Olá! Eu sou o Kevin e essa é a continuação do relato sobre o amigo de meu tio. No mesmo dia do relato a seguir, despertei de meu sono na casa da Madá, como em quase todo fim de semana. E o que posso lhes dizer é que receber um boquete logo ao acordar está entre as melhores coisas da vida. Se há algo que não posso reclamar do período em que ficamos juntos é de como foi nossa vida "sexual". Existiram várias situações em que minha namorada acordava primeiro e não conseguia resistir ao meu pau duro lhe chamando. Depois de gozarmos gostoso, já que retribuí o carinho chupando sua bucetinha, pela primeira vez ao invés de dizer o que faria resolvi manter aquele segredo comigo. Passamos o dia juntos em casa descansando até que chegou a hora de ir embora. Voltei para minha cidade e tive que me apressar, pois já estava quase na hora do encontro com o "tarado". Tomei banho, fiz a chuca e cheguei na frente do condomínio onde combinamos mais nervoso do que eu imaginava. Demorei alguns minutos para mandar a mensagem dizendo que havia chego no local e quando tomei coragem ouvi o portão da fachada chique autorizando minha entrada. Como sou arquiteto, ainda pude contemplar todo aquele trabalho impecável em um imóvel de alto padrão. Entrei no elevador e quando o mesmo se abriu, já estava no meio da sala do apartamento. Ele me recebeu, vestido de roupas sociais, me chamando para sentar. Notei que já bebia há algum tempo, além do charuto aceso repousado no cinzeiro. Percebendo meu nervosismo, ele tentava "quebrar o gelo" conversando sobre alguns assuntos aleatórios, o que foi eficaz naquele momento. Após eu beber alguns cortes de whisky e enfim relaxar naquele ambiente, a conversa pela primeira vez assumiu um viés sexual. Depois de elogiar minha aparência ele me explicou sobre a questão financeira. Existia um valor fixo, porém havia a possibilidade de um acréscimo caso gostasse muito da minha performance. Tudo foi dito enquanto suas mãos acariciavam alguma parte de meu corpo. Então, a primeira instrução foi que eu me dirigisse a um dos quartos apontados por ele e me preparasse. Chegando no quarto, havia em cima da cama algumas peças de roupa. Ao se aproximar percebi ser roupas íntimas femininas: era uma lingerie preta com cinta-liga, além de meias finas pretas e uma peruca loira. Ao começar a tirar minhas roupas, percebi uma câmera que havia no teto direcionando-se para o canto do quarto onde estava. Continuei me despindo até ficar nú. A primeira peça que vesti foi a calcinha preta fio dental, seguido da parte de cima do conjunto. Depois fixei a cinta, antes de vestir as meias e fixar as presilhas. Completando o "look", na frente do espelho enorme fixado na parede, vesti a peruca. Assim, era a primeira vez que me via completamente montado como uma menina, e a sensação foi estranhamente prazerosa. Saí do quarto bem devagar e não o vi mais no mesmo lugar, quando sua voz me chamou vinda do corredor me fazendo seguir em direção ao quarto que estava com a porta aberta. Ao chegar a porta, vi ele deitado na cama ainda completamente vestido, fora os sapatos já retirados, e com as mãos apoiadas atrás da cabeça. O homem pediu que me aproximasse pela lateral da cama e virasse minha bunda em sua direção. Senti sua mão acariciando minha nádega, antes de sentar-se para continuar com as carícias. Foram beijinhos e mordidinhas antes que voltasse a deitar. Após o carinho ele ordenou que eu tirasse as suas roupas, então subi na cama e ajoelhado comecei pelo cinto. Após afrouxá-lo abri o zíper da calça social e puxei-a pelas pernas antes de voltar minha atenção para a camisa. Desabotoei os botões um a um, sem pressa e ajudei-o a tirá-la jogando a mesma no mesmo lugar onde a calça havia sido deixada. Faltava apenas a cueca e assim o fiz: Durante nossa conversa por aplicativo enviava imagens minhas mas nunca havia retribuição, logo seria a primeira vez que veria a rola dele. A surpresa foi boa já que era bem grossa, a maior circunferência que tive contato até aquele momento. Com a boca já cheia d'água iniciei como sempre faço, lambendo a piroca ainda sem usar as mãos para aí sim, com o pau completamente duro, mamar gostoso. O cara continuou na mesma posição por um bom tempo observando eu de bunda empinada babando na sua pica até que sem avisar interrompeu a boquete, levantou-se e me jogou de bruços na cama. Senti sua língua descendo de meu ouvido, passando pelas minhas costas, até alcançar meu bumbum. A calcinha foi posta de ladinho antes de suas mãos abrirem minhas nádegas e sua língua lambuzar as pregas do meu cuzinho. Ele chupou com vontade e demonstrando experiência no que estava fazendo, pois a cada segundo que passava, aumentava minha vontade de ser arrombado por aquela piroca grossa. Uma de suas mãos deslizou por entre o colchão e meu corpo para acariciar meu pau enquanto sua língua fodia meu cuzinho. Após "degustar" minha bunda chegou o momento que ambos desejavam. Atendendo seu pedido, vesti a camisinha na sua rola e me posicionei de quatro na cama pedindo com os olhos para que me fodesse logo. Antes que ele me arrombasse, enchi meu cú com o máximo se saliva que pude produzir na boca e contando com a lubrificação do preservativo esperei ansioso sua piroca me "invadir". Louco de tesão como ele, não senti dor alguma desde a primeira estocada que já veio com vontade. O safado socava a piroca sem dó enquanto puxava a parte de cima do conjunto de lingerie com tanto força, que dava para ouvir o tecido se rasgando. A velocidade era compassada e frenética mostrando toda vitalidade (e o possível efeito da medicação rs) daquele senhor. Meu bumbum ardia de tanto tapa que "ganhava" daquelas mãos ásperas e pesadas, mas nada atrapalhava o prazer que estava sentindo enquanto minhas pregas eram "laceadas." Percebi que ele iria gozar quando puxou meu corpo em direção o dele, ficando ambos com os joelhos dobrados na cama, e segurando no meu pescoço aumentou a intensidade das socadas. O "leite" veio junto de um gemido alto e de quatro "estocadas" fundas e espaçadas dentro do meu cuzinho. Com o pau ainda pulsando dentro de mim fui surpreendido com uma punheta, mantendo uma de suas mãos ainda em meu pescoço, fazendo com que meu sêmen se espalhasse por todo lençol branco de sua cama. Só esperei ele "desencaixar" e seguir para o banheiro da suíte para poder deitar meu corpo ainda trêmulo em uma das poucas partes secas do colchão. Fui tirando todas as roupas íntimas enquanto ouvia o barulho do chuveiro vindo do banheiro que encontrava-se com a porta aberta. Como fiquei na dúvida se podia ou não, preferi esperar minha vez de se lavar ao invés de ir ao encontro dele. Seu telefone não parava de tocar e após eu avisar ele me pediu para que levasse até ele, sendo que no caminho vi que era sua esposa tentando contato. Ele atendeu debaixo do chuveiro mesmo e antes que eu saísse do banheiro vi seu gesto pedindo para que esperasse. Após falar com a esposa o mesmo me convidou para juntar-se a ele no espaçoso box. Me posicionei em baixo do chuveiro desocupado de costas para ele, já que haviam dois, e enquanto deixava a água morna escorrer pelo meu corpo senti seu pau já duro esfregando em minha bunda. Instintivamente apoiei as duas mãos na parede e sem que dissessemos uma só palavra, ele enfiou seu pau no meu cuzinho ainda lasciado. Segurando na minha cintura, o safado me fodia no pelo, mesmo que eu já estivesse "desmontada de menina". Tentei pedir para que não fizessemos aquilo sem preservativo mas fui ignorado enquanto era "comido" com uma intensidade bem maior que da primeira vez ainda na cama. A água que caía do chuveiro sobre nós, me fazia sentir a fricção de cada socada e apesar da dor um pouco maior, o prazer sobressaía. No momento em que comecei gemer mais alto, uma daquelas mãos pesadas se soltou da minha cintura vindo direto para minha boca, primeiro tapando-a até me fazer "engolir" seus dedos. Quando a mão escorregou da boca para meu pescoço, presumi que seria sua segunda gozada e assim aconteceu, enchendo meu cuzinho de porra. Ainda de costas e com vergonha de olhar para o tarado, senti o "leite" escorrer para fora de mim, se misturando com a água e vazando pelo ralo. Fiquei por um bom tempo ainda no banheiro, e quando desliguei o chuveiro ouvi a voz vindo do quarto me pedindo a chave pix. Sem muito diálogo ainda ouvi alguns elogios enquanto me arrumava para enfim deixar aquele apartamento, me despedindo e descendo de elevador até o hall do prédio. Em meu celular estava a notificação da quantia que havia ganho de "presente" quase duas vezes mais do que o combinado. Aquela foi a primeira vez que me senti um brinquedo sexual de verdade, que foi usado para o prazer alheio em troca de dinheiro, que era bem vindo mas não o mais importante. A situação toda realmente mexeu com minha cabeça. Pode se dizer que esse evento foi o ponto de partida para que eu me tornar o que sou hoje. A partir dali, minha passividade aos poucos começou a tomar conta, quando pensava na busca de satisfazer meus desejos sexuais. Fim.
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