Esposa Professora - Conhecendo nossos limites - Parte 3
A tensão em nossa casa tornou-se algo sólido, palpável como a mobília. Sofia mantinha a rotina impecável, o sorriso gentil para os vizinhos e a dedicação aos seus alunos, mas entre as quatro paredes do nosso quarto, o jogo de sombras ganhava contornos mais nítidos. Eu aprendi a falar sem usar palavras, e ela aprendeu a responder com o corpo, enquanto sua voz ainda tentava manter o papel de esposa ofendida. O Primeiro Ato: O Substituto Naquela noite, a chuva batia forte na janela, abafando nossos sons. Sofia subiu em cima de mim, as coxas grossas prendendo meu quadril com uma força surpreendente. Ela cavalgava com os olhos fechados, a expressão perdida em algum lugar entre o prazer e o transe. Eu a observava de baixo, admirando o balanço dos seus seios fartos e a brancura da sua pele sob a luz fraca do abajur. Em um movimento calculado, levei minha mão ao seu rosto e introduzi dois dedos em sua boca. Sofia não recuou. Pelo contrário, seus lábios se fecharam com sofreguidão. Ela começou a chupar meus dedos com uma intensidade rítmica, uma técnica que nunca tinha usado comigo antes. Seu movimento de quadril acelerou. Ela não estava me chupando; ela estava simulando a chupada em outro homem, entregue a uma imagem mental que eu apenas podia intuir. Ela gozou gritando, o corpo arqueado, sugando meus dedos até o último espasmo. Assim que recuperou o fôlego, empurrou minha mão bruscamente. — Por que você faz essas coisas, João? — ela disse, ajeitando o cabelo com as mãos trêmulas, a voz carregada de uma falsa indignação. — Parece que você quer me transformar em outra pessoa. Isso é degradante. O Segundo Ato: A Intrusão Silenciosa Dois dias depois, a provocação subiu de tom. Eu havia comprado um consolo de silicone, realista e firme, e o deixei estrategicamente guardado. Sofia veio até mim antes de dormirmos, buscando meu colo com uma carência que ela não admitia. Ela se ajoelhou e começou a me chupar, uma entrega rara e intensa, seus olhos castanhos fixos nos meus por trás das lentes dos óculos. Enquanto ela se concentrava em mim, alcancei o objeto. Sem aviso, eu o introduzi em sua buceta farta. O choque físico a fez travar por um segundo, mas ela não parou de me chupar. Seus gemidos agora vinham abafados, misturados a resmungos ruidosos. — Por que você faz isso comigo, João? — ela gemia entre uma sucção e outra. — Por que me maltrata assim? Você sabe que eu não gosto... por que faz isso? Mas o corpo dela a traía. Ela se levantou e montou no brinquedo, cavalgando com fúria enquanto eu, mantendo a simulação de uma terceira presença no quarto, comecei a massagear seu ânus com a outra mão. Eu queria que ela sentisse que não estava sozinha comigo; eu queria que ela sentisse o peso de uma invasão múltipla. Sofia gozou como se sua vida dependesse daquilo, um orgasmo que a deixou exausta e trêmula. O Pós-Espetáculo Sem dizer uma única palavra, eu me levantei. Limpei o objeto calmamente diante dela, sentindo o peso do seu silêncio me observando. Caminhei até a sua cômoda e guardei o consolo na sua gaveta de lingeries, bem ao lado das calcinhas de renda preta que ela ainda fingia não usar. — Boa noite, meu amor — eu disse, beijando sua testa com a gentileza de sempre. Ela virou para o lado oposto, puxando o cobertor até o pescoço. No dia seguinte, tomamos café falando sobre a reunião de pais na escola e o faturamento da nossa empresa. O consolo continuava na gaveta, e o mistério continuava a crescer, como uma sombra que agora ocupava todo o nosso casamento.
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Agora não tem mais volta! A cumplicidade tomou conta de vocês, então, é melhor definir bem os papeis, limites, e aproveitar ao máximo! Parabéns!!! Bjos, Ma & Lu
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