Me Divertindo Com Os Pedreiros

Sempre me deliciei lendo relatos eróticos e também sempre tive vontade de ver minhas experiências inspirando fantasias mundo a fora, sendo assim resolvi contar uma pequena aventura, agradeço o autor por ter lido a minha história e aceitado fazer um conto através da minha experiência extraconjugal, todos temos fraquezas, aquelas que conhecemos e outras que vão surgindo no decorrer de nossas vidas, sempre tive minhas fantasias sexuais e parte delas o meu marido nem imagina, talvez pela educação rígida que eu tive acabei bloqueando esse tipo de coisa como se fosse algo extremamente impróprio, meu marido não imagina o tamanho do vulcão que ele tem dentro de casa, todos os nomes que surgirem dentro deste texto são fictícios.
Tudo aconteceu quando ele resolveu fazer uma obra no banheiro de casa, ele queria mudar o piso e o azulejo e mais algumas coisas, ele contratou um pedreiro indicado por um amigo, depois do orçamento e tudo combinado ele marcou o dia para iniciar a obra, uma semana depois esse pedreiro chega com um ajudante para começar a mexer no banheiro, no inicio foi bem difícil, muito barulho, sujeira e todo aquele transtorno que uma obra trás para dentro de casa, afinal você não tem mais privacidade para ficar mais a vontade, na época fazia muito calor e eu não podia ficar em casa como de costume, até aí tudo bem eu conseguia lidar com a situação, o problema começou quando eu resolvi inventar um lanchinho para eles no meio da tarde, comprei um refrigerante e preparei algo na mesa da copa, eles não gostavam de comer dentro de casa e optavam por sentar no chão do terraço para fazer suas refeições, eu achava aquilo muito desconfortável e insisti para que viessem para a mesa, estava muito calor naquele dia e com aquele trabalho braçal era impossível não transpirar, e foi assim que meu problema começou, sabe aquelas fantasias que meu marido nem imagina? Pois é... A presença deles dentro de casa começou a mexer comigo, muitos dizem que não suportam o cheiro de suor, mas no meu caso é bem diferente, é de melar a calcinha (risos), na verdade é um sentimento que eu não sei como explicar, me sinto deliciosamente frágil e vulnerável mesmo diante de um completo estranho, mas isso às vezes parece querer me jogar em algo totalmente proibido me levando a fantasiar que estou literalmente traindo meu marido, eu sou a mulher dele, mas me senti atraída pelo cheiro daqueles homens sozinha dentro daquela casa com eles, e isso começou a despertar fantasias em minha cabeça, aos poucos aquela mascara de esposa fiel começava a cair por terra, tanto que comecei a convida-los para almoçar dentro de casa, e não contente comecei a almoçar com eles para aproveitar aquela excitante presença, quando eles voltavam para o trabalho eu me trancava no quarto para me masturbar, aquilo virou uma verdadeira tortura para mim, ainda mais que meu marido chegava muito tarde e se dizia cansado para me satisfazer, meus dias se tornaram uma loucura, eu trancada no meu quarto tocando uma siririca e dois machos trabalhando e suando no banheiro ao lado, aquilo foi ficando tão complicado que eu comecei a sentir vontade de brincar um pouco com a situação, mesmo que fosse uma simples brincadeira na minha cabeça, coisas do tipo uma saia mais comprida e sem calcinha, uma camiseta sem sutiã e até mesmo um plugue anal entrava na farra, eu andando pela casa daquele jeito e eles nem imaginavam o que estava acontecendo por debaixo daquelas roupas, eu transitava perto deles durante o almoço só para sentir aquele odor de macho e depois voltava para o meu quarto para tocar uma siririca enquanto eles trabalhavam, nesse meio tempo comecei a puxar assunto com eles, e assim descobri que o Geraldo tinha cinquenta e cinco anos e era casado, enquanto o Beto tinha vinte e nove e estava namorando, quando eles perceberam que eu estava mais receptiva as nossas conversas começaram a fluir, e eu por minha vez comecei a ficar cada vez mais ousada e ao mesmo tempo com medo de cometer alguma loucura dentro de casa, já tinha um mês que não sabia o que era transar, e aquilo já estava me deixando sem resistências a ponto de começar a me insinuar para o Beto, eu perguntava da sua namorada, se ela era bonita, se era morena ou loira tudo isso na hora do almoço em um papo bem descontraído, quando ele falou que ela era morena eu perguntei brincando:
— Não gosta de loira né?
Foi então que ele respondeu:
— Gosto sim dona, é que nunca tive a oportunidade de conhecer uma loira, mas não teria nenhum problema.
Nesse dia eu estava de saia e sem calcinha, se a mesa fosse de vidro ele teria me visto de pernas abertas na frente dele, totalmente inserida naquele ambiente perfumado eu soltei:
— Oportunidade é o que não falta (Risos)
O Geraldo percebendo algo diferente tratou de se levantar chamando o Beto dizendo que tinha muita coisa para fazer ainda, eu por minha vez lavei a louça e fui para o meu quarto me torturar com minhas próprias mãos, a coisa já estava encaminhada, só não sabia quando iria rolar, eu ainda lutava contra aquilo esperando meu marido chegar do trabalho toda cheirosa na esperança dele apagar meu fogo, só que nada acontecia e minha única saída era o chuveiro frio no meio da madrugada quente.
No dia seguinte eu resolvi provocar ainda mais, coloquei uma bermuda legging e uma camiseta até o meio da bunda, o fio dental permitia que a bermuda entrasse um pouco mais em minha bunda, eu estava definitivamente decidida em ter aquelas mãos em meu corpo, só não sabia como fazer acontecer, conforme eu transitava pela casa eu percebia alguns olhares, principalmente do Beto, como sempre fazia na hora do almoço fui arrumar a mesa e chama-los para almoçar, após um breve silêncio puxei assunto sobre o calor que estava fazendo naquele dia dizendo:
— Tem esquentado muito nesses dias né? Eu estou suadinha...
O beto respondeu:
— Por isso a gente prefere almoçar lá fora... A gente transpira muito e isso não é muito legal...
Fazendo-me de desentendida eu perguntei:
— Como assim não é muito legal? As pessoas comentam alguma coisa?
Então ele começou se abrir:
— Não sei... Às vezes percebemos atitudes que deixam a entender isso...
Foi então que eu tentei dar uma amenizada:
— Eu acho isso uma grande bobagem, todo mundo soa e isso é a coisa mais normal do mundo e não tem nada a ver com higiene, é algo fisiológico...
Ele demonstrando até mesmo certo alivio comentou:
— É dona... Nem todo mundo pensa assim...
Os olhares já não eram mais tímidos, algo já estava rolando e só faltava riscar o fósforo, olhei para ele e falei:
— Confesso que até acho bem sexy...
O Geraldo interrompeu a conversa e disse:
—Olha dona... Estamos aqui trabalhando e não queremos confusão, acho melhor vocês pararem com isso antes que as coisas fujam do controle...
Olhei para ele e perguntei como se não estivesse preocupada com o que pudesse acontecer:
— E se fugir do controle...? Estamos nós três aqui dentro e ninguém esta vendo nada... Tudo pode acontecer...
Eles me olhavam assustados até que eu comecei a rir dizendo que estava brincando, só que por dentro eu estava doidinha de vontade, peguei meu prato e meu copo e fui para a pia lavar dizendo:
— É só deixar a louça aqui na pia para eu lavar...
Minha bunda devorava parte da bermuda até que o Geraldo deixou a louça na pia e se retirou rapidamente, pensei comigo mesma:
— Caralho nem para resvalar em mim...
Só que o Beto demorou um pouco mais para chegar na pia, mas quando chegou me deu uma bela encoxada, continuei lavando a louça como se nada estivesse acontecendo, ele me segurava pela cintura e se esfregava em mim encostada na pia, sua mão começou a alisar minha buceta por cima da bermuda, eu insistia em lavar a louça deixando ele brincar comigo bem a vontade com aquele volume bem no meio da minha bunda, meu coração parecia querer pular pela boca, olhei para trás e o outro ainda não tinha nos visto daquele jeito, com a outra mão ele subiu por dentro da minha camiseta e alcançou meus seios dizendo:
— Eu sabia que estava sem sutiã...
Nessa altura eu já estava empinado a bunda e rebolando no seu pau que parecia querer estourar sua calça, nesse momento sua mão invade minha bermuda e chega na minha buceta me fazendo soltar um gritinho, ele me apertava e beijava o meu pescoço como se fosse me devorar, olhei em seus olhos e pedi:
— Não chupa o meu pescoço seu safado... Deliciaaaa... vamos para sala...
Nisso o outro aparece e diz:
— Caralho mano!!! O que é que você esta fazendo porra?
Ainda me agarrando e me apalpando ele responde:
— A mulher esta na vontade cara... Já tem um tempo...
Peguei-o e puxei para a sala e pedi para o outro vigiar o portão para ver se não chega ninguém, o sentei no sofá e comecei a abrir sua calça com ele pedindo para tomar um banho antes dizendo:
— Calma dona me deixa tomar um banho antes...
Olhei para ele e falei:
— Você não entendeu nada mesmo né... Eu quero seu cheiro...
Comecei a chupar ele no meio da sala, o outro não sabia se vigiava o portão ou olhava para nós naquela putaria no sofá, eu estava com tanto medo do meu marido chegar que nem conseguia me concentrar direito, eu sabia que ele chegava tarde, mas o fato de estar fazendo aquilo dentro de casa me deixava com medo de um flagrante, fui no quarto buscar uma camisinha e vestir uma saia no lugar da bermuda, seria mais fácil me recompor caso ele chegasse, mesmo sendo duas da tarde eu estava com medo, coloquei a saia e tirei a calcinha, voltei para a sala toda nervosa tentando rasgar a embalagem da camisinha sem sucesso tamanho era o meu nervosismo, ele pegou da minha mão e me puxou para que eu voltasse a chupar ele, a maneira como ele me puxou me deixou mais excitada ainda, dei mais algumas chupadas nele e coloquei a camisinha, montei nele e fui guiando sua rola até finalmente me penetrar, colei meu rosto no dele e comecei a cavalgar de maneira ofegante e afobada sentindo seu cheiro de macho, ele tentava me beijar mas eu não deixava, até que ele me segurou pelo cabelo e meteu a língua em minha boca dizendo:
— Você pediu rola não foi? Agora me beija e aceita o seu macho...
Eu dei um sorriso dizendo:
— É isso que eu quero... Me fode gostoso seu safado...
Comecei a me esfregar em seu colo jogando os peitos na sua cara arfando e gemendo feito uma puta, aquele homem estava dentro de mim como se eu fosse só dele, gozei com ele dentro da minha buceta, não demorou muito para ele também gozar apertando minha bunda enquanto eu sussurrava em seu ouvido:
— Pintão gostoso seu safado... Seu pintão é gostoso demais...
Eu sorria mordendo o lábio inferior e olhando nos olhos dele com cara de safada, dei um beijo nele e saí de cima de sua rola dizendo que iria tomar um banho, nesse momento o Geraldo me pega pela cintura me fazendo soltar um gritinho de susto e pede para o seu companheiro ficar na janela vigiando o portão, tentei me soltar dizendo:
— Não vai dar tempo... Deixa para amanhã!
Ele me coloca de quatro no sofá e me surpreende tirando uma camisinha do bolso, eu brinquei perguntando:
— Homem casado com camisinha no bolso é safado...
O outro começou a rir dizendo que todo homem era safado, eu virei para ele e pedi:
— Olha o portão...! Aaiiiiiiiii!!!
Era a rola do outro entrando em minha buceta, ele segurou em meu pescoço e começou a meter firme e profundamente dizendo:
— Não era isso que você estava querendo safada... Que bunda gostosa...
Fechei os olhos e comecei a curtir aquela rola me preenchendo no meio da sala, ele me puxou pelo cabelo e sussurrou em meu ouvido:
— Vou acelerar e você vai ficar quietinha... Não grita...
Esse homem me segurando pelo cabelo e socando a rola em mim me fez esquecer por um instante que eu era casada, ele sacudia o meu corpo me segurando pelo pescoço me chamando de casadinha gostosa bem no meu ouvido, ouvir aquilo me fez estremecer de tesão, joguei a bunda nele dizendo que estava gozando, olhei para o Beto que mais uma vez não estava vigiando do portão e falei com a voz tremula:
— Olha o portão carambaaaaa...
Senti meu comedor tremendo e grudando em minha bunda me fazendo rebolar na sua rola que pulsava dentro de mim e eu morrendo de medo daquela camisinha estourar, ele parecia que não queria me soltar mais, comecei a rir tentando tirar suas mãos e pedindo para ele me soltar, o outro que estava vigiando o portão também começou a rir dizendo:
— Solta a mulher cara! (risos)
Apesar do medo eu estava me divertindo muito com eles, quando eu consegui me livrar daquele safado eu sai recolhendo as camisinhas juntamente com as embalagens e corri para o banheiro da casa dos fundos, joguei no vaso e dei descarga, tirei minha roupa e fui tomar um banho, ainda eufórica pela loucura gostosa que acabara de fazer, aquela safadeza toda durou até o fim da obra, meu banheiro ficou do jeitinho que eu queria e o meu marido ficou muito feliz pelo acabamento do teto que não estava no orçamento e pelo sorriso em meu rosto que ele acreditava ser apenas pelo resultado da obra.
Espero que tenham gostado da minha experiência, estou louca para saber dos comentários e assim alimentar cada vez mais minhas mais loucas fantasias.
Foto 1 do Conto erotico: Me Divertindo Com Os Pedreiros

Foto 2 do Conto erotico: Me Divertindo Com Os Pedreiros

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Comentários


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endgoncorno Comentou em 02/05/2026

Maravilha de história, também já fiz obra lá em casa e fiquei louco quando cheguei em casa mais cedo e peguei o pedreiro e o ajudante fazendo uma DP na minha mulher fiquei quietinho olhando escondido e depois que gozaram dentro dela um em cada buraco eu saí dei um tempo e cheguei chamando pra alertar já estava TD em ordem minha mulher feliz e a obra correndo normalmente a noite peguei ela chupei gostoso e ainda falei que ela estava molhada demais, a puta falou que estava com muito tesão.

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edumanso Comentou em 02/05/2026

Esposa maravilhosa !!!!

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lozo Comentou em 02/05/2026

Nossa que maravilha de conto e que delicioso, gostosa situação, ter uma mulher jovem linda, gostosa, casada e no cio, louca pra foder e foder bem gostoso, sem medo de ser feliz e fazer feliz, de gozar e fazer gozar bem gostoso da melhor e mais gostosa maneire possível, isso é bom demais. Uma obra dessa não deveria acabar nunca de tão gostoso que fica. votado e aprovado

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coroaandre Comentou em 02/05/2026

Muito bon




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Ficha do conto

Foto Perfil alim
alim

Nome do conto:
Me Divertindo Com Os Pedreiros

Codigo do conto:
260971

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/05/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
4