grosso no rabo da própria filha. Senti dor intensa no início, mas o prazer proibido logo dominou. Meu pai fodeu meu cu com estocadas profundas, segurando minha bunda enquanto eu gemia falando paiii , paiii, completamente submissa ao incesto. A viagem se transformou em uma descoberta irreversível. De volta para casa, nos primeiros dias tentamos manter distância, tomados pela culpa. Porém, em uma tarde em que minha mãe estava ausente no escritório, o desejo venceu. Nos entregamos novamente ao incesto e o fizemos na cama de casal — o quarto conjugal, o lugar mais sagrado e sujo para aquele ato. Meu pai me fodeu com força sobre a cama dele e da minha mãe, e, no momento do clímax, segurou meus quadris com firmeza: — Vou gozar dentro da tua buceta, filha. Quero encher você... mesmo sendo perigoso. Gozou profundamente em mim, o risco de gravidez adicionando uma camada ainda mais perigosa e excitante à nossa tara incestuosa. O que nasceu entre nós não se limitou à viagem. Ao contrário, ganhou novas e mais intensas nuances em nossa própria casa, sempre carregado do peso avassalador do proibido. Como a casa é grande, passamos a foder como animais em qualquer lugar, mesmo com minha mãe presente. Garagem, banheiros, lavanderia, sala de TV e, principalmente, no meu quarto de madrugada, enquanto ela dormia no outro lado do corredor. Vicie-me completamente em dar o cu para o meu pai. Passava a noite sussurrando para ele, com a voz manhosa e depravada: — Sexo anal e incesto é o que há de mais sujo e excitante, pai. Adoro ser a puta do meu próprio pai e sentir seu pau grosso abrindo meu cu, enquanto a mamãe dorme. Meu pai desenvolveu um fetiche impensável: excitava-se enormemente pedindo que eu contasse, com todos os detalhes, sobre os caras que já haviam me comido. Enquanto me fodia de 4 na minha cama que ficava no segundo andar, (com minha mãe na sala), ele perguntava: — Conta pra mim, filha. Como o último te fodeu? Ele gozou na tua boca? Encheu tua buceta de leite? Eu relatava tudo com luxúria, sentindo-o ficar ainda mais duro dentro de mim. Dessa dinâmica surgiram novas taras cada vez mais arriscadas: sexo oral rápido na cozinha enquanto minha mãe tomava banho, foda anal silenciosa e profunda no meu quarto com a porta apenas encostada, ou na garagem momentos antes dela chegar do trabalho, praticamente não tínhamos limites. A cada nova depravação, a pergunta pairava no ar: até onde conseguiríamos ir sem sermos descobertos? Quanto mais sujo e perigoso se tornava, mais viciados ficávamos. O sigilo tornara-se parte da excitação. E, a cada dia, sentíamos que os limites estavam prestes a ser ultrapassados.
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