037 - Eu, ela e ele.

Oi de novo! Meu nome é Kevin, mas acho que isso vocês já sabem. Se acompanharam meu primeiro conto, sabem também que sou "flexível".
Era fim de semana, e como não morava mais sozinho, era eu quem viajava para ficar com a Madá em sua casa. Estou com ela a quase seis meses e até ali minha então namorada já demonstrava não ser adepta de "coisas diferentes" em relação a sexo. Também nunca havia tido uma conversa aberta com ela sobre minha forma de lidar com o prazer.
Após comermos um lanche, Madalena partiu pra cima de mim ainda no sofá. Depois de deixá-la só de lingerie durante os "amassos", carreguei ela no colo até a cama. Agora só de cueca, encaixei minha cabeça no meio de suas pernas e chupei desde seu cuzinho até a buceta. Madá retribuiu com uma gostosa boquete, antes de sentar na minha pica. Enquanto ela mexia, seus belos seios naturais balançavam esfregando em minha boca. Desde que nos conhecemos, eram raríssimas as vezes que ela não gozasse primeiro e quase sempre Madá estava deitada por cima de meu corpo, fazendo-me sentir seus espasmos com riqueza de detalhes.
Depois da primeira transa do fim de semana, estávamos os dois totalmente nus conversando enquanto ainda repousados na cama. Mesmo acompanhado de minha namorada, esporadicamente a rola de Almeida aparecia em minhas memórias, fazendo me lembrar também que havia outro objetivo a se cumprir. E foi em um ponto da conversa sobre meu aniversário que percebi a oportunidade de tentar introduzir aquele "elemento" na minha "equação": Em um primeiro momento Madá pensou que eu estava brincando quando dizia sobre uma terceira pessoa participar do "meu presente" de aniversário, mas não demorou muito para constatar que eu falava muito sério sobre um rapaz que ela ainda não conhecia.
Expliquei tudo o que sabia sobre o Almeida, inclusive sobre o tamanho do "monstro" que guarda na cueca. Surpreendentemente, Madalena se mostrou acessível diante de meu pedido, mas claro que houveram questionamentos: "Como você vai se sentir vendo outro homem me comendo?" ou "Como você sabe o tamanho do pau dele?" foram algumas das perguntas que de certa maneira foram fáceis de responder. Mais uma vez, pude colocar em prática meu discurso sobre "aproveitar tudo que a vida tem a oferecer", o que me ajudou muito a convencer aquela bela menina a participar de meu fetiche, mesmo que ainda não saiba todos os detalhes.
Antes de voltar para minha cidade, ainda transamos mais uma vez na casa do irmão de Madalena. Eu sou apaixonado por bundas (além de ter sido agraciado geneticamente com um belo exemplar) e ficava louco quando minha namorada vestia suas calças jeans apertadas. Enquanto Pietro jogava algum jogo no computador, eu fodia a sua irmã no quarto ao lado e com a porta entre-aberta. Com a calça baixada o suficiente para que minha rola alcançasse a buceta, fazia movimentos abruptos e intervalados enquanto cobria sua boca com uma das mãos.
O amanhecer chegou para revelar uma nova semana tendo início e sem perder tempo conversei com Almeida sobre o possível convite irrecusável. Eram pouco mais de 18 horas e estávamos sentados a mesa enquanto descorriamos sobre vários assuntos. Após um breve momento de silêncio, criei coragem pra propor o ménage.
Pensei que seria mais fácil com o homem, o que demonstrou ser um ledo engano. Almeida havia terminado um relacionamento a pouquíssimo tempo e aquilo parecia mexer muito com ele. Porém, eu já havia convencido uma das partes e já que era ele quem carregava o pau que eu queria, precisava que aceitasse. Mostrei as fotos da namorada e junto aos meus eficazes argumentos, consegui o que queria.
Em comum acordo, marcamos na Sexta que viria a seguir. Antes de buscar Madá, comprei algumas bebidas e fiz a "chuca" (ainda em segredo) já que queria tudo saindo perfeitamente como planejado. Quando chegamos em casa, eu e a namorada, já encontramos com Almeida, banhado e cheiroso. Apresentei os dois agora pessoalmente e sentamos no sofá com Madalena posicionada entre eu e o rapaz. Cada um com sua bebida na mão, conversamos para "quebrar o gelo" e baixar o nervosismo que claramente acometia nos três.
No momento que julguei ideal, antes de dar o primeiro passo, deixei claro para os dois que tudo era permitido dentro daquele apartamento. Peguei os copos de suas mãos e os deixei na mesa de jantar antes de voltar para o sofá na mesma posição que me encontrava.
Enquanto beijava Madá, abaixei bem devagar a parte de cima do vestido o qual usava na ocasião, deixando seus seios a mostra. Almeida assistia tudo em silêncio até o momento em que peguei uma de duas mãos e a posicionei sob uma das coxas de minha namorada. Desci com a boca em direção ao bico de um dos peitos já enrigecido, enquanto vi a mão do rapaz deslizando em direção a buceta ao mesmo tempo que me acompanhava chupando o outro seio disponível. Aproveitando sua distração com a boca de Madalena, abandonei seu corpo por alguns instantes me posicionado a frente de Almeida. Ele só percebeu o que acontecia, quando sentiu minhas mãos abrindo sua calça. Por um breve momento, ele para de beijar Madá, direcionado sua atenção para mim, ajoelhado a sua frente. Continuei com o que fazia após dizer com o olhar para que aproveitasse o momento. Coloquei seu pau ainda semi-duro para fora para que, sem pestanejar, minha garota caísse de boca enquanto eu assistia me tocando. Sem aviso nenhum me juntei a ela chupando o corpo do pau enquanto a mesma deliciava-se com a cabeça. Totalmente entretido na "ação" nem percebi a possível "cara de surpresa" dos dois diante das minhas ações, julgando estar tudo bem, já que não houve resistência até aquele momento. Pela primeira vez (acredito que tenha sido novidade para TODOS os participantes), eu dividia um pau hétero com uma mulher: as vezes nos beijávamos ao mesmo tempo que revezávamos para engolir aquele pau imenso. Deixei a Madá sozinha pagando o boquete, tirei toda minha roupa e aproveitei para tirar as poucas peças de roupa que nos restavam. Como sempre, não resisti a chupar um cuzinho e assim o fiz na minha namorada enquanto ela mantinha o foco na piroca. Era difícil não se apaixonar de novo em cada olhada para trás enquanto fodia sua irresistível buceta. Apenas no olhar, decidimos trocar as posições e agora quem comia sua buceta era Almeida. Porém, antes da primeira estocada, ajudei com a lubrificação enchendo a piroca de baba. Deixei ela curtir aquele "tronco" sem tocá-la por um tempo, para que aproveitasse ao máximo aquele momento só dela. Mas havia chego o objetivo, razão de tudo aquilo estar acontecendo. Minutos antes já havia confidenciado baixo o suficiente para que só ela escutasse sobre eu querer a piroca do Almeida arrombando meu cuzinho. Não era novidade para gente aquela língua acariciando minhas pregas, mas naquela era em um momento muito necessário. Enfiei dois dedos na vaselina e passei por todo meu cu enquanto no processo, ganhava tapas no bumbum. Fiquei de quatro na cama e senti sua mão quente segurando minhas nadegas enquanto a outra me "pincelava" com a rola. Olhei para trás e vi minha namorada de um jeito que nunca imaginaria ver, cuspindo para ajudar. Olhando pra cima, percebi Almeida olhando fixamente para meu rabo, aumentando meu tesão com cada caricia que ganhava.
Relaxei e esperei o contato. E o contato veio!
Pensando no meu bem estar (ou não), as primeiras empurradas foram devagar, até que meu cuzinho se acostumasse com toda aquela circunferência. Minha namorada participava ora me beijando, ora beijando Almeida enquanto o "filho da puta" me fodia um pouco mais rápido. Como se algo fosse capaz de surpreender, Madá tem uma idéia ótima de uso do rapaz. Ela o deita com o corpo totalmente encostado a cama. De um lado, ela senta com a buceta na "cara" do sujeito. Do outro, estava eu sentando naquele pau apontado para cima. Aproveitando-se da posição que eu me encontrava, a gostosa de minha namorada veio para trás me mamar enquanto engolia o pau com a bunda. Aquela sem dúvida foi uma das melhores sensações que pude ter na vida... Obviamente não consegui suportar por muito tempo e explodi na boca de Madalena que já havia sido a primeira a atingir o ápice.
"A gente quer leite..." disse Madá tirando a camisinha enquanto olhava com aqueles olhos "pidões" para o rapaz. Ficamos eu e ela, aglomeradas em cima da piroca, que era masturbada por ele mesmo. Sabia que não iria demorar pra porra jorrar pelo aperto forte que ele deu no meu bumbum. Tirando o que espirrou em nossos rostos, engoli todo o resto "na limpeza" feita com minha boca.
Assim terminava nossa noite com todos os envolvidos contentes e satisfeitos. O que até então parecia impossível de acontecer mostrou-se com potencial e probabilidade grande de se repetir já que tudo ocorreu com naturalidade e a "química" bateu.
Fim ?
Foto 1 do Conto erotico: 037 - Eu, ela e ele.


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Ficha do conto

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ocronistapelado

Nome do conto:
037 - Eu, ela e ele.

Codigo do conto:
258851

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
1