Isabela possui uma presença marcante: alta como eu, com pernas longas e, principalmente, uma bunda descomunal para a sua idade, firme e volumosa, que atrai olhares constantes dos homens por onde passa. Sua beleza mescla minha estrutura física com a sensualidade herdada da mãe.
Tudo começou de forma inocente, mas mudou para sempre a relação pai e filha. Isabela ficava 15 dias com a mãe e 15 comigo,certa tarde, enquanto Isabela estava tomando banho, seu celular ficou carregando na sala. Movido por uma curiosidade irresistível, peguei o aparelho e destravei, na época que eu e a mãe demos de presente o celular a condição era que tivéssemos a senha caso necessário pudéssemos saber o conteúdo e sites que nossa filha ainda menor consumia, explorei suas pastas mas não tinha nada demais, então tive a ideia de acessar a pasta secreta que obviamente tinha senha, acredito que por ingenuidade ou achando que nunca iríamos olhar a senha era a mesma usada para destravar o celular Descobri vários vídeos onde ela dançava funk de maneira extremamente provocante, funk pesado de putaria, rebolando com maestria aquela bunda generosa. Os movimentos eram sensuais, íntimos, gravados dentro da própria casa quando eu estava trabalhando ou na casa da mãe. Aquela visão me perturbou profundamente descobri uma faceta da minha filha que não tinha ideia ser possível. Rapidamente transferi os vídeos para meu celular para olhar com calma e me masturbar olhando minha própria filha. Semanas depois, outro momento marcou-me de forma impactante .Ao passar pelo corredor, notei a porta de seu quarto entreaberta. Isabela havia acabado de sair do banho. Ao se inclinar sobre a cama para pegar algo, a toalha deslizou. Vi-a de costas, completamente pelada, com as pernas ligeiramente afastadas e o corpo inclinado. A imagem de sua intimidade exposta — os lábios rosados e aquela bunda enorme com tão somente 14 aninhos— ficou gravada em minha mente e virou uma obsessão.
Dois meses após recebi da empresa um bônus especial: uma estadia completa para duas pessoas em um hotel fazenda sofisticado em Cambará do Sul, com chalé privativo e piscina aquecida. Seria a oportunidade perfeita para tentar algo com minha filha Isabela, fiz o convite dizendo que ela era a pessoa mais especial da minha vida e queria dividir com ela aquele momento.Ela sem pensar aceitou com entusiasmo, ligando na sequência para a mãe para contar a novidade a mãe achou ótimo sem ao menos sonhar o que se passava em minha cabeça.
Chegamos ao entardecer. Preparei um churrasco e servi caipirinhas de limão, com a promessa que ela não iria comentar nada com a mãe obviamente, começando suaves e tornando-as progressivamente mais fortes. Na primeira noite, no chalé, coloquei música, propositalmente um funk de putaria, fingi indignação com a letra da música e fui trocar quando minha filha interrompe e fala, deixa de ser careta pai, eu gosto, testei minha filha e falei vai me dizer que você gosta de dançar isso ?Isabela sorriu e começou a dançar , com certeza desinibida pelo álcool, comecei a elogiar que ela dançava muito bem ,igual as mulheres dos videoclips , ela se soltava cada vez mais. Aproximei-me por trás, com cautela colando meu corpo ao dela.Meu pau duro como pedra encaixou na bunda dela ..
— Pai.o que está fazendo?? .. isso é errado — sussurrou ela, com voz trêmula e cheia de dúvidas. — O senhor é meu pai, não podemos dançar assim...
— Eu sei exatamente que você é minha filha. Mas desde o dia que te vi pelada no teu quarto eu fiquei louco te desejando, confessou sem pudor algum,ela continuou dançando , confusa com minhas palavras, insisti e colei nela novamente por trás com o pau latejando de tesão. — ela não se opos. então fiquei, roçando devagar.
Isabela respirava pesado, mas recuou, os olhos cheios de medo e confusão moral. Melhor pararmos pai, alegou sono e foi deitar. Dormimos separados, com o ar carregado de desejo proibido.
No dia seguinte, ao final da tarde, ela mesma pediu:
— Pai... Posso beber caipirinha?, gostei demais.. Minha esperança reacendeu e preparei com prazer.
Com o álcool subindo, Isabela , começou a ficar desinibida novamente..
Aquilo me deixou excitado. Coloquei a música novamente. Funk de putaria que ela confessou gostar..Enquanto dançávamos, segurei firme em sua cintura e pressionei meu pau contra aquela bunda descomunal. Ela tremia.
— Pai... e se a mamãe ficar sabendo? Isso é ... é pecado. Não podemos — disse ela, voz falhando.
— Filha, sexo entre pai e filha é mais comum do que você imagina — respondi, beijando seu pescoço devagar. — Muitas meninas da sua idade fazem isso no sigilo. Olha aqui.
Peguei meu celular e mostrei um vídeo que havia guardado: uma garota da idade dela, de bunda grande, gemendo alto enquanto o pai metia fundo nela. Isabela ficou surpresa, olhos arregalados, mas claramente tentada. Seu corpo reagia, esfregando-se mais contra mim.
— Meu Deus... ela tá deixando o próprio pai comer ela — sussurrou, chocada, mas com a respiração acelerada.
As caipirinhas continuavam. Isabela estava cada vez mais alterada, os olhos brilhando e o corpo solto. Insisti, sussurrando palavras sujas:
— Olha como voce me deixa filha. Essa buceta linda foi feita pra sentir o pau do seu pai. Deixa eu te comer ...
— Pai... eu tenho medo... é tão errado — gemeu ela, ainda relutando, mas já empinando levemente o rabão.
O desejo era avassalador. Fui aos poucos tirando sua roupa devagar e a coloquei de quatro no sofá. Lambi sua buceta molhada com fome, chupando enquanto ela gemia alto. Depois, posicionei meu pau grosso e fui metendo pouco a pouco em sua buceta apertada, centímetro por centímetro.
— Ai, pai... você tá dentro de mim... Isso é tão errado sou sua filha — gemeu ela, voz rouca de prazer e culpa. —
— Isso mesmo, minha filha. O pau do pai tá te comendo gostoso. Essa buceta é minha agora — respondi, metendo fundo, segurando firme naquela bunda descomunal.
Isabela gemia cada vez mais alto, o tabu misturado ao tesão:
— Mais forte, pai... me come... _ preciso me controlar filha ou posso te engravidar..
— Não se preocupa, pai. Minha mãe me faz tomar pílula já a seis meses, desde que comecei a ficar com alguns meninos— sério filha? perguntei, acelerando as estocadas.
— Sim... pode gozar dentro... enche a tua filha — pediu ela, completamente entregue.
Meti com força, sentindo seu corpo tremer. No clímax, segurei seus quadris e gozei violentamente, enchendo sua buceta jovem de jatos grossos e quentes de porra incestuosa. Isabela gozou junto, gritando pai, pai. Depois, de alguns minutos ainda excitado, coloquei ela de 4 novamente e comecei a lamber seu cu virgem ela gemia e se contorcia ,usando a mistura de porra que saía da sua buceta como lubrificante fui metendo devagar naquele rabo gostoso. Ela aguentou, gemendo:
— Tá entrando no meu cu, pai... Nunca senti tanto prazer...a noite varou naquela putaria Incestuosa que não tinha mais volta.
Quinze dias depois, quando ela retornou para minha casa, sem hesitar repetimos tudo novamente :caipirinhas, dança e sexo intenso, pai e filha entregues ao prazer proibido



