A Noite do Vinho Proibido


O apartamento de Cris estava escuro, só com as luzes amareladas dos abajures e o cheiro forte de vinho aberto minutos antes. Três taças na mesa e duas garrafas do melhor tinto espanhol.
Patrícia chegou primeiro, como Cris tinha combinado. Vestia um vestido preto colado que marcava cada curva: coxas grossas, bunda empinada, peitos pesados que subiam e desciam a cada respiração. Cris a abraçou devagar, demorando o suficiente para sentir os mamilos endurecendo uma contra a outra.
— Você tá linda demais hoje — Cris sussurrou, entregando a taça já cheia até a borda.
Patrícia aceitou, tomou um gole longo e sentou no sofá, cruzando as pernas de um jeito que o vestido subiu um pouco.
— Cadê essa tal coleção de lingerie que você disse que ia me mostrar?
Cris sorriu de lado, trouxe a caixa e começou a tirar as peças: sutiãs transparentes, calcinhas minúsculas, bodies com aberturas estratégicas. Patrícia experimentou algumas por cima da roupa, depois tirou o vestido e ficou só de calcinha preta, girando na frente do espelho da sala. O vinho já estava fazendo efeito; as bochechas coradas, os olhos mais brilhantes, a risada mais fácil.
Elas falaram de tudo: ex-namorados ruins de cama, fantasias que nunca contaram pra ninguém. Cris foi levando a conversa para o lado sujo devagar.
— Você já sentiu tesão por alguém que sabia que não podia ter? — perguntou, enchendo as taças de novo.
Patrícia hesitou, olhou para o vinho como se a resposta estivesse lá dentro.
— Todo mundo já sentiu… — murmurou. — Mas tem uns que a gente enterra bem fundo.
Cris se aproximou, sentou bem perto, coxa colada na coxa.
— Tipo… alguém da família?
Patrícia virou o rosto rápido, os olhos arregalados.
— Que porra é essa, Cris?
Cris não recuou.
— Calma. Só tô perguntando. Seu irmão… ele já te olhou de um jeito que te deixou desconfortável? Ou… excitada?
Patrícia engoliu em seco. Ficou em silêncio por quase um minuto inteiro. Depois, voz baixa:
— Ele acha que eu não vejo. Mas eu vejo. O jeito que ele fica quando eu uso short em casa, quando eu me abaixo pra pegar alguma coisa… ele trava. Fica duro. Eu sinto o cheiro da excitação dele às vezes.
Cris sentiu o próprio corpo reagir, um calor subindo entre as pernas.
— E você? — perguntou Cris. — Já sentiu alguma coisa olhando pra ele?
Patrícia fechou os olhos, respirou fundo.
— Eu não devia. É errado. É doente. Mas… sim. Às vezes eu penso nele me tocando. Me fodendo. E eu me odeio por isso. Mas quando eu me toco à noite, é o rosto dele que aparece.
Cris colocou a mão na coxa dela, devagar.
— Ele me contou, Paty. Uma noite bêbado. Disse que o maior desejo da vida dele é você. Que ele se masturba pensando em te comer. Que se sente um pervertido por isso.
Patrícia abriu os olhos confusa .
— E você? Por que tá me contando isso?
— Porque eu quero ver vocês dois se pegando. Porque eu também sinto tesão só de imaginar desde o dia que o Edu me contou sua tara por você. E porque sei que vocês dois estão morrendo por dentro de tanto segurar.
Patrícia balançou a cabeça, mas não tirou a mão de Cris da coxa.
— Isso não pode acontecer. É incesto. É… proibido.
— Exatamente — Cris sussurrou, aproximando o rosto. — Por isso é tão forte. Por isso dói tanto segurar.
Patrícia respirou trêmula. Abriu as pernas devagar, quase sem querer. A calcinha já estava molhada no centro.
— Eu não consigo mais fingir que não quero — admitiu, voz quebrada. — Mas se a gente fizer isso… não tem volta.
Cris roçou os lábios na orelha dela.
— Então não volta.
Exatamente 15 minutos depois, Eduardo chegou.
Entrou e congelou na porta, Cris que surpresa é essa ? Não me falou nada . Patrícia estava de pé, só de cinta-liga preta e meias, sem calcinha, os lábios da buceta inchados . Cris ao lado dela, body aberto na frente, peitos expostos, mão já entre as próprias pernas.

— Mana… — Eduardo murmurou, voz rouca, o pau já marcando forte na calça.
Patrícia deu um passo à frente, tremendo.
— Não fala nada ainda. Só… vem aqui.
Ele avançou devagar, como se cada passo doesse. Parou a centímetros dela. Os dois se olharam por longos segundos, o ar pesado de culpa, medo e desejo insuportável.
Cris se aproximou por trás de Patrícia, abraçou-a pela cintura, roçando os seios nas costas dela.
— Toquem um no outro. Só toquem. Sem pressa.
Patrícia levantou a mão devagar, tocou o peito do irmão por cima da camisa. Ele fez o mesmo, palma aberta na curva da cintura dela. Os dois gemeram baixo só com isso.
Depois, como se uma represa tivesse rompido, Patrícia agarrou a nuca dele e o beijou. Foi um beijo faminto, desesperado, dentes batendo, línguas brigando. Eduardo gemeu alto contra a boca da irmã, mãos descendo para apertar a bunda dela com força.
Cris se ajoelhou entre os dois, abriu a calça dele e puxou o pau pra fora. Estava pulsando, veias saltadas, cabeça brilhando. Ela o masturbou devagar enquanto olhava para Patrícia.
— Olha o pau do seu irmão, Paty. Olha como ele tá duro por você.
Patrícia se abaixou, hesitou por um segundo — o último resquício de razão —, depois abriu a boca e engoliu a cabeça. Eduardo agarrou o cabelo dela, gemeu “mana… porra…”, e começou a foder a boca devagar, como se ainda não acreditasse que estava acontecendo.
Cris lambeu as bolas dele enquanto Patrícia chupava, depois subiu e beijou Patrícia com o pau do irmão entre as duas bocas.
Eles foram para o quarto aos tropeços.
Patrícia deitou de costas, abriu as pernas. Eduardo ficou entre elas, pau encostado na entrada da buceta da irmã, mas sem entrar ainda. Os dois tremiam.
— Se eu entrar… a gente nunca mais volta atrás — ele sussurrou, voz rouca de tesão e culpa.
Patrícia segurou o rosto dele.
— Entra. Me fode. Me faz sua. Mesmo que seja errado. Mesmo que a gente queime no inferno depois.
Ele empurrou devagar. A buceta dela o engoliu centímetro por centímetro, quente, apertada, melíflua. Quando chegou ao fundo, os dois gritaram juntos — um grito de alívio, de prazer proibido, de rendição total.
Cris montou no rosto de Patrícia, esfregando a buceta melada na boca dela enquanto Eduardo começava a socar, cada estocada mais forte, mais funda, mais desesperada.
— Goza dentro dela, Edu — Cris gemeu. — Enche a buceta da sua irmã. Marca ela como sua.
Patrícia rebolava contra o pau do irmão, unhas cravadas nas costas dele.
— Goza, maninho… goza dentro da sua irmãzinha… me enche de porra… por favor…
Ele não aguentou. Enterrou até o talo e gozou gritando, jatos quentes enchendo a buceta dela, escorrendo pelas coxas enquanto ela gozava junto, corpo convulsionando.
Cris lambeu tudo: a porra escorrendo, a buceta inchada, o pau ainda duro. Depois beijou os dois, dividindo o gosto incestuoso.
A noite seguiu assim: sem limites, sem remorso. Eduardo fodeu o cu da irmã enquanto Cris chupava a buceta dela. Cris foi arrombada por ele enquanto Patrícia sentava na cara dela. Eles se revezaram em todos os buracos, lambendo, chupando, gozando, bebendo mais vinho entre uma foda e outra.
Quando amanheceu, os três estavam destruídos na cama, suados, melados, cheios de marcas. Patrícia deitada no peito do irmão, Cris abraçada nas costas dela.
— Isso foi errado — Patrícia murmurou, mas sem arrependimento na voz.
Eduardo beijou a testa dela.
— Foi. E eu faria de novo. Mil vezes.
Cris riu baixo, apertando o seio de Patrícia.
— Então a gente faz. Toda vez que der saudade… a gente se encontra. E fode até esquecer que é proibido.
Eles sorriram no escuro, sabendo que o proibido nunca ia acabar — só ia ficar mais forte.

Foto 1 do Conto erotico: A Noite do Vinho Proibido

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
A Noite do Vinho Proibido

Codigo do conto:
256781

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/03/2026

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