Capítulo 3 - Sofia e seu aluno.
Eu sempre gostei do ambiente escolar. O cheiro de giz, o barulho dos corredores e a aura de autoridade que Sofia exalava ali. Naquela tarde de terça-feira, decidi buscá-la sem avisar. Estacionei o carro e caminhei até o pátio interno, perto dos armários do terceiro ano, onde ela costuma passar para entregar os diários de classe.
Antes de avistá-la, ouvi as vozes. Um grupo de três rapazes, entre eles o Francisco, estavam encostados na parede, rindo baixo com aquela energia crua de quem tem dezoito anos e testosterona sobrando.
— Cara, você viu a "fessora" hoje? — um deles disse, a voz rouca. — Aquele camisete branco estava quase estourando nos peitos dela quando ela se inclinou para escrever no quadro.
— Peito é pouco, meu irmão — Francisco retrucou, os olhos fixos no corredor por onde ela acabara de passar. — Você viu aquela bunda quando ela subiu o degrau do tablado? É gigante. Eu me masturbei ontem pensando naquele volume balançando. Daria tudo para enterrar a cara ali.
Meu coração disparou. Não de raiva, mas de uma satisfação profunda, típica de quem sabe que possui um tesouro cobiçado. Sofia apareceu logo em seguida, caminhando com sua postura impecável, o blazer escondendo o que os garotos acabavam de descrever com tanta luxúria.
O Confronto no Carro
Assim que ela entrou no carro e me deu um beijo rápido, eu senti a tensão nela. Ela parecia exausta.
— Aconteceu algo? — perguntei, engatando a marcha.
— Esses meninos, João... estão cada dia mais insolentes — ela bufou, ajeitando os óculos. — Francisco não para de me encarar. Me sinto despida.
— Talvez porque você seja, Sofia — eu disse calmamente. — Eu acabei de ouvir o Francisco dizer aos amigos que se masturbou pensando na sua bunda e no volume dos seus peitos.
Sofia travou. O rosto dela ficou escarlate.
— Isso é mentira! — ela disparou, a voz trêmula de horror. — Eles não fariam isso. Eu sou uma mulher séria, João. Além disso... eu sou gordinha, tenho quase o dobro da idade deles. Eles não olham para mim desse jeito. Eles buscam as meninas da idade deles, de barriga de fora.
— Você se subestima, meu amor — respondi, parando em um sinal vermelho e colocando a mão sobre a coxa grossa dela, apertando o tecido da calça. — Para eles, você é o fruto proibido. A autoridade que eles querem desonrar.
A Transa do Espelho
Chegamos em casa e o clima de "horror" dela começou a se transformar em uma curiosidade doentia. No quarto, enquanto ela se despia, eu a obriguei a parar na frente do espelho de corpo inteiro.
— Olhe para o que o Francisco vê — eu ordenei, ficando atrás dela. — Olhe para esse quadril, para o modo como seus peitos pesam. Ele imagina exatamente isso aqui.
Sofia respirou fundo, as mãos espalmadas no vidro. Eu a penetrei ali mesmo, de pé, levantando sua blusa e deixando seus peitos fartos balançarem contra o espelho. A imagem era suja e excitante.
— Ele se masturbou pensando nisso, Sofia? — provoquei, estocando com força. — Ele imaginou o meu pau entrando em você ou o dele?
— Para, João... é horrível... — ela gemia, mas seu corpo dizia o oposto. Ela começou a rebolar contra mim com uma fúria nova. — Ele não pode me ver assim... ele não pode saber que eu sou tão safada...
Eu a virei e a possuí com força, gozando em seu ventre enquanto ela gritava, em um misto de prazer e desespero. O suspense ficou no ar: ela achava que Francisco não a via, mas no fundo, ela acabara de descobrir que o olhar dele era o combustível que faltava para a sua nova fase.
— Amanhã você vai com aquela blusa azul, a mais justa — eu disse, limpando-a com carinho. — Quero ver se ele vai conseguir prestar atenção na aula.
Sofia não disse "não". Ela apenas me abraçou, o silêncio confirmando que a professora recatada acabara de perder a primeira batalha para a mulher que adorava ser desejada por garotos.
A quarta-feira começou com um silêncio cúmplice. Enquanto Sofia se vestia para a escola, notei que ela demorou mais tempo em frente ao espelho. Ela não sabia que eu observava pela fresta da porta. Vi quando ela retirou uma calcinha de algodão bege da gaveta e, após um segundo de hesitação, a trocou por um fio-dental de renda preta que eu havia comprado meses atrás. Ela se observou de perfil, empinando a bunda imensa, conferindo se a costura sumia sob a calça de alfaiataria.
Naquela tarde, Daniela apareceu em nossa casa antes de Sofia chegar da escola. Ela estava radiante, com uma blusa de seda que deixava seus ombros à mostra.
— Onde está nossa professora favorita? — Daniela perguntou, servindo-se de um drink com a liberdade de quem é dona da casa. — Soube que o clima na sala dos professores está... aquecido.
Antes que eu pudesse responder, Sofia chegou. Ela parecia elétrica, o rosto levemente corado. Mal cumprimentou Daniela e foi direto para o banheiro. Quando voltou, trazia uma reclamação que, para mim, soava como um banquete.
— João, aquele menino... o Francisco... ele está passando dos limites — ela disse, sentando-se à mesa, enquanto Daniela a observava com um sorriso felino. — Hoje, durante a correção, ele se aproximou tanto que eu senti a respiração dele no meu pescoço. E ele não olhava para o caderno, João. Ele ficava fixo no meu decote, como se estivesse tentando enxergar o que tem por baixo.
— E o que ele viu, Sofia? — Daniela interrompeu, a voz carregada de uma malícia que me fez arrepiar. — Você facilitou o ângulo ou apenas deixou que o garoto se perdesse na paisagem?
O Jogo das Amigas
Sofia tentou protestar, mas Daniela se levantou e caminhou até ela.
— Deixa eu ver uma coisa — Daniela disse, puxando levemente o cós da calça de Sofia por trás, diante dos meus olhos. — Ah... eu sabia. Fio-dental preto para dar aula de Literatura, Sofia? Você diz que ele é abusado, mas está entregando o mapa do tesouro para o garoto.
Daniela então fez algo inesperado. Ela deslizou a mão por dentro da calça de Sofia, tocando a pele branca e macia da sua bunda na minha frente, fingindo que eu não era o foco da cena. Sofia soltou um gemido curto, um misto de protesto e entrega. Elas trocaram um olhar carregado de segredos de adolescência, e Sofia não recuou. Pelo contrário, ela se inclinou para o toque da amiga.
A Transa do Desabafo
Quando Daniela foi embora, Sofia explodiu em uma mistura de nervosismo e tesão. No quarto, ela me contou que o olhar de Francisco a seguiu o dia todo, e que a sensação de estar usando aquela calcinha minúscula enquanto ele a "comia com os olhos" a deixou encharcada.
— Eu me senti uma vadia, João — ela gemia, enquanto eu a jogava na cama e arrancava aquela calça. — A Daniela percebeu, o garoto percebeu... todo mundo sabe que eu estou escondendo uma safada sob esse blazer!
Eu a penetrei com fúria, usando a própria calcinha fio-dental como uma corda para puxar seu quadril contra o meu.
— Ele queria ver isso aqui, Sofia? — provoquei, mordendo o seu ombro. — Ele queria ver como o seu rabo engole essa renda enquanto eu te possuo?
— Sim! — ela gritou, perdendo a linha da professora recatada. — Ele quer me ver sendo usada! Ele quer ver a porra escorrendo por onde ele não pode tocar!
Gozei com violência nas costas dela, vendo o sêmen escorrer pela brancura da sua pele, imaginando o que Francisco faria se soubesse que a professora que ele tanto cobiça estava ali, totalmente entregue à desonra que ele apenas sonhava em cometer.
O suspense para o dia seguinte estava selado: a calcinha já não era mais segredo, e o decote de Sofia seria o próximo território a ser invadido pelo olhar, ou pelas mãos, do aluno.
O Gosto da Verdade
A quinta-feira amanheceu com uma tensão elétrica. Sofia decidiu que, após a aula, passaria na academia, então vestiu uma calça legging de cintura alta, daquelas que comprimem a barriga mas deixam a bunda imensa e redonda em evidência, marcando cada detalhe da sua anatomia. Por cima, um camisete branco que, ao menor movimento, revelava o contorno dos seus seios fartos.
Daniela estava lá novamente no final da tarde, como se soubesse que a resistência de Sofia estava por um fio. Enquanto tomávamos um vinho, Sofia reclamava, com as mãos trêmulas, sobre como o dia tinha sido difícil.
— Aquele garoto, o Francisco... ele não tem limites — Sofia disse, tentando manter a postura. — Ele me mandou uma mensagem no meio da aula. Eu senti o celular vibrar na minha coxa e, quando abri no banheiro... era uma foto. Do pau dele, João. Rígido, enorme... ele disse que está apaixonado, que não consegue mais dormir.
— E você ficou horrorizada, imagino — Daniela disse, levantando-se e caminhando até Sofia com aquela elegância predatória.
— Fiquei! — Sofia mentiu, os olhos baixos. — Eu não senti nada, além de nojo.
A Prova Real
Daniela soltou uma risada curta. Ela parou atrás de Sofia e, sem pedir licença, deslizou a mão por dentro da legging apertada da minha esposa. Sofia deu um pulo, mas Daniela a segurou pelos ombros.
— Vamos ver o quanto de nojo você sentiu, "fessora" — provocou Daniela, mergulhando os dedos na intimidade de Sofia diante de mim.
O quarto ficou em silêncio, apenas o som da respiração ofegante de Sofia. Daniela retirou a mão, os dedos brilhando, encharcados pelo desejo que Sofia tentava negar.
— Nojo, Sofia? Você está derretendo — Daniela disse, e então, num gesto de domínio absoluto, levou os dedos molhados à boca de Sofia. — Prova. Sente o gosto da sua própria mentira.
Sofia arregalou os olhos, mas abriu a boca, sugando os dedos da amiga enquanto olhava para mim, buscando o meu julgamento e encontrando apenas a minha aprovação silenciosa. Daniela, então, retirou os dedos da boca de Sofia e os levou à própria boca, saboreando a excitação da minha esposa com um prazer quase animal.
— Deliciosa — Daniela sussurrou para mim. — Você tem uma joia em mãos, João. Uma joia que está louca para ser lapidada por aquele aluno.
A Transa do Incentivo
Quando ficamos sós, a raiva de Sofia contra o Francisco se transformou em uma combustão espontânea. Ela me mostrou a foto no celular, as mãos suando. O pau do garoto era realmente impressionante.
— Ele é um animal, João! Como ele se atreve? — ela gritava, enquanto eu a jogava de bruços na cama, mantendo a legging até os joelhos.
— Ele se atreve porque sabe que você quer — eu disse, entrando nela com força, sentindo a umidade que Daniela havia revelado. — Você vai responder a ele. Vai dizer que a foto é bonita, mas que ele precisa se comportar se quiser algo mais.
— Eu não posso... — ela gemia, mas enquanto eu a possuía, ela mesma pegou o celular e começou a digitar, incentivada pelo meu ritmo. — Eu sou uma vadia... eu estou excitada com o pau de um menino que podia ser meu filho...
Eu gozei fundo nela, sentindo que a barreira final havia caído. Sofia agora não era apenas a professora desejada; ela era a mulher que alimentava o desejo do seu caçador. O suspense para o dia seguinte era inevitável: com a mensagem de incentivo enviada, o que Francisco faria ao encontrá-la nos corredores vazios da escola?
Os pés de Sofia
O ar na sexta-feira de manhã estava carregado de uma sobriedade forçada. Sofia se vestia com uma fúria contida, apertando o nó do lenço e fechando cada botão da sua blusa mais sisuda.
— João, isso vai acabar hoje — ela disse, sem me olhar nos olhos enquanto calçava os sapatos. — Essa brincadeira com o Francisco, essas mensagens... isso não tem cabimento. Eu sou uma educadora, tenho uma carreira, uma reputação. Eu vou chamar aquele garoto num canto e dar um fim definitivo nisso. Vou ser clara: se ele se aproximar de mim de novo, eu o levo direto para a diretoria.
Eu apenas assenti, ajustando meus óculos e mantendo o sorriso calmo de quem conhece a força das marés. Eu sabia que, quanto mais ela tentava erguer o muro da moralidade, maior seria a pressão do desejo do outro lado.
O Relato no Escuro
Ela chegou tarde. O barulho da chave na porta foi seguido por um silêncio pesado. Sofia não me deu o beijo de costume; foi direto para o banho. Quando saiu, vestindo apenas um robe de seda entreaberto, seus olhos castanhos brilhavam com uma mistura de pânico e um triunfo lascivo que ela não conseguia mais esconder.
Não fomos para a cama para a transa habitual. Sentamos um de frente para o outro, na penumbra do quarto. Eu comecei a me masturbar lentamente, observando-a. Ela me imitou, deslizando a mão por entre as pernas, abrindo o robe e revelando a pele branca e macia, as coxas fartas abertas para mim.
— Eu fui falar com ele, João... — ela começou, a voz trêmula, enquanto seus dedos começavam a trabalhar o clitóris. — Eu o chamei depois da última aula, em um dos depósitos de material esportivo que estava vazio. Eu ia acabar com tudo... mas o lugar estava escuro, cheirando a suor e borracha.
Ela soltou um gemido baixo, o ritmo da mão aumentando ao ver o meu pênis rígido em minhas mãos.
— Eu comecei a dar o sermão, a dizer que ele era um insolente. Mas ele não me ouviu. Ele se aproximou, me encurralou contra as prateleiras de bolas... eu senti o calor dele, João. Ele era tão alto, tão jovem. Ele não disse uma palavra, apenas se ajoelhou na minha frente.
Sofia parou por um segundo, olhando para mim com um sorriso cúmplice, sabendo exatamente o quanto aquela história estava alimentando o meu fetiche.
— Ele começou a beijar meus pés. Ele tirou meu sapato e lambeu o meu arco, subindo pelos dedos... e eu não consegui chutá-lo. Eu fiquei ali, paralisada, sentindo a língua dele. Então ele abriu a calça... o pau dele saltou, João, latejando, enorme. Ele começou a se punhetearem olhando nos meus olhos, ajoelhado como se eu fosse uma deusa. E antes que eu pudesse reagir, ele gozou. Ele gozou nos meus pés, João.
Ela fechou os olhos, o corpo arqueando.
— Eu senti os jatos quentes... um, dois, três... a porra dele cobrindo meus dedos, escorrendo pela pele branca. Ele me olhou de baixo para cima, com um sorriso de quem sabia que tinha me vencido. E o pior... o pior é que eu não limpei na hora. Eu recoloquei o sapato sentindo a viscosidade entre os dedos e dei o resto das aulas assim, sentindo o sêmen dele secar na minha pele.
Sofia soltou um grito de prazer, gozando intensamente enquanto se masturbava, os olhos fixos nos meus. Eu gozei logo em seguida, atingindo meu próprio ápice apenas com a força das palavras dela. Não houve toque entre nós, apenas a troca elétrica de um segredo desonroso.
— Você é o meu marido maravilhoso por me deixar contar isso... — ela sussurrou, ainda ofegante, limpando o rosto. — Mas amanhã... amanhã ele disse que vai me pedir desculpas. E eu tenho medo do que ele entende por "desculpas".
O suspense estava no auge: o que aconteceria quando a professora e o aluno se encontrassem novamente após ele ter marcado o corpo dela com sua semente?
O Pedido de Desculpas
O sábado amanheceu com uma tensão doméstica diferente. Daniela chegou cedo para um "café", mas o olhar que ela trocou com Sofia na cozinha não era de amizade; era o olhar de quem reconhece uma presa que acabou de ser caçada.
— Você está com um andar diferente hoje, Sofia — provocou Daniela, observando minha esposa servir o café com as mãos ainda trêmulas. — Mais pesado, mais... preenchido.
Sofia tentou disfarçar, mas eu sabia que ela ainda sentia a pele dos pés sensível pelo sêmen do Francisco que ela lavara na noite anterior. O telefone de Sofia vibrou sobre a mesa. Era uma mensagem dele: "Preciso te pedir desculpas pessoalmente. Estou na escola resolvendo uma pendência do Grêmio. Por favor."
A Emboscada de Daniela
Daniela leu a mensagem por cima do ombro de Sofia e sorriu para mim.
— Vá, Sofia. Resolva isso. Mas antes... — Daniela se levantou e caminhou até ela, puxando-a pela cintura. — Deixa eu garantir que você vá com a "armadura" certa.
Diante de mim, Daniela abriu a blusa de Sofia. Sem sutiã, os seios fartos dela saltaram, pesados. Daniela começou a massageá-los com força, apertando os mamilos até que ficassem rígidos e escuros.
— Quero que você sinta o aperto da Daniela enquanto ele fala com você — sussurrou a amiga, levando as mãos às coxas de Sofia e puxando o fio-dental para cima, enterrando a renda na carne. — Agora vá. E não volte sem detalhes.
O "Perdão" no Depósito
Sofia chegou na escola deserta. Francisco a esperava na mesma sala de materiais. O ambiente estava abafado. Ele não parecia arrependido; parecia faminto.
— Professora, me desculpe pelo que fiz nos seus pés... eu perdi o controle — ele disse, aproximando-se. — Deixe-me compensar.
Antes que ela pudesse ditar a regra, ele a puxou pela cintura. Sofia, ainda sentindo o latejar dos apertos de Daniela, não recuou. Francisco levantou o camisete dela e, ao ver os seios nus e marcados, soltou um gemido de pura luxúria. Ele os abocanhou com uma voracidade juvenil, mamando nela como se sua vida dependesse daquilo. Sofia sentia os dentes dele, a língua quente, e sua mão, por instinto, desceu até a calça do garoto.
Ela sentiu o pau dele através do tecido — um mastro rígido e pulsante. Ela abriu o zíper e o libertou. Sofia o apertou com força, sentindo a veia latejar sob seus dedos, enquanto ele continuava a sugar seus mamilos com força. Ela era a autoridade sendo devorada, e ela adorava cada segundo daquela submissão.
O Retorno e o Pedido
Ela chegou em casa em frangalhos. Eu a esperava no sofá. Ela caiu de joelhos na minha frente, ainda com as marcas de saliva nos seios e o cheiro do garoto nela.
— Ele não pediu desculpas, João... — ela confessou, a voz falhando. — Ele me usou como se eu fosse um brinquedo. Ele mamou em mim até eu perder as forças, e eu... eu apertei aquele pau enorme dele até ele quase gozar de novo na minha mão.
Ela olhou para mim, os olhos suplicantes.
— João, eu não aguento mais essas calcinhas. Elas cobrem demais. Eu quero que você compre as menores que existirem. Quero que, quando ele me olhar, ele saiba que não tem nada me protegendo dele.
Eu a puxei para cima, sentindo o calor que emanava dela. Não houve penetração imediata; eu apenas a usei para me satisfazer enquanto ela descrevia o gosto da saliva do Francisco em sua pele.
O suspense para o próximo encontro era quase insuportável: Sofia agora queria estar nua por baixo das roupas largas. O que aconteceria quando ela voltasse para a escola "desprotegida"?
O ar entre nós três estava carregado. Daniela não havia ido embora; ela parecia alimentar-se daquela atmosfera de degradação e descoberta. Enquanto Sofia me contava sobre os seios marcados, Daniela apenas observava do canto da sala, bebendo seu vinho, com um sorriso que prometia que a queda de Sofia seria completa.
O Gosto do Abismo
A segunda-feira na escola foi um teste de resistência. Sofia saiu de casa usando uma calcinha minúscula, pouco mais que um fio de seda que desaparecia entre suas nádegas, e a blusa de seda azul que eu havia ordenado. Ela sabia que Francisco estaria lá, observando cada movimento do seu quadril, cada oscilação dos seus seios.
Eu estava em casa quando ela chegou. Eram quase sete da noite. O barulho da porta batendo foi diferente desta vez; não houve hesitação. Sofia caminhou até o centro da sala, onde eu e Daniela conversávamos. Ela estava despenteada, com o rosto corado e o olhar fixo, quase selvagem.
Sem dizer uma palavra, ela parou na minha frente e abriu as pernas, puxando a saia para cima e revelando a seda encharcada.
— Chupa, João — ela ordenou, a voz rouca, sem o menor traço da professora de Literatura. — Chupa agora. Sente o que ele deixou em mim.
A Revelação da Entrega
Eu me ajoelhei entre suas coxas fartas, retirando a calcinha minúscula que estava colada à sua pele. O cheiro era inebriante: o perfume dela misturado ao odor metálico e doce de sêmen fresco. Comecei a lambê-la, mergulhando a língua em sua intimidade, enquanto ela enterrava as mãos no meu cabelo.
— Ele me pegou, João... — ela gemia, a cabeça jogada para trás, enquanto Daniela se aproximava para observar de perto, os dedos da amiga acariciando o próprio decote. — Estávamos na sala dos professores, no final do turno. Ele me trancou por dentro. Eu tentei dizer não, mas ele levantou minha saia e me prensou contra a mesa de reuniões.
Sofia soltou um grito abafado quando minha língua encontrou o ponto certo, mas continuou a narrativa, impulsionada pelo prazer da confissão.
— Ele tirou o pau e começou a se esfregar em mim, na minha bunda, na minha buceta... ele disse que não aguentava mais só olhar. E eu deixei, João. Eu abri as pernas para ele. Ele não me penetrou, mas gozou com tudo em cima de mim. Sinta o gosto dele... ele despejou tudo na minha entrada, e eu fiquei lá, sentindo o calor da porra de um garoto escorrer por mim enquanto ele me chamava de vadia.
O Triângulo de Sombras
Daniela, não aguentando mais apenas olhar, ajoelhou-se ao meu lado. Ela começou a lamber o pescoço de Sofia, subindo até a orelha, sussurrando:
— Você sentiu o peso dele, não sentiu, Sofia? Sentiu como é ser apenas um corpo para um homem jovem?
— Senti... — Sofia soluçou de prazer, enquanto eu continuava a "limpá-la" com a língua, bebendo o rastro do Francisco como se fosse o néctar mais sagrado. — Eu senti que eu não sou mais a professora de ninguém. Eu sou dele. E sou sua, João.
Eu terminei de chupá-la até que ela gozasse violentamente em minha boca, uma mistura de fluidos que selava a nossa nova realidade. Daniela, então, pegou a calcinha de Sofia, ainda suja, e a levou ao rosto, respirando fundo o aroma da traição consentida.
— Você está pronta, Sofia — Daniela disse, olhando-a nos olhos. — Você está pronta para o Grand Finale.
Sofia me olhou, exausta, mas com uma determinação sombria.
— Nós vamos mudar de cidade no mês que vem, João — ela sussurrou, sentando-se no meu colo. — Eu não posso deixá-lo assim. Eu vou dar a ele o que ninguém nunca teve coragem de tirar de mim. Vou dar o meu cu para aquele garoto antes de partirmos.
O suspense era absoluto. A decisão estava tomada. O próximo encontro não seria mais sobre "quase" ou sobre "marcas superficiais". Sofia ia entregar sua última fronteira ao aluno, sob a sua bênção silenciosa.
O Presente de Despedida
A porta de casa se abriu e o silêncio que encontrei não era de vazio, mas de uma concentração absoluta. Ao entrar na sala, a cena parou o meu tempo: Sofia e Daniela estavam no centro do tapete, as mãos entrelaçadas nos cabelos uma da outra. O beijo não era o selinho de amizade que eu já vira; era um beijo de posse, profundo, as línguas lutando por espaço.
Sofia se afastou lentamente, os lábios inchados e os óculos levemente tortos. Ela olhou para mim com uma calma soberana.
— João... — ela disse, a voz num tom aveludado que eu nunca ouvira. — Peça para a Daniela te beijar. Agora.
Eu obedeci, e o beijo de Daniela tinha o gosto do vinho e da transgressão. Quando nos separamos, Sofia sorriu para nós dois, um sorriso que unia as pontas de um triângulo que eu nem sabia que estava completo.
— Vocês ainda não perceberam, não é? — ela sussurrou, acariciando o rosto de Daniela enquanto segurava a minha mão. — Não existe mais "eu e você" ou "eu e ela". Temos um trisal acontecendo aqui, nas sombras, há semanas. E hoje, antes de partirmos para a nossa nova vida, esse laço vai ser batizado no fogo.
A Narrativa da Entrega
Subimos para o quarto. Eu me deitei e Sofia montou em mim, cavalgando com uma fúria libertadora, enquanto Daniela se posicionava ao lado dela, observando cada movimento. Sofia começou a falar, o ritmo dos seus quadris ditando a cadência da confissão mais suja da sua vida.
— Eu fui até ele, João... no depósito, uma última vez. Francisco estava lá, com aquele olhar de quem já se sentia dono de tudo. Eu não disse nada, apenas me virei, levantei a saia e mostrei a ele o que você e a Daniela prepararam com tanto cuidado.
Ela gemeu alto, as coxas grossas apertando meu quadril.
— Ele não acreditou... ele tocou a entrada do meu cu com o dedo, trêmulo. Eu disse: "Vai, Francisco. É seu. Um presente de despedida da sua professora". João, ele entrou com tudo. Doeu... doeu de um jeito que eu nunca imaginei, mas eu queria aquela dor. Queria sentir que o corpo da professora respeitada estava sendo devorado por um moleque que me desejava como um animal.
Sofia parou de cavalgar por um segundo, o corpo arqueado, olhando para Daniela com uma luxúria absoluta.
— Daniela... — Sofia ordenou, a voz em um comando submisso. — Chupa o meu cu. Agora. Enquanto eu conto para o João como o Francisco gozou dentro de mim pela primeira e última vez.
O Batismo das Sombras
Daniela não hesitou. Ela se ajoelhou atrás de Sofia enquanto ela ainda estava montada em mim. Senti o calor da língua de Daniela explorando a intimidade de Sofia, limpando os resquícios da dor e do prazer que o aluno deixara ali. Sofia soltou um urro de prazer, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.
— Ele gozou fundo, João! — ela gritava, o corpo em espasmos. — Ele despejou tudo dentro de mim, naquele lugar que eu sempre tive medo... e agora a Daniela está provando a derrota da sua esposa. Eu sou de vocês dois agora... e de quem mais vocês quiserem que eu seja.
Eu gozei fundo dentro dela, sentindo que aquele sêmen era o selo final da nossa mudança. Após o meu gozo inundar o interior de Sofia em uma sincronia perfeita com o ápice dela, ela ergueu a bunda lentamente, permitindo que meu pau deslizasse para fora, ainda pulsante e banhado por nossos fluidos misturados. Em um gesto que selava definitivamente aquele pacto de amor em trio, Daniela inclinou-se com reverência e desejo; ela abocanhou meu pau com fervor, usando a língua para limpá-lo minuciosamente, saboreando cada rastro da nossa entrega até deixá-lo impecável. Quando ela finalmente ergueu o rosto, Sofia a puxou para um abraço, e nós três nos fundimos em um beijo coletivo, uma troca de fôlegos e línguas que ignorava qualquer fronteira individual, celebrando a nova vida que nos esperava na cidade nova como uma única e indissociável carne.
Estávamos os três ali, emaranhados, suados e transformados. A mudança de cidade não seria apenas uma troca de endereço, seria o início da Saga 4: a vida em um novo lugar, onde a professora Sofia não teria mais amarras, e onde o trisal com Daniela deixaria de ser um segredo doméstico para se tornar a nossa realidade absoluta.
— Tenham paciência comigo... — Sofia murmurou, antes de apagar a luz. — Porque na cidade nova, eu quero descobrir o que acontece quando a gente não tranca mais a porta.
O próximo capítulo mostra o lado empresarial de Sofia, dela me ajudando na nossa empresa... aguarde
Não deixem de nos seguir e contar aqui como gozaram... quantas vezes gozaram neste capítulo?
Até mais... beijos. Sofia e João.



Eu admiro demais estes lindos seios fartos que a Sofia possui isto me encanta de uma tal maneira que chego a delirar com tanta delícia nestes seios maravilhosos... Vos convido para o zangi caso tenha disponibilidade é claro de interagir bem gostoso só me chamar la.... 73-93822739