Em casa moramos só eu e meus pais , eu sou filha única. Meu pai e minha mãe trabalham em turnos de manhã e tarde num hipermercado. Sempre que possível, eles arrumam os horários para não coincidir, para que um deles fique em casa comigo. Faziam isso quando eu era pequena e continuam fazendo, mesmo eu já sendo maior de idade. Nosso apartamento é pequeno: dois quartos, banheiro, cozinha e sala. O banheiro é o maior problema, porque temos que dividir. Especialmente de manhã cedo, é comum a gente se encontrar lá dentro — um tomando banho enquanto o outro faz outra coisa. O banheiro é bem espaçoso. O vaso fica num canto separado, que dá pra usar sem que a outra pessoa veja. Entre a pia e o box tem espaço suficiente para se secar ao sair do banho sem atrapalhar quem está se barbeando ou penteando o cabelo na pia. O mais comum é eu ou minha mãe coincidir com meu pai, porque nós duas passamos mais tempo na frente do espelho, e ele toma banho enquanto isso. Claro que todo mundo tenta ser o mais discreto possível, para não olhar mais do que o necessário. Mas nem sempre dá pra evitar ver um ao outro pelado, especialmente quando a gente sai do banho para se secar com a toalha, que fica pendurada do lado de fora do box. Entre minha mãe e eu isso acontece o tempo todo. Como somos as duas mulheres, não fazemos esforço nenhum para evitar, e estamos acostumadas a nos ver completamente nuas, sem problema. Às vezes até uma ajuda a outra a passar creme nas costas. Meus pais também não têm problema em se verem pelados, como é normal. O único problema real era quando eu e meu pai coincidíamos, principalmente depois que eu cresci. Agora eu com 18 anos , tentavamos evitar ao máximo, só quando era realmente necessário. Mas ultimamente, há alguns dias, a gente fazia exatamente o contrário. Como se tivéssemos combinado, tanto meu pai quanto eu paramos de evitar o banheiro. Aproveitávamos qualquer oportunidade para coincidir, especialmente quando minha mãe estava trabalhando e ficávamos sozinhos em casa. Tudo mudou para mim no dia em que entrei no banheiro para colocar toalhas limpas e meu pai estava saindo do box pelado. Foi só por alguns segundos. Deixei as toalhas, pedi desculpa e saí correndo. Mas naqueles segundos, não consegui tirar os olhos dos atributos dele, que eram o que mais chamava atenção. Mesmo estando em repouso, era grande o suficiente para chamar minha atenção. Vi o tufo de pelo preto e um volume enorme pendurado embaixo. Aquela visão me deu uma excitação estranha, muito tesão. E foi esse tesão que me fez querer ver de novo, com mais calma. Comecei a aproveitar toda vez que meu pai entrava para tomar banho. Assim que o barulho da água parava, eu entrava com qualquer desculpa para tentar pegá-lo pelado. Nas duas primeiras vezes, ele tentou cobrir as partes íntimas por instinto, e eu quase não consegui ver nada. Na terceira vez, ele já tinha percebido que não era coincidência. Não tentou se cobrir. Continuou secando a cabeça e o rosto com a toalha, deixando tudo à mostra. E, pelo visto, a situação também o deixou excitado, porque o pau não estava totalmente mole — estava meio inchado. Fiquei nervosa e só olhei por alguns segundos antes de pedir desculpa e sair correndo, como sempre. Mas deu tempo de ver que meu pai era muito bem-dotado e que, quando ficasse duro, devia ser bem maior que o normal. Aquele dia foi o ponto de virada entre nós. Eu já estava decidida: da próxima vez, não ia me acanhar e ia olhar o tempo que quisesse para ver tudo direitinho. Meu pai, pelo jeito, pensou a mesma coisa. No dia seguinte, quando entrei, ele estava me esperando. O pau totalmente duro, apontando para o teto, com os dois testículos enormes pendurados. Eu, embora estivesse decidida, quase saí correndo quando vi. Mas em poucos segundos entendi que não era por acaso. Fiquei parada, olhando de boca aberta. O pau dele era enorme. A cabeça totalmente para fora, vermelha e brilhante. Os testículos… nossa… Por um momento parei de olhar para baixo e olhei para o rosto dele. Ele me olhava com um sorriso satisfeito, como se soubesse exatamente o que eu ia fazer. Fiquei ali parada. Ele também não se mexeu, não tentou cobrir nem virar. Finalmente reagi, pedi desculpa e saí do banheiro completamente molhada. Meus hormônios estavam à flor da pele e minha cabeça um caos… Os atributos do meu pai tinham me causado um impacto forte. Eu já tinha transado com três caras diferentes, e nenhum deles tinha um pau nem parecido com o dele. Pelo menos era o que minha cabeça quente me dizia naquele momento. Caramba! Eu estava pensando no pau do meu pai como se quisesse devorar… Aí parei para pensar com mais calma… Peraí, ele era meu pai! De jeito nenhum eu podia transar com ele, e lógico que ele também não ia querer transar com a filha. Pensei que era só curiosidade dos dois: eu queria ver, ele queria ver minha reação. Uma brincadeira um pouco pesada, mas só uma brincadeira. Mas não demorei a descobrir como é perigoso brincar com fogo. Sim, ele era meu pai e eu era filha dele, mas também éramos homem e mulher. Eram três da tarde, minha mãe estava no turno da tarde e só voltaria às dez da noite. Íamos ficar sozinhos por sete horas. Todas essas circunstâncias foram o que permitiu que acontecesse o que aconteceu. Estava calor, verão. Achei que era por isso que meu pai tinha tomado banho depois do almoço. Depois entendi que ele armou tudo e eu caí direitinho. No começo sem perceber totalmente, mas depois acompanhei o jogo sabendo exatamente o que ia rolar. Eu estava sentada na mesa da sala, mexendo no notebook, quando vi meu pai chegando. Usava aqueles shorts de ficar em casa e uma camiseta larga. Não consegui evitar olhar para a virilha dele. Dava pra ver um volume enorme, sinal de que ainda estava de pau duro. Isso já me deixou em alerta. Quando ele sentou na mesa de frente para mim (ele normalmente sentava no sofá), não me surpreendi. Imaginei que queria conversar. E foi isso mesmo. A conversa foi mais ou menos assim: — Filha, podemos ter uma conversa de adultos? — Claro, pai. Nós dois somos adultos, né? Então a conversa vai ser de adulto pra adulto. — Ótimo. A pergunta é: gostou do que viu? — Não sei do que você está falando, pai… — Estou falando do que você vem tentando ver há vários dias e que hoje eu finalmente deixei você ver com calma. — Bom, se eu vi foi porque você quis que eu visse. Por isso me esperou pelado no banheiro. — Claro. Eu sabia que você queria ver e te dei esse prazer. — Então muito obrigada por satisfazer minha curiosidade. — De nada, filha. E é como você imaginava? — Não, é bem maior do que eu imaginava. — E isso te agrada ou te desagrada? — Nem uma coisa nem outra. Só me surpreendeu. — Não fica brava com o que vou perguntar, mas eu sei (porque você conta pra sua mãe e ela me conta) que você já transou com alguns namorados. Algum deles tinha o pau tão grande ou maior que o meu? — Haha, que pergunta, pai! Pelo amor de Deus, eu sou sua filha. Essas coisas eu converso com a mamãe, de mulher pra mulher. Não acho certo falar com meu pai. — Por que não? É só curiosidade. — Tá bom… Vou satisfazer sua curiosidade. Sem ter visto direito de perto, acho que o seu é bem maior que o de qualquer um deles. E com certeza seus testículos também são bem maiores que todos que eu já vi. Satisfeito? — Muito satisfeito. Quer ver mais de perto? Até tocar? — O quê? Pai! Eu sou sua filha. Você ficou louco? — Não fica brava. Como você disse que não tinha visto bem, não tenho problema nenhum em te mostrar. Afinal, você é minha filha e a gente tem confiança. — Sim, mas tem limites que pai e filha não devem ultrapassar, por mais confiança que tenha. Sabe pai ? Vou deitar um pouco no meu quarto pra descansar. — Tudo bem, filha. Levantei e fui pro quarto. Meu rosto devia estar vermelho, porque eu sentia um calor enorme. A conversa com meu pai deixou duas coisas claras: primeiro, que ele armou tudo para ver minha reação, porque estava pensando em transar comigo. Segundo, e mais chocante pra mim, era que eu, depois de ver aquilo, também estava pensando na mesma coisa. Não conseguia parar de imaginar tocando no pau e nos testículos dele, sentindo na boca e na buceta (que aliás estava molhada depois daquela conversa). Com esses pensamentos, cheguei no quarto convencida de que ele ia continuar o “jogo”. Dependia de mim fazer com que acontecesse o que nós dois queríamos. Sem pensar duas vezes, tirei toda a roupa, me deitei e me cobri só com o lençol. Eu fiz a minha parte para o jogo continuar. Agora dependia dele. Ele tinha que entrar no quarto, levantar o lençol, ver que eu estava pelada e aí seria definitivo para atravessarmos a linha. E… aconteceu exatamente assim. Meu pai entrou, se aproximou da cama, levantou o lençol. Quando viu que eu estava nua, tirou a roupa também, deitou do meu lado de conchinha (eu estava de lado esquerdo) e, sem dizer nada, pegou minha mão direita e levou até o pau dele. Nossa… Eu segurei. Estava duríssimo e quente. Meu corpo inteiro tremeu. Ele aproximou a boca da minha orelha e sussurrou: — Gostou? Eu, engolindo em seco: — Sim. Ele, enquanto pegava um dos meus seios com a mão, sussurrou de novo: — Quer sentir ele dentro de você? Com a boca seca e a buceta latejando: — Quero. Aí ele assumiu o controle. Levantou, foi pro pé da cama, abriu minhas pernas, dobrou meus joelhos. Olhou minha buceta por um momento, depois baixou a cabeça e começou a me chupar, abrindo com os dedos e enfiando a língua… Nossa… Não demorei a ter o primeiro orgasmo e encher a boca dele com meu gozo. Ele chupou e engoliu tudo. Depois se ajoelhou, abriu mais minhas pernas, pegou o pau, esfregou na entrada da minha buceta e, quando o cabeça encaixou, foi metendo tudo e minha buceta ia engolindo, soltei um grito de prazer ao sentir ele todo dentro de mim… Uff. Meu pai começou a me comer nessa posição, massageando meus peitos e apertando meus mamilos. Depois aproximou a boca da minha, enfiou a língua e trocamos um beijo molhado, cheio de saliva. Ele estava me dando a melhor foda da minha vida. E ainda por cima era meu pai, com aquele pau enorme dentro de mim… Uff. Foi demais. Explodi num orgasmo escandaloso e comecei a gritar sem controle: — Ai, que delícia… pai… Assim… Me fode… Continua me comendo assim… Sentindo minha buceta apertando o pau dele e me ouvindo falar aquilo, ele acelerou e disse: — Vou gozar, filha… Posso gozar dentro? Antes que eu respondesse, senti o calor do sêmen inundando meu útero. Entre gemidos respondi: — Simmm… pai… Goza dentro da buceta da sua filha… Ai… Simmm… Isso! E ele gozou mesmo. Aqueles testículos enormes não paravam de jorrar sêmen quente bem no fundo da minha buceta… Quente… Muito quente… Uff. Quando terminamos, ele deitou do meu lado e, ofegante, brincou: — Bom, filha, agora você viu bem de perto, até sentiu ele todo dentro. Já pode comparar o tamanho direito. Eu, seguindo a brincadeira: — Haha, é. Agora posso dizer sem dúvida que o pau do meu pai é maior pau que já senti. E desde o primeiro dia que vi de relance, não parei até conseguir que você metesse em mim… Haha. — Eu já sabia. Por isso fiz tudo isso. Tinha certeza que você queria ele dentro e eu estava louco para te comer… Haha. — Chega de papo. Fica de quatro que vou te foder como uma filha puta. E foi o que fiz. Ele me deu outra foda incrível… Uff. Eu gozei mais duas vezes antes dele gozar de novo dentro de mim… Depois de descansar um pouco, eu disse: — Pai, na verdade eu não vi ele direito. Só senti dentro. Agora, se você quiser, vou por na boca pra ver bem, sentir o gosto e engolir o que ainda tiver nos seus testículos. O que acha? — Haha, acho ótimo, filha. Mas antes me diz: você tem experiência em chupar, mas já te foderam a boca? Porque não é a mesma coisa chupar e ser fodida na boca. — Não, pai. Só chupei e engoli o gozo sem problema. — Quer experimentar? — Quero. Não custa nada e vai ser novidade pra mim. Aliás, você já fodeu a mamãe na boca? — Não. Pra mim também vai ser novidade. — Então por que quer fazer comigo? É perigoso? — Filha, me ocorreu porque entre nós tudo é novo. Queria viver isso com você. Mas se não quiser, só faz um boquete e pronto. — Não. Agora fiquei curiosa e quero que a gente viva isso juntos. Afinal, não vou ter oportunidade com alguém que eu confie mais que você. Sei que nunca vai me machucar. — Claro que não. Se sentir qualquer problema, paro na hora. — Então vamos. Como você quer que eu fique? Ele explicou a posição mais segura: eu sentada na beira da cama, ele de pé na minha frente. Começamos devagar. Eu segurei o pau, vi ele bem de perto pela primeira vez, chupei a cabeça enorme e brilhante. Quando estava bem babado, fui enfiando sozinha. Tive que tentar várias vezes, dava ânsia e tosse. Ele dizia pra parar, mas eu não queria. Até que consegui e ele entrou todo, até os testículos encostarem no meu queixo… Uff. Não acreditei: estava com o pau enorme do meu pai todo na garganta — garganta profunda mesmo. Eu não conseguia falar. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover, devagar no começo, depois mais rápido, me fodendo na boca e na garganta. O prazer pra mim era mais psicológico, pelo tesão de ter ele todo lá dentro. Pra ele devia ser uma mistura de físico e psicológico, ver a cara da filha com o pau inteiro na boca. Como não queria me machucar, não exagerou. Tirou, bateu rapidinho e gozou no meu rosto e na boca. Eu peguei a cabeça com os lábios, suguei as últimas gotas e lambi todo o gozo do rosto com os dedos. Cansados, paramos. Enquanto descansávamos, eu disse brincando: — Pai, você já gozou duas vezes dentro de mim. Se eu não tomasse anticoncepcional, podia até engravidar. Já pensou que loucura me engravidar e ter um filho com sua filha? Um neto? Haha. Ele entrou na brincadeira: — Haha, olha, isso seria uma experiência e tanto. Eu continuei: — Sabe o quê? Como imagino que a gente vai continuar transando sempre que der, vou pensar bem sobre engravidar. Se decidir, paro de tomar a pílula sem te avisar. Assim, toda vez que você gozar dentro da buceta da sua filha, pode imaginar que está me engravidando naquele momento. Deve dar um tesão extra… Haha. — Haha, você é terrível. Mas por mim tudo bem, porque só de imaginar já fico de pau duro. E ficou mesmo. Ele pulou em cima de mim, meteu sem preliminar e me fodeu como se não houvesse amanhã, dizendo: — Vou te engravidar sim . Pode parar de tomar essa pílula…falou isso e começou a despejar novamente todo o leite que ele tinha dentro das bolas! Os dias, meses e anos, após essa tarde foram os mais intensos e proibidos da minha vida!
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