MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1

Boa tarde, lindos e lindas! Tudo bem com vocês? Sou a Tammy...

A Miriam, minha seguidora, quis compartilhar um episódio real da vida dela e me enviou esse relato que aconteceu com ela. Mudei os nomes das outras pessoas por privacidade, mas o resto é 100% verdadeiro, junto com as fotos que a própria Miriam me mandou.

Meu nome é Miriam, tenho 50 anos, sou bem casada com meu marido Vagner. Tenho um filho de 30 anos (Murilo), que tive aos 20 com um namorado da época que não tenho mais contato, e Murilo mora em uma cidade aqui do lado de Araçatuba-SP. Sou baixinha, tenho 1,50 m, corpo conservado e cheinho para a minha idade, peitos grandes e pernas grossas, mas mesmo assim não me sinto tão atraente.

Ultimamente eu estava me sentindo completamente sobrecarregada no nosso escritório de advocacia. Vagner vivia viajando ou arrumando desculpas pra fugir das buchas mais complicadas, me deixando sozinha pra resolver tudo: audiências, clientes nervosos, prazos apertados... Às vezes eu pensava que ele estava me traindo, porque fazia meses que ele mal encostava em mim.

Nosso casamento sempre foi saudável, a gente transava bastante antes, mas agora ele chegava cansado, tomava banho e já caía na cama virado pro outro lado. Eu ficava ali, de camisola curta, com a buceta molhada de tesão acumulado, esfregando as coxas uma na outra sem coragem de pedir. Confusa pra caralho, porque eu ainda amava ele, mas meu corpo estava gritando de vontade de um pau que nem sabia que se me queria mais.
Numa quarta-feira corrida de manhã, minha secretaria Ariele me trouxe más noticias:
- Dona Miriam, o Joãozinho nosso Tecnico em Informática está se dedicando a outros projetos e disse que essa era a ultima semana dele aqui no escritório
- Não acredito, o Joãozinho conhece nosso sistema e a estrutura de cabo-a-rabo e agora ? – eu perguntei preocupada
- Ele disse que tem uma recomendação de um menino bom, que toma conta até das configurações de câmeras se precisar, coisa que ele não fazia muito bem – Ariele disse me tranquilizando.
- Marca uma reunião com esse técnico o mais rápido possível, pode ser hoje de tarde. O Joãozinho instalou e configurou todo escritório lá em casa, precisava repassar tudo pra ele. – eu acrescentei e pedi pra Ariele.

Ariele voltou uns vinte minutos depois, batendo na porta da minha sala com um sorrisinho.
— Dona Miriam, o Joãozinho chegou com o rapaz que ele indicou. Posso mandar entrar?
— Manda, por favor.

A porta se abriu e Joãozinho entrou primeiro, aquele jeitão de sempre, meio tímido. Atrás dele veio o tal técnico novo. Meu Deus… eu quase engoli em seco.
Vinicius devia ter uns 28, 29 anos no máximo. Alto, uns 1,85m fácil, pele morena bem cuidada, cabelo preto bem cortado e um corpo que o uniforme polo cinza não conseguia esconder: ombros largos e braços grossos de quem malha. Calça jeans escura marcando as coxas e, puta que pariu, um volume bem visível na frente que fez sentir algo estranho que nunca senti além do meu marido.
— Boa tarde, dona Miriam — disse Joãozinho. — Esse é o Vinicius, o cara que eu te falei. Ele é foda pra caralho com rede, câmeras, notebook… faz tudo.
Vinicius estendeu a mão
— Prazer, dona Miriam. Pode me chamar só de Vini. O João me passou todo o esquema do escritório e da sua casa também. Qualquer coisa que precisar, eu resolvo.
— Prazer, Vini. Senta aí, por favor. Joãozinho, você vai explicar tudo pra ele hoje ainda?
Joãozinho coçou a cabeça.
— Vou sim, senhora. Mas ele já entendeu quase tudo só de olhar o diagrama que eu mandei. O menino é bom mesmo.

Eu me ajeitei na cadeira, cruzando as pernas grossas, fazendo a saia lápis subir um pouquinho. Notei que o olhar do Vini desceu rapidinho pras minhas coxas antes de voltar pro meu rosto. Meu coração acelerou.
— Ótimo. Vini, amanhã de manhã eu tenho uma reunião importante aqui no escritório às 9h com uns clientes chatos. Preciso que você organize meu notebook novo e configure o acesso remoto seguro pra eu conseguir trabalhar de casa se precisar. Pode fazer isso?
— Sem problema nenhum, dona Miriam. Eu chego cedo, tipo 7h30, pra deixar tudo pronto antes da reunião. Se a senhora quiser, posso até configurar as câmeras da sua casa amanhã também que o Joãozinho deixou anotado. Assim já deixo tudo rodando certinho no celular da Sra.

Vini sorriu de novo e educadamente.
— Pode deixar. Eu vou deixar seu notebook voando, dona Miriam. E qualquer coisa… é só chamar.

Ele se levantou e eu não consegui evitar olhar de novo pro volume na calça dele. Caralho, parecia grande até parado. Enquanto eles saíam da sala, Ariele me olhou com uma sobrancelha levantada e sussurrou:
— Nossa, dona Miriam… esse novo técnico é lindo, hein?
Eu só ri, nervosa.
— É bonito mesmo e educado...você toma juízo mocinha. – eu brinquei com ela

Cheguei em casa por volta das 19h30, exausta pra caralho. Mais um dia inteiro resolvendo merda sozinha no escritório. Mensagem no Whats: “Amor, vou chegar tarde, reunião com uns fornecedores em São José do Rio Preto”
Suspirei fundo, joguei a bolsa no sofá e subi pro quarto. Quando fui tirar a calcinha… caralho. Ela estava melada. Não era só aquela umidade normal de tesão acumulado. Era uma porra grossa, viscosa, escorrendo entre os lábios da minha buceta que é muito grande e grudando no tecido. O cheiro era forte, quente, de macho jovem. Fiquei parada olhando aquilo, confusa pra porra.
“Que merda é essa? Eu não transei com ninguém hoje… nem me masturbei no banheiro do escritório…”

Era tesão puro. Meu clitóris latejava só de sentir. Mas junto veio um arrependimento pesado no peito. Eu, Miriam, 50 anos, casada há mais de 20, mãe de um filho de 30… e estava ali, molhada feito uma vadia só porque um menino de 28 anos olhou pras minhas coxas grossas por dois segundos na sala. Desejei ele. Desejei aquele volume na calça jeans dele dentro de mim, esticando minha buceta madura que o próprio marido mal tocava mais.
“Que porra eu tô fazendo? Isso não pode acontecer…”

Sentei na beira da cama, abri as pernas e olhei pro espelho do guarda-roupa. Minha buceta estava inchada, os lábios grossos brilhando, o mel escorrendo pela bunda. Peguei o celular com a mão tremendo e comecei a tirar fotos para tentar acordar meu marido pra vida pra ver se ele ainda me desejava.

No dia seguinte, cheguei no escritório às 8h50, tudo estava impecável. O notebook novo já estava ligado na mesa. Sentei na cadeira e respirei aliviada. Pela primeira vez em meses, senti que tinha alguém de confiança pra me ajudar de verdade. Alguém competente, rápido, bonito pra caralho… e que olhava pras minhas pernas daquele jeito.
A porta bateu de leve. Era ele.
— Bom dia, dona Miriam. Tudo certinho? Testei o acesso remoto três vezes, tá voando. Se a senhora quiser, posso mostrar rapidinho como funciona o novo app das câmeras, mas precisa instalar no seu celular.

Depois da reunião com os clientes, que terminou por volta das 11h40, eu chamei o Vini na minha sala.
— Vini, a reunião acabou. Você pode ir rapidinho comigo lá em casa agora antes do almoço pra configurar essas câmeras no meu celular? É rapidinho, prometo não tomar muito do seu tempo.
Ele sorriu, aquele sorriso jovem e confiante.
— Claro, dona Miriam. Sem problema. Eu pego minha mochila e já tô pronto.

Saímos juntos do escritório. Eu dirigi meu carro, ele sentou do lado do motorista, no banco do passageiro. O caminho até minha casa era uns 12 minutos. Durante o trajeto, ele ia explicando alguma coisa técnica sobre o DVR, mas eu mal prestava atenção. Meu olhar escapava e eu via ele olhando pras minhas pernas grossas. A saia lápis tinha subido um pouco com o movimento de dirigir, deixando boa parte das minhas coxas à mostra. Ele tentava disfarçar, mas os olhos dele desciam direto pra lá, e eu sentia minha buceta latejar de novo.
Uns 6 minutos depois de sair do escritório, entreguei meu celular pra ele.
— Aqui, Vini. Pode ir instalando o app novo enquanto eu dirijo. Depois você me mostra como funciona.

Ele pegou o celular e começou a mexer. Eu continuei dirigindo devagar pela rua tranquila. Uns trinta segundos depois, notei que ele estava vermelho, o rosto todo quente, olhando fixo pra tela com uma cara de quem viu fantasma.
— O que foi, Vini? — perguntei ainda com as mãos no volante.
Ele gaguejou:
— Desculpa, dona Miriam… eu… eu cliquei sem querer na galeria e apareceram umas fotos que… puta merda, me desculpa mesmo, fui antiético pra caralho.

Meu sangue subiu na hora. Eu tinha esquecido completamente das fotos que tirei na noite anterior: eu sentada na cama, pernas abertas, buceta inchada, close bem explícito da minha xota madura.
— Me dá isso aqui! — eu praticamente arranquei o celular da mão dele, brava, ainda dirigindo devagar.

Ele ficou quieto, olhando pro chão do carro, mas eu vi que a calça jeans dele já estava marcando forte. O volume que eu tinha notado ontem agora estava bem maior, o pau dele claramente endurecendo.

Fiquei uns segundos olhando pra ele pelo canto do olho. A raiva misturou com uma tesão do caralho. Eu, aos 50 anos, casada, ali no meio do caminho pra casa com um menino de 28 olhando pras minhas fotos de buceta. Respirei fundo e, com a voz de tensão, falei baixo:
— Tá… você já viu mesmo. Agora olha direito e me fala a verdade. Ela é muito grande? Muito feia pra você?
Vini levantou o olhar devagar, surpreso, mas os olhos dele estavam brilhando de excitação. Ele engoliu seco.
— Dona Miriam… caralho… não é feia não. É… é linda pra porra. Eu… eu nunca vi uma mulher madura assim..

Enquanto ele falava, eu vi o pau dele latejando dentro da calça, tentando forçar a barra da jeans pra cima. Eu não pensei mais. Parei o carro de vez naquela rua calma, bem encostado na calçada, onde quase não passava ninguém. Desci o banco dele um pouco pra trás, abri o cinto dele, puxei o zíper pra baixo e enfiei a mão dentro da cueca.
— Puta que pariu… — murmurei quando senti o pau dele.

O pau dele era grosso, quente, pesado. E curvado pra baixo, bem curvado, a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Eu tirei ele todo pra fora. Devia ter uns 19, 20 cm fácil, veias grossas, e aquela curva pra baixo que eu sabia que ia bater certinho no ponto G.
Sem falar mais nada, eu me inclinei sobre ele, abri bem a boca e enfiei aquele pau jovem na minha garganta como uma vadia desesperada que não chupava ninguém direito fazia anos.
— Aaaahh, dona Miriam… caralhooo… — ele gemeu alto, segurando minha cabeça com as duas mãos.

Eu chupei com fome. Babava tudo, fazia barulho, descia até engasgar, subia chupando a cabeça curvada, lambendo as veias. Fazia tanto tempo que eu não sentia um pau duro assim na boca que eu estava babando feito cachorra no cio.

Enquanto eu chupava, ele enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou minha calcinha pro lado e começou a bater siririca na minha buceta melada. Dois dedos grossos entravam e saíam fácil, fazendo barulho de tão molhada que eu estava. Os dedos dele fodiam minha xota no ritmo exato que eu precisava, esfregando meu clitóris inchado.
— Que buceta gostosa, dona Miriam… tá pingando pra caralho… — ele gemia com os dedos metendo fundo enquanto eu mamava ele com tudo.

Não durou nem 5 minutos. O pau dele inchou ainda mais na minha boca, a curva ficando mais rígida. Ao mesmo tempo, meus quadris começaram a tremer, a buceta apertando os dedos dele com força.
— Tô gozando… tô gozandooo… — ele avisou.

Eu não tirei. Chupei mais forte, enfiando fundo, gemendo alto com o pau dele na garganta. No mesmo instante que os primeiros jatos grossos de porra quente e viscosos explodiram na minha boca, eu gozei também. Um orgasmo forte, daqueles que fazem as pernas tremerem, a buceta contraindo e esguichando porra melada nos dedos dele. Eu gemia e engolia tudo ao mesmo tempo, a porra jovem escorrendo pela minha garganta enquanto meu corpo inteiro se sacudia de prazer. Ele explodiu na minha boca enchendo minha boca de porra enquanto eu engolia, gemendo e gozando junto com ele, os dedos dele ainda enterrados dentro de mim.

Quando ele parou de gozar, eu lambi tudo, limpei o pau curvado com a língua, olhando pra ele com os olhos molhados de tesão e prazer.
— Caralho, Vini… que porra de pau gostoso você tem…

Ele ainda estava ofegante, dedos melados da minha buceta, o peito subindo e descendo rápido.
— Dona Miriam… a senhora chupa melhor que qualquer novinha… e gozou junto comigo… eu nunca gozei tão forte na vida.

Eu sorri, lambendo os lábios, sentindo o gosto de porra dele ainda na boca. O carro ainda parado na rua calma, meu batom borrado, a buceta latejando satisfeita, mas ainda querendo mais.
— Isso foi só o começo, menino… mas isso é nosso segredo.
...
Minhas fotos da galeria no dia do acontecimento.

Foto 1 do Conto erotico: MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1

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Foto 4 do Conto erotico: MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU TÉCNICO EM INFORMÁTICA VIROU MEU AMANTE - PARTE 1

Codigo do conto:
257745

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/03/2026

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