Para compreender plenamente o que vivi, é necessário conhecer a primeira parte, intitulada “Empalada por meu pai”. Após aquela noite chuvosa, a relação entre meu pai e eu transformou-se em um vício secreto e avassalador. Sempre que minha mãe viajava para São Paulo, nossa casa se convertia em um território de desejo proibido e intenso. Meu pai ainda lutava contra a culpa que o consumia, mas não conseguia resistir ao meu corpo quente e proibido. Aos 18 anos, eu estava completamente entregue ao sexo incestuoso, ansiando pela sensação de ser preenchida pelo próprio homem que me gerou. Em um sábado, meu tio Ernesto, irmão mais novo do meu pai e caminhoneiro, chegou de surpresa naquela tarde quente para fazer uma visita, geralmente ele avisava antes mas desta vez por ser uma alteração de rota de última hora não o fez . Aos 41 anos, forte, com mãos calejadas pelo serviço pesado e divorciado há alguns anos, ele trouxe, como de costume, o fardo de cervejas geladas para colocar a conversa em dia com meu pai Roberto, seu irmão. Fui rapidamente recebê-lo, pois não o via havia algum tempo, e lhe dei um abraço apertado e um beijo no rosto. Enquanto eles conversavam na varanda dos fundos, meu tio me observava preparando petiscos na cozinha. Posteriormente meu pai me contou que após várias cervejas, meu tio comentou discretamente: — Nossa, irmão... a Bruna virou uma mulher. Corpo bonito, uma princesa... deve dar trabalho pra você. Esse comentário foi o estopim. Meu pai sentiu o peso do segredo explodir dentro do peito. Após um longo silêncio, com a voz baixa e carregada de vergonha, ele confessou: — Irmão... Preciso te contar uma coisa que está me consumindo, mas por favor não me julgue. Ernesto, curioso, respondeu: — Fala logo, irmão... sem rodeios, sabe que pode confiar em mim. Meu pai disse: — Eu comi a minha filha. Eu não estava presente nesse momento, mas meu pai me contou tudo depois, quando perguntei daquela tarde de sábado. _Meu tio congelou, os olhos arregalados em choque absoluto. — Como assim? Comeu a sua filha? — perguntou ele, sem conseguir disfarçar a surpresa e a excitação na voz. — Conta isso direito, Roberto. Pelo amor de Deus, explica isso direito. Meu pai, com o rosto queimando de vergonha e excitação doentia, revelou todos os detalhes. Contou como eu o provocara por meses, como finalmente não aguentara mais e me possuíra na cama de casal, abrindo minhas pernas e penetrando minha buceta quente, molhada e apertada, sentindo cada centímetro ser engolido. Descreveu meus gemidos chamando “pai” enquanto eu gozava, o jeito como eu me contraía ao redor do pau dele implorando para receber seu leite dentro. Falou das vezes em que me fodeu na cozinha, no banheiro e na cama onde ele dormia com a minha mãe, sempre que ela viajava, enchendo minha buceta sem camisinha. Meu tio escutava surpreso, absorvendo cada detalhe sórdido relatado pelo irmão. De repente, foram interrompidos por mim, que os chamei para jantar. Meu tio, ainda se recuperando da surpresa, não se controlou e me devorou com os olhos enquanto imaginava os detalhes que meu pai acabara de confessar. Sentamos à mesa e jantei com eles normalmente, sem suspeitar de nada do que meu pai confidenciara ao tio. Após o jantar, meu pai convidou o irmão para a sala de estar e, pouco depois, me chamou: — Bruna, vem aqui, filha. Obedeci, deixando os afazeres da cozinha para depois. Ao entrar na sala, meu pai ordenou: — Filha, senta no colo do seu tio. Surpresa, olhei para meu pai sem entender. Meu tio arregalou os olhos. Meu pai o tranquilizou: — Não se preocupe, irmão, ela está acostumada a sentar no colo do pai. Não é, minha filha? Corei violentamente, mas obedeci. Sentei-me sobre as coxas do meu tio e logo senti seu pau grosso e duro pressionando contra minha bunda. Meu pai, com voz rouca de desejo, incentivou: — Isso, minha filha... Senta no colo do seu tio como você fazia antigamente, só que agora você cresceu. Senta e sente o cacete grosso dele contra tua bunda. Deixa ele sentir o quanto você é quente. Obedeci como uma boa filha. Meu tio, não aguentando mais a fricção, colocou-me de pé à sua frente e puxou meu short e minha calcinha para baixo. Segurando meus quadris, posicionou a cabeça grossa do pau latejante na entrada da minha buceta molhada e me fez sentar lentamente. Gemi alto ao sentir o pau grosso do tio entrar pouco a pouco até o fundo, esticando minhas paredes internas. Com as mãos firmes em minha cintura, comecei a cavalgar, subindo e descendo, enquanto meu pai observava e acariciava meus seios. — Isso... rebola no pau do seu tio — incentivava meu pai. Depois de fodermos intensamente na sala, meu pai ordenou: — Vamos para o quarto, minha filha. Lá temos mais espaço para brincar com você. No quarto, meu pai mandou que eu ficasse de joelhos. Apontando para o pau do tio, ainda brilhando com meus líquidos, disse: — Chupa o pau do seu tio, filha. Engole tudo. Mostra pra ele o quanto você é obediente. Obedeci, lambendo e chupando o pau do tio com gosto, sentindo meu próprio sabor misturado ao dele. Meu pai segurava minha cabeça, guiando-a mais fundo até eu engasgar. A foda entre nós três foi lenta, detalhada e profundamente pervertida. Exploramos cada posição com calma e intensidade. Meu pai penetrava-me devagar, sentindo cada contração, enquanto o tio enfiava o pau na minha boca. Depois, eles me viraram de lado, revezando entre buceta e boca, sussurrando palavras pervertidas. Quando o prazer atingiu o auge, meu pai ordenou: — Fica de quatro, filha. Obedeci. Meu pai olhou para o irmão e disse: — Você merece comer o cu da Bruna. Vai ser o primeiro a empalá-la por trás... Meu tio, surpreso, perguntou: — Sério? Ainda não comeu o cu da sua filha? Meu pai confirmou: — É todo seu, irmão. Olhei apreensiva para o tamanho do pau grosso do tio, mas, obediente ao meu pai, empinei a bunda. Ernesto lubrificou e pressionou lentamente, abrindo e esticando minhas pregas. Aceitei passivamente a posse anal, recebendo o pau grosso do tio. Soltei um gemido longo e profundo ao ser empalada no cu. Meu pai posicionou-se na frente e enfiou o pau na minha buceta. Assim, empalada duplamente, fui fodida com estocadas profundas e ritmadas. A noite foi longa e proibida. Eles gozaram em todos os meus buracos — buceta, boca e cu —, marcando-me com seu sêmen quente. Tremi de prazer e exaustão entre meu pai e meu tio, minha cabeça era um turbilhão de emoções que ainda não teria como processar. Dormimos os três juntos na cama de casal, exaustos e entrelaçados. No dia seguinte, eles acordaram cedo para tomar o café da manhã normalmente, enquanto eu exausta ainda dormia, agora dividindo um segredo de família. Já era hora de meu tio pegar a estrada. Ele se despediu e partiu em seu caminhão. Fiquei imaginando que durante a viagem, as imagens não saíam da cabeça do meu tio depois de tudo que vivemos naquele sábado ele comendo a sobrinha e vendo o irmão foder a própria filha. De forma inconsciente, sua mente poderia me substituir pela imagem da própria filha, minha prima. Imaginando penetrando-a da mesma forma e sentindo também o calor da buceta da filha assim como meu pai sente a minha. De repente, em um momento de lucidez, deve ter falado em voz alta: — Não... isso é muita loucura... Balançando a cabeça como sempre fazia quando estava contrariado, Meu tio seguiu viagem para casa, onde sua filha o esperava ansiosa pelo retorno do pai.
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