Corria o ano de 1987. Minha irmã, com 14 anos recém-completados, havia se tornado uma verdadeira ninfeta, despertando o desejo do incesto em mim. Coxas grossas , seios médios que balançavam provocantemente e principalmente uma bunda grande e empinada que me deixava louco de tesão . Aquela bunda era tão grande e perfeita que parecia feita para ser comida sem piedade. Nas reuniões de família, tios e primos olhavam descaradamente , certa vez ouvi um tio nosso falando para outro, se referindo a minha irmã, " com certeza já aguenta" e riram cinicamente entre si, mas ninguém imaginava o desejo doentio e proibido que eu, seu irmão mais velho, sentia por ela. Passávamos tardes inteiras sozinhos em casa, o que transformou nossa convivência em um terreno fértil para o incesto. Na escola, os amigos me zoavam sem parar: “Tua irmã não tem bunda, aquilo é um parque de diversões ambulante”. Eu ria por fora, mas por dentro fantasiava foder aquele rabo virgem até ela gritar de prazer. Masturbava-me várias vezes ao dia imaginando meu pau grosso invadindo seu cu apertado, enchendo-o de porra quente enquanto ela gemia com cara de inocente. Ela andava pela casa com shorts de malha finíssimos, socados no rabo, marcando cada detalhe das nádegas grossas. Nossa mãe às vezes a repreendia, mas ignorava que o verdadeiro perigo morava sob o mesmo teto: eu, seu irmão, obcecado por transformar aquela bunda virgem em minha propriedade particular. Tudo explodiu numa tarde chuvosa e abafada de dezembro. Decidimos brincar de queda de braço. Ela perdeu três vezes seguidas e exigiu revanche. Com um sorriso safado, eu disse que nem se ela sentasse com o peso da bunda sobre meu braço ela venceria. Para minha surpresa, ela topou. Mandou-me deitar no chão da sala e tentava sentar sobre meu braço, enquanto se equilibrava. Em determinado momento ela perdeu o equilíbrio e sentou em cima da minha mão. Sem hesitar, enfiei o dedo, sentindo o calor do cu da minha irmã. Ela se debateu imediatamente: — Para, seu tarado! Que você está fazendo?! — gritou, tentando se levantar. Eu segurei firme e respondi : — Tua bunda é gostosa demais pra eu resistir, mana. Olha o tamanho dela… ninguém aguenta. Ela se debateu, tentando escapar, mas eu era mais forte. Virei-a de bruços no sofá e pressionei meu pau duro como pedra contra a bunda dela, esfregando com força por cima do short. Ela se debatia, xingando e pedindo para eu parar, o corpo tremendo de choque e excitação misturada. — Não! Somos irmãos… isso é errado! Para agora! — implorava, mas sua voz já começava a falhar. Eu não parei. Baixei seu short até os joelhos, revelando aquela bunda monumental, morena, firme e completamente virgem. O cu levemente rosado piscava, apertado, intocado. A buceta inchada e peluda, típica dos anos 80 , brilhava apesar da resistência. Segurei suas nádegas grossas, abri bem e comecei a lamber tudo com fome animal: passei a língua no cu virgem, enfiando fundo, chupando e descendo até a buceta molhada, devorando minha irmã como um depravado. Ela se debatia, gemendo alto, misturando protestos com suspiros involuntários: — Não… ahh… irmão… para… isso é pecado… — mas o corpo traía, empinando levemente o rabo. Quando ela finalmente parou de lutar e começou a rebolar devagar contra minha boca, soube que tinha aceitado o incesto. Fiquei de joelhos, cuspi no cu virgem e encostei a cabeça grossa do pau: — Vou meter no seu cu pra não engravidar, irmã. Tua buceta fica guardada… mas esse rabo gostoso vai levar a porra do teu irmão hoje. Empurrei devagar. O cu dela, apesar do tamanho do rabo, era absurdamente apertado e virgem. Ela gritou, cravando as unhas no sofá, o corpo tenso: — Ai! Dói! Seu pau é grosso demais… tira! — reclamava, se contorcendo. Segurei seus quadris com força e fui enterrando centímetro por centímetro, invadindo o rabo proibido da minha própria irmã. Quando estava todo enterrado, comecei a estocar com vontade, cada vez mais fundo e sujo. O som das bolas batendo na buceta molhada ecoava na sala. Ela passou do protesto ao gemido de puta: — … irmão… mais devagar… ahh, fode… fode meu cu… Eu metia com força, chamando-a de irmãzinha safada, incestuosa, puta do irmão. Puxava seu cabelo, dava tapas na bunda e falava baixinho no ouvido: — Ninguém nunca pode saber que eu como o cu da minha irmã … esse segredo fica entre nós. Toda vez que a casa estiver vazia, vou te foder até encher teu cu de leite. Ela gozou tremendo violentamente, apertando meu pau com o cu recém aberto pelo próprio irmão. Eu não aguentei e descarreguei jatos grossos e quentes bem dentro dela, enchendo o rabo proibido de porra do irmão. A partir daquele dia, o incesto se tornou rotina suja dentro de casa. Sempre que nossos pais saíam eu a pegava de quatro, no sofá, no quarto ou até na cozinha, metendo no cu dela para evitar gravidez. Ela aceitou completamente seu papel de irmã incestuosa, rebolando, pedindo mais forte e gemendo meu nome enquanto eu a corrompia. O segredo mais proibido e devasso continuava trancado entre as quatro paredes da nossa casa, alimentado por tesão doentio e porra constante. Nunca mais encontrei uma bunda tão gostosa e proibida quanto a da minha própria irmã. Isso durou anos e anos até ela noivar e casar, virgem na frente e arrombada atrás pelo irmão dentro da própria casa sem ninguém nunca imaginar!
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