Empalada por meu irmão!


Meu nome é Ana hoje tenho 21 anos,sou noiva e estudante na faculdade de nutrição, mas o que vou contar começou quando eu tinha completado recentemente 14 anos. Sempre fui uma menina fechada, dissimulada, até um pouco timida ,guardando tudo para mim, não era de me expor, levava minha vida de forma discreta, para meus pais eu não despertava preocupação " ainda", mas quando estava com minhas amigas eu tinha outro lado que meu irmão foi descobrindo e tirando proveito disso.
Lucas, meu irmão três anos mais velho, era obsessivo, depravado, um punheteiro incorrigível. Ele queria meu corpo como um cachorro quer um pedaço de carne na prateleira mais alta. Quanto mais difícil, mais a obsessão dele aumentava.
Muitos vão pensar que uma mulher não fala assim, tão direto e sem pudor. Mas acredite: o incesto derruba todas as amarras morais. O que começa como um segredo sujo dentro de casa , entre dois irmãos que foram criados juntos,cresce devagar, como veneno se espalhando, até que não sobra mais nada além de desejo carnal, medo e tesão pela transgressão.
Sou consciente que meu corpo ajudava: eu era bem desenvolvida, bunda grande coxas grossas e firmes, seios médios que balançavam naturalmente, e uma buceta levemente peluda que já não era virgem .
A curiosidade minha pelo proibido, aliada à minha alta libido, foi o que deu combustível para ele ir cada vez mais longe.
Ele criava todo tipo de situação para tentar me ver pelada, como por exemplo desligar o disjuntor do chuveiro principal para me obrigar a tomar banho no banheiro do quarto dos nossos pais. Eu sabia que ele se deitava no chão e me espiava pelas frestas largas da porta. Sentia seu olhar faminto percorrendo meu corpo nu enquanto eu me ensaboava: os seios molhados, a bunda grande , as coxas grossas e, principalmente, minha buceta levemente peluda, que eu lavava devagar, abrindo os lábios com os dedos. Eu podia ter impedido .Podia ter contado aos nossos pais. Não impedi. Não falei .Meu silêncio era o maior incentivo.
No verão eu andava em casa com shorts de malha bem socados entre as nádegas , deixando metade da bunda à mostra, era comum naquela época as meninas da minha idade ter esse tipo de vestimenta com tops curtos de malha fina, sem sutiã, marcando os bicos escuros. Ele olhava sem disfarçar, o pau duro marcava a bermuda.
Ele era muito dorminhoco e constantemente se atrasava para o colégio,então minha mãe me deu a missão de acordar ele de manhã, eu entrava no quarto dele para chamá-lo:
— Lucas, acorda! Vem tomar café antes que esfrie!
Ele fingia dormir, lençol mal cobrindo o corpo. Ele logo bolou um plano para se expor para mim deixava o pau grosso, com uma cabeça enorme semi ereto descoberto quando eu ia chamar ele.Como nesse horário nossos pais já tinham saído para trabalhar ele fazia tudo de forma descarada e sem pudor. Eu parava, olhava fixo, sentindo minha buceta latejar, e saía depois de chamar ele.
Uma amiga que ficou com ele já tinha me confidenciando semanas antes:
— Ana, seu irmão tem um pau de cavalo! Grosso , comprido, cabeça grande . Quase não coube, doeu mas eu gozei feito louca.
Aquela descrição me marcou. À noite, eu me tocava imaginando aquele pau me abrindo, sentindo culpa e excitação ao mesmo tempo.
Lucas lia meu diário escondido. Sabia que eu já tinha perdido a virgindade aos 14 com meu primeiro namorado. E que já tinha beijado vários outros.
Na cabeça dele, comer a própria irmã era o sonho máximo — sujo, proibido, obsessivo.
Aconteceu numa manhã comum de sábado. Nossos pais saíram cedo para o trabalho, como sempre. A casa era só nossa. Entrei no quarto dele de shorts de malha socado e top curto como normalmente me vestia em casa , para chamá-lo para o café:
— Lucas, acorda! O café tá na mesa.
Para minha surpresa ele não estava deitado e me agarrou por trás com força . Tentei escapar imediatamente:
— Lucas, para! Tá doido? Solta!
Me debati, empurrei o peito dele, tentei sair do quarto, mas as mãos fortes dele me seguraram pela cintura. Ele era muito mais forte. Via nos seus olhos a tara e o desejo proibido, foi puxando meu short de malha que descia com facilidade devido ao material solto, rasgando a lateral, também tirou meu top, expondo meus seios. Meu corpo reagia contra minha vontade: a buceta latejava , molhada, pegando fogo.
Eu tentava me debater já sem forças e também envolvida por aquela situação que mesmo errada não me permitia impedir.
Ele bruscamente me colocou de quatro na cama dele. Abriu minhas coxas com os joelhos, segurando meus quadris largos com firmeza. Esfregou a cabeça grossa e quente do pau na minha buceta , sentindo a lubrificação escorrendo.
Eu ainda resistia, gemendo “não… para… isso é errado…”, mas o tesão e a curiosidade pelo proibido me traiam completamente.
Ele empurrou devagar. A cabeça grande forçou meus lábios , abrindo minha buceta apertada centímetro por centímetro. Gemi alto, cravando as unhas no lençol. Era grosso demais. Sentia cada veia, cada milímetro me esticando, invadindo onde só um namorado havia entrado antes. Ele continuou, implacável, abrindo minha buceta até o limite.
Quando estava quase todo dentro, segurou meus quadris com força bruta e deu o último empurrão fundo.
Sim, ele me empalou completamente.
Gritei de prazer e uma corrente elétrica percorreu meu corpo. A cabeça grossa bateu direto no fundo da minha buceta. As bolas pesadas dele encostaram na minha bunda. Eu estava totalmente cheia, literalmente empalada pelo pau do meu próprio irmão. Ele começou a meter com estocadas pesadas, profundas e ritmadas. Cada entrada fazia um som molhado e obsceno, meu gozo escorria pelas coxas, molhando os pelinhos da minha buceta. Minha bunda grande balançava forte a cada socada ondas percorrendo meu corpo.
O medo de gravidez, de os pais descobrirem, de estarmos cometendo aquele pecado sujo na casa deles, misturava-se ao tesão mais intenso da minha vida. Gozei violentamente, apertando o pau dele com espasmos fortes, gemendo contra o colchão enquanto meu corpo tremia inteiro. Ele não parou. Continuou me fodendo fundo, possessivo, grunhindo como um animal, até que enterrou tudo e gozou com um ronco rouco. Senti jatos grossos, quentes e abundantes explodindo direto dentro de mim, enchendo minha buceta até transbordar. O sêmen escorreu pelas minhas coxas grossas , quando ele finalmente puxou o pau fazendo aquele som característico de pressão saindo junto com o leite do meu irmão.
Ficamos em silêncio por alguns segundos, ofegantes. Eu me levantei com as pernas tremendo, catei a roupa rasgada e saí do quarto sem olhar para trás. Ele também não disse nada. Não houve promessa. Tudo continuou velado, incerto e perigoso.Estava confusa mas sabia que aquilo ninguém poderia saber.
O veneno já estava plantado. A obsessão dele por me possuir e minha curiosidade pelo proibido nos levaram até ali. O incesto tinha começado de verdade: carnal, sujo, marcado pelo medo constante e pela deliciosa transgressão , se iria se repetir eu não, eu não sabia , era muita informação para processar e naquele momento eu não conseguia pensar em nada !
Foto 1 do Conto erotico: Empalada por meu irmão!

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Ficha do conto

Foto Perfil carlos moya
moya

Nome do conto:
Empalada por meu irmão!

Codigo do conto:
262569

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/05/2026

Quant.de Votos:
2

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4