MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Segue o relato da minha seguidora Taciane com fotos reais que ela pediu pra compartilhar com vocês que foi mandado via email. Mudei os nomes por privacidade, mas o resto aconteceu de verdade.

Meu nome é Taciane, tenho 42 anos. Fui casada por muitos anos com Jorge, meu marido, que faleceu em 2024. Ele deixou nossos dois filhos: Luciana, que hoje tem 15 anos, e Roberto, que está com 18. Morávamos juntos em Itu, interior de São Paulo.
Sempre fui baixinha, com corpo meio gordinho, mas com seios naturais grandes que sempre chamaram muita atenção — e que combinavam bem com minhas curvas. Jorge adorava isso. Nosso sexo era incrível. Ele tinha um jeito de me olhar, de me tocar, de me provocar com palavras safadas no ouvido enquanto me beijava devagar… A gente se entregava de verdade. Não era algo aberto, nada de envolver outras pessoas, mas dentro do nosso casamento o fogo era constante: oral gostoso, posições que ele adorava me ver gemendo, gozadas intensas, conversas sacanas na cama até altas horas. Era nossa válvula de escape perfeita.

Quando ele morreu, tudo apagou. Parei de me cuidar, de me arrumar, de sentir vontade de qualquer coisa. Meu corpo, que antes me dava tanto prazer, virou só um peso. Quase entrei em depressão profunda. Os filhos precisando de mim, a casa, as contas… mas por dentro eu estava vazia. Não sentia mais desejo, nem saudade de sexo, nem vontade de me tocar sozinha. Era como se tesão e o fogo tivesse morrido junto com ele. Me isolei da família e dos amigos.

Certa tarde minha filha Luciana estava com dificuldades para prova de matemática do ensino médio.
- Mãe, não aguento mais estudar, essas fórmulas não entram na minha cabeça e não consigo me concentrar – disse ela desesperada.
- Calma filha, vou dar um jeito pra você. Seu primo Saulo é craque em matemática e nerd igual seu irmão, vou ver com a sua tia Livia se ele tem um tempinho que pode te ajudar. – tentei acalmar ela.

Liguei para Lívia naquela mesma tarde. Faziam anos que a gente não se falava direito — desde o enterro do Jorge, as conversas viraram só “oi, tudo bem?” no WhatsApp. Ela atendeu animada como sempre.
— Taciane? Meu Deus, quanto tempo! Tudo bem por aí?
— Oi, Lívia… Tudo na paz, e você? — respondi, tentando soar normal, mas minha voz saiu meio rouca. Fazia tempo que eu não falava com ninguém da parte da família do meu falecido marido.

Conversamos um pouco sobre os sobrinhos, sobre como o Roberto estava virando um homem (e ainda trancado no quarto com videogame o dia todo). Saulo vinha brincar de vídeo-game com Roberto e viviam trancados no quarto. Eram dois nerds que não gostavam de nada. Certeza que batiam punheta na frente do computador em sites pornôs, pois, teve um dia que abri o histórico do computador de Roberto e vi sites pornográficos. Sexo com Coroas, lésbicas etc.

E aí entrei no assunto:
— Olha, a Luciana tá passando perrengue na prova de matemática do segundo ano do ensino médio. Ela tá desesperada, chorando que as fórmulas não entram na cabeça. Você acha que o Saulo poderia dar uma força pra ela? Ele sempre foi o gênio da família nisso.

Lívia riu do outro lado.
— Ah, o Saulo? Claro que sim! Ele tá no primeiro ano da faculdade de Engenharia agora, 19 anos, ainda mora aqui em casa. Passa o dia inteiro no computador ou estudando. Pode vir aí sim, ele adora ensinar. Quando você quer?
- Sexta está ótimo – eu concordei.

Marcamos para a sexta-feira à tarde. Saulo chegaria por volta das 16h. Eu agradeci mil vezes e desliguei sentindo um frio na barriga estranho. Fazia anos que eu não recebia visita masculina em casa além do Roberto e dos entregadores.

A sexta-feira chegou mais rápido do que eu esperava. Eu tinha passado a manhã inteira tentando me convencer de que era só uma tarde normal, ajudando a filha com os estudos. Mas quando abri o armário, minhas mãos foram direto naquele short de academia cinza, bem justo, daqueles que sobem um pouco na bunda quando a gente anda. Coloquei uma blusinha preta decotada, fazia tanto tempo que eu não me sentia mulher que resolvi pelo menos fingir que ainda tinha algum poder nisso. Às 16:10 a campainha tocou. Abri a porta e lá estava Saulo.

Meu Deus… o menino tinha mudado. Ainda era o mesmo nerd de óculos de armação preta grossa, cabelo um pouco bagunçado, camiseta de anime. Mas os ombros estavam mais largos, a barba rala já aparecendo no rosto, e a voz tinha engrossado de um jeito que me pegou desprevenida.
— Oi, tia Taciane… — ele disse, com um sorriso meio tímido, mas os olhos subiram e desceram rápido pelo meu corpo antes de voltarem pro meu rosto. — Desculpa o uber demorou.
— Entra, entra, querido. Que bom que você veio. — Minha voz saiu mais rouca do que eu queria.

Luciana veio correndo da sala, aliviada, e já puxou ele pro sofá com o material espalhado na mesinha de centro. Eu fui pra cozinha preparar um suco, mas fiquei ouvindo tudo da porta entreaberta. Saulo sentou bem do lado dela, ele tinha paciência, voz calma, mas firme.

De vez em quando virava o rosto na minha direção — e eu percebia. Não era só um olhar rápido. Era demorado. Ele olhava pros meus peitos, que ficavam quase na altura dos olhos dele toda vez que eu me abaixava pra colocar o copo na mesa. Olhava pras minhas coxas grossas apertadas no short, pra curva da bunda quando eu me virava pra pegar algo na estante.

Fazia tanto tempo… tanto tempo que um homem me olhava assim. Não era o olhar carinhoso e safado do Jorge. Era outro tipo de fome. Jovem. Proibido. Errado. E mesmo assim meu corpo reagiu como se tivesse levado um choque. Senti os bicos endurecerem contra o sutiã. Senti um calor subindo pela barriga, descendo direto pra entre as pernas. Minha buceta começou a pulsar, devagar no começo, depois mais forte. Eu apertava as coxas uma contra a outra tentando disfarçar, mas só piorava. O tecido do short já estava úmido na virilha e eu nem tinha percebido ainda.

As duas horas passaram voando. Quando terminou, Luciana estava alegre e aliviada:
— Mãe, ele explicou tudo! Acho que vou gabaritar essa prova!
Saulo se levantou, ajeitando a mochila.
— Qualquer coisa é só me chamar, prima. — Ele olhou pra Luciana, mas depois virou pra mim. — Tia… foi bom te ver de novo. Se precisar de alguma coisa… qualquer coisa… pode me chamar também.

Ele tirou o celular do bolso e passou o WhatsApp pra mim e Luciana. Mas enquanto digitava, os olhos voltaram pra mim mais uma vez. Demorados.
— Tchau, tia Taciane.
— Tchau, meu bem. Obrigada por tudo. — Minha voz saiu tremida.

Fechei a porta atrás dele e encostei as costas na madeira. Meu corpo inteiro tremia. Desci a mão devagar pela barriga, por cima do short. Quando toquei entre as pernas, senti o tecido completamente encharcado. A calcinha estava grudada, o molhado já tinha atravessado pro short. Meu clitóris estava tão sensível que só de encostar o dedo por cima do pano eu gozava. Fazia anos que eu não ficava assim. Molhada. Pulsando. Com tesão de verdade.

E o pior — ou o melhor — era saber que tinha sido ele. Meu sobrinho. O menino que eu via crescer. O mesmo que provavelmente já tinha gozado vendo vídeos de coroas peitudas como eu.

Fechei os olhos, respirei fundo e subi pro quarto antes que Luciana percebesse alguma coisa. Tranquei a porta. Tirei o short e a calcinha encharcada. Deitei na cama ainda com a blusa decotada, coloque os peitos pra fora do sutiã preto, e deixei os dedos escorregarem devagar entre os lábios inchados. Pensei no olhar dele. No volume que eu juro que vi crescendo na calça jeans dele enquanto eu me abaixava. E gozei em menos de dois minutos ensopando a cama toda.

Sentei na beirada da cama, nua da cintura pra baixo, a blusa preta ainda levantada deixando os peitos pesados à mostra, os mamilos duros e vermelhos de tanto que eu tinha apertado enquanto gozava pensando nele. Peguei o celular com as mãos trêmulas. Abri o WhatsApp. O contato novo estava lá: “Saulo Sobrinho”.
Comecei a digitar, apaguei, digitei de novo. Meu coração batia na garganta:
Eu: Oi, meu bem. Muito obrigada mesmo pela ajuda com a Luciana hoje. Ela ficou super feliz e aliviada. Quanto eu te devo pela tarde? Me fala quanto é pra eu acertar contigo.
Enviei antes que pudesse pensar melhor. Os tracinhos azuis apareceram quase imediatamente. Ele estava online.
Saulo: Oi tia! Não precisa pagar nada não, sério. É família, né? Fico feliz de ajudar a prima.
Sorri sem querer. Meu dedo pairou no teclado.
Eu: Não é justo, você perdeu a tarde toda.
Saulo: Relaxa tia, de verdade. Gosto de ensinar e foi bom te ver também. Fazia tempo.
Do nada ele enviou uma foto. Ele estava sentado na cama do quarto dele, mesma camiseta de anime de mais cedo. Fez sinal de joinha com a mão direita, a esquerda apoiada no joelho. Mais homem.

Sem pensar muito — ou talvez pensando demais —, levantei o celular na altura do rosto. Enquadrei só até os ombros. Sorri de lado, um sorriso que eu não dava há anos. Apertei o botão. Enviei. O que estava acontecendo comigo?

A foto mostrava meu rosto corado, os lábios entreabertos, o cabelo caindo nos ombros nus. Nada abaixo do pescoço aparecia. Mas eu sabia que ele ia entender o que não estava na imagem.

Saulo: A foto ficou linda. Você tá… diferente. Mais bonita ainda tia.
Meu estômago deu um salto.
Eu: Para com isso, seu bobo.
Saulo: É sério. Sempre achei você bonita, tia. Mas hoje… sei lá. Você tava… diferente.

Engoli em seco. Meus dedos tremiam.
Eu: Você também mudou muito, hein. Tá crescido… lindo.

Outra foto dele chegou. Dessa vez ele estava sem óculos, deitado na cama, a cabeça apoiada no braço. Sem camisa com o peitoral de fora. O olhar direto pra câmera. Sem joinha. Sem sorriso inocente. Só intensidade.

Eu: Que porra é essa, Saulo? Sou sua tia. Isso é errado pra caralho. Apaga isso.
Saulo: Desculpa tia… mas não consigo parar de pensar em você. Sempre fantasiei com você. Sempre pensei em coroas peitudas, mas nenhuma é como você.

Meu coração batia tão forte que eu sentia as batidas na garganta. A foto dele sem camisa ainda estava aberta na tela, o peito definido. Eu sabia que era errado. Sabia que era loucura. Mas o corpo não perguntava permissão pra razão.

Abri a câmera do celular. Ajoelhei na cama, abri bem as coxas, apoiei o celular entre os joelhos pra enquadrar direitinho. A buceta ainda peluda, molhada, brilhando, os lábios entreabertos mostrando o interior rosado e encharcado. O clitóris inchado apontando pra cima, implorando. Tirei a foto sem filtro, sem corte, crua. Enviei antes que a vergonha voltasse.
Eu: E aí, sobrinho… aguenta isso aqui ou não?

Ele visualizou. Ficou online. Demorou uns dez segundos que pareceram uma eternidade. Então veio o vídeo.

Eu abri com o som no mínimo, coração na boca. Saulo estava deitado na cama dele, O pau… meu Deus. Enorme. Grosso, veias saltadas, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele segurava firme na base com a mão esquerda, a direita subindo e descendo devagar no começo, depois mais rápido. A respiração pesada dele enchia o áudio baixo.
— Tia… olha o que você fez comigo… — disse com a voz rouca. — Desde que saí da sua casa só consigo pensar nessa buceta… nessa foto que você mandou… caralho…

Ele acelerou. O som molhado da punheta, a pele esticando e voltando. Os gemidos baixos, entrecortados.
— Queria enfiar tudo nessa bucetona gulosa… te fazer gemer como a puta que você é… — ele continuou. — Mas acho que você não aguenta não, tia… esse pau ia te abrir todinha… ia te deixar escorrendo o dia inteiro…

Ele gozou forte. Jatos grossos e brancos subiram alto, caíram no abdômen dele, escorreram pelos lados. O vídeo terminou com ele ainda segurando o pau semi-duro, pingando, e a câmera focando no rosto suado.
Saulo: Viu, tia? Isso é o que você causa. Agora me diz… ainda acha que aguenta?

Eu li a mensagem duas vezes, o corpo inteiro tremendo. Meu dedo já estava entre as pernas de novo, siriricando minha buceta em círculos rápidos enquanto via o vídeo mais uma vez. Gozei olhando pra porra dele na tela, mordendo o lábio pra não gemer alto.

Eu: Duvido muito, seu safado. Esse pau pode ser grande, mas eu já aguentei coisas que você nem sonha. Quer provar que eu não aguento? Então vem aqui amanhã. Se tiver coragem, aparece. Sem camisa de anime dessa vez. E traz esse pau duro que você mostrou.

Enviei. Meu estômago revirou de nervoso e tesão misturados. Ele visualizou quase na hora.

Saulo: Amanhã, 15h em ponto. Prepara essa buceta, tia. Porque eu não vou ter pena.

Fazia anos que eu não me sentia assim. Fazia anos que eu não queria ser fodida com tanta força. Amanhã eu ia descobrir se ainda aguentava. Ou se era ele que não ia aguentar.
...

Imagens reais das nossas trocas de nudes

Foto 1 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Foto 3 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Foto 4 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Foto 5 do Conto erotico: MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1


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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU SOBRINHO NERD & EU - PARTE 1

Codigo do conto:
257314

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
19/03/2026

Quant.de Votos:
7

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