Era o verão de 1988 a casa de tijolos à vista ficava silenciosa durante o dia inteiro. Pai e mãe saíam de manhã trabalhar , voltavam para o almoço e depois só a noite . Carlos, 16 anos, e Ana, 14, tinham as tardes só pra eles. A foto que todo mundo via pendurada na sala era exatamente aquela: Ana de quatro no chão de xadrez , cabelo cacheado solto, top preto colado nos peitos , shortinho floral esticado na bunda .Carlos atrás dela, sem camisa, bronzeado, mão espalmada na cintura da irmã como se fosse montar. Os dois rindo pro flash. Ninguém imaginava que aquela pose inocente seria o gatilho para o incesto entre irmãos. Carlos já era tarado desde os 14. Punheteiro compulsivo. Toda tarde, quando Ana entrava no banheiro pra tomar banho, ele encostava o olho na fresta da porta que nunca fechava direito. Via o corpo da irmã debaixo da água: os peitos duros balançando, os mamilos escuros arrepiados do frio, a bunda redonda e empinada, a buceta cabeluda . Ele baixava o short, cuspia na palma e batia punheta furiosamente, gozando no chão do corredor enquanto imaginava meter nela. Nem limpava com a intenção que a irmã percebe-se. Ana não era santa. Tinha perdido a virgindade com o primeiro namorado. Desde então sabia o gosto de pau, de porra quente na boca, de ser comida em pé. Mas fingia ser a irmãzinha ingênua pra família. Com Carlos, era diferente. Ela sentia o olhar dele. E gostava. O gatilho foi as brincadeiras de lutinha. Começou boba. Eles viam luta livre na televisão e decidiram imitar. Ana, com o corpo de cavalona — coxas grossas, bunda que não cabia em short nenhum —, sempre atacava primeiro. Jogava o irmão no sofá, montava nele rindo, prendendo os pulsos com as mãos. Ele sentia o calor da buceta dela por cima do shortinho, o cheiro de suor e perfume de baunilha. Um dia, em 1986, ela escorregou, caiu de quatro no chão da sala — exatamente como na foto — e Carlos caiu por cima, o pau duro encostando na fenda da bunda da irmã por cima da roupa. — Sai, seu tarado! — ela riu, mas não saiu de baixo. Ele apertou a cintura dela com força, como na foto, e roçou devagar. Ana sentiu o volume latejando. Molhou o shortinho na hora. Não falaram nada. Só ficaram ali, respirando pesado, até ela dar uma rebolada discreta e se levantar como se nada tivesse acontecido. Daquele dia em diante, as lutinhas viraram ritual diário. Carlos já não aguentava mais só espiar. Começou a “acidentalmente” enfiar a mão por baixo da blusa dela durante as lutas. Dedos roçando os mamilos duros. Ana fingia raiva, mas abria as pernas um pouco mais quando ele prendia ela de quatro. Uma tarde quente, sem ar-condicionado, só ventilador girando no teto, eles rolaram no chão da sala. Lucas acabou com o rosto enfiado entre as coxas dela. O shortinho floral estava encharcado. Ele respirou fundo, cheirando a buceta da irmã. — Tá suando, Ana… — sussurrou, voz rouca. Ela mordeu o lábio, olhos brilhando de safadeza ingênua. — É culpa sua, seu porco. Para de me olhar no banho. Ele congelou. Ela sabia. Em vez de brigar, Ana abriu mais as pernas e empurrou a virilha contra o rosto dele. Lucas lambeu por cima do pano, sentindo o gosto salgado. Ela gemeu baixo, pela primeira vez. Gozou tremendo, sem ele tirar o short. Depois levantou, ajeitou a roupa e saiu andando como se tivesse acabado de ganhar uma brincadeira inocente. A culpa chegou à noite. Carlos ficou acordado, punhetando no escuro, imaginando que era incesto de verdade. Ana, no quarto ao lado, enfiou dois dedos na buceta pensando no irmão e gozou mordendo o travesseiro pra não gemer alto. As lutinhas já não tinham mais limite. Eles tiravam a camiseta “pra ficar mais justo”. Ana ficava só de sutiã e shortinho. Carlos só de bermudão. Um dia no meio da luta o pau saiu pra fora, roxo, veias saltadas, cabeça grande, encaixou exatamente entre as nádegas dela, pele com pele. — irmão… isso é errado… — ela sussurrou, mas empinou a bunda. Ele não meteu. Só esfregou a cabeça do pau na entradinha da buceta por cima da calcinha fina, sentindo o calor molhado. Ana rebolou devagar, gemendo o nome dele. Gozaram assim, sem penetração. O leite dele espirrou quente nas costas dela. Ana passou o dedo, fazendo cara de surpresa. — isso é errado, irmão! A culpa veio forte depois. Eles passaram duas semanas sem se olhar direito. Até que os pais viajaram. Sozinhos de novo. A lutinha voltou mais violenta. Dessa vez Ana deixou ele tirar o short dela. Carlos viu a buceta inchada, brilhando, lábios grossos. Ele meteu o rosto e chupou como louco. Ana gozou gritando, puxando o cabelo dele. — Come minha buceta, irmão… come a buceta da tua irmã… Ele gozou na própria mão enquanto lambia. Já não aguentavam mais. As lutinhas viraram foda seca. Ele metia o pau entre as coxas dela, esfregando na buceta sem entrar. Ana pedia pra ele gozar na cara dela. Carlos gozava grosso, enchendo a boca da irmã. Ela engolia olhando nos olhos dele, sorrindo com porra escorrendo no queixo. Mas ainda não tinham fodido de verdade. O medo era grande demais. Incesto. Sangue do mesmo sangue. E sem camisinha — Carlos tinha pavor de gravidez, mas o tesão do proibido era maior. Ana, safada desde nova, já tinha tido dois namorados que comiam ela sem camisinha, mas com o irmão era diferente. Era pecado puro. Até que chegou o verão de 1991, Eles tinham 17 e 20 anos. Três anos de putaria acumulada ,de olhares, toques, lambidas, porra engolida, culpa que virava tesão na hora seguinte. Estavam sozinhos de novo. A casa quente. Ventilador no teto. Ana vestia exatamente o shortinho floral da foto e um top preto. Carlos sem camisa. Começaram a lutinha. Dessa vez ninguém riu. Ana caiu de quatro no chão de xadrez, bunda empinada, olhando pra trás. — Vem, irmão… hoje eu quero tudo. Lucas puxou o short dela pra baixo. A buceta estava encharcada, escorrendo. Ele cuspiu na mão, passou no pau e encaixou a cabeça na entrada. Ana gemeu alto. — Sem camisinha, irmão? … quero sentir você inteiro. Ele meteu de uma vez. Fundo. Cru. A buceta da irmã apertou o pau dele como se tivesse nascido pra isso. Foderam como animais. Ele segurando a cintura dela exatamente como na foto, metendo forte, bolas batendo no clitóris. Ana gritava: — Me fode, irmão!fode minha buceta! Carlos gozou dentro. Jorrou grosso, quente, enchendo a irmã até transbordar. Ana gozou junto, tremendo, leite escorrendo pelas coxas. Não pararam. Depois da buceta ainda de 4 meteu no cu. Ana nunca tinha dado o cu pra ninguém. Doeu. Mas o tesão era maior. Carlos cuspiu no cu dela, enfiou devagar, depois forte. Ana gritava de prazer . — Goza no meu cu, irmão… enche o cu da tua irmã de porra… Ele gozou de novo. Fundo no cu da irmã. Sem camisinha. O proibido completo. Depois ficaram deitados no chão, suados, porra escorrendo da buceta e do cu dela. A culpa veio como um soco. Ana começou a chorar. — A gente é irmão, Carlos… isso é pecado… Ele abraçou ela, pau ainda meio duro encostado na bunda. — Eu sei. Mas é bom pra caralho. E você também quer. Ana fungou, depois riu entre as lágrimas. — Quero. Todo dia. Todo santo dia. Daquele dia em diante, viraram viciados. Todo dia, enquanto os pais trabalhavam, a casa do incesto. Buceta, cu, boca, tudo sem camisinha. Carlos gozava dentro da irmã como se quisesse engravidar. Ana pedia pra ele gozar mais fundo. Brigavam, fodiam, gozavam, sentiam culpa, depois fodiam de novo pra esquecer a culpa. A foto da sala continuava lá. Todo mundo achava fofo. Só eles sabiam o que aquela pose realmente significava: o começo de anos de putaria, tesão, medo, culpa e porra quente entre irmão e irmã.( Conto baseado em fatos reais)
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Há nesse período era tenso mais sim real havia muita descrição e vacilos reais onde quem já tinha as manhas sabia sacar o q acontecia muitos nessa época trocavam as irmãs para manter segredos mesmo morrendo de ciúmes kkkkkk
Delicia de conto, maravilhoso, bem escrito e excitante, picante, muito gostoso de ler e muito bem escrito. O incesto sempre é um tema gostoso de ler e, sendo entre irmãos fica muito mais gostoso ainda, pois sempre há a possibilidade dos pais entrarem também nessa deliciosa relação. Milhões de famílias já pratica há muito tempo, uma delícia.
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