Meu nome é Giovana, tenho 45 anos. Fui casada por muitos anos com meu ex-marido Jorge, de 50 anos. Nosso casamento foi intenso, cheio de desejo, mas tudo desmoronou quando descobri que ele estava me traindo. Não pensei duas vezes: peguei minhas coisas e o deixei.
Depois da separação, fiquei sozinha no apartamento com o nosso filho, Tomas, de 19 anos.
Tomas sempre foi muito caseiro. Diferente dos garotos da idade dele, ele não gostava de sair, de festas ou de ficar na rua. Passava o dia inteiro preso no quarto, jogando videogame, de fone no ouvido e praticamente sem ver a luz do sol.
Quando o pai ainda morava com a gente, ele já era assim, mas depois que Jorge foi embora, piorou muito. Tomas ficou ainda mais isolado, mais quieto e mais grudado no quarto. Sentiu demais a ausência do pai e parecia que o mundo dele tinha encolhido para dentro daquelas quatro paredes.
Eu tentava conversar, chamava ele para jantar fora, assistir algo comigo, tomar banho de piscina do prédio…mas quase sempre recebia respostas curtas ou um “depois, mãe”. Eu tinha certeza absoluta de que Tomas era virgem.
Aos 19 anos, ele nunca tinha apresentado nenhuma namorada, nunca falava de garotas, nunca saía. A única companhia que tinha era o Rodrigo, o vizinho do apartamento ao lado, também de 19 anos. Os dois ficavam trancados no quarto o dia inteiro, jogando, ouvindo música alta e, pelo que eu imaginava, assistindo coisas que garotos daquela idade costumam ver quando acham que ninguém está olhando. Eu fingia não notar, mas no fundo sabia que meu filho ainda não tinha tocado em uma mulher na vida.
Num final de tarde, cheguei do escritório exausta. Como gerente, o dia tinha sido infernal, abri a porta do apartamento devagar, sem fazer barulho, pensando que Tomas estaria como sempre no quarto dele.
Mas quando passei pelo corredor, ouvi os sons vindos do quarto do meu filho: gemidos altos de mulher, daqueles bem exagerados de pornô, e o barulho característico de pele batendo contra pele. A porta estava entreaberta, só uma fresta, o suficiente para eu ver o que estava acontecendo lá dentro.
Tomas estava sentado na cadeira gamer, shorts abaixado até os tornozelos, pau duro na mão, batendo punheta devagar. Ao lado dele, de pé, estava Rodrigo, também com a calça arriada, o pau grosso e jovem na mão, se masturbando com mais força enquanto os dois olhavam fixamente para o monitor.
No vídeo, uma mulher madura, por volta dos meus 45 anos, loira, peitos grandes e corpo carnudo, estava de quatro sendo fodida por um garoto bem mais novo. O garoto a chamava de “mamãe” enquanto metia fundo, e ela gemia “ai filho, mete mais forte na sua mãe”.
Eu congelei no corredor. Meu coração disparou. Sabia que deveria virar as costas, ir para o meu quarto e fingir que não tinha visto nada. Mas não consegui. Fiquei ali, parada, observando os dois garotos punhetando juntos enquanto assistiam aquele pornô de incesto bem pesado. Rodrigo gemeu baixinho:
— Caralho, olha como ela gosta… a coroa tá louca pra levar do filho.
Tomas respondeu, a voz rouca, sem tirar os olhos da tela:
— É foda… imagina se fosse a minha mãe ali. Ela tem um corpo bem parecido com essa aí.
Rodrigo riu baixo, acelerando a mão no pau:
— Sua mãe é gostosa pra caralho, mano. Já vi ela de biquíni na piscina. Aqueles peitos grandes, aquela bunda… Se eu tivesse mãe assim, eu comia todo dia.
Meu rosto queimou. Eu me senti molhada na hora, ao mesmo tempo, uma confusão enorme tomou conta da minha cabeça.
“O que eu tô fazendo aqui parada? Isso é errado. É o meu filho. É o amigo dele.”
Mas outra voz, mais baixa e perigosa, sussurrava:
“Eles me acham gostosa. Me desejam. Depois de tanto tempo me sentindo rejeitada, traída e invisível… alguém ainda me quer.”
Eu me sentia tão sozinha desde a separação. Noites vazias, cama fria, nenhum homem me tocando há meses. E agora, ali, ouvindo aqueles dois garotos de 19 anos falando de mim enquanto batiam punheta vendo uma “mãe” ser fodida pelo “filho”, uma imaginação confusa e completamente errada começou a crescer dentro de mim.
“Será que Tomas já pensou em mim assim? Será que eu ainda sou desejada… mesmo sendo a mãe dele?”
Minha buceta latejava, sentindo a calcinha úmida. Sabia que era proibido, sujo, moralmente errado. Mas não conseguia parar de olhar. Não conseguia parar de imaginar a cena: eu no lugar daquela mulher do vídeo, de quatro, enquanto um deles — ou os dois — me chamavam de “mamãe” e me fodem sem piedade.
Meu corpo traía a minha mente. Estava excitada de um jeito que eu não sentia há anos. E aquela excitação errada, pesada e proibida, começou a me consumir devagar. Em silêncio, dei um passo para trás e fui embora.
Naquela noite, depois do que vi no quarto do Tomas, eu não conseguia mais tirar aquelas imagens da cabeça. Tomei um banho longo, mas nem a água fria ajudou. Decidi abrir uma garrafa de vinho tinto para tentar relaxar e afogar aqueles pensamentos impuros.
“É só uma fase”, eu repetia para mim mesma enquanto servia a primeira taça. “Ele é meu filho. Isso é errado. Eu sou a mãe dele.” Mas quanto mais eu bebia, mais as palavras que ouvi deles voltavam com força
A segunda taça desceu mais fácil. A terceira me deixou com o corpo mole e a mente perigosa. Eu tentava me convencer de que era só curiosidade, que ia passar. Mas a verdade é que minha calcinha estava molhada de novo só de lembrar deles falando de mim.
Por volta das 22h, eu estava no sofá da sala, de pijama curto — uma blusinha fininha de alça e um shortinho de algodão bem justo que mal cobria metade das minhas coxas. O vinho já tinha feito efeito. Eu me sentia quente, solta e vulnerável.
Foi quando Tomas apareceu na sala, de bermuda larga e camiseta velha. Ele parou por um segundo ao me ver ali, sozinha, com a taça na mão e a luz baixa da TV ligada.
— Posso assistir o filme com você, mãe? — perguntou.
— Claro, filho. Vem — respondi.
Ele se sentou no outro sofá, mas eu percebi logo que não conseguia parar de me olhar. Seus olhos desciam para minhas pernas, para o decote da blusinha fina onde meus seios pesados marcavam levemente o tecido. Eu fingia não notar, mas sentia cada olhar como uma carícia proibida. Depois de uns minutos, eu quebrei o silêncio:
— Tomas… você anda se isolando tanto no quarto. Vem cá, deita aqui no meu colo um pouco. Vamos conversar. A mamãe sente sua falta.
Ele hesitou por um segundo, mas acabou se aproximando. Deitou a cabeça no meu colo. Eu comecei a fazer carinho na cabeça dele, passando os dedos devagar pelos cabelos escuros, do jeito que fazia quando ele era criança.
— Você tá bem, meu amor? — perguntei baixinho — Eu sei que a separação do seu pai foi difícil pra você também.
Tomas ficou quieto no começo, só curtindo o carinho. Mas depois de uns minutos eu notei: o volume na bermuda dele começou a crescer. Devagar, mas sem parar. O pau dele estava ficando duro bem ali, a poucos centímetros do meu quadril. Ele tentou disfarçar, cruzando as pernas, puxando um pouco a bermuda, mas era impossível esconder completamente.
Eu continuei fazendo carinho como se não tivesse percebido nada, mas meu coração batia forte. Sentia o calor do corpo dele no meu colo, via o pau dele latejando devagar debaixo da bermuda toda vez que meus dedos deslizavam pela nuca ou pelo ombro.
— Mãe… — ele murmurou.
— O que foi, filho? — perguntei, fingindo inocência.
O pau dele deu uma pulsada visível, empurrando o tecido da bermuda. Tomas tentou virar um pouco de lado para esconder, mas só piorou — agora o volume estava ainda mais evidente, bem perto da minha coxa nua.
Eu senti minha buceta contrair de excitação. O vinho tinha abaixado todas as minhas barreiras. Em vez de afastar ele, eu continuei o carinho, a voz baixa e doce:
— Relaxa, meu amor. A mamãe tá aqui. Pode ficar à vontade…
Eu sabia que estava pisando numa linha perigosa. Mas naquele momento, com o vinho no sangue e o corpo quente, eu não queria mais parar.
Meu coração batia tão alto que parecia que ele podia ouvir. O vinho tinha destruído qualquer resto de vergonha que eu ainda tinha. Respirei fundo, quase tremendo de excitação:
— Tomas… Eu vi vocês dois no seu quarto mais cedo. Vi você e o Rodrigo batendo punheta juntos, assistindo aqueles pornôs bem pesados… de coroas sendo fodidas pelos filhos. Eu ouvi tudo o que vocês falaram sobre mim.
Tomas congelou no meu colo. O corpo dele ficou tenso de repente, mas o pau não amoleceu nem um pouco — pelo contrário, deu uma pulsada violenta dentro da bermuda.
— Mãe… eu… — a voz dele saiu envergonhada.
— Shhh… fica quieto, meu amor. Eu não fiquei brava. Na verdade… eu fiquei molhada pra caralho ouvindo vocês dois falando que eu sou gostosa, que minha bunda e meus peitos são bons pra foder.
Eu senti meu rosto queimar ao dizer aquelas palavras tão sujas para o meu próprio filho, mas ao mesmo tempo minha buceta latejava de tesão. Nunca tinha me sentido tão safada na vida.
— Me responde uma coisa, Tomas… você ainda é virgem?
— Não… eu não sou mais virgem, mãe – disse confiante
Eu arregalei os olhos, surpresa.
— Mas a minha fantasia mais forte, a que eu mais bato punheta pensando… é comer uma coroa. Uma mulher madura, experiente, com corpo carnudo, peitos grandes… igual você.
Aquela confissão me acertou como um choque direto na buceta. Senti um jorro de tesão molhar minha calcinha na hora. Meu filho tinha fantasia de comer coroas… e eu era exatamente o tipo que ele queria.
— Caralho, Tomas… — sussurrei. — Você não tem ideia do quanto isso me deixou molhada agora.
Sem pensar duas vezes, minha mão desceu rápido até a bermuda dele. Puxei o elástico para baixo com força, liberando o pau jovem e grosso do meu filho. Ele pulou para fora, pesado, latejando, com a cabeça inchada.
— Mãe… o que você… — ele começou, surpreso.
Eu não dei tempo para ele reagir. Levantei o shortinho do pijama junto com a calcinha para o lado, expondo minha buceta madura, inchada e encharcada. Subi em cima dele no sofá, abri as pernas e, com uma mão guiando o pau dele, sentei devagar, mas firme, engolindo todo o comprimento de uma vez só.
— Aaaahhh… porra… — gemi alto, sentindo o pau do meu filho abrir caminho dentro de mim, me preenchendo completamente.
Tomas soltou um gemido rouco com as mãos apertando minha cintura por instinto.
— Mãe… caralho… sua buceta… tá tão quente… tão molhada…
Eu comecei a rebolar devagar no colo dele, sentindo cada centímetro do pau dele roçando fundo dentro de mim. Meu quadril subia e descia, minhas coxas grossas batendo contra as dele. Os peitos pesados balançavam dentro da blusinha fina enquanto eu cavalgava meu próprio filho.
— Gostosa, né? — provoquei. — Aguenta uma buceta velha e experiente como a da sua mãe? Hein, filho? Essa buceta que te pariu agora tá te engolindo inteiro…
Tomas só conseguia gemer. Eu acelerei o rebolado, rebolando mais forte, mais fundo, sentindo o pau dele bater no fundo da minha buceta a cada descida. Não durou nem dez minutos. Tomas começou a tremer debaixo de mim, com as mãos apertando minha bunda com força, o pau inchando ainda mais dentro de mim.
— Mãe… eu não aguento… por favor… — ele implorou com a voz desesperada. — Eu vou gozar… posso gozar nos seus peitos?
Eu sorri, safada, e levantei rápido do pau dele, me ajoelhando no sofá. Puxei a blusinha para cima, expondo meus seios pesados e maduros bem na frente do rosto dele.
— Vem, filho… goza pra mamãe. Goza nesses peitos que você tanto fantasia…
Tomas tirou o pau latejante de dentro da minha buceta já começando a gozar pra fora e explodiu jatos grossos e quentes de porra no chão e o restante, nos meus peitos. Ele gemeu alto com o corpo todo tremendo
— Olha o que você fez, meu amor… encheu os peitos da sua mãe de leitinho quente… - eu disse safada, mas meio desapontada porque não gozei e nem tinha começado.
...
Tirei essas fotos depois que ele foi dormir




