Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo

Aos 26 anos eu já havia experimentado quase de tudo em nome do prazer, o primeiro orgasmo escondida no banheiro tocando uma siririca, o primeiro beijo que me fez melar a calcinha e os dedos do primeiro namorado, a primeira chupada em meus seios que me arrepiaram o corpo inteiro, sentir um pênis duro, quente e pulsante em minhas mãos, a porra quente entre os lábios e os dedos, minha virgindade subtraída em uma noite de réveillon, o anal doloroso, porém desejado e posteriormente viciado, minha prima safada chupando minha buceta ao som da sessão da tarde na tv entre outras coisas, mas foi aos 27 que fui apresentada ao prazer da submissão, ser o objeto de prazer em uma noite de calor numa casa de veraneio, sendo seduzida e compartilhada pelos pais de uma amiga, até hoje eu não sei dizer se essa minha amiga sabia do que iria acontecer, a cachorra saiu para meter e só voltou no dia seguinte, espero que ela tenha curtido aquela noite assim como eu curti cada chupada em meu corpo, sendo segura pelo pai dela enquanto sua mãe me chupava e me dedava, fui deliciosamente compartilhada por aqueles safados, sei exatamente como tudo havia começado, mas contarei em outra oportunidade, o que posso dizer de momento é que por um bom tempo me fizeram de propriedade deles, uma frase em meu ouvido parece ter acionado um botãozinho até então escondido, nos braços de um macho dominante que me segurava para que sua esposa se divertisse entre minhas pernas, aquela voz grave que sussurrava em meu ouvido:
— Você é nossa... Nunca se esqueça disso... Seu corpo é só nosso a partir de hoje...
Até hoje me lembro do tremor que tomou conta do meu corpo, daquela sensação de medo e prazer ao mesmo tempo, dentro de um quarto escuro onde só a luz da lua testemunhava meu corpo preso pelo prazer de ser dominada e amarrada pelos lençóis daquela cama, após aquela noite houve outra e mais outras, até que para minha infelicidade eles mudaram de estado, me deixando sozinha sem saber ao certo se um dia eu voltaria a sentir prazer em ser literalmente propriedade de alguém novamente, sim eu buscava isso, em cada relação que eu me envolvia eu tentava mostrar o que realmente eu queria que fizessem comigo, talvez minha ansiedade tenha assustado muitos ou quem sabe aquela experiência tenha sido apenas um caso isolado feito apenas para ser lembrado e não revivido, e foi assim que segui minha vida, aos 32 me formei em enfermagem e posteriormente me casei, aquela loucura toda havia ficado para trás, até que conheci a Vanessa uma enfermeira de 29 anos, nos tornamos amigas e confidentes, e foi entre um plantão e outro que eu descobri de que maneira ela lidava com a tensão do dia a dia.
Minha vida havia entrado em uma rotina sem muitas novidades, parecia que nada me agradava ou até mesmo me satisfazia, meu corpo precisava de algo, eu precisava extravasar e não sabia como, meu marido não conseguia me satisfazer na cama, e eu não conseguia dizer a ele o que eu realmente queria na cama, até tentei apimentar nossa relação comprando alguns apetrechos como algemas eróticas e um chicotinho, porém o resultado foi constrangedor para mim, fiquei com vergonha e me escondi de vez abafando os meus desejos, eu precisava conversar com alguém, só não sabia com quem compartilhar tamanha intimidade, foi então que em uma conversa com a Vanessa em um barzinho que descobrimos que compartilhávamos dos mesmos desejos e das mesmas frustrações, o noivo dela também não curtia o bondage, e foi num tom sigiloso que ela contou:
— Olha... Eu não consigo ficar sem um dono... Meu noivo não aceita que eu o chame dessa forma... Ele não curte a ideia... Mas...
— Mas o quê? Você o trai...?
Ela colocou uma mão na nuca se escorando na mesa e com a outra mão deslizou circundando a borda do copo e olhando dentro dos meus olhos com um sorrisinho no canto da boca, olhei para ela como se não tivesse acreditando e perguntei:
— Vanessa... Você tem um dono? É isso mesmo?
— Eu preciso descarregar às vezes... Meu noivo não me supre naquilo que eu preciso... Eu o amo, mas ele não me domina como eu queria... Eu preciso disso nem que seja por algumas horas...
Era exatamente o que eu precisava nem que fosse por algumas horas, mas eu era casada e não queria trair meu marido, porém a curiosidade era imensa e eu tinha que saber mais:
— Me deixou curiosa agora... Eu conheço? Trabalha no hospital?
— Não... Ele não trabalha no hospital e você também não conhece... Na verdade é um lugar que conheci por indicação de uma professora da faculdade...
— Puteiro? (risos)
—Não mulher, não é puteiro não (risos)
— Tá... Mas que lugar é esse?
— É um lugar bem discreto... Seguro e... Ainda que o propósito seja a submissão sexual eu considero até respeitoso... Porque é você quem escolhe se continua ou não... Na minha primeira vez eu desisti, porém me arrependi amargamente de não ter seguido... Mas na segunda eu gozei horrores (risos)
A ideia de trair meu marido estava fora de cogitação, mas e o meu tesão? O que fazer com tanto tesão reprimido me torturando por dentro? Ela percebendo que eu havia ficado interessada começou a me provocar dizendo sobre o que acontecia naquele lugar:
— Você não imagina o que ele fala em seu ouvido... Ele procura a sua verdade... Quem você realmente é dentro dessa capa... Você não faz ideia...
Minha buceta já estava melada só de ouvir aquele relato, eu estava doida para meter e falei:
— Não faz isso sua safada, vamos embora que meu marido deve estar me esperando...
— Ok... Mas se você chegar em casa e ele já estiver dormindo... Pense bem...
Ela entrou em minha mente me fazendo torcer para chegar em casa e encontrar meu marido afim de me comer loucamente, só que não, ele até roncava como se o quarto fosse somente dele, e eu que me virasse com meu tesão, enfiei a mão por dentro da roupa e senti minha buceta melada, louca para ser agarrada e jogada naquela cama sob as ordens do meu macho, mas a única opção disponível estava roncando naquela cama exalando o cheiro de cerveja pelo quarto, eu olhava para ele me lembrando da forma debochada com que ele tratou minhas fantasias, o covarde foi incapaz de se aproveitar do meu corpo, tirei minha calça e fui na cozinha pegar a maior banana que tinha na fruteira, voltei para o quarto e subi na cama de quatro enfiando aquela banana no cu, comecei a me masturbar ao lado dele que roncava como se não houvesse amanhã, comecei a fantasiar um cara qualquer comendo minha bunda enquanto aquele covarde dormia profundamente, entre um espasmo e outro eu dizia em voz baixa:
— Olha seu corno... Ele esta me comendo... O pau dele esta na minha bunda corninho... Olha como eu estou...
Nesse momento comecei a gozar piscando meu cu naquela banana que logo foi expelida no chão do quarto, com o barulho do piso laminado ele se mexeu na cama dando a entender que havia acordado, fiquei ali imóvel tentando controlar minha respiração e fingindo que estava dormindo, o covarde nem se virou para o meu lado e voltou a roncar, me levantei peguei a banana e fui para a cozinha, eu poderia perfeitamente ter colocado de volta na fruteira simplesmente por vingança, mas descasquei e comi enquanto uma lágrima escorria em meu rosto, não de raiva e nem de tristeza, talvez por estar me podando e deixando de realizar minhas fantasias, as mesmas que ele debochou dias atrás, fui tomar um banho pensando no que a Vanessa havia me contado, a maneira como ela falou, a euforia em seu semblante era real, ela estava realmente curtindo algo especial em sigilo, o proibido realmente mexe com a gente e comigo não seria diferente, eu tinha que fazer algo nem que fosse por uma única vez, mas eu tinha que fazer.
No dia seguinte após o horário de trabalho chamei a Vanessa para que pudéssemos conversar sobre o assunto da noite anterior, fomos ao mesmo barzinho e pedi para ela me contar mais detalhes sobre aquele lugar, na verdade eu queria saber se realmente era um lugar bem discreto, afinal eu queria me divertir e não acabar com meu casamento, nem bem chegamos e fui logo perguntando:
— E aí... Conta-me mais sobre aquele lugar...
Ela me olha com cara de deboche como se estivesse estranhando minha reação.
— Hum... O que temos aqui... Até ontem estava toda esposinha fiel... O que aconteceu com aquela mulher...?
Respondi num tom quase que de desabafo:
— Nada, não acontece nada... A única coisa que aconteceu foi eu me aliviar com uma banana no rabo...
Ela começou a rir ainda debochando:
— Uau...! (risos) Nanica ou prata?
Eu também não aguentei e comecei a rir respondendo:
— Nanica né (risos)
Após aquela descontração pedimos um suco e começamos a conversar, e de maneira enfática ela foi logo dizendo:
— Não posso te contar o que acontece lá dentro... O gostoso é ser surpreendida, a minha experiência foi de acordo com minha condição de noiva... Como você é casada e praticamente iniciante no bondage tudo pode ser diferente...
— Tá mais como faz para chegar lá? Tenho que pagar algo antes?
— Na verdade eles te buscam em um lugar marcado e vendam os seus olhos, você não precisa marcar nada, eu serei a sua madrinha que é como eles chamam as pessoas que indicam... Chegando lá eles te colocam numa salinha de espera, e nesse lugar você terá que fazer uma escolha...
— Que tipo de escolha...?
— O que eu disser pode influenciar em sua escolha me causando uma punição... A única coisa que posso dizer é... Divirta-se sem medo... O fato de ser vendada é simplesmente para a pessoa não saber onde fica... Afinal estamos falando de mulheres comprometidas buscando o prazer fora da relação...
Eu já estava com o maior tesão só de imaginar aquilo tudo, mas eu precisava saber quanto ia me custar aquela brincadeira toda, foi então que ela me respondeu:
— Não custa nenhum centavo... Na verdade o preço é o seu corpo totalmente preso e submisso nas mãos dele... É o prazer pelo prazer de ser o dominante e o submisso...
Minha buceta pulsava só de imaginar um estranho enchendo a mão em minha bunda, só me restava mais uma duvida:
— Não posso chegar em casa com marcas pelo corpo...
— Foi como te falei você é casada e ele vai cuidar de você de acordo com sua condição...
— Certo... Minha folga cai na sexta feira e volto no inicio da noite para o meu plantão...
— Seu marido sabe que você vai folgar na sexta?
— Não... Eu não cheguei a comentar nada com ele...
— Ok... Então não marque mais nada para esse dia... Reserve a parte da manhã para se preparar como se fosse para um motel... Coloque uma lingerie bem provocante e se possível faça uma chuquinha, pois pode rolar uma plugadinha... Tem mais uma coisa... No caso de penetração, só com brinquedinhos... A não ser que você peça por algo diferente, aí é com você...
— Mas como assim pedir? Não será ele ou ela que estará no comando?
Com um sorriso pra lá de safado ela responde dando uma piscada:
— Você vai entender, é só o que posso dizer...
Voltei para casa pensando em desistir daquela loucura, mas a curiosidade era enorme, estar completamente nua e presa à disposição de outra pessoa com o meu consentimento sempre foi o pilar das minhas mais profundas fantasias, e eu estava prestes a realizar, mas por outro lado o medo de algo sair do controle e voltar para casa com algumas marcas pelo corpo me preocupava, mas acho que conseguiria dar um jeito de esconder, agora voltar com um presentinho de nove meses na barriga ou com algum problema bem maior era outra história, preservativos rasgam e vai que acontece justamente comigo, pensando assim achei melhor não deixar chegar nesse ponto, mas... Será mesmo que eu conseguiria?
(Continua)
Foto 1 do Conto erotico: Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo

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Ficha do conto

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alim

Nome do conto:
Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo

Codigo do conto:
261787

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
11/05/2026

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1

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