Sofia estava sentada ao meu lado, atrás da mesa da presidência. Ela usava um vestido tubinho preto, justo o suficiente para marcar suas curvas fartas, e seus óculos de leitura na ponta do nariz lhe conferiam uma autoridade inquestionável. Havíamos entrevistado três candidatas, mas nenhuma havia despertado o "brilho de caçadora" nos olhos da minha esposa. Até que a porta se abriu para a quarta candidata.
— Entre, por favor — disse Sofia, a voz firme e aveludada.
Alice entrou com passos curtos e tímidos. Ela era jovem, talvez uns vinte e dois anos, com uma estética que contrastava perfeitamente com a maturidade opulenta de Sofia. Era uma garota magra, com braços finos e uma delicadeza quase infantil no rosto pálido, emoldurado por cabelos castanhos claros presos em um rabo de cavalo simples.
— Sente-se, Alice — comandei, observando o modo como ela apertava a pasta contra o peito.
A Anatomia da Submissão
O que chamou nossa atenção não foi o currículo, mas o modo como ela se movimentou para sentar. Alice usava uma saia lápis cinza, um pouco acima dos joelhos, que revelava pernas finas e torneadas. Quando ela se virou de costas por um breve segundo para ajustar a cadeira, o "detalhe" que Sofia buscava saltou aos olhos.
Apesar da estrutura magra, Alice possuía uma bundinha saliente e arrebitada, um volume inesperado que desafiava a linearidade do seu corpo. Era uma curva nítida e firme, que empinava o tecido da saia de forma provocante. Sofia inclinou a cabeça, ajustando os óculos, os olhos fixos exatamente ali.
— Alice... — Sofia começou, levantando-se e caminhando ao redor da mesa, parando logo atrás da garota. — Este cargo exige mais do que digitação e agenda. Exige uma lealdade absoluta. Uma capacidade de entender o que o seu superior deseja antes mesmo de ele falar. Você entende isso?
— Sim, senhora... — Alice respondeu, a voz trêmula. Ela sentia a presença de Sofia atrás dela.
O Primeiro Toque
Sofia colocou as mãos nos ombros da garota. A pele branca de Sofia contrastava com o blazer escuro de Alice. Com uma lentidão calculada, Sofia deslizou as mãos pelas costas da jovem, descendo até a cintura fina e, finalmente, permitiu que as palmas das mãos repousassem sobre aquela bundinha saliente.
Eu vi Alice estremecer. Sofia apertou levemente, sentindo a firmeza da carne jovem.
— Ela é magrinha, João... mas tem um potencial enorme — Sofia disse para mim, enquanto mantinha a mão sobre a nádega da garota. — O cheiro dela é de sabonete neutro e ansiedade. Um terreno virgem para plantarmos o que quisermos.
Sofia inclinou-se e sussurrou algo no ouvido de Alice que eu não pude ouvir, mas vi o pescoço da garota ficar instantaneamente vermelho. Sofia olhou para mim e deu o veredito:
— Ela serve. Mas amanhã, Alice, não venha com essa calcinha de algodão que eu estou sentindo aqui sob meus dedos. João vai te passar as diretrizes.
Alice saiu da sala com as pernas bambas, tentando manter a compostura, enquanto a saia apertada enfatizava a saliência do seu traseiro a cada passo. Sofia voltou para o meu colo, respirando fundo.
— Ela é perfeita, João. Tão magrinha que eu sinto que posso quebrá-la... ou moldá-la. Mal posso esperar para começar a ensiná-la sobre os cheiros e as texturas que este escritório realmente exige.
O suspense para o dia seguinte estava selado: a primeira lição de Alice seria sobre o que ela deveria (ou não) vestir por baixo daquela saia de secretária.
