A mensagem que havia chego em meu celular tinha Madá como remetente. Eu mal havia descansado e já estava na iminência de mais satisfação sexual. Após os cumprimentos, era o texto a seguir que importava: Minha ex-namorada havia conhecido um pessoal e dentre eles havia o Anderson. Ela me explicou que seu novo colega era um (promissor) futuro bi e ainda "curioso", perguntando-me na sequência se estaria interessado em ajudá-lo a sanar essa dúvida. Peguei o contato e somente no outro dia tratei de analisar a situação. O chamei pelo whatsapp e durante as conversas fui descobrindo várias coisas, dentre elas, que o mesmo já havia ficado com Madá e que também queria "experimentar" de tudo, sem excessões. Combinamos então a arte milenar do "troca-troca" e com a idéia sendo aprovada por ambas as partes envolvidas, a partir daquele momento começamos a trocar algumas fotos de nossos corpos. Então, lá fui eu para o banheiro do escritório de arquitetura o qual faço parte, fotografar meu rabo e enviar pra um (ainda) desconhecido. Para mim o "jogo" começa assim, já que tenho um tesão absurdo só de imaginar meu corpo ser desejado. Ao mesmo tempo que enviei, recebi fotos de frente/verso e naquele instante pude constatar que nossas rolas eram bem parecidas e usando as mesmas palavras que ele para definir a minha: sua bundinha era igualmente redondinha e apetitosa. Depois da aprovação visual marcamos data, hora e local. Foi então que no outro dia por volta das 20 horas nos encontramos na casa em que ele morava. Avisei que havia chego pelo telefone e aguardei sua resposta, que veio após alguns minutos me dizendo que estava no banho e já me receberia. Após algum tempo o encontro então aconteceu na porta de sua casa, sendo a primeira vez que estavamos frente a frente. Ainda sentindo um certo nervosismo de sua parte, o que sei ser toralmente compreensível por já ter estado também do outro lado, ouvi dele que aquele já seria o terceiro banho que tomava, preocupado em estar bem limpo para aquela noite. Sentamos no sofá onde bebemos, fumamos um baseado e conversamos um pouco até o momento que o senti mais relaxado e resolvi sentar bem próximo a ele. Interrompendo o assunto, tirei o copo de bebida da mesma mão que repousei por cima da calça sobre meu pau. Mesmo demonstrando não saber muito o que fazer, ele entendeu aquela interação e iniciou com as carícias, fazendo minha rola endurecer rapidamente. Abri a braguilha e baixei um pouco a calça e cueca fazendo com que meu pau saltasse pronto para fora. Dessa vez não precisei direcionar sua mão, que por conta própria segurou-me com gentileza. Arriscando alguns movimentos e ainda precisando de auxílio sobre o que fazer, segurei em sua cabeça e com a mesma gentileza baixei-a em direção a minha rola. Anderson enfim fazia sua primeira boquete da vida e após demonstrar sua falta de experiência no início, Anderson encontrou seu ritmo e melhorava a cada mamada enquanto com uma das mãos acariciava sua piroca. Cheio de tesão e pronto para o "próximo passo", interrompi a chupada e o levantei junto comigo do sofá pedindo para que nos levasse até o quarto. Chegando no cômodo já fui tirando toda minha roupa e Anderson percebeu rapidamente que teria que acompanhar. Agora toralmente nús, pedi para que ele deitasse de barriga para cima na cama, pois já era hora de eu aproveitar um pouco daquela rola já dura. Com a boca cheia d'água, me posicionei contrário e comecei a mamada ao mesmo tempo que era chupado do outro lado do "69". Aos poucos percebi que Anderson ia deixando o nervosismo de lado, já que senti suas mãos apertando com força minhas nádegas enquanto do outro lado, eu chupava sua pica com vontade. Depois de alguns minutos sentindo os gostos um do outro, decidi avançar de nível naquela lição e fiquei de quatro na cama antes de pedir para que o rapaz chupasse meu cuzinho. Algumas coisas aconteciam instintivamente, como por exemplo eu não precisar pedir que me "punhetasse" enquanto fodia meu cú com a língua, sendo esse um dos outros vários momentos que tive de me segurar para não gozar muito rápido. Na minha vez de retribuir, Anderson apoiou as duas mãos na cabeceira da cama e arqueando a coluna jogou a bundinha para trás, como um belo "convite" que foi prontamente aceito. Ele se contorcia de tesão no momento em que descobria o quão gostoso era um "beijo grego." O terceiro e mais esperado avanço de nível foi de iniciativa de um Anderson totalmente diferente do início que interrompe o que eu estava fazendo pra dizer que estava preparado para o avanço. Vesti a camisinha e abri o gel enquanto ele continuava na mesma posição observando tudo que fazia virando apenas o rosto para trás. Apenas abri um pouco mais suas pernas e já protegido e todo lambuzado de gel, posicionei minha rola na entrada do cuzinho e devagarzinho fui empurrando pra dentro. Aos poucos, eu ia invadindo aquele cú apertadinho e virgem. Meu "controle" era a intensidade em que ele apertava uma das minhas mãos posicionadas em sua cintura. As primeiras penetradas foram bem devagar, como não poderiam deixar de ser, aumentando gradativamente ao mesmo tempo que respeitava seus limites. Não demorou muito para atingirmos o ritmo ideal e lá estava eu de novo, me segurando para não gozar. Eu fodia Anderson tapando sua boca com uma das mãos enquanto a outra segurava e punhetava seu pau. Aguentei por alguns minutos naquela posição cansativa para minhas pernas até que mudei de ativo para passivo antes que não suportasse mais segurar a gozada. Ajeitei os travesseiros e deitei-o de piroca pra cima e antes de colocar sua camisinha, aproveitei para dar mais uma mamadinha rápida. Passei gel em nós dois e virado de costas para ele sentei gostoso naquela pica dura como uma pedra. Cavalguei igual uma vagabunda, gemendo alto junto com a sensação daquele caralho entrando todinho no meu cuzinho em cada quicada. Quando cansava, Anderson assumia os movimentos e foi em um desses momentos que ele disse que iria gozar. Essa foi a deixa para que eu parasse com o esforço de me segurar e foi assim que nós dois gozamos quase que ao mesmo tempo. Eu, como já havia tirado a camisinha, sujei todo seu lençol com toda aquela porra que jorrava do meu pau pouco depois de sentir a piroca pulsante dentro de mim. Para finalizar a nova experiência do rapaz, tirei sua camisinha e tratei de "limpar" toda aquela bagunça com a boca, não deixando um vestígio sequer na rola ainda ereta. Foi nessa hora, o único instante em que fui surpreendido naquela situação: após eu sugar o restante do sêmen ele me puxou e beijou-me na intenção clara de sentir o próprio gosto. Retribuí o ato e confesso que um beijinho que possuia uma função, tornou-se intenso e mais demorado do que deveria por minha causa (hehe). Deixei-o deitado mexendo em seu celular enquanto fui tomar um banho. Depois de sua vez de se limpar, sentamos a mesa para nos alimentar e agora, depois de passado toda tensão por parte dele, parecia que nada havia acontecido tamanha a naturalidade. Após jogar conversa fora e invadirmos a madrugada o sono veio e junto dele o convite de dormir ali em seu apartamento naquele dia, e assim aconteceu. No outro dia de manhã, despertei antes do Anderson e vestido de cueca tomei a liberdade de ir para a cozinha preparar um café da manhã. Focado na preparação da refeição, nem percebi Anderson chegando por trás antes de me encoxar e abraçar-me por trás. Diferente de mim, ele estava pelado e me pressionando contra o balcão da cozinha, virou meu rosto para lamber meus lábios. Novamente retribuí beijando-o de volta e lá em baixo, senti seu pau agora duro me cutucando. Ainda me mantendo na mesma posição, o safado baixa minha cueca e abrindo minhas nádegas enche meu cuzinho de cuspe. Continua...
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.