Empalando minha filha por trás!


Desde que perdera a esposa, há doze anos, Roberto criava Bruna sozinho. Aos 42 anos, mantinha o corpo definido pela natação e pela corrida matinal — ombros largos, braços firmes e abdômen magro. Era um homem reservado, respeitado no bairro, mas carregava um segredo que o consumia lentamente: o desejo proibido pela própria filha.
Bruna completara 18 anos há poucos meses. Diferente da imagem que Roberto guardava na memória, sua pele agora exibia um tom dourado do sol, com marcas claras do biquíni destacando os seios grandes e os quadris generosos. Seus cabelos negros eram cacheados, caindo em ondas suaves sobre os ombros. O que mais o atormentava, porém, era sua bunda — grande, redonda, empinada e macia, que balançava levemente quando ela caminhava pela casa.
Bruna sempre confiara plenamente no pai. Em casa, nunca sentia vergonha do próprio corpo. Fora, porém, os colegas da faculdade faziam piadinhas constantemente por causa de seu quadril largo e glúteos volumosos.
Uma tarde quente, Bruna chegou em casa mais cedo, com os olhos avermelhados. Vestia apenas uma regata branca justa e shorts amarelos curtos que mal cobriam metade de suas nádegas. Roberto, sentado no sofá, franziu o cenho ao vê-la cabisbaixa.
— O que aconteceu, filha?
Ela hesitou, mas acabou desabafando:
— Os meninos da faculdade… vivem me zoando por causa da minha bunda. Dizem que é grande demais, que pareço uma vadia… Estou com tanta vergonha, pai.
Roberto sentiu o coração acelerar. Levantou-se e a puxou para um abraço protetor. Suas mãos grandes descansaram nas costas dela, descendo lentamente até a curva da lombar.
— Bruna… minha filha… — murmurou com voz grave e baixa. — Teu corpo é lindo. Especialmente tua bunda. É perfeita. Quem te zoa é porque não tem maturidade para apreciar o que é realmente bonito.
Mas convenhamos que ir com esse short minúsculo na faculdade é lógico que chamaria a atenção, você já é uma mulher minha filha...e não mais uma menina.
Ela ergueu o rosto, surpresa, as bochechas coradas. Pela primeira vez, o pai verbalizava o que sempre parecera notar em silêncio.
Naquela mesma noite, por volta de 9h ele estava no seu quarto mechendo no notebook quando ouviu a porta do banheiro abrindo e depois o som característico da água do chuveiro caído nó chão,levantou-se e foi até o corredor. A porta do banheiro estava entreaberta. Bruna tomava banho. Através da fresta, ele viu a água escorrendo sobre a pele bronzeada e as marcas do biquíni. Quando ela se virou de costas para ensaboar as pernas, suas nádegas grandes e firmes se moveram, redondas e convidativas.
Roberto sentiu o pau endurecer instantaneamente. Voltou para o quarto, trancou a porta e se masturbou com fúria, imaginando aquelas nádegas grandes engolindo seu pau. Gozou com força, mas logo veio a culpa avassaladora.
Nos dias seguintes, Roberto começou a criar pequenas situações. Quando Bruna ajudava na cozinha, ele se aproximava por trás para “pegar algo no armário”, roçando o corpo contra o dela. Suas mãos grandes tocavam levemente a lateral dos quadris ou desciam rapidamente pela curva da bunda, como se fosse sem intenção.
Bruna corava, mas não reclamava. Confiava nele. Ele, por sua vez, ficava cada vez mais obcecado. Toda noite, após ela dormir, ele entrava silenciosamente no quarto, levantava o lençol e observava sua bunda apenas de calcinha, masturbando-se em silêncio.
Certa noite, após um filme, Bruna deitou a cabeça no colo do pai. O shortinho subiu, deixando boa parte das nádegas expostas. Roberto não resistiu e começou a acariciar suas coxas, subindo lentamente até apertar suavemente uma das bandas.
— Pai… — murmurou ela, envergonhada, mas sem afastar.
— Shh… Está tudo bem, filha. Eu te amo. Quero que se sinta bem. Tua bunda é uma das coisas mais lindas que já vi.
Seus dedos deslizaram por baixo do tecido, tocando a pele quente e macia. Bruna respirou mais fundo, sentindo um calor estranho entre as pernas.Mas esse dia ele se conteve, o jogo de sedução precisava ser lento.
Nós dias seguintes Roberto intensificou a espionagem. Passava a gravar pequenos vídeos dela trocando de roupa e tomando banho. Em seu quarto, assistia repetidamente, masturbando-se com violência enquanto murmurava:
— Minha filha… minha filha rabuda
A culpa o corroía, mas o tesão era mais forte. Ele sabia que estava cruzando uma linha perigosa, mas não conseguia parar.
Uma noite quente, Bruna reclamou de dor nas costas após um dia longo. Roberto ofereceu uma massagem. Começou pelos ombros, desceu pela coluna e, inevitavelmente, chegou às nádegas.
— Aqui também está doendo? — perguntou, com voz rouca.
Ela assentiu, submissa. Ele puxou o shortinho para baixo, expondo completamente sua bunda grande, bronzeada, com a marquinha do biquíni.
_ ela surpresa falou pai?! Ele não deu ouvidos e massageou com óleo, abrindo as bandas devagar, revelando o cu rosado e virgem da filha.
Seus dedos circularam ali, pressionando levemente. Bruna gemeu baixinho, tremendo.
— Pai… isso é errado… — sussurrou, mas empinou sutilmente o quadril.
— Eu sei, filha. Mas eu preciso. Você é minha.. Bruna pediu desculpas ao pai arrumou a roupa e foi para seu quarto totalmente confusa.
Os dias se passaram e quando o pai estava ao telefone com um cliente, Bruna entrou na sala onde o pai trabalha e curiosa descobriu as abas abertas no computador do pai — contos de incesto, vídeos de penetração anal , fotos de bundas grandes _ainda mais confusa e aterrorizada, guardou silêncio, mas passou a observar o pai com uma mistura de medo e curiosidade proibida.
Os toques “inocentes” na cozinha tornaram-se mais frequentes: roçadas do corpo, mãos grandes tocando levemente os quadris ou a curva inferior da bunda. As massagens nas costas evoluíram gradualmente, aproximando-se cada vez mais da intimidade. A culpa consumia Roberto todas as manhãs; Bruna vivia dividida entre vergonha profunda, medo do incesto e uma excitação confusa que a impedia de confrontá-lo.
Em uma noite abafada de verão. A casa estava mergulhada em silêncio absoluto. Roberto não aguentava mais a tensão acumulada durante meses de desejo reprimido, espionagem e toques proibidos. Pouco depois das 22 h , ele entrou no quarto de Bruna com o coração disparado. Ela estava deitada de bruços, vestindo apenas uma calcinha fina que mal cobria suas nádegas grandes.
Bruna estava acordada. Sentiu a presença do pai e manteve os olhos fechados, respirando com dificuldade. Seu corpo tremia de medo e expectativa. “Isso não pode estar acontecendo… ele é meu pai… eu não posso deixar…”, pensava ela, paralisada.
Roberto sentou-se na beira da cama, a voz rouca e baixa:
— Bruna… eu tentei resistir. Juro que tentei. Mas eu não consigo mais. Me perdoa, minha filha.
Ela não respondeu, mas um leve tremor percorreu seu corpo. Roberto interpretou o silêncio como uma rendição relutante. Com as mãos trêmulas de culpa e excitação, puxou lentamente a calcinha dela para baixo, expondo completamente aquela bunda grande, bronzeada, com as marcas brancas do biquíni. A visão o deixou atordoado.
Ele a posicionou com cuidado, mas firmeza, colocando-a de quatro sobre a cama — peito apoiado no colchão, quadris elevados, a bunda grande e empinada totalmente exposta diante dele. A posição era obscena e avassaladora.
— Pai… — sussurrou Bruna, voz trêmula de medo. — Isso é errado… muito errado… nós não podemos…
Roberto, dominado por uma luxúria total, não respondeu com palavras. Segurou as bandas generosas da bunda da filha com as duas mãos, abriu-as e aproximou o rosto. Sem hesitar, pressionou a língua quente e molhada diretamente contra o cu rosado e virgem da filha.
Bruna soltou um gemido escandaloso, abafado pelo travesseiro, que escapou contra sua vontade:
— Ahhh…! Pai…! O que você… ahh…!
Ninguém jamais havia feito aquilo com ela. A sensação quente, úmida e invasiva da língua do próprio pai lambendo e circulando seu cu a fez tremer violentamente. Roberto gemia contra a carne macia, lambendo com fome, pressionando a ponta da língua contra o anel apertado, saboreando o gosto proibido da filha. Suas mãos apertavam as nádegas grandes com força possessiva, abrindo-as ainda mais.
Bruna choramingava e gemia, os dedos cravados nos lençóis, lágrimas nos olhos:
— Isso é… pecado… pai… por favor… eu tenho medo…
Mesmo assim, seu quadril permanecia elevado, numa submissão instintiva.
Após longos minutos lambendo o cu da filha, Roberto se afastou, o pau latejando dolorosamente. Era grosso, repleto de veias salientes e com uma cabeça grande e rosada. Ele o lubrificou generosamente com saliva e óleo, respirando com dificuldade.
— Bruna… eu vou te comer agora. Só no cu… para não correr risco de gravidez. Você é virgem , eu sei. Vai doer no começo, mas papai vai devagar. Se quiser que eu pare… me diz.
Bruna virou ligeiramente o rosto, lágrimas escorrendo:
— Pai… eu estou com tanto medo… você é meu pai… isso vai mudar tudo… eu não sei se consigo…
Roberto posicionou a cabeça grossa do pau contra o cu virgem. Pressionou lentamente. A resistência era extrema. Bruna soltou um gemido longo e agudo quando a cabeça grande forçou a entrada, esticando suas paredes apertadas:
— Ai… pai… dói… é muito grosso… ahh…!
Centímetro por centímetro, com extrema paciência e controle, Roberto empalou a filha. Cada veia saliente de seu pau era sentida por Bruna enquanto ele abria caminho dentro do cu quente e virgem da filha. Ela gemia continuamente, uma mistura dolorosa e prazerosa, o corpo inteiro tremendo enquanto era lentamente preenchida pelo membro do próprio pai.
— Respira, filha… relaxa pra mim… — murmurou Roberto, voz rouca de culpa e desejo doentio.
Quando finalmente estava completamente enterrado, as bolas pressionadas contra a bunda grande e macia dela, ele parou, ofegante.
— Toda minha… essa bunda agora é minha… — rosnou baixinho.
Começou a estocar com lentidão excruciante: retirando quase tudo e voltando a enterrar profundamente. O som abafado das nádegas batendo contra seu corpo enchia o quarto silencioso. Bruna mordia o travesseiro com força, gemendo a cada investida profunda, sentindo o pau grosso e venoso abrir caminho dentro de si de forma avassaladora.
Roberto segurava seus quadris com força possessiva, alternando estocadas profundas e movimentos circulares. A culpa ainda o atormentava, mas o prazer era mais forte que qualquer razão. Bruna, entre soluços e gemidos, entregava-se gradualmente, o medo misturando-se à rendição proibida.
Após longos minutos de uma foda lenta, intensa e silenciosa, Roberto não aguentou mais. Com um grunhido rouco e abafado, gozou profundamente dentro do cu da filha, enchendo-a com jatos quentes e abundantes. Bruna estremeceu em um orgasmo intenso e proibido, o corpo convulsionando ao sentir o calor inundando suas entranhas.
Eles permaneceram unidos por vários minutos, ofegantes, em silêncio absoluto. A realidade do incesto pesava sobre ambos como uma sombra pesada.
Aquela noite marcou o início de um relacionamento secreto, complexo e viciante dentro de casa. Roberto permanecia extremamente protetor e possessivo. O sexo, sempre anal, acontecia de forma velada e cautelosa, sempre carregado de tensão, culpa e desejo. Bruna vivia em constante conflito interno, mas não conseguia romper o laço proibido que se formara. O jogo secreto que se arrastara por meses finalmente consumara-se, transformando-se em uma ligação profunda e perigosa.

Foto 1 do Conto erotico: Empalando minha filha por trás!

Foto 2 do Conto erotico: Empalando minha filha por trás!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Empalando minha filha por trás!

Codigo do conto:
262811

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/05/2026

Quant.de Votos:
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Quant.de Fotos:
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