10 - Oficina 24 Horas: Meu Macho Mecânico


Meu nome é Marcelo. Tenho 42 anos, 1,80m e 94 quilos de carne macia que se concentram especialmente na bunda e nas coxas. Quando ando, o rebolado aparece sozinho, sem que eu consiga controlar. Mantenho a cabeça raspada para valorizar o rosto suave, quase feminino. Meu pau... bem, é uma vergonha particular: fino, pálido, mal chega a 14 centímetros quando está duro. Faz tempo que aceitei que não sou um homem de verdade. Sou uma fêmea. Uma bicha submissa feita para servir machos de verdade.
Depois da experiência intensa na fazenda com João, voltei para São Paulo tentando me recompor. O trabalho remoto me mantinha trancado no apartamento, mas a solidão só aumentava a fome. A saudade de ser dominado, possuído e reduzido ao meu verdadeiro papel não passava. Eu precisava sentir novamente aquele cheiro forte de macho, aquela voz grave dando ordens, aquele pau grosso me abrindo e me lembrando do meu lugar.
Naquela tarde chuvosa, o destino resolveu por mim.
O carro começou a falhar na marginal e morreu completamente. Chamei o reboque e fui parar na Oficina 24 Horas, um lugar grande e bagunçado na zona sul de São Paulo. Cheguei nervoso, de camisa social e calça jeans que marcava demais minha bunda.
Foi quando ele apareceu.
Ronaldo, 37 anos, dono da oficina. Um homem imenso: 1,88m, corpo construído por anos carregando peças pesadas, braços tatuados e veios, mãos grossas e pretas de graxa. Pele morena, barba cerrada por fazer, cabelo curto bagunçado e um olhar que parecia pesar a alma da gente. O macacão azul estava aberto até o umbigo, revelando um peito largo coberto por uma mata espessa de pelos escuros molhados de suor. O cheiro dele — mistura de graxa, suor masculino, diesel e testosterona — invadiu minhas narinas como um soco.
Ele me mediu de cima a baixo sem disfarçar.
— Alternador fodido e correia dentada arrebentada — disse com voz rouca e grave, limpando as mãos num trapo. — Só termino amanhã de manhã. Quer deixar o carro e voltar de Uber ou tem onde dormir por aqui?
Hesitei. Ele percebeu.
— Tem um quartinho nos fundos. Ar-condicionado, cama limpa. Melhor do que gastar dinheiro à toa.
Aceitei. Não sei se foi o cansaço, a chuva ou o jeito como ele me olhava, mas aceitei.
Às 22h40 a última luz da oficina se apagou. Ronaldo tomou banho no banheiro improvisado e voltou só de bermuda preta folgada. O peito peludo ainda brilhava úmido. O volume entre as pernas era absurdo — mesmo em repouso, a rola grossa balançava pesada, marcando o tecido.
Sentei no sofá velho da sala de espera. Ele parou na minha frente, pernas abertas, e cruzou os braços.
— Tá olhando faz tempo, Marcelo — falou direto, sem rodeios. — Desde que chegou. Tá com fome de quê, hein?
Fiquei vermelho. Meu coração batia tão forte que parecia querer sair pela boca.
— Eu... não sei do que você tá falando.
Ronaldo deu um sorriso safado e se aproximou. Segurou meu queixo com uma mão calejada, levantando meu rosto.
— Sabe sim. Eu conheço esse olhar. Tu não é macho. Tu é uma fêmea disfarçada. Essa bundona, esse jeito mole de andar, essa voz macia... Tu tá louco pra levar rola, não tá?
Engoli seco. Meu cu piscava sem controle.
— Sou casado — continuou ele, voz baixa e carregada. — Gosto de mulher. Mas de vez em quando aparece uma putinha como tu e eu não perco a oportunidade. Se quiser, hoje tu vai dormir aqui... e vai dormir como minha vadia.
O silêncio ficou pesado. Eu tremia de tesão e medo.
— Quero... — sussurrei finalmente.
Ronaldo sorriu satisfeito. Puxou minha cabeça contra seu peito peludo.
— Boa menina. Agora tira toda essa roupa. Quero ver direito o que eu vou comer a noite inteira.
Fiquei completamente nu na frente dele. Meu pau pequeno estava duro, mas patético. Ronaldo baixou a bermuda devagar. O pau dele saltou livre: grosso, venoso, 22 centímetros de puro macho, com uma cabeça grande e rosada já brilhando de pré-gozo.
— De joelhos.
Ajoelhei. O cheiro era avassalador. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e esfregou o pau pesado no meu rosto, batendo nas bochechas, nos lábios, na testa.
— Cheira. Isso... cheira o pau do teu macho. Agora lambe as bolas. Isso, devagar. Olha pra cima enquanto chupa.
Chupei com devoção, babando, engasgando quando ele empurrava mais fundo. Ronaldo gemia rouco, falando sem parar:
— Caralho... tu mama gostoso pra uma fêmea. Engole mais... isso. Tá sentindo como ele engrossa na tua boca? Tu nasceu pra isso, Marcelo. Pra servir um homem de verdade.
Depois de me foder a boca por longos minutos, ele me levantou, me curvou sobre a bancada de ferramentas e cuspiu duas vezes direto no meu cu. Abriu minhas nádegas com as mãos grandes e começou a forçar a cabeça grossa para dentro.
— Relaxa essa bucetinha... vai caber tudo. Devagar... isso...
A dor veio forte quando ele me abriu. Gemi alto, agarrando a bancada. Ronaldo deitou o corpo quente sobre minhas costas, mordendo minha nuca enquanto entrava centímetro por centímetro até o fundo.
— Pronto. Agora tu não é mais homem. Tu é minha putinha da oficina — rosnou no meu ouvido.
As estocadas começaram lentas e profundas, depois foram ganhando força. O barulho molhado de carne contra carne ecoava na oficina vazia. Cada vez que ele entrava até o saco, eu soltava um gemido agudo.
— Isso... aperta esse cu gostoso. Porra, que buceta apertada. Tu foi feito pra levar rola grossa mesmo.
Ele me virou de frente, colocou minhas pernas sobre seus ombros e me fodeu olhando nos meus olhos. Seu suor pingava no meu peito. O pau entrava e saía brilhando, me destruindo por dentro.
— Tá sentindo, princesa? Tá sentindo como um macho de verdade aniquila tua masculinidade? Esse pintinho ridículo nem consegue ficar duro direito... enquanto eu tô aqui te arrombando.
Gozei sem tocar no pau, jorrando fraco na minha própria barriga. Ronaldo riu.
— Olha só... gozou igual mulher. Agora aguenta o macho.
Ele gozou com um urro grave, segurando meus quadris com força, enchendo meu intestino com jatos grossos e quentes. Ficou dentro, ainda duro, e continuou fodendo devagar, misturando o esperma.
Dormimos no quartinho. Acordei de madrugada com ele duro novamente, me virando de lado e me penetrando por trás, devagar, possessivo, enquanto sussurrava:
— Essa buceta agora tem dono, Marcelo.
Nos dois dias seguintes, vivi um delírio. De dia eu ajudava na oficina como podia — limpando peças, levando água, servindo almoço. De noite e nos intervalos, eu era completamente dele.
Ele me fodia no banheiro durante o almoço, me curvando sobre a pia. Me chamava no estoque para chupar seu pau suado depois de trabalhar. À noite, me comia por horas no quartinho: de quatro, de lado, cavalgando, na rede improvisada. Sempre falando:
— Tu tá cada vez mais macia... mais obediente. Tá gostando de ser minha esposinha, né? Fala.
— Tô... sou tua putinha, Ronaldo.
No terceiro dia, quando o carro ficou pronto, ele me puxou antes de eu ir embora, me beijou com força e apertou minha bunda.
— Pode voltar sempre que precisar de macho, princesa. Essa oficina tem uma vaga permanente pra você... como minha vadia particular.
Saí de lá com as pernas tremendo, o cu latejando, vazando porra dele pela cueca, e uma paz estranha no peito. Pela primeira vez em muito tempo, eu me sentia completo.
Completamente reduzido. Completamente possuído. Completamente no meu lugar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
10 - Oficina 24 Horas: Meu Macho Mecânico

Codigo do conto:
261670

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/05/2026

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