Fui seduzido pela senhora que limpa nossa casa

A névoa matinal da Serra ainda lambia as janelas de vidro do casarão quando o carro de Sofia sumiu pela estrada em direção à escola. O silêncio que se instalou era o meu ambiente de trabalho habitual, mas, naquela semana, a quietude foi rompida por passos firmes e discretos no assoalho de madeira. O nome dela era Tereza. Uma senhora de 58 anos, cabelos grisalhos presos num coque firme, óculos de leitura pendurados no peito e um corpo comum, maduro, moldado pelo tempo, que ela cobria com roupas simples e bem alinhadas.

À primeira vista, Tereza parecia a eficiência em pessoa. Mas o isolamento do casarão e a minha presença constante começaram a alterar a gravidade daquela rotina.

A Sedução Silenciosa: O Jogo das Pistas
O sinal de alerta acendeu na terça-feira. Eu estava concentrado na escrivaninha de jacarandá, no arco de pedra do escritório, quando ela entrou trazendo uma xícara de café. Em vez de apenas pousar a louça na mesa, Tereza inclinou-se deliberadamente sobre a madeira. O movimento fez com que o tecido solto de sua blusa revelasse o contorno de seus seios maduros e pesados, sem sutiã, oscilando a centímetros dos meus papéis. O cheiro de sabão misturado a um perfume de alfazema denso inundou o ar.

— O seu café, seu João. Bem forte, do jeito que o senhor gosta — ela sussurrou, a voz surpreendentemente aveludada, mantendo o olhar fixo nos meus olhos por dois segundos a mais do que o necessário.

No dia seguinte, a tensão subiu um degrau. Eu estava na lavanderia pegando um copo d'água quando Tereza se aproximou segurando uma peça íntima. Era uma calcinha de renda preta de Sofia, claramente usada, carregando ainda o odor característico e a mancha seca das nossas noites.

— Seu João... desculpe incomodar — ela disse, segurando a renda com a ponta dos dedos, mas exibindo-a na altura do meu rosto. Seus dedos maduros roçavam o tecido úmido. — Encontrei esta peça no canto do quarto. Está... com uma mancha bem forte. O senhor quer que eu lave à mão com um cuidado especial, ou prefere que eu guarde como estava?

A pergunta tinha uma dubiedade cortante. Os olhos de Tereza brilhavam por trás dos óculos, avaliando a minha reação ao ver o rastro do sexo da minha esposa nas mãos dela.

O ápice da audácia doméstica aconteceu na tarde de quinta-feira. Fui até o quarto principal e encontrei Tereza de joelhos ao lado do closet. Ela estava organizando a caixa de madeira escura onde Sofia e eu guardávamos nossos consolos e brinquedos eróticos. Ela segurava um vibrador realista de tamanho considerável, limpando-o com um pano úmido com uma lentidão hipnotizante.

Quando notei, vi que as pernas de Tereza estavam ligeiramente abertas, a saia rodada subida até o meio das coxas grossas e maduras. Ela passava os dedos pela textura do silicone, simulando o movimento de limpeza, mas seus lábios estavam entreabertos e uma linha de suor descia pelo seu pescoço.

— Uma coleção impressionante, seu João... — ela disse, sem se levantar, olhando para mim de baixo para cima. — A dona Sofia deve ser uma mulher de muita sorte. Mas aposto que o senhor faz a maior parte do trabalho duro aqui.

A Quebra do Limite
O confronto era inevitável. Fechei a porta do closet atrás de mim. O barulho do trinco fez o corpo de Tereza enrijecer, mas ela não se moveu. Continuei me aproximando até que minhas botas tocassem os joelhos dela no chão.

— Você mexe demais no que não deve, Tereza — eu disse, a voz baixa.

— O senhor me desculpe... mas o isolamento dessa casa me deixa com pensamentos muito ousados — ela respondeu, deixando o brinquedo de lado e subindo as mãos calejadas pela minha perna, parando exatamente em cima do meu membro, que já reagia sob o jeans. — O senhor é um homem muito forte, João. E eu sou uma mulher com muita experiência acumulada.

Eu a puxei pelo braço, levantando o seu corpo maduro e a prensando contra a parede de madeira do closet. A saia dela foi suspensa com um puxão rude, revelando que ela usava uma calcinha de algodão bege, simples, mas que já estava completamente encharcada pela sua própria lubrificação.

A Consagração da Carne Madura
Eu a virei de costas contra a parede do closet, empurrando a cabeça de Tereza para baixo. Seu rabo, volumoso e macio, com as marcas naturais dos seus 58 anos, foi exposto à penumbra do armário. Afastei a calcinha de lado. A fenda dela estava quente, vertendo um suor espesso de puro tesão reprimido.

Sem preliminares, eu a penetrei por trás com força. Um gemido agudo e rouco escapou da boca de Tereza, ecoando no espaço fechado. Ela cravou as unhas nas prateleiras de roupas de Sofia, sustentando o impacto da minha investida. O contraste era absoluto: a carne madura de Tereza, pesada e rítmica, batendo contra o meu quadril. Eu a golpeava com uma cadência bruta, sentindo a textura apertada e úmida de seu corpo que me sugava a cada estocada.

— Ah, João... sim! Me usa como a sua velha lixeira... me enche! — ela gemia desesperada, os óculos caindo no chão enquanto ela balançava a cabeça, o coque se desmanchando e os fios grisalhos caindo pelos ombros.

Eu segurei suas coxas grossas, levantando-a ligeiramente para entrar ainda mais fundo. O som da carne batendo na carne preenchia o closet de Sofia. Tereza tremia inteira, os músculos internos se contraindo em um orgasmo violento que quase me levou junto.

Para o desfecho, eu a puxei pelos cabelos grisalhos, obrigando-a a se virar de frente e se ajoelhar no chão, exatamente em cima da caixa de brinquedos eróticos espalhados. Meu membro pulsava, rígido e vermelho, a centímetros do rosto dela.

Tereza abriu a boca, os olhos dilatados de submissão e desejo. O jato foi farto e violento. A porra branca e quente espirrou por todo o rosto maduro dela, cobrindo suas bochechas, os lábios enrugados e escorrendo pelo queixo até o decote da blusa de algodão. Ela fechou os olhos, recebendo a carga com uma quietude quase religiosa, saboreando o excesso que escorria pelos cantos da boca.

Ela permaneceu de joelhos por alguns minutos, ofegante, limpando o canto dos lábios com o dedo e olhando para mim com um sorriso cúmplice e satisfeito.

— Agora eu posso terminar de limpar a casa, seu João... com o seu gosto na minha boca — ela sussurrou, ajeitando a saia enquanto eu fechava a minha calça.

O casarão voltou ao silêncio habitual. Sofia voltaria no fim da tarde, sem ter ideia de que, na ausência dela, a sua calcinha preta e a sua caixa de consolos tinham sido o estopim para batizar a nova moradora da Serra.

Algo que vem me incomodando muito aqui são os contatos de homens, que simplesmente mandam foto do pau e umas palavras escrotas... A imagem que passa é que não existem pessoas do outro lado... que escrevem ou aproveitam os contos. Quero amizade, conexão com as pessoas, afinal, além dos instintos, somos humanos. Se identificou com o conto, gostou, quer conversar, seja educado!

Foto 1 do Conto erotico: Fui seduzido pela senhora que limpa nossa casa

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fui seduzido pela senhora que limpa nossa casa

Codigo do conto:
267146

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
14/07/2026

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