Minha Inocente Filha Gamer – Final

Com o passar dos dias, a nossa relação se aprofundou de forma irreversível. O desejo incestuoso havia se tornado uma necessidade diária. Minha filha, antes aparentemente inocente, agora se mostrava totalmente submissa e dependente do prazer proibido que só o pai podia lhe dar. Seu corpo respondia com voracidade a cada toque meu, como se tivesse sido moldado para ser possuído por mim.
Certa tarde, sentados no sofá, resolvi explorar ainda mais aquela confissão que ela havia iniciado:
— Filha, me conta tudo que sua amiga te falou sobre o que acontece entre ela e o pai dela.
Júlia corou intensamente, mexendo as mãos com vergonha.
— Pai… ela me contou vários detalhes, mas eu tenho muita vergonha de repetir…
— Não esconda nada de mim, meu amor. Quero saber cada coisa — insisti, com a voz grave.
Ela respirou fundo, mordendo o lábio antes de continuar, com a voz baixa:
— Ela me contou que o pai mete nela… mas não é pelo cu. Eu perguntei se era sério, e ela confirmou com a cabeça. Depois ela disse que o pai também coloca o pau na boca dela e faz ela chupar até sair leite.
Fiquei surpreso com o nível de depravação, mas extremamente excitado.
— Uau… que safada sua amiga.
Júlia continuou, agora com os olhos brilhando de excitação:
— Depois de tudo que ela me contou, eu fiquei com muito desejo… imaginando você fazendo as mesmas coisas comigo. Por isso, quando você sugeriu tomarmos banho juntos, eu nem questionei. Eu queria que acontecesse.
Aquela revelação me atingiu profundamente. A confissão da amiga havia plantado a semente do incesto na cabeça da minha filha, despertando nela um desejo proibido que antes talvez nem existisse.
— E você gostaria que o pai metesse na sua bucetinha e na sua boquinha também? — perguntei, olhando fixamente para ela.
— Quero sim, pai… — respondeu ela, com a voz manhosa. — É tão gostoso tudo que a gente faz.
— Então está bem, filha. Mas isso tem que ficar só entre nós. Não pode contar para ninguém, nem para as suas amigas. Entendeu?
Júlia sorriu de forma inocente, mordeu o lábio inferior e assentiu.
— Tem outra coisa importante — completei. — Vou comprar pílula para você. O pai vai gozar sempre dentro de você, seja na buceta ou no cu.
— Pai, é tão bom no cu… ..será que vou gostar quando você meter na minha buceta também, pai? — perguntou ela, curiosa e nervosa.
— Não só vai gostar, filha. Você vai gozar no pau do seu pai — garanti.
Alguns dias depois, comprei as pílulas e orientei Júlia a começar a tomar. Naquela mesma noite, o momento tão esperado chegou.
Levei-a para o meu quarto, tirei sua roupa devagar e deitei-a na cama. Abri suas pernas com cuidado, admirando aquela bucetinha virgem, rosada e molhada. Beijei o interior de suas coxas, subi lentamente e comecei a chupá-la com devoção, passando a língua no clitóris inchado enquanto ela se contorcia e gemia alto.
Quando Júlia estava completamente molhada e implorando, posicionei a cabeça grossa do meu pau na entrada apertada de sua buceta. Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo sua carne virgem se abrindo para o pau do próprio pai.
— Ai, pai… você tá me arrombando… — gemeu ela, agarrando os lençóis.
Quando estava completamente enterrado dentro dela, parei por um instante, saboreando o momento. Depois comecei a meter com estocadas profundas e ritmadas, aumentando gradualmente a intensidade. Júlia perdeu o controle, gemendo cada vez mais alto:
— Mais forte, pai! Me fode… eu sou sua filha… ai, que delícia!
Virei-a de quatro, puxei seu cabelo e meti com mais força ainda, sentindo suas paredes apertarem meu pau. Quando ela teve um orgasmo intenso, tremendo violentamente, não aguentei mais. Gozei profundamente dentro de sua bucetinha virgem, enchendo-a com jatos quentes e grossos de sêmen.
— Toma tudo, filha… isso é o leite do teu pai.
A partir daquela noite, o incesto dentro de casa se intensificou ainda mais. Júlia se entregava completamente — chupava meu pau com fome, oferecia a buceta e o cu sempre que eu desejava. No entanto, como morávamos em um apartamento pequeno, precisávamos ter muito cuidado: trancávamos as portas, aumentávamos o volume da televisão ou da música, e às vezes eu precisava tapar sua boca durante os orgasmos para que os vizinhos não ouvissem seus gritos de prazer.
Refletindo sobre tudo, percebi como a conversa que Júlia teve com a amiga foi o estopim definitivo. Aqueles detalhes íntimos sobre o incesto da amiga despertaram nela uma curiosidade e um desejo proibido que a fizeram querer viver a mesma experiência comigo. A confissão dela plantou a semente que transformou nossa relação para sempre.
O que começou como um simples pacote de açúcar e um short mais curto enfiado na bunda evoluiu para a mais profunda e pervertida relação incestuosa possível. E nenhum de nós queria que terminasse.
Fim.
Foto 1 do Conto erotico: Minha Inocente Filha Gamer – Final

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Comentários


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casualsomente Comentou em 27/05/2026

Julinha é magnífica a inocência em seu ardor de luxúria q maravilha melhor vc meu nobre do q um filho da puta babaca a expor essa jóia rara q veio de ti parabéns




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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Minha Inocente Filha Gamer – Final

Codigo do conto:
263041

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/05/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5