irmãzinha , passo a passo de um incesto real!


Os fatos que vou relatar aconteceram alguns anos antes do final da minha história entre os anos 1980 e 1990. Na época, minha irmã tinha entre 14 anos e já era uma menina voluptuosa, uma futura cavalona, com curvas generosas, seios despontando , bicudos e firmes, quadris largos e uma bunda grande e empinada que atraía olhares por onde passava tanto de jovens como de adultos.
Certa noite, nosso avô ficou doente e foi hospitalizado. Meus pais saíram para acompanhá-lo, deixando-nos sozinhos em casa durante vários dias. Eu estava no meu quarto escutando música, sem sono, quando, por volta das doze e meia, decidi passar pelo quarto dela. A porta estava encostada e a luz apagada. Acendi a luz da cozinha para enxergar melhor. A cena que vi fez meu pau endurecer imediatamente.
Ela dormia de bruços, usando apenas uma calcinha branca e pequena, a bunda grande e redonda estava empinada, as coxas grossas ligeiramente abertas, o tecido da calcinha marcando o contorno da buceta. Eu já sentia um tesão insano por ela havia muito tempo. Sempre que podia, ficava espiando pelo buraco da fechadura enquanto ela tomava banho ou trocava de roupa, masturbando-me vendo seus peitos pesados e aquela bunda grande. Não resisti. Fiquei parado na porta, pau na mão, batendo punheta com força enquanto olhava para ela. Gozei forte, jorrando no chão, imaginando que estava gozando dentro dela.
Na noite seguinte, entrei completamente pelado no quarto dela. Ela estava na mesma posição, bunda empinada calcinha enfiada . Meu coração disparou. Aproximei-me devagar e olhei de perto o objeto da minha tara proibida , descontrolado e guiando apenas pelo desejo, subi na cama com cuidado. Encostei meu pau duro entre suas coxas grossas, sentindo o calor da buceta por baixo da calcinha. Rocei a cabeça do pau bem no meio das pernas dela, pressionando contra os lábios da buceta por cima do tecido fino. O tesão era tanto que não demorei muito e gozei igual um cavalo encima dela, esporrando jatos grossos de porra entre suas coxas , na bunda e nas costas. Saí rápido, com medo de ser descoberto. No dia seguinte ela não disse nada. Nunca soube se fingiu dormir ou realmente não acordou.
A partir dali ela virou minha obsessão. Quando completou 15 anos, dei um diário de presente. Ela escrevia tudo com detalhes, sem imaginar que eu lia escondido. Foi assim que descobri a safada que ela era. O namorado de 18 anos tinha tirado sua virgindade e ela descrevia cada segundo: como ele colocou o pau nela, onde foi , o prazer que sentiu , como ela gozou pela primeira vez com ele metendo . Li também sobre a festa com a amiga e nosso primo. Pegaram vinho, foram para um lugar isolado perto do aeroporto. Ela estava alta, o primo beijou, apalpou a bunda, apertou os peitos e abriu a calça dela. Ela massageou o pau dele, mas parou antes de ir até o fim. Aquilo me deixou louco de tesão. Se o primo quase comeu, eu também comeria.
Descobri que ela tinha experimentado lança-perfume no carnaval e tinha gostado.Comprei um tubo e, numa sexta-feira à noite, com os pais dormindo, chamei ela no corredor. Estava só de babydoll e calcinha. Mostrei o tubo e o lenço. Ela sorriu e riu baixinho. Fiz sinal para ela ir para o meu quarto. Cheirei primeiro, depois dei para ela. O efeito veio rápido: ela ria sem parar, o corpo solto e sensível. Aproveitei. Cheirei mais e comecei a passar as mãos nela. Toquei os peitos duros por cima do tecido, desci pela barriga, apertei a bunda . Segurei ela por trás quando quase caiu e enfiei minha perna entre suas coxas, roçando bem na buceta. Ela se esfregava devagar, excitada, mas naquela noite ficamos só nisso com medo de nossos pais acordarem.
O tempo passou. Eu continuava lendo o diário dela. Aos 16 anos ela já tinha dado para uns seis caras, entre ficantes, colegas do colégio e até um amigo meu que era até mais velho, se revelava uma putinha que adorava sacanagem. Sabia o poder que tinha sobre os homens, mas comigo fazia jogo duro. Começamos com brincadeiras de lutinha , mesmo com a empregada em casa.Certa tarde na piscina, eu estava de pé perto da mesa quando ela veio por trás, puxou meu calção até os pés me deixando pelado e saiu correndo rindo. Segui ela até a cozinha, me vinguei: cheguei silenciosamente e baixei o biquíni dela até os pés, expondo aquela bunda grande e a buceta levemente peluda como era normal nos anos 80 e 90 . Ela fez cara de surpresa mas riu, os olhares ficaram cada vez mais carregados.
Chegamos ao Reveillon em que ela tinha 17 e eu 20. Nossos pais viajaram de última hora, para uma segunda lua de mel, confiando que já estamos "grandinhos para ficarmos sozinhos em casa" . Fomos a uma festa em um clube da nossa cidade, ela com as amigas dela , eu com meus amigos, bebemos cerveja e champanhe , mas pouco nós vimos na festa. Eu tinha brigado com minha namorada naquela noite, ela aparentemente também brigou com o namorado, voltei mais cedo para casa. Fui até o quarto dela mas não a encontrei lá, então fui até o quarto dos nossos pais par e para minha surpresa ao acender a luz, vi que ela já estava deitada lá ,Conversamos sobre a festa, ofereci champanhe que tinha pego na geladeira e ela bebeu. Depois de uns minutos ela falou que estava com sono eu então disse a ela que dormiria ali na mesma cama, ela nada falou e virou de costas para mim, desliguei a luz principal, tirei a roupa e fiquei só de cueca, pau duro igual pedra, então pensei será hoje ou nunca mais...tirei então a cueca e me aproximei pelado atrás dela com muito cuidado.
Encostei a cabeça do pau entre suas coxas grossas. Recuei com medo, mas o tesão falou mais alto. Na segunda vez, ela empurrou a bunda para trás, fazendo meu pau deslizar entre as coxas e roçar direto na buceta quente. Segurei aqueles quadris largos e comecei a meter entre as coxas dela, a cabeça do pau roçando a entrada da buceta. De repente sem falar nada ela se virou, tirou a camisola e a calcinha, ficando completamente nua. O corpo voluptuoso dela estava ali, entregue.
Beijei e chupei aqueles peitos grandes e pesados, mamilos duros na minha boca. Desci a mão e enfiei os dedos na buceta dela: estava encharcada, melada, o líquido escorrendo pelas coxas grossas. Masturbei ela com força, sentindo os gemidos e o corpo se contorcendo. Subi encima dela abrindo suas pernas e coloquei o pau na entrada da buceta e meti de uma vez só, estocada funda. A buceta era quente, apertada e molhada. Ela gemia alto e se movia como uma égua no cio, rebolando com força. Virei ela de quatro, segurei aquela bunda grande com as duas mãos e comecei a foder com vontade, metendo fundo, as bolas batendo na buceta. O barulho de carne contra carne enchia o quarto. Transamos a noite inteira, trocando de posições, comendo ela sem parar, gozando várias vezes sem camisinha como deve ser o incesto.
Acordei quase de manhã , pelado ao lado da minha irmã, também pelada ainda processando tudo aquilo. Tinha comido a minha própria irmã e a culpa veio como um soco. Fui para o meu quarto escrevi um bilhete e deixei ao lado da cama: “Mana, esquece o que aconteceu. Faz de conta que foi um sonho.”
No dia seguinte, tomei coragem e perguntei:
— Mana, tu te deu conta do que fizemos ontem à noite?
Ela sorriu e respondeu:
— Claro que sim. Mano, tu é foda, comeu até a tua própria irmã. Já imaginou se fico grávida? Vai ser pai e tio ao mesmo tempo. — E sorriu levemente, me deixando com aquela incógnita na cabeça. Hoje depois de décadas ainda lembro da melhor noite de sexo da minha vida.
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Foto 1 do Conto erotico: irmãzinha , passo a passo de um incesto real!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
irmãzinha , passo a passo de um incesto real!

Codigo do conto:
262306

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/05/2026

Quant.de Votos:
2

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