Olá, meu nome é Kevin. Sou estudante de arquitetura, namoro uma menina 9 anos mais nova. Ela chama Madalena, "Madá" para os íntimos, que mora e trabalha na cidade vizinha enquanto eu moro em um apartamento deixado por meus pais. No intuito de economizar, decidi alugar um dos quartos. Após algum tempo apareceu o "Almeida", outro jovem estudante que trabalha com entregas. Desde o primeiro contato causou uma boa impressão, e não demorou para estar dividindo o apartamento. O rapaz tinha um corpo bonito, além da boa aparência. Com o passar do tempo e a intimidade adquirida, conversávamos bastante, havendo pouco pudor entre nós. Foi então que na primeira vez que vi Almeida saindo com a toalha de banho enrolada na cintura, notei um grande "volume" marcando na toalha. Assim aconteceu outra vez, e outra depois, e outra seguinte, fazendo o meu pau endurecerse toda vez que lembrava daqueles momentos. Inevitavelmente, um dia aconteceu do tesão e a curiosidade agirem juntos. Seguindo um "plano mirabolante" tirei a chave da fechadura da porta do banheiro dando uma desculpa qualquer sobre tê-la quebrado ou algo assim. O vão que fica em portas antigas como aquela, é o suficiente para ter a visão completa da parte interna do banheiro. Certo dia depois de me cumprimentar na cozinha e após pegar sua toalha, Almeida foi banhar-se após sua sessão de corridas matinais. O som da porta fechando foi o "aviso" que eu aguardava e assim que ouvi, corri tentando não fazer barulho. Agachado e com um dos olhos focado no interior do cômodo, cheguei a tempo de assistir ele primeiro tirando seu shorts, antes de despir-se da cueca. Como se fosse em "câmera lenta", assisti aquela grande e bela rola, enfim revelando-se sem a proteção da roupa íntima, o que confirmou em 100% a impressão de todo o avantajado tamanho ainda que estivesse "mole". Enquanto admirava o que via, acariciava meu pau que enrijecia ao mesmo tempo que engolia a saliva excedente que minha boca produzia. Esse fato repetiu-se por algumas vezes e o foco em uma certa altura havia mudado: Precisava ver aquela piroca dura. Lembro que era uma quinta véspera de feriado e não pude deixar passar uma oportunidade havia se apresentado. Almeida havia chego na casa demonstrando estar em um "estado etílico" avançado. Em meu quarto fumando um baseado, ouvi sons estranhos vindos da sala. Acendendo a luz, vi o rapaz tentando trancar a porta com muita dificuldade. Com problemas até para caminhar, ajudei-o a chegar em seu quarto e o vi "apagando" após se jogar na cama. Estava eu de pé ao lado da cama, deslumbrado sobre a possibilidade que surgia a minha frente. Chamei por seu nome e o "cutuquei" para verificar o quão longe poderia ir naquele momento e sem obter alguma resposta, posicionei seu corpo que estava deitado de lado, de barriga para cima. Senti meu rosto esquentando e o sangue irrigando as veias do meu pau enquanto, trêmulo com o nervosismo, ajudei meu "colega" a despir-se já que esse era o plano infalível na minha cabeça: Caso ele acordasse, estava apenas auxiliando que tivesse um descanso mais agradável, e não vestindo calça jeans e tênis. Primeiro desabotoei a camisa, tirando-a de maneira mais suave possível, já que não queria que o garoto depertasse. Em seguida, foram os tênis e meias. Senti o coração bater mais forte enquanto soltava o cinto e descia o zíper da calça jeans já desabotoada. Mais uma vez puxei devagar revelando a cueca boxer preta que guardava e protegia aquele "monstro". Com a boca cheia d'água enquanto observava aquele contorno, não demorou nem dois segundos para criar coragem e dar o próximo passo. Mais cuidadoso que nas outras peças de roupa, puxei sua cueca bem devagar e finalmente estava a centímetros de distância daquele belo exemplar de pica. Mesmo "dormindo", o membro surpreendia pelo tamanho, e encontrava-se prostrado para direita, como se repousasse, deitado em uma de suas coxas. Juntei um pouco suas pernas para facilitar a retirada total da vestimenta que faltava e Almeida continuava sem demostrar reações. Cheguei com o rosto bem perto da rola a ponto de sentir o cheiro que exalava. A respiração forte de Almeida, fazia parecer que seu pau também "respirava", já que era completamente plausível aquele membro ter "vida própria". Confiante em seu estado ainda pouco consciente e tomado pelo tesão não consegui resistir: Ao invés de tocá-lo com os dedos, meu primeiro contato foi com a língua. Foi um toque bem rápido da ponta no corpo cavernoso antes de voltar a atenção para alguma possível reação do embriagado colega. Seu gosto na minha boca só fez aumentar a vontade de continuar com aquilo. A segunda investida foi mais demorada já que deslizei a língua da base até próximo a "cabecinha". Foi a primeira vez que notei o corpo de Almeida reagindo de alguma maneira, mudando a direção do rosto e movimentando levemente um dos braços. Após observar o rapaz, torcendo para que seja possível continuar com a "degustação", vem a terceira investida: Ainda sem usar as mãos, "provei" agora a "cabeça", e no momento de tirar a língua senti a "babinha" viscosa esticando-se entre a glande e meu lábio. Naquele instante, tudo que eu queria era chupar aquele pau imenso e vê-lo em sua forma final, ao mesmo tempo receoso de Almeida acordar e não gostar ou apoiar aquilo que estaria acontecendo. Decidi continuar com as lambidas. Usando as mãos pela primeira vez, escorei a rola para o outro lado, dando-o assim a atenção completa que merece. Percebi que algo acontecia quando tive a sensação que a piroca estava reagindo aos meus movimentos. O tesão e o tamanho aumentavam na mesma medida, até que pela primeira vez, abocanhei toda a cabeça da piroca ainda de lado. De forma autossuficiente o pau atinge sua forma final independente da vontade de Almeida, que para minha sorte, ainda repousa profundamente. Ajoelhado a beira da cama, baixo minha bermuda e me acaricio enquanto seguro a rola de Almeida como se fosse um "sorvete de casquinha" e aproveito meu "sabor favorito". Em alguns momentos dou uma pausa: As vezes Almeida balbucia palavras indecifráveis, chegando a tocar meu ombro em um momento. O receio de "ser pego" já não existe mais, e vou colocando em prática tudo que aprendi nos "tutorias" que sempre assistia. Aproveito para apreciar também o gosto de "suas bolas" quentinhas, além de engolir o máximo que conseguisse, sempre atentando para fazer o mínimo de barulho possível já que menos da metade daquela pica enorme me fazia engasgar. Continuei mamando por mais um tempo, bati com ele na minha "cara" e demonstrei todo "carinho" que tinha por aquela piroca até que percebendo que não iria aguentar por muito mais tempo, levantei novamente minha cueca e shorts para que os mesmos segurassem toda a porra que meu pau cuspisse. E assim aconteceu: Gozei gostoso com metade do pau do Almeida dentro de minha boca. Suguei todo vestígio de saliva e fluidos misturados que envolviam sua piroca antes de vestir sua cueca desta vez com pressa e de forma menos cuidadosa. O objetivo havia sido alcançado com sucesso e de maneira satisfatória (pelo menos para eu. rs). Saí do quarto como se nada tivesse acontecido e fui me lavar. Só ali, com a água morna escorrendo pelo meu corpo que a ficha caiu e não acreditava no que acabara de fazer. Propositalmente, só não me livrei do gosto de rola da boca, e fui descansar depois de dar uma última "passadinha" no quarto de Almeida para verificar se estava tudo bem. No outro dia, após me encontrar fazendo meu café na cozinha, em meio aos assuntos Almeida diz ter a "sensação" de eu ter aparecido em um sonho seu. Aliviado por perceber que o rapaz não lembrava de nada da madrugada anterior, perguntei qual o teor. Pelas suas reações (que incluem gaguejar e desviar os olhos) ficou claro que Almeida escondia algo, já que por sorte minha, a realidade se confundia com suas memórias. O fato passou sem deixar rastros e a vida naquele apartamento continuou como sempre foi, com a diferença que agora toda vez que vejo Almeida de toalha ou pelo buraco da fechadura do banheiro consigo sentir o gosto apetitoso daquela rola, sempre aguardando uma nova oportunidade. Sempre "brincava" quando conversávamos sobre o assunto, mas ele sempre deixava bem claro sua posição em relação a sua heterossexualidade. Por fim, era inevitável que chegaria o momento em que a vontade atingiria outro patamar. Aos poucos a idéia de que eu precisava sentir aquela piroca invadindo meu cuzinho crescia dentro de minha cabeça: Talvez um "troca-troca" bem gostoso ou outra personagem envolvida... O certo é que aceitaria qualquer condição para poder usar o pau do Almeida e já tentava pensar em algo. Fim ?
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