Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2


Depois de ter mentido para a minha inocente filha sobre a situação em que ela me encontrou e ela ter acreditado, só me restava esperar pela glória. Continuando o relato com a minha inocente filha...
No dia seguinte, ela não teve treino. Recebeu uma mensagem do grupo de vôlei avisando que o treino havia sido cancelado. Infelizmente, não houve necessidade de banho. Depois do que tinha acontecido antes, eu queria muito que ela experimentasse a “nova ferramenta de lavagem”, mas também não queria ser impaciente e forçá-la a tomar banho quando não precisava. Isso poderia arruinar completamente o “plano de economia”.
Minha vontade me consumia. Não havia um segundo em que eu não pensasse no próximo banho. Passei o dia indo várias vezes para o meu quarto me masturbar, imaginando o que poderia acontecer da próxima vez. Quando anoiteceu, jantamos normalmente, sem tocar no assunto de como ela havia me encontrado no dia anterior. Depois do jantar, cada um foi para o seu quarto. Nessa noite, dormi com a mão no pau, ansioso pelo dia seguinte.
Ao acordar, recebi a notícia de que ela ia lanchar com uma amiga e dormiria na casa dela. Não podia ser. A vida não podia fazer isso comigo, justo agora que o plano estava andando a todo vapor.
Eu — Tudo bem, Júlia, mas se cuida. Se precisar de dinheiro ou quiser voltar, é só me avisar que eu te busco sem problema nenhum. (No fundo, eu torcia para que ela pedisse para eu ir buscá-la e ela ficar em casa.)
Júlia — Fica tranquilo, pai. Eu te aviso quando chegar na casa da minha amiga.
Aquele dia pareceu eterno. Os minutos viravam horas e as horas pareciam milênios. Olhava para o relógio e não via diferença em relação a uma hora atrás. Tinha a impressão de que o tempo estava andando para trás. Uma verdadeira tortura.
Decidi me concentrar no trabalho, que eu tinha deixado bastante de lado por causa dessa minha obsessão. Sem perceber, o relógio já marcava 22h. Era hora de jantar, só para o meu azar. Mas amanhã seria um novo dia, e Júlia teria treino. Isso significava que ela iria querer tomar banho.
Chegou o tão esperado dia. Depois de tanta tortura, Júlia voltou do treino cansada e com vontade de tomar banho. Eu me fiz de esperar um pouco. Sabia que, mesmo sem ela entender completamente o que estava acontecendo, no fundo ela estava gostando.
Eu — Já separou sua roupa?
Júlia — Já, pai. Faz tempo que estou te esperando. Estou toda suada e preciso me lavar.
Eu — Beleza, vamos. (Entrei junto com ela no banheiro, algo que ainda não havia acontecido. Normalmente, ela já esperava dentro do box.)
— Então, você entra primeiro e depois eu?
Júlia — Isso, como sempre.
Ela começou a se despir. Tirou as meias primeiro. Era lindo ver aqueles pezinhos delicados sobre o tapete. Em seguida, tirou o shortinho apertado de vôlei — aquele que com certeza chamava a atenção de mais de um cara. Ela se abaixou para tirar o short completamente, apontando a bunda na minha direção. Que visão... Ver ela só de tanga preta bem enfiada no meio da bunda era uma delícia. Depois tirou a tanga, me mostrando sem querer como estava ficando a obra que eu vinha trabalhando com meus dedos. Tirou a camiseta e em seguida o sutiã. Eu nunca tinha visto os peitos dela, só tinha tocado. Nossa, como pareciam grandes naquele corpinho pequeno.
Ela entrou no box com o olhar baixo enquanto eu começava a tirar minha roupa. Era impossível disfarçar minha ereção. Na verdade, nem queria mais. Com a mentira que eu tinha contado antes, estava protegido de qualquer pergunta desconfortável. Entrei no chuveiro. Ela esperava de costas. Peguei um pouco de shampoo e coloquei no cabelo dela. O silêncio estava grande, então comecei a puxar assunto.
Eu — Como foi o treino hoje, Júlia?
Júlia — Foi bom. Treinamos bastante a posição de recepção de saque.
Eu já conhecia bem aquela posição, mas perguntei mesmo assim.
— Deixa eu ver como é?
Júlia riu e disse que não tinha espaço para fazer a posição dentro do box.
Eu insisti:
— Vai, quero ver. Me mostra que depois eu finjo que entendo de vôlei, haha.
Então ela colocou as pernas na posição, empinou a bunda e ficou em pose de recepção. Eu não me afastei nem um centímetro, então a bunda dela ficou encostada direto no meu pau. Nem prestei atenção na posição, só fingi que estava olhando enquanto observava meu pau se perdendo entre aquelas nádegas.
Júlia — Foi basicamente assim a tarde inteira. Minhas pernas estão doendo muito.
Eu — Depois do banho eu te faço uma massagem, se você quiser.
Júlia — Quero sim, por favor. Estou precisando.
Eu — Beleza, mas primeiro vamos te lavar. Vem, está frio, a gente precisa se esquentar.
Dito isso, peguei a espuma do shampoo da cabeça dela e passei direto na bunda, começando a “limpeza” que eu tanto gostava e que ela, inocentemente, começava a curtir sem saber que tinha algo de errado. Enfiei dois dedos de uma vez. Ela soltou um gemidinho baixo e gostoso. Enquanto entrava e saía com os dedos, espalhava espuma nos seios lindos dela. O bico estava bem durinho e evidente. Fiquei assim uns 5 minutos, menos tempo que o normal.
Júlia — Já acabou? Limpou tão rápido?
Eu — Ainda não. Mas você não quer que eu use isso aqui para te limpar melhor?
Júlia se virou e olhou para o meu pau.
Júlia — Mas está grande... não vai caber.
Eu — Por isso que eu fui limpando com os dedos antes. Vai ver que entra fácil e vai ser bem melhor pra você. Mas antes preciso limpar ele, senão não adianta. Me ajuda?
Júlia — O que eu tenho que fazer?
Eu — Estica a mão que eu coloco sabonete e te mostro.
Ela esticou a mãozinha. Coloquei sabonete e guiei a mão dela até o meu pau, pedindo para fechar.
Júlia — Assim está bom, pai? Está bem quente, é normal?
Com o prazer de ver uma garota de 14 anos segurando meu pau — ainda mais sabendo que era minha filha —, respondi:
Eu — Está perfeito, minha princesinha. Agora começa a subir e descer devagar.
Ela obedeceu, subindo e descendo sem tirar os olhos do que estava fazendo nem por um segundo.
Eu — Isso... assim, meu amor. Limpa ele direitinho.
O tesão já tinha tomado conta de mim e eu nem media mais o jeito que falava.
— Tá gostando de ver como ele está ficando limpo?
Júlia — Está bem duro e quente, pai.
Eu — É porque ele quer te limpar bem direitinho. Então se prepara, porque daqui a pouco você vai ter a melhor limpeza da sua vida.
Júlia continuou mexendo a mão por um bom tempo. Ela não tirava os olhos do movimento, e eu não tirava os olhos do rostinho concentrado dela e daquelas mãozinhas delicadas me dando a melhor punheta da minha vida. Ficamos assim bastante tempo.
Júlia — Quanto tempo ainda, pai? Meu braço está cansando...
Eu — Já está bom, meu amor. Vira de costas pra gente começar, se você quiser. Se doer alguma coisa, me avisa, tá?
Júlia se virou. Fiquei admirando aquela bunda por um tempo. Aquilo estava prestes a ser meu. Minha presa estava indefesa, à minha mercê, pronta para fazer o que eu quisesse por causa da inocência dela. Cego de tesão, peguei a espuma que ainda tinha no meu pau e passei no cuzinho dela, enfiando dois dedos novamente para garantir que estivesse tudo preparado. Com uma mão segurei meu pau e com a outra abria caminho entre as nádegas.
Eu — Tá preparada, meu amor? Você vai ficar bem limpinha.
Encostei a cabeça do pau no cuzinho dela e comecei a pressionar. Entrou com facilidade graças às “limpezas” anteriores. Depois disso, não precisei mais usar as mãos para abrir caminho. Segurei ela com as duas mãos e fiz ela se curvar um pouco para ter uma visão melhor. Uma vez curvada, segurei o cabelinho dela (ainda com shampoo) com uma mão e um peito com a outra.
Eu — Pronta, meu amor? Você está me apertando muito... isso quer dizer que precisa limpar bastante tempo, né? (falei com a respiração acelerada)
Júlia — Anda logo, pai... tá doendo muito — dizia ela, tentando se segurar onde dava para fazer força, com os pezinhos brancos de tanto apertar.
O show começou. Fui enfiando devagar. Cada milímetro era um passo para o céu. Sentia novamente aquela palpitação no cuzinho dela, como nas primeiras vezes com o dedo, mas agora era meu pau sentindo — e era infinitamente melhor. Continuei milímetro por milímetro até encostar completamente nela, meu pau todo enterrado. Comecei um vai e vem lento, mas constante. Ao fundo, ouvia os gemidinhos dela a cada estocada.
Júlia — Mm… mm… mm…
Eu — Tá gostando de como eu estou te limpando, meu amor? É bem melhor que com a mão, né?
Júlia — Mm… está bem quente… mas tenho que aguentar pra não ficar doente.
Eu — Isso, meu amor, aguenta (falei enquanto acelerava o ritmo e apertava o peito dela).
Com o ritmo já bem acelerado, eu a levantei, colei bem o corpo dela no meu, segurando os dois seios, e falei baixinho no ouvido dela:
— Sabe faz quanto tempo eu quero te lavar assim, meu amor? Desde que o chuveiro quebrou eu te vejo e só penso nisso...
Júlia só fechava os olhinhos e engolia em seco, aguentando cada estocada. Soltei os seios dela, segurei pelo pescoço só para ver aqueles peitos balançando. E como balançavam... Cada batida da minha barriga na bunda dela fazia eles pularem freneticamente. Com essa visão e sabendo que finalmente estava dentro da bunda da minha filha, aguentei só 15 minutos. Queria que durasse horas. Gozei tudo dentro dela.
Júlia — Ai, ai, ai... ficou muito quente de repente.
Eu — Isso significa que está bem limpinha agora, meu amor (dei um beijo no pescoço dela e fui tirando meu pau já amolecido do cuzinho). Deixa eu ver como ficou... encosta o rostinho e as mãos na parede.
Me agachei, abri bem a bundinha dela. Que imagem linda: estava bem aberto e escorrendo meu leite.
Júlia — Ficou limpo? Porque doeu bastante e ainda está doendo. Se não ficou limpo, a gente volta pra mão que aí sim ficava limpo.
Joguei um pouco de água para limpar o que escorria.
Eu — Ficou bem limpinho, meu amor. Tão limpinho que eu até beijaria (passei a língua no cuzinho dela). Viu? Super limpo, haha.
Júlia — E agora que já tomamos banho, você vai fazer massagem?
Eu — Pode ser mais tarde, depois do jantar? Agora preciso descansar um pouco. Não se troca ainda não, porque com a massagem você pode sujar a roupa limpa. Coloca a bata e depois da massagem você se troca.
Júlia — Tá bom, pai. Você trabalha o dia todo e ainda me ajuda a tomar banho. Deve estar super cansado... mas obrigada por me ajudar.
Saí do banheiro. Não estava nem com sono nem cansado, mas precisava recuperar meu amigo para o que viria na massagem.
Passaram-se algumas horas. Já com as forças recuperadas, levantei, peguei o creme corporal no banheiro e fui para o quarto dela. Entrei e lá estava ela, dormindo de bruços com a bata, mexendo no celular, batendo os pezinhos delicados contra a bunda como se fossem um trampolim.
Foto 1 do Conto erotico: Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2

Foto 3 do Conto erotico: Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Minha Inocente Filha Gamer - Parte 2

Codigo do conto:
262898

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
25/05/2026

Quant.de Votos:
1

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