— Levante-se, Alice — Sofia ordenou, a voz suave, mas com o peso de um comando inegociável.
A garota obedeceu, as pernas trêmulas. Sofia aproximou-se ainda mais, quase colando seu corpo farto e maduro ao corpo magro e juvenil da secretária. Vi quando minha esposa fechou os olhos por um segundo e aspirou o ar perto do pescoço e, depois, abaixou-se lentamente até a altura da cintura de Alice.
— Sente isso, João? — Sofia perguntou, sem abrir os olhos, o nariz a milímetros do tecido da saia da garota. — É o cheiro da inocência sufocada. Sabonete de lavanda, um pouco de suor frio de quem está nervosa... e o algodão. Esse cheiro de calcinha de menina que não conhece o próprio corpo. O algodão abafa a mulher, Alice. Ele retém a umidade de um jeito... higiênico demais. Sem vida.
Sofia deslizou a mão para a frente da saia de Alice, sentindo o volume do pano. Com um movimento rápido, ela enganchou o dedo no cós da calça da jovem e puxou um centímetro, o suficiente para ver o elástico bege e funcional.
— Nojento — Sofia sussurrou, e eu vi Alice morder o lábio inferior. — Alice, aqui na presidência, nós prezamos pelos detalhes invisíveis. O algodão é o inimigo. Ele esconde o odor natural que uma mulher deve exalar para ser produtiva sob o meu comando e o do Sr. João.
A Prova do Próprio Aroma
Sofia então fez algo que selou o domínio. Ela levou a mão até a própria intimidade, por baixo do vestido justo, e deslizou os dedos rapidamente. Depois, levou esses mesmos dedos ao nariz de Alice.
— Sente a diferença? Isso é seda, é liberdade, é o cheiro de uma mulher que sabe que está sendo desejada a cada segundo. Agora... — Sofia pegou a mão de Alice e a forçou a tocar a própria saia, bem no meio das pernas. — Compare. Sinta como você está seca e sem cheiro. Como você é apenas um papel em branco.
Alice estava em brasas, a respiração curta. Sofia então retirou da bolsa uma nota de cem reais e a colocou no bolso do blazer da garota, dando um tapinha leve naquela bundinha saliente.
— No horário de almoço, você vai à boutique de lingeries aqui da esquina. Vai comprar o fio-dental mais minúsculo e transparente que encontrar. De renda. Quero que você gaste cada centavo nisso. E quando voltar, você vai ao meu banheiro privativo se trocar. Quero sentir o cheiro da renda nova misturado ao seu medo quando você entrar na sala do João para servir o café.
O Batismo Silencioso
Alice saiu da sala com as pernas bambas, tentando manter a compostura. O modo como ela caminhava — tentando processar a ordem e a sensação dos dedos de Sofia ainda frescos em sua memória sensorial — era o espetáculo que minha esposa queria me dar.
Sofia veio até mim, sentou-se no meu colo e estendeu os dedos para que eu sentisse. — Ela está em choque, João. Mas o cheiro dela vai mudar. Eu vou fazê-la exalar luxúria por cada poro daquela pele magrinha. Amanhã, ela não será mais uma secretária. Será nossa boneca.
O suspense para o retorno do almoço era absoluto: Alice voltaria com a renda, pronta para a sua primeira tarefa de joelhos.
Alice entrou na sala carregando uma bandeja com duas xícaras de café. Ela não usava mais o blazer; apenas a blusa de cetim branca, agora levemente aberta no primeiro botão por ordem de Sofia. O modo como ela caminhava era rígido. A saia lápis parecia ainda mais justa, e a bundinha saliente movia-se com uma cadência que denunciava o desconforto — ou o prazer — de algo que a cortava por baixo.
— Deixe o café na mesa, Alice — ordenei, mantendo meu tom profissional, embora meus olhos estivessem fixos no tremor de suas mãos.
Sofia, sentada na ponta da mesa de reuniões, fez um sinal com o dedo. — Antes do café, Alice... venha aqui. Quero ver se você seguiu minhas instruções de compra.
A Inspeção da Mestra
Alice aproximou-se de Sofia. Minha esposa levantou-se e parou atrás da jovem, passando as mãos pelas laterais do seu quadril magro. Com um movimento lento, Sofia levantou a saia de Alice até a altura das coxas. A visão era hipnotizante: sobre a pele pálida e macia, uma renda preta tão minúscula que parecia apenas um desenho na pele, sumindo completamente entre as nádegas arrebitadas da garota.
Sofia abaixou-se e respirou fundo, encostando o nariz na lateral da renda. — Sente isso, João? — Sofia chamou, sem desviar o rosto do corpo de Alice. — O cheiro mudou. O algodão se foi. Agora eu sinto a renda, o perfume da loja... e o cheiro dela, que finalmente começou a florescer. Ela está úmida, João. A seda está fazendo o trabalho dela.
Sofia passou o dedo pela borda da renda e depois o levou à boca de Alice. — Prove o seu novo uniforme, querida. Sinta o gosto da submissão que você acabou de comprar.
O Serviço de Joelhos
Sofia então empurrou Alice levemente pelos ombros, forçando-a a se ajoelhar entre nós dois, aos pés da mesa de mármore.
— Daqui em diante, Alice, o café é servido assim. De joelhos. E enquanto o Sr. João e eu discutimos os negócios, você vai garantir que nossas mentes estejam relaxadas.
Sofia abriu as pernas, permitindo que Alice ficasse ali, no centro do nosso domínio. Enquanto eu tomava o café, observando a secretária magrinha de joelhos, Sofia subiu na mesa, afastando os papéis, e abriu o próprio vestido.
— Olhe para ela, Alice — Sofia comandou, enquanto eu começava a acariciar as coxas fartas da minha esposa. — Aprenda como uma mulher deve se entregar ao seu senhor. Sinta o cheiro do que você vai se tornar.
O almoço "executivo" transformou-se em uma aula prática de hierarquia. Eu possuí Sofia ali mesmo, sobre o mármore frio, enquanto Alice, de joelhos e com a renda preta cortando sua intimidade, assistia a tudo a poucos centímetros de distância, absorvendo o cheiro do nosso sexo e a autoridade da sua mestra.
Gozei enquanto via o reflexo daquela cena nos olhos arregalados da secretária. O suspense para o final do expediente era palpável: Sofia queria testar se o cheiro de Alice resistiria a uma tarde inteira de trabalho sob aquela renda.