Para começar, vou me apresentar. Meu nome é Eduardo, tenho 43 anos, sou contador e divorciado. Moro em um apartamento em Apucarana, Paraná, com minha filha Júlia, de 14 anos. Ela é uma menina de cabelo castanho, olhos castanhos, altura média (cerca de 1,60 m). Uma garota inocente, viciada em computador. Passa o dia inteiro jogando, não sai para festas, nunca teve namorado. Só vai para a escola, para as aulas de vôlei e joga online com os amigos. Para a idade dela, está muito desenvolvida — acho que por causa do esporte desde pequena. Tem seios grandes, cintura bem marcada, mas o que mais chama atenção é a bunda carnuda, firme e bem torneada. Tudo isso graças à mãe dela, que antes de desaparecer a colocou no vôlei desde muito cedo.
Agora que vocês já sabem como é a Júlia, vamos ao que interessa: como fiquei obcecado por minha própria filha e a enganei para satisfazer meus desejos.
Era fevereiro de 2024, pleno verão, com um calor insuportável. A única forma de aguentar era ficar dentro de casa com o ar-condicionado ligado. Júlia estava de férias, pois era boa aluna e não tinha nenhuma matéria pendente. Passava o dia inteiro em casa, com o ar ligado. Tínhamos apenas um aparelho na sala, mas como o apartamento não era grande, bastava ligá-lo e fechar as portas para refrescar tudo.
Eu saía de casa apenas para visitar alguns clientes, mas tinha meu escritório em casa, então não precisava sair muito. O problema começou quando, numa maré de azar, várias empresas que eu atendia como contador fecharam em função de novos impostos do governo. Para piorar, o ar-condicionado começou a falhar e não esfriava mais como antes.
Mas, como dizem aqui no Paraná, foi uma desgraça com sorte. Como o ar não gelava direito, Júlia começou a usar roupas mais curtas. Parou de usar calças de pijama e passou a usar shorts que mal conseguiam conter aqueles dois grandes glúteos. Até então, eu a via apenas como filha. Até que um dia algo despertou dentro de mim.
Era de manhã. Eu havia acordado cedo para fazer a folha de pagamento. Fui para a cozinha, o lugar mais fresco da casa, e levei meu notebook. Por volta das 10h, ouvi passos atrás de mim e um beijo na bochecha.
— Bom dia, pai. Dormiu bem?
Era Júlia, que tinha acabado de acordar. Ainda olhando para o notebook, respondi:
— Com muito calor, quase não consegui dormir.
— Verdade, tá um calorão. Quando você vai chamar alguém pra consertar o ar?
— Não tenho tempo agora, filha. Estou resolvendo problemas das empresas que fecharam.
Enquanto isso, ouvia ela pegando xícaras para fazer o café da manhã.
— Pai, acabou o açúcar?
Levantei o olhar e a vi na ponta dos pés, esticada, tentando enxergar o fundo do armário. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro. O short, com o movimento, havia subido até metade da bunda, e a blusinha curta deixava a barriga lisinha à mostra. Fiquei paralisado, incapaz de tirar os olhos daquela bunda perfeita. Nunca tinha reparado nela daquele jeito. O calor e o ar quebrado tinham revelado o que eu não via antes.
Júlia me tirou do transe:
— Pai! Acabou o açúcar?
— Acho que eu usei o último no meu café. Vou ver se tem mais aqui em cima.
Levantei, fui até ela, encontrei o pacote no fundo do armário, entreguei e ela me abraçou agradecendo.
O resto do dia seguiu normal: ela jogando no quarto e eu trabalhando na cozinha.
À tarde ela saiu para o vôlei, voltou, tomou banho e colocou uma calça leve e uma regata.
À noite jantamos normalmente. Depois ela foi jogar e eu assistir série. Quando vi, já eram 3h da manhã. Antes de dormir, resolvi levar um ventilador para ela não sofrer tanto com o calor. A porta do quarto estava entreaberta. Empurrei devagar, entrei sem fazer barulho, liguei o ventilador e, quando me virei para sair, lá estava ela: deitada de bruços, com o short bem enfiado entre as nádegas. A imagem era perfeita. Quis tocar. Algo dentro de mim lutava contra esse desejo.
“É minha filha”, pensei. “Não posso ter esses pensamentos.”
Minha mão descia sozinha até o volume na calça, mas eu resisti. Saí do quarto, mas não sem olhar mais uma vez para aquela bunda majestosa.
Naquela noite não consegui dormir pensando nela. Não acreditava que estava tendo aqueles pensamentos por uma menina de 14 anos — e ainda por cima minha filha.
No dia seguinte, fui trabalhar num bar com ar-condicionado. Quando voltei, ela não estava. Mandei mensagem e ela respondeu que tinha saído com uma amiga para lanchar. Sentei para assistir série. Horas depois, ouvi a chave na porta.
— Oi, pai! Voltei!
Virei a cabeça e lá estava ela: um vestidinho leve de verão, bege clarinho com florzinhas, na metade da coxa, preso apenas por uma fininha alça no pescoço. Veio me dar um beijo na bochecha e foi direto pegar água gelada na geladeira. Perguntou se eu queria também. Disse que sim e fui atrás. Quando entrei na cozinha, quase perdi o fôlego: ela estava de costas, servindo os copos, e o vestido tinha ficado preso no meio daquela bunda grande e redonda. Fiquei em silêncio, desejando ser eu ali no lugar do tecido.
A partir daquele dia, fiquei obcecado pela bunda da minha filha. Acordava de madrugada só para ver se ela estava dormindo com a bunda descoberta. Morando só nós dois, eu vivia para admirar aquela obra-prima. Me masturbava pensando nela todas as noites. Mas chegou o momento em que olhar não bastava mais. Eu queria comer aquela bunda. E precisava de um plano, usando a confiança que ela tinha em mim.
As semanas passaram e eu elaborei um plano. Como ela amava jogar, eu sacrificaria uma peça do PC dela para que me pedisse uma nova — e aí tudo começaria.
Aproveitei um dia em que ela foi para o vôlei, entrei no quarto, abri o PC e mexi na placa de vídeo (a peça mais cara) para que parasse de funcionar.
À tarde, quando ela voltou, tomou banho e sentou no computador. Eu esperava no sofá.
— PAI! O PC não está funcionando! Não sei o que aconteceu, de manhã estava normal!
Sorri, me levantei e fui até lá.
— Deixa eu ver... É a placa de vídeo. Vai ter que trocar.
— Ai não, justo a peça mais cara! Você me compra uma nova? — pediu com olhar pidão.
— Vamos ver. Procure uma e me mostra se podemos ou não.
Algum tempo depois ela voltou e me mostrou o modelo que queria.
— Olha essa, pai! Está um pouco cara, mas como vou trocar, escolhi uma melhor.
— É cara mesmo e o trabalho está fraco agora. Deixa eu ver o que podemos fazer.
Dias depois, durante o jantar, toquei no assunto:
— Sobre a placa que você me mostrou, podemos comprar, mas vamos ter que cortar gastos. Por exemplo, a conta de água está muito alta. Uma forma boa de economizar seria tomarmos banho juntos, como quando você era pequena.
(Eu estava nervoso, sem saber como ela reagiria.)
Júlia pensou um pouco e respondeu:
— Eu sei que a placa é cara e que as empresas fecharam, você não está com muito trabalho... Se for necessário, tudo bem. Além disso, você é meu pai. Quando eu era pequena a gente tomava banho junto mesmo. E eu demoro muito no banho. Aceito.
Quando ouvi “aceito”, fiquei imediatamente excitado, mas disfarcei:
— Infelizmente não tem outro jeito. Quando quiser tomar banho, me avisa.
— Tá bom, pai. Te amo muito. Obrigada por pensar numa forma de eu ter o PC de novo.
No dia seguinte, quando ela voltou do vôlei, o momento chegou.
— Pai, vamos fazer o que você falou pra economizar água?
— Beleza. Ainda não tomei banho. Termino umas coisas aqui e vou.
Quinze minutos depois, avisei que estava indo. Pedi que ela entrasse primeiro e virasse de costas enquanto eu tirava a roupa. Quando abri a cortina, ela estava lá, de costas, cobrindo os seios como dava. Meu pau ficou duro na hora.
Abri o chuveiro e só observei. Tomamos banho “normalmente”. Durou uns 20 minutos que pareceram segundos. Esperei ansioso pela próxima vez.
Uma semana depois, tomei coragem para dar o próximo passo. Enquanto lavava a cabeça dela, desci as mãos e comecei a ensaboar sua bunda.
— O que você tá fazendo, pai? — riu.
— Como quando você era pequena e eu te dava banho, lembra?
Ela aceitou brincando. Fui descendo, ensaboando cada vez mais. Acabei passando a mão entre as nádegas. Ela soltou um gemidinho baixo. Continuei, e depois subi para os seios. Meu pau estava latejando, roçando nela. Ela parecia não perceber ou não achar estranho.
Os dias seguintes foram iguais, cada vez mais ousados. Até que resolvi ir além.
Numa das duchas, enquanto ensaboava sua bunda, falei:
— Aqui está bem sujo, hein. Tem que limpar bem fundo.
— Tá sujo? Então limpa direito.
Fui enfiando o dedo devagar no cuzinho dela. Ela reclamou um pouco de dor, mas aguentou. Depois de acostumá-la, comecei a meter e tirar devagar. Na ducha seguinte, coloquei dois dedos. Ela gemia baixinho.
Uma semana depois, enquanto fazia isso, comecei a me masturbar discretamente atrás dela e gozei nas costas e na bunda dela, espalhando tudo como se fosse “sabão”. Ela não percebeu.
Os banhos continuaram. Um dia, depois de me masturbar no quarto pensando na cena, ela entrou de repente e me viu:
— O que é isso, pai?
Tive que inventar rápido:
— É uma coisa que os homens têm. Serve para limpar melhor as garotas quando são namorados. Igual faço com o dedo, só que com isso.
— E limpa melhor? Parece grande... Como entra?
— Tem esse formato pra entrar fácil e limpar tudo. Por isso tenho que manter ele limpo.
— E você vai me limpar com isso, pai?
— Casais fazem normalmente. Se você quiser que eu te limpe direito, posso usar.
— Não sei... Você que me lava, decide se é necessário.
Minha excitação estava no máximo com tanta inocência.
— Podemos testar um dia pra ver como fica.
E claramente esse dia seria o mais próximo possível.
Continuará...





Tesão. Adoro contos de pai e filha, ainda mais nessa idade