Em uma casa simples no interior do Rio Grande do Sul, Lucas e sua irmã mais nova, Mariana, estavam sozinhos naquela manhã de sábado, os pais como de costume foram até uma chácara a 15 km da cidade comprar verduras frescas. O calor úmido daquela manhã de primavera tornava o pequeno banheiro o único refúgio fresco da casa. Mariana, de 16 anos, havia acabado de sair do banho quando Lucas, seu irmão de 19 anos, entrou desta vez sem bater, como fazia normalmente. A porta se abriu. Lucas, seu irmão mais velho, entrou fechando-a atrás de si com um clique suave. Ele estava sem camisa, o corpo suado do calor, os olhos fixos na irmã nua. Mariana virou-se rapidamente, cobrindo os seios com um braço e tentando esconder a buceta levemente peluda com a outra mão. Seus óculos embaçados e o cabelo molhado colado no rosto. — Lucas! Que porra é essa? Sai daqui agora! — exclamou ela, a voz trêmula de choque e raiva. — Você não pode estar aqui! Eu sou sua irmã, caralho! Ele não se moveu. Ao contrário, deu um passo à frente, os olhos percorrendo o corpo molhado dela sem nenhum pudor. A ereção já evidente na bermuda fina. — Eu sei exatamente o que você é, Mariana — disse ele com a voz baixa e rouca, carregada de desejo contido por anos. — Você é minha irmã safada. Aquela que eu vejo todo dia balançando essa bunda gostosa pela casa, me provocando sem nem perceber. Mariana recuou até encostar na parede fria do box, o coração acelerado. Medo e uma excitação traiçoeira misturavam-se em seu ventre. — Para com isso, Lucas... Isso é errado. Muito errado. Por que você está fazendo isso? Eu sou sua irmã! — A voz dela falhou, quase um sussurro. — Sai daqui isso é errado.. você é meu irmão... Ele tirou a bermuda, revelando o pau grosso e duro, já latejando. Aproximou-se devagar, invadindo o espaço dela. O vapor e a luz fraca do banheiro tornavam a cena ainda mais pesada.. — Eu quero você há anos — confessou ele, a voz suja e intensa. — Quero foder minha própria irmã. Quero sentir essa buceta quente no meu pau. Você sente também, não sente? Eu vejo como você me olha às vezes. Mariana tremia. Tentou empurrá-lo, mas as mãos molhadas escorregaram no peito dele. — Não... por favor... isso é pecado. A gente vai se arrepender pra sempre — murmurou ela, lágrimas de insegurança misturando-se à água que escorria dos cabelos. O medo era real, mas entre as pernas ela já sentia o calor úmido da excitação proibida crescendo. Lucas segurou o pulso dela com firmeza, guiando a mão dela até seu pau duro. Forçou-a a sentir o calor e a rigidez. — Olha o que você faz comigo, irmã. Isso tudo é culpa sua. Agora vira de costas pra mim. Deixa eu ver essa bunda que eu sonhei tanto em comer. Ela hesitou, o corpo inteiro em conflito. Medo, vergonha, desejo. "Isso é sujo e errado", pensou ela, o coração disparado. Com um gemido de rendição misturado a culpa, Mariana virou-se lentamente, apoiando as mãos na parede. Empinou o quadril de leve, quase contra sua própria vontade. Lucas gemeu de satisfação ao ver a bunda redonda e molhada da irmã. Ele se colou nela por trás, esfregando o pau entre as nádegas dela. — Isso mesmo... boa garota. Minha irmã safada — sussurrou ele no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Diz pra mim que você também quer o pau do irmão te arrombando. — Lucas... Não faz isso, eu tenho medo... — gemeu ela, mas empinou mais, sentindo a cabeça grossa pressionando a entrada da buceta já molhada. Ele a penetrou devagar, centímetro por centímetro, forçando a boceta apertada da irmã a se abrir para ele. Mariana soltou um grito abafado de dor e prazer misturados. — Ai, irmão.. é grande demais.. — grunhiu ela , Lucas sem dar ouvidos começa a meter cada vez mais, com estocadas profundas e ritmadas. — Irmã e irmão fodendo como animais. Isso é o que a gente sempre quis inconscientemente.. falou ele no ouvido da irmã.. Os movimentos ficaram mais brutos. Ele segurava os quadris dela com força, batendo forte, a pele molhada estalando. Mariana mordia o lábio, gemendo alto, o medo aos poucos se transformando em um prazer sujo e incontrolável. — Mais irmão, mais... ai, meu Deus, o que a gente tá fazendo... — balbuciou ela, completamente entregue. Lucas acelerou, fodendo-a com selvageria, uma mão descendo para esfregar o clitóris da irmã enquanto metia. — Goza pra mim, maninha. Goza no pau do teu irmão. Mariana explodiu em um orgasmo intenso, tremendo violentamente, as paredes da buceta pulsando forte ao redor dele. Lucas não aguentou e gozou logo depois, enchendo a irmã com jatos quentes e grossos, marcando-a por dentro com seu sêmen proibido. Eles ficaram ali, ofegantes, ainda conectados, a água lavando o suor e o pecado. O silêncio era pesado. O medo e a culpa voltariam depois — mas, por aqueles minutos, o prazer proibido havia valido cada risco.
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