Jogo do passado com minha esposa...

— Sabe, João... — Sofia começou, girando o vinho na taça e observando as "lágrimas" da bebida escorrerem pelo cristal. — Olhando para a Alice hoje, tão certinha e nervosa, eu me lembrei de como a gente esconde segredos sob o uniforme. Eu mesma... tive fases que você nem imagina.
Ela deu um gole longo, os lábios ficando levemente manchados pelo rubi do vinho. O olhar dela brilhou com uma malícia que eu ainda não conhecia por completo.
— Vamos fazer um jogo? — ela sugeriu, inclinando o corpo para a frente, deixando o robe abrir um pouco mais. — Para cada taça que a gente baixar, eu te entrego uma verdade do meu passado. Coisas que eu nunca disse, nem para o espelho.
Eu aceitei, servindo mais uma dose. A curiosidade já queimava mais que o álcool.
O Aroma do Primeiro Segredo
Sofia encostou o pé no meu joelho, acariciando a pele com os dedos frios.
— Eu tinha dezessete anos, estava no último ano do colégio. Tinha um professor... ele era mais velho, claro, mas tinha um jeito de falar que me deixava em brasas. Ele exalava um perfume de tabaco e couro, um cheiro de homem feito que me perseguia nos corredores.
Ela fechou os olhos, como se estivesse sentindo o aroma agora mesmo.
— Um dia, eu me ofereci para ajudá-lo a levar uns materiais até a sala de artes, no final do bloco, depois que todos já tinham saído. O lugar cheirava a tinta fresca e poeira. Ele trancou a porta sem dizer uma palavra. Eu não tive medo, João. Eu tive fome.
Sofia deu outro gole, a respiração ficando mais pesada.
— Ele não me despiu. Ele só sentou naquela mesa de madeira velha e me puxou pela nuca. Eu me ajoelhei ali mesmo, no chão sujo. Foi a primeira vez que eu senti o gosto salgado e intenso de um homem de verdade. Eu fiz sexo oral nele com um desespero que nem eu sabia que tinha. Meus joelhos ficaram ralados na madeira, mas eu só conseguia focar no calor dele e no modo como ele rosnava o meu nome enquanto eu o engolia até o final.
O Pós-Aula
Sofia abriu os olhos e me encarou, o rosto levemente corado pelo vinho e pela confissão.
— O que mais me marcou não foi nem o ato em si, mas o depois. Eu tive que voltar para a sala de aula para buscar minha mochila. Eu sentia o sêmen dele secando no canto da minha boca, e o cheiro... o cheiro dele estava impregnado nos meus dedos e no meu hálito. Eu passei pelos meus colegas, falei com a diretora no corredor, e ninguém sabia que, minutos antes, eu estava de joelhos sendo marcada por um homem que poderia ser meu pai.
Ela estendeu a taça vazia para mim, com um sorriso desafiador.
— A primeira taça já foi, meu amor. E agora que você sabe que a sua Sofia já foi uma aluna muito dedicada aos seus "professores"... você quer continuar o jogo ou o "cheiro" dessa verdade já foi demais para você?

— Aquela menina da sala de artes cresceu, João — ela começou, a voz um tom mais grave, quase um sussurro. — Mas o vício pelo risco... esse só aumentou.
Ela deu um gole pausado, deixando o vinho banhar a língua antes de prosseguir.
— Alguns anos atrás, já formada e lecionando em uma escola de prestígio, a dinâmica mudou. Eu não era mais a aluna, eu era a colega. E havia um professor de história, um homem reservado, casado, que todos respeitavam. Mas ele tinha um olhar que me despia no meio das reuniões de conselho.
O Risco no Intervalo
Sofia sorriu, lembrando-se da adrenalina.
— Houve uma tarde de chuva, muito parecida com as tardes aqui da Serra. O intervalo entre as aulas era curto, apenas quinze minutos. A sala dos professores estava vazia, ou pelo menos era o que todos achavam. Eu entrei para buscar um café e ele já estava lá. Sem dizer nada, ele se aproximou e me prensou contra a mesa de reuniões, aquela mesa onde decidíamos o futuro dos alunos.
Ela umedeceu os lábios, a respiração ficando visivelmente curta.
— Ele não teve tempo para delicadezas. Levantou minha saia e afastou a calcinha de lado. Eu sentia o frio do tampo da mesa nas minhas costas e o calor brutal dele entrando em mim. Foi rápido, rústico. Eu mordia o lábio para não gritar, ouvindo os passos dos alunos e de outros professores no corredor, a poucos metros da porta de madeira fina.
A Marca Invisível
Sofia parou por um segundo, olhando para as próprias mãos como se revivesse o toque.
— Ele gozou dentro de mim com uma força que me fez perder o fôlego. E o pior — ou o melhor — veio depois. O sinal bateu. Eu tive trinta segundos para ajeitar a saia, passar a mão no cabelo e entrar na minha sala de aula.
Ela se inclinou para perto de mim, o hálito de vinho misturado ao perfume da sua pele.
— Eu passei a aula inteira em pé, diante de trinta adolescentes, sentindo o sêmen dele escorrer lentamente por dentro da minha coxa, molhando a renda da minha calcinha. O cheiro de sexo abafado pelo tecido da saia subia até o meu nariz toda vez que eu me movimentava. Eu explicava a matéria enquanto o cheiro do pecado de outro homem me entontecia. Eu era a "Professora Sofia", o exemplo de conduta, enquanto carregava o rastro quente dele comigo.
Sofia estendeu a taça novamente, os olhos agora desafiadores, quase febris.
— Eu ainda sinto o cheiro daquela sala de professores quando fecho os olhos, João. Um cheiro de café velho e traição. Agora me diga... você consegue imaginar sua esposa no centro daquela sala, sendo marcada enquanto o mundo lá fora não suspeitava de nada?

Foto 1 do Conto erotico: Jogo do passado com minha esposa...


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Comentários


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lozo Comentou em 23/04/2026

Que delicia de conto e como é bom lembrar de nossas doces e gostosas lembranças, aquelas que marcaram nossa juventude, nossa passagem de criança para adolescente, adultos, maduros. São lembranças assim que ajudam a construir uma identidade, uma personalidade e pelo jeito a sua é bem eclética, expansiva, deliciosamente safada, que maravilha. votado e aprovado

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casalbisexpa Comentou em 23/04/2026

amo uma gordinha




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Jogo do passado com minha esposa...

Codigo do conto:
260161

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
23/04/2026

Quant.de Votos:
5

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