Esposa Professora - Conhecendo nossos limites - Parte 5
A cada noite, o nosso quarto deixava de ser um refúgio de casal para se tornar um laboratório de sensações proibidas. Eu aprendi que, para Sofia, a negação era o combustível. Quanto mais ela dizia "não faça isso", mais o corpo dela clamava pelo "isso". Naquela noite, decidi levar o jogo ao limite da sugestão. Não usei brinquedos, nem bilhetes. Usei apenas a minha posição de observador submisso. O Jogo das Sombras Sofia estava deitada de bruços, a pele branca das costas contrastando com o lençol escuro. Eu não a toquei de imediato. Fiquei apenas ali, sentado na beira da cama, ajustando meus óculos e observando as curvas dela sob a luz da lua que filtrava pela persiana. — João... o que você está fazendo? — ela perguntou, a voz abafada pelo travesseiro, mas sem se virar. — Apenas admirando como você fica quando acha que ninguém está olhando — respondi baixo. Comecei a acariciá-la de uma forma desconexa. Usava a ponta dos dedos em um ombro, enquanto com a outra mão eu roçava levemente a parte interna da sua coxa grossa. Eu queria que ela perdesse a referência de onde eu estava. Queria que ela sentisse como se várias mãos a estivessem explorando ao mesmo tempo. A Entrega e a Negação Sofia começou a reagir. Ela arqueou as costas, e aquela bunda monumental, que ela insistia em esconder sob roupas folgadas durante o dia, agora parecia buscar o meu toque. Eu deslizei para trás dela e comecei a massagear seu ânus com movimentos circulares e lentos, enquanto minha outra mão puxava levemente seu cabelo castanho. — Pare com isso... — ela gemia, mas o quadril dela se empurrava contra meus dedos com uma fúria cega. — Você sabe que eu odeio quando você me toca assim, como se... como se eu fosse de qualquer um. — De qualquer um, Sofia? Ou de todos? — provoquei, sentindo a umidade dela transbordar. Ela não respondeu. Em vez disso, ela mesma começou a esfregar a própria buceta contra o lençol, em um movimento frenético, enquanto meus dedos continuavam a invasão por trás. Ela estava em um transe de prazer e culpa. Ela buscava o toque duplo, implorava por ele com gemidos curtos, mas assim que o orgasmo a atingiu — um espasmo violento que a fez perder os sentidos por alguns segundos — a máscara voltou. O Silêncio Cúmplice Ela se virou, os olhos castanhos marejados e o rosto corado. — Eu não aguento mais essas suas sugestões, João. Você me induz a sensações que me deixam confusa. Eu não sou essa mulher que você tenta inventar. Eu apenas sorri, aquele sorriso gentil de quem conhece o segredo mais profundo do outro. Levantei-me, guardei o que precisava ser guardado e me deitei ao seu lado, mantendo a distância respeitosa que ela exigia após cada "transgressão". Sabíamos, sem precisar dizer, que no dia seguinte ela estaria na escola, vestindo suas roupas largas, sentindo o eco daquela noite e se refugiando novamente no banheiro dos professores para tentar aplacar a vontade que eu, deliberadamente, estava cultivando nela. O jogo não precisava de nomes ou de terceiros reais. Bastava a ideia, plantada no escuro, de que Sofia era muito mais do que a professora dedicada que o mundo via.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.