Quarenta e incesto na pandemia! O ano era 2022 em plena pandemia, a chácara dos nossos avós ficava isolada, cercada por mato alto e um silêncio que só era quebrado pelo vento nas árvores. Os pais haviam mandado Ana e Lucas para lá assim que a quarentena apertou: “Cuidem dos avós e fiquem seguros”. Aos 16 anos, Ana era uma putinha dissimulada — cara de santinha, corpo feito para o pecado. Cabelos cacheados volumosos caindo até os ombros, seios pesados, cintura fina e uma bunda grande, redonda e empinada que balançava naturalmente a cada passo. Coxas grossas e carnudas completavam o pacote. Virgem no cu, mas a buceta já tinha sido bem comida pelo ex-namorado e por alguns colegas do colégio nas famosas reuniões de "estudo" na casa de alguma amiga. Seu irmão Lucas era três anos mais velho. Moreno, alto, corpo definido, boa pinta e um safado nato. Punheteiro inveterado, passava boa parte do dia com o pau na mão pensando nas putarias que faria se tivesse oportunidade. Os avós dormiam cedo. Depois das nove da noite, a casa ficava praticamente só deles. Ana e Lucas dividiam o mesmo banheiro, e mais de uma vez ela havia reparado no volume dentro da cueca do irmão quando ele saía do banho. O tesão acumulado da quarentena começava a pesar. Uma tarde quente, Ana foi até o galpão de ferramentas buscar uma mangueira. O que ela viu através da fresta da porta entreaberta fez seu coração disparar. Lucas estava de costas, shorts abaixado até os joelhos, uma mão subindo e descendo no pau. E que pau. Longo, grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Ana ficou paralisada, a buceta contraindo involuntariamente. O irmão gemia baixo, acelerando o movimento. De repente, o corpo dele tensionou e jatos grossos e abundantes de porra branca jorraram no chão de terra, um atrás do outro, em quantidade absurda. Ana sentiu a calcinha encharcar. “Caralho… que delícia de pau”, pensou, mordendo o lábio. O proibido a deixou molhada como nunca. Naquela noite, depois do jantar, os avós foram dormir. Lucas sugeriu descerem no porão para “ver o que tinha de interessante lá”, já que o avô passava um bom tempo lá e era seu lugar de descanso. Encontraram várias garrafas de vinho que o avô guardava. Lucas falou: tem muitas, nosso avô nem vai perceber, bora abrir uma ? Ana, fingindo hesitar, aceitou. Duas taças depois, o álcool já subia para a cabeça , fazendo Ana rir constantemente e deixava sua buceta latejando. — Você tá bem safadinha hoje, hein — Lucas provocou, sorrindo de lado. — Cala a boca, seu pervertido — ela respondeu, rindo, mas com os olhos brilhando. Lucas vai para cima de irmã e fala, quem é pervertido? Ana ri e fala, você, lógico, e começam uma brincadeira de lutinha a princípio inocente. Lucas a agarrou por trás, os dois rolando no velho sofá do porão. O corpo dela, quente e macio, pressionava contra o dele. Ana sentiu o pau do irmão endurecendo contra sua bunda . Em vez de parar, ela deixou ele roçar o pau no rabo dela, para sentir a rigidez do irmão. — Lucas… a gente não pode… nossos avós… — sussurrou, mas a voz saiu rouca de tesão. — Eles estão dormindo. Ninguém vai saber — ele respondeu, mordendo o lóbulo da orelha dela. As mãos dele subiram por baixo da regata fina, apertando aqueles seios pesados, beliscando os mamilos duros. Ana gemeu, empinando a bunda contra o irmão. A calcinha já estava molhada. Lucas enfiou a mão por dentro do shortinho dela e encontrou a buceta quente da irmã.. — Porra, mana… você tá queimando — ele grunhiu, enfiando dois dedos de uma vez. Ana rebolou contra a mão dele, gemendo baixinho, com medo de serem ouvidos. O vinho havia tirado todas as suas inibições. Ela se virou, ficou de joelhos no sofá e puxou o short do irmão para baixo. O pau enorme saltou na frente do rosto dela. — É maior do que eu imaginei… — murmurou, antes de abrir a boca e chupar com fome. Lucas segurou os cachos dela, fodendo a boca da irmã com estocadas profundas, escorrendo saliva nos peitos dela. Depois a virou de quatro, abaixou o shortinho e enfiou a cara naquela bunda enorme, lambendo o cu virgem da irmã e a buceta molhada. — Vou comer você hoje, Ana. Ele alinhou o pau grosso na entrada da buceta e meteu devagar mas até o fundo, de uma vez. Ana abafou um grito de prazer mordendo a almofada. O irmão a fodia com força, as bolas batendo contra o clitóris, as mãos apertando aquela bunda gostosa, abrindo as bandas. — Ai, Lucas… que pauzão… me fode, irmão… me fode bem gostoso — ela pedia, rebolando como uma puta. Ele metia cada vez mais fundo, sentindo a buceta da irmã apertar. O medo de serem descobertos só aumentava o tesão. Mudaram de posição várias vezes: ela cavalgando com a bunda quicando alto, ele de pé segurando aquelas coxas grossas enquanto a empalava. Quando Lucas sentiu que ia gozar, tirou o pau e mandou Ana ficar de boca aberta. Jatos grossos e quentes de porra explodiram no rosto dela, nos seios e na língua. Ana engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo. Ofegantes, suados e ainda excitados, os dois se olharam. — Isso foi só o começo — Lucas sussurrou, limpando o canto da boca da irmã com o polegar. — Temos a quarentena toda pela frente. Ana sorriu, safada, sentindo a buceta latejar por mais. — Então me fode todo dia, irmão. Quero esse pauzão me abrindo sempre que os velhos dormirem, mas não pode gozar dentro, se eu engravidar estamos fritos e tenho pavor disso.. — Eu tomo cuidado — prometeu ele, embora ambos soubessem o risco. Ana resistiu por minutos, murmurando protestos enquanto a buceta traía sua excitação, encharcada. Por fim, o tesão venceu. Lucas a colocou de quatro, lambeu sua buceta e o cu ainda virgem novamente lubrificando-o com saliva e sucos. Quando alinhou o pau grosso na entrada anal, Ana tensionou: — Não… aí não. É meu primeiro… vai doer. — Relaxa, vou devagar — murmurou ele. Centímetro a centímetro, Lucas invadiu o cu apertado da irmã. Ana mordeu a almofada para abafar os gemidos de dor e prazer. Quando ele estava completamente enterrado, começou a estocar devagar, depois com mais intensidade, apertando aquela bunda enorme. O medo de os avós acordarem tornava tudo mais intenso. — Ai, Lucas… que delícia proibida… mas não goza dentro — suplicava ela entre gemidos. Ele alternou entre a buceta e o cu, fodendo ambos os buracos com vigor. Gozou finalmente nos seios e no rosto dela, que engoliu parte do sêmen com os olhos marejados de prazer e culpa. A partir daquela noite, o incesto tornou-se uma obsessão arriscada. O medo constante de serem descobertos pelos avós servia como combustível poderoso. Pela manhã, enquanto os avós descansavam na varanda, Lucas puxou Ana para o banheiro compartilhado. Trancou a porta e a fodeu de pé, contra a pia, tapando a boca dela para abafar os gemidos. Ana, ainda com dúvidas, sussurrava: — Se eles ouvirem… meu Deus, o que estamos fazendo? No galpão onde ela o vira se masturbando, foderam durante a tarde. Ana debruçada sobre o banco de madeira, Lucas metendo fundo em sua buceta e depois no cu, enquanto o risco do avô aparecer para buscar ferramentas os deixava ainda mais excitados. No quintal, atrás do galinheiro, Ana cavalgava o irmão ao entardecer, rebolando a bunda grande com desespero, o vestido levantado. Cada ruído os fazia congelar, o coração acelerado pela adrenalina. “E se engravidar?”, pensava ela a cada estocada, mas não conseguia parar. Certa tarde, na cozinha, enquanto a avó cochilava na sala ao lado, Lucas a colocou sentada sobre a mesa, abriu suas pernas grossas e comeu sua buceta com a língua, depois a penetrou analmente em pé, rápido e profundo. Ana cobria a própria boca, lágrimas de prazer e medo escorrendo. Os dias se sucediam com encontros cada vez mais ousados: no celeiro, no pomar, no quarto dele enquanto os avós assistiam televisão na sala. Ana entregava-se cada vez mais, embora sempre com hesitação inicial — medo da gravidez, culpa pelo incesto e o terror delicioso de serem flagrados. — Isso é loucura… mas não consigo parar de querer seu pau, irmão — confessava ela, após mais uma foda arriscada. Lucas sorria, sabendo que a quarentena ainda duraria semanas, talvez meses . E eles continuariam explorando todos os cantos da chácara, alimentando o desejo proibido com tesão, adrenalina e o risco constante o que tornava tudo ainda mais gostoso.
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