Esposa Professora - Conhecendo nossos limites - Final
O jogo de negação tinha um prazo de validade, e nós dois sabíamos disso. Naquela noite, a atmosfera no quarto não era de disputa, mas de uma rendição mútua. Eu não precisei pegar o consolo na gaveta; Sofia já o tinha deixado sobre a mesa de cabeceira. A Imagem da Entrega Sem que eu dissesse uma palavra, ela se posicionou. Ficou de quatro sobre a cama, aquela silhueta monumental que eu conhecia tão bem, agora exposta sob a penumbra. Com um movimento decidido, ela pegou o consolo com ventosa e o fixou firmemente na cabeceira de madeira. Eu a penetrei por trás, sentindo o calor e a densidade das suas coxas. Sofia não reclamou. Ela inclinou o corpo para a frente e envolveu o objeto de silicone com os lábios, mamando-o com uma entrega absoluta, fechando os olhos como se estivesse em outro lugar, com outra pessoa, ou talvez com várias. O som da sucção misturado aos nossos corpos se batendo criava uma sinfonia rústica. Ela não precisava admitir com palavras que desejava aquilo; o modo como ela buscava o objeto, como se perdesse nele, era a confissão mais pura que eu poderia receber. Sofia gozou intensamente, o corpo tremendo contra o meu, ainda agarrada ao silicone, em um clímax que parecia ter durado uma eternidade. A Calma Após a Tempestade Minutos depois, o silêncio que se seguiu não era frio. Sofia se aninhou entre minhas pernas, deitando a cabeça no meu colo enquanto eu acariciava seus cabelos castanhos, agora levemente bagunçados. Eu, o João de sempre, o empresário de óculos e gestos calmos, era o porto seguro para aquela mulher que acabara de explorar seus abismos. — João... — ela começou, a voz baixa, quase um sussurro. — Eu não sei o que está acontecendo comigo. Essas sensações... eu nunca senti nada parecido em vinte anos. — É a sua liberdade florescendo, meu amor — respondi, mantendo a carícia constante. — É assustador — ela continuou, olhando para as próprias mãos. — Eu sinto que estou descobrindo uma Sofia que eu escondi até de mim mesma. Eu estou adorando, mas me sinto perdida. Me pede... me pede paciência. Vá com calma comigo nessas descobertas. Eu não quero me perder de você, mas sinto que preciso ir mais fundo nisso. Eu a apertei um pouco mais contra mim. A cumplicidade ali, naquele momento de pós-sexo, era o ápice de tudo o que havíamos construído. Eu sabia que a semente da curiosidade estava agora em solo fértil. O Primeiro Passo Digital Mais tarde, quando achei que ela já dormia, vi o brilho fraco da tela do celular sob o cobertor. Sofia não estava verificando e-mails da escola ou cronogramas de aula. Meus olhos, treinados para observar detalhes, captaram fragmentos das buscas que ela fazia: "fantasias de submissão feminina", "excitação em lugares públicos" e, finalmente, termos que faziam meu coração de cuckold bater mais forte. Ela estava tentando dar nome ao que sentia. E, mais do que isso, estava tentando entender o meu incentivo, a minha calma diante da sua devassidão. O capítulo da nossa vida "comum" estava definitivamente encerrado. O que viria a seguir, entre as salas de aula e o nosso quarto, seria uma história que nenhum de nós dois poderia ter previsto.
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