Da curiosidade ao incesto!


Eu ainda era bem nova quando aquilo aconteceu. Tinha 13/14 e meu corpo já chamava atenção: bunda grande e empinada, coxas grossas, quadris largos. Eu me sentia meio estranha com isso, mas também gostava quando alguém olhava.
Aquele dia os nossos pais tinham saído. Eu estava no quarto deles, usando uma saia curta que subia fácil. Chamei meu irmão com a voz baixa:
— Irmão… vem aqui um pouco? Tem uma espinha na minha bunda que eu não consigo ver. Tá doendo…
Deitei de bruços na cama grande, levantei a saia até a cintura e abaixei a calcinha até os joelhos. Minha bunda ficou toda exposta, as coxas grossas abertas. Eu estava nervosa, mas também curiosa. Meu coração batia rápido.
Ele se ajoelhou atrás de mim. Seus dedos tocaram minha pele, passando devagar. Ele demorou muito tempo “olhando”. Eu sentia que estava ficando molhada entre as pernas, mas não sabia direito o que fazer. Só empinei um pouco mais a bunda, como se quisesse ajudar ele a ver melhor.
De repente senti algo quente e duro roçando contra mim. Era o pau dele. Ele estava bem duro. Meu irmão esfregou devagar contra minha buceta virgem, depois pressionou mais forte. Eu soltei um gemido baixinho quando ele começou a entrar. Doeu um pouco no começo, mas era uma dor gostosa. Ele foi empurrando devagar, abrindo minha buceta com o pau grosso. Quando estava todo dentro, começou a mexer. Primeiro devagar, depois mais forte. Eu mordia o lençol, sentindo meu irmão me preenchendo por completo.
Ele segurava meus quadris com força, metendo fundo. Minha bunda grande balançava a cada estocada. Eu me sentia como uma égua sendo montada pela primeira vez — submissa, deixando ele fazer o que quisesse. Ele meteu bastante tempo, gemendo rouco, chamando-me baixinho de puta mirim e de égua da casa. Eu só gemia, sem entender direito as palavras, mas sentindo que meu corpo gostava.
Depois ele tirou da buceta, cuspiu e forçou a entrada do meu cu. Eu empinei mais a bunda e deixei. Doeu mais, mas eu não reclamei. Ele entrou devagar, depois começou a meter com mais força. Quando gozou, senti o calor dele enchendo meu cu e escorrendo pela minha bunda grande e pelas coxas. Fiquei ali, de quatro, ofegante, sentindo o gozo dele escorrendo de mim.
Ele saiu do quarto sem dizer nada. Eu fiquei de bruços, molhada, confusa e com um calor estranho no corpo.
Os dias e semanas seguintes
Nos dias que vieram, eu não conseguia parar de pensar naquilo. Toda vez que via meu irmão em casa, meu coração acelerava. Eu me sentia diferente — mais consciente da minha bunda, das minhas coxas, do jeito que meu corpo se mexia quando eu andava.
Comecei a provocar sem falar nada. Deixava a porta do meu quarto entreaberta quando trocava de roupa. Usava saias mais curtas em casa. Quando ele passava perto, eu “sem querer” encostava minha bunda nele. Ele nunca falava nada, mas eu sentia que ele olhava.
Uma tarde, poucos dias depois, nossos pais saíram de novo. Eu estava na sala, de quatro arrumando umas coisas no chão de propósito. A saia subiu, mostrando minha calcinha. Meu irmão parou na porta. Eu não levantei. Só empinei um pouco mais a bunda. Ele se aproximou, ajoelhou atrás de mim e puxou minha calcinha para o lado. Entrou na minha buceta sem dizer uma palavra. Dessa vez foi mais rápido, mais urgente. Eu gemia baixinho, sentindo ele me usar ali mesmo no chão da sala.
Nas semanas seguintes virou um costume silencioso. Sempre que os pais saíam para trabalhar, eu me tornava a égua mirim dele. Às vezes ele me pegava no quarto dos pais, outras vezes no meu quarto, outras vezes na sala ou no banheiro. Eu quase não falava. Só me colocava de quatro, empinava a bunda grande e deixava ele entrar — na buceta ou no cu, como ele quisesse.
Eu gozava fácil, apertando ele, molhando tudo. Ele gozava dentro de mim ou na minha bunda, depois saía sem falar muito. Eu ficava ali, sentindo o gozo escorrendo pelas coxas grossas, com uma mistura de vergonha e um prazer que eu não sabia explicar.
Eu não entendia direito o que estava acontecendo. Só sabia que quando meu irmão me montava, eu me sentia útil, desejada, como uma égua que serve ao dono. Meu corpo aprendia rápido: bastava ele olhar para mim de certo jeito que minha buceta ficava molhada e eu já procurava um lugar onde pudéssemos ficar sozinhos.
Eu nunca perguntava nada. Nunca dizia “não”. Só me entregava — submissa, quieta, com a bunda empinada, esperando ele me usar novamente.
E assim continuamos, em silêncio, por semanas. Eu era a égua mirim da casa. E ele era o dono que me montava sempre que podia.

Foto 1 do Conto erotico: Da curiosidade ao incesto!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Da curiosidade ao incesto!

Codigo do conto:
258347

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/04/2026

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