Daniela em nosso casamento.

O jantar foi breve, regado a um vinho tinto denso que parecia preparar o sangue para o que viria. Sofia estava inquieta, mas não era a inquietação nervosa de outrora. Era uma fome visual. Ela estabeleceu a regra antes mesmo de terminarmos a garrafa:
— João, hoje eu não quero ser tocada. Quero que vocês esqueçam que eu sou sua esposa por um momento. Quero ver a Daniela ser sua, do jeito mais cru e sujo que você puder imaginar. Esse é o meu batismo para nossa nova vida.
O pacto foi selado com um brinde: Daniela nos visitaria pelo menos duas vezes por mês, mantendo a chama do nosso trisal acesa, independentemente da rotina.
O Espetáculo da Carne
Fomos para o tapete da sala, em frente à lareira acesa. Sofia sentou-se em uma poltrona lateral, retirou os óculos e puxou as pernas para junto do corpo, ficando em uma posição fetal de observação. Ela não se movia, apenas seus olhos castanhos seguiam cada gesto meu.
Eu avancei sobre Daniela com uma agressividade que a cidade nova parecia exigir. Arranquei sua blusa de seda, expondo os seios fartos que tanto mexiam com a memória de Sofia. Daniela gemia alto, provocando a amiga com o olhar enquanto eu a possuía ali mesmo, no chão, em posições que beiravam o obsceno. O som da carne batendo contra a carne e o cheiro do sexo misturado ao carvalho da lareira preenchiam o ambiente.
Sofia estava em transe. Vi sua mão deslizar por baixo da saia, mas ela não se masturbava; ela apenas sentia o próprio calor, as coxas abertas, devorando a imagem de Daniela sendo usada por mim.
A Limpeza da Mestra
O clímax foi atingido com uma violência animal. Eu penetrei Daniela por trás, puxando seu cabelo enquanto Sofia assistia a cada estocada, vendo o modo como a bunda de Daniela balançava com o impacto. Quando senti que não conseguiria mais segurar, virei Daniela de frente e descarreguei tudo.
Gozei fundo dentro da buceta quente de Daniela, sentindo os espasmos dela envolverem meu pênis. Foram jatos longos e intensos. Quando me retirei, o sêmen começou a transbordar, escorrendo pela pele de Daniela.
— Sofia... — Daniela chamou, a voz num fio de fôlego. — Vem limpar o que é dele.
Sofia levantou-se como se estivesse em um sonho. Ela se ajoelhou entre as pernas de Daniela e, com uma dedicação quase religiosa, começou a limpar a buceta da amiga com a boca. Sofia sugava cada gota da minha porra que escorria de Daniela, saboreando a mistura de fluidos, olhando para mim por cima do colo da amiga com uma expressão de submissão total.
Ela não deixou sobrar nada. Quando terminou, Sofia beijou Daniela, dividindo o gosto do meu sêmen com ela, antes de olhar para mim.
— O pacto está selado, João — Sofia sussurrou, limpando o canto da boca. — Agora, vamos cuidar da empresa. Amanhã, eu quero escolher a garota que vai aprender a nos servir.
O suspense para a manhã seguinte estava no ar: a professora Sofia estava prestes a se tornar a mentora de uma nova pupila sob o teto da nossa empresa.


Sofia estava sentada ao meu lado, atrás da mesa da presidência. Ela usava um vestido tubinho preto, justo o suficiente para marcar suas curvas fartas, e seus óculos de leitura na ponta do nariz lhe conferiam uma autoridade inquestionável. Havíamos entrevistado três candidatas, mas nenhuma havia despertado o "brilho de caçadora" nos olhos da minha esposa. Até que a porta se abriu para a quarta candidata.
— Entre, por favor — disse Sofia, a voz firme e aveludada.
Alice entrou com passos curtos e tímidos. Ela era jovem, talvez uns vinte e dois anos, com uma estética que contrastava perfeitamente com a maturidade opulenta de Sofia. Era uma garota magra, com braços finos e uma delicadeza quase infantil no rosto pálido, emoldurado por cabelos castanhos claros presos em um rabo de cavalo simples.
— Sente-se, Alice — comandei, observando o modo como ela apertava a pasta contra o peito.
A Anatomia da Submissão
O que chamou nossa atenção não foi o currículo, mas o modo como ela se movimentou para sentar. Alice usava uma saia lápis cinza, um pouco acima dos joelhos, que revelava pernas finas e torneadas. Quando ela se virou de costas por um breve segundo para ajustar a cadeira, o "detalhe" que Sofia buscava saltou aos olhos.
Apesar da estrutura magra, Alice possuía uma bundinha saliente e arrebitada, um volume inesperado que desafiava a linearidade do seu corpo. Era uma curva nítida e firme, que empinava o tecido da saia de forma provocante. Sofia inclinou a cabeça, ajustando os óculos, os olhos fixos exatamente ali.
— Alice... — Sofia começou, levantando-se e caminhando ao redor da mesa, parando logo atrás da garota. — Este cargo exige mais do que digitação e agenda. Exige uma lealdade absoluta. Uma capacidade de entender o que o seu superior deseja antes mesmo de ele falar. Você entende isso?
— Sim, senhora... — Alice respondeu, a voz trêmula. Ela sentia a presença de Sofia atrás dela.
O Primeiro Toque
Sofia colocou as mãos nos ombros da garota. A pele branca de Sofia contrastava com o blazer escuro de Alice. Com uma lentidão calculada, Sofia deslizou as mãos pelas costas da jovem, descendo até a cintura fina e, finalmente, permitiu que as palmas das mãos repousassem sobre aquela bundinha saliente.
Eu vi Alice estremecer. Sofia apertou levemente, sentindo a firmeza da carne jovem.
— Ela é magrinha, João... mas tem um potencial enorme — Sofia disse para mim, enquanto mantinha a mão sobre a nádega da garota. — O cheiro dela é de sabonete neutro e ansiedade. Um terreno virgem para plantarmos o que quisermos.
Sofia inclinou-se e sussurrou algo no ouvido de Alice que eu não pude ouvir, mas vi o pescoço da garota ficar instantaneamente vermelho. Sofia olhou para mim e deu o veredito:
— Ela serve. Mas amanhã, Alice, não venha com essa calcinha de algodão que eu estou sentindo aqui sob meus dedos. João vai te passar as diretrizes.
Alice saiu da sala com as pernas bambas, tentando manter a compostura, enquanto a saia apertada enfatizava a saliência do seu traseiro a cada passo. Sofia voltou para o meu colo, respirando fundo.
— Ela é perfeita, João. Tão magrinha que eu sinto que posso quebrá-la... ou moldá-la. Mal posso esperar para começar a ensiná-la sobre os cheiros e as texturas que este escritório realmente exige.
O suspense para o dia seguinte estava selado: a primeira lição de Alice seria sobre o que ela deveria (ou não) vestir por baixo daquela saia de secretária.

Foto 1 do Conto erotico: Daniela em nosso casamento.


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Ficha do conto

Foto Perfil cornoeaprofessora
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Nome do conto:
Daniela em nosso casamento.

Codigo do conto:
260073

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
1