A porta da presidência foi trancada por dentro. O perfume caro de Daniela misturou-se ao aroma de café e ao cheiro persistente de couro. Alice estava de pé, num canto, usando um vestido de malha tão justo que a ausência de costuras laterais revelava que ela seguia à risca o "Código das Calcinhas" imposto por Sofia.
— Então esta é a famosa Alice... — Daniela disse, caminhando ao redor da garota com a elegância de uma pantera. Ela parou atrás de Alice e, sem aviso, apertou aquela bundinha saliente com as duas mãos. — Sofia me disse que ela é magrinha, mas tem uma firmeza... interessante.
A Lição de Adoração
Sofia, sentada no meu colo, observava tudo com um orgulho maternal e perverso. — Mostre a ela, Daniela. Mostre como nós cuidamos do João e como ela deve se posicionar quando estivermos todos juntos.
Daniela puxou Alice pelo braço e a forçou a se ajoelhar no tapete felpudo da sala, de frente para mim e para Sofia. — Olhe bem, Alice — Daniela ordenou. — Você é a aprendiz, mas hoje você vai ser o nosso suporte.
Daniela começou a despir Sofia diante de Alice. O contraste era uma obra de arte: os seios fartos e os quadris largos de Sofia sendo revelados para a secretária magra, que assistia a tudo com uma respiração curta e ruidosa. Daniela então forçou Alice a se aproximar e a beijar os pés de Sofia, enquanto eu começava a despir Daniela.
O escritório transformou-se em um santuário de adoração. Sofia, em um gesto de submissão absoluta a mim, deitou-se sobre a mesa, enquanto Daniela usava Alice como um objeto decorativo, obrigando a jovem a segurar as pernas de Sofia abertas enquanto nós três nos fundíamos.
O Aroma da Entrega Coletiva
O cheiro no ambiente mudou drasticamente. Já não era apenas o perfume de Daniela ou a limpeza de Alice. Era o odor pesado do sexo do trisal, que Alice era obrigada a aspirar de perto. Sofia fazia questão de puxar o rosto da secretária para perto da sua intimidade, para que a garota sentisse o cheiro do sêmen e do prazer.
— Sinta, Alice... — Sofia gemia, enquanto eu a possuía. — Este é o cheiro do poder. Este é o cheiro de uma mulher que pertence totalmente ao seu homem e à sua amante.
Daniela, sentindo a excitação de Alice, deslizou a mão por baixo do vestido da garota e confirmou: a renda estava encharcada. Daniela retirou os dedos e os levou ao meu nariz e depois ao de Sofia. — A pequena aprendiz está aprendendo rápido demais, João. Ela já exala o mesmo vício que nós.
O escritório estava mergulhado em uma luz âmbar. Alice já não tremia mais; havia uma aceitação sombria em seus olhos, uma submissão que Sofia esculpira com paciência. Daniela, com um vestido de fenda generosa, servia o último drink da noite.
— Chega de lições teóricas — anunciou Sofia, levantando-se e caminhando até Alice. — Hoje, a empresa fecha para o mundo, mas abre para a verdade.
O Batismo Final
Sofia e Daniela, em um movimento coreografado, começaram a despir Alice. A garota permaneceu estática enquanto suas roupas de trabalho caíam, revelando a silhueta magra e a bundinha saliente adornada pela renda minúscula que agora era sua marca registrada. Sofia então se ajoelhou e, com um gesto solene, retirou a última barreira de Alice.
— João, sinta o aroma final — Sofia chamou.
Eu me aproximei. O cheiro de Alice havia mudado permanentemente. Já não havia lavanda ou algodão; havia o cheiro denso de uma mulher que passara o dia excitada sob ordens superiores. Era um odor de almíscar jovem misturado à renda preta. Sofia e Daniela se posicionaram de cada lado da garota, formando uma moldura de carne madura e farta em torno da magreza da aprendiz.
Eu a possuí ali mesmo, na poltrona da presidência, enquanto Sofia e Daniela se beijavam apaixonadamente sobre nós, tocando o corpo de Alice, guiando seus movimentos e incentivando seus gemidos. Sofia admitiu, entre um beijo e outro em Daniela, que ensinar Alice a ser submissa a tornara ainda mais dependente do meu domínio.
A Consagração do Trisal
O ápice foi uma explosão de sentidos. Gozei em Alice sob o olhar de adoração de Sofia e Daniela. Assim que terminei, como se fosse um rito de passagem, Sofia ergueu a bunda e se posicionou para que eu a possuísse também, querendo sentir o meu calor misturado ao rastro que eu deixara na secretária.
No final, estávamos os quatro no chão de carpete do escritório. Sofia, exausta e feliz, deitou-se entre minhas pernas e as de Daniela. Alice, a pupila agora batizada, começou a limpar o rastro do nosso prazer coletivo com a delicadeza que Sofia lhe ensinara.
— Nessa cidade, João, as regras são nossas — sussurrou Sofia, olhando para a secretária e depois para Daniela. — A Sofia de antigamente morreu. O que sobrou é essa mulher que você vê: uma mestra para ela, uma amante para ela, e uma vadia completa para você.
O capítulo se encerrava com a promessa de que a empresa não seria apenas um local de negócios, mas o laboratório onde o nosso trisal exploraria cada limite da nova liberdade.


Caramba que conto delicioso !