Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo - Parte 2

No dia seguinte a Vanessa me procura dizendo que já estava tudo certo e que só faltava enviar uma foto.
— Amiga só preciso de uma foto sua?
— Como assim uma foto? De rosto?
— Não, claro que não né... Ele quer uma foto mostrando o quanto você realmente esta afim de uma brincadeira... Sabe... Uma foto mais reveladora (risos)
— Não acredito nisso... É brincadeira né?
— Claro que não... Vem falar que você nunca fez nudes?
— Ai Vanessa, eu não tenho isso... Vou ver se consigo fazer algo...
Fui ao banheiro e fiz algumas fotos e enviei para ela pedindo para não compartilhar com mais ninguém.
— Fica tranquila amiga, você não é a primeira e com certeza não será a ultima que eu faço essa indicação...
— Ficaram boas?
— Não precisava exagerar... (risos)
— Então não manda né! Vou ver se faço outras...
— Agora já foi...
— VANESSA! Você também né... Vão pensar que sou uma puta...
— Relaxa mulher... Em segredo vale tudo... Até mesmo ser uma putinha (risos)
— Safada... O que eu faço agora?
— Pensando bem, acho melhor você não pegar plantão, vai ficar muito puxado... Fala para o seu marido que você vai pegar plantão, mas ao invés disso você pode ficar na minha casa descansando...
— Nossa! Tem necessidade disso?
— Amiga... Vai por mim... Na minha primeira vez eu cheguei em casa tão relaxada que só queria dormir e mais nada... Tire o dia só para você... Vai me agradecer, você vai ver...
Achei melhor seguir o conselho dela, afinal ela conhecia bem a brincadeira e com certeza sabia bem o que estava falando.
Finalmente havia chegado o dia, conforme combinado falei para o meu marido que pegaria o plantão de sexta para sábado, esperei ele sair para o trabalho e fui comprar uma lingerie bem provocante, escolhi um belo fio dental vermelho, voltei para casa e comecei a me arrumar para a farra, tomei um belo banho com direito a uma chuquinha básica, passei meus cremes e liguei para Vanessa para confirmar o horário que ela viria me buscar, diante do espelho e dentro daquela lingerie vermelha fiquei pensando no que a Vanessa havia comentado sobre ser uma putinha em segredo, lembrei dos pais da minha amiga me chupando de todas as formas, aquilo foi fascinante, até meu cu a safada chupou enquanto ele me segurava, só de imaginar que posso passar por algo parecido meu coração só falta pular pela boca, diante do espelho fiquei olhando para o meu corpo e dizendo:
— Alguém precisa domar essa puta... Ou sou uma puta... Só que aquele corno não sabe que se casou com uma...
Eu estava pegando fogo, e com o passar das horas eu ficava cada vez mais ansiosa, a ponto de ter que tomar outro banho, frio o suficiente para acalmar a periquita que não parava de pedir por rola contraindo e me levando a loucura, eu estava louca para abraçar alguém entre minhas pernas, ela me falou que só aconteceria se eu pedisse, mas dificilmente eu faria isso, eu não sabia se teria coragem de consumar uma traição, dei uma sonora palmada em minha bunda e fui me arrumar, coloquei uma calça jeans justinha, uma blusinha com um blazer curto, e um salto alto vermelho combinando com a lingerie, as 13h a Vanessa chega para me pegar e me levar até o ponto marcado, ela entrou no estacionamento subterrâneo de um shopping e parou ao lado de uma van e falou:
— Esse é o transporte que vai te levar para a diversão... Pode ir tranquila e sem medo que é de boa... As 20h eu venho te pegar... Fica tranquila que eu vou estar te esperando neste mesmo lugar... Dentro da van eles colocarão um capuz em você, tudo tranquilo e de boa... Relaxa e divirta-se... Mais uma coisa... Ao entrar naquela van você é deles, esta ciente disso?
— Sim... É o que eu mais quero...
— Beijo, até mais tarde... Divirta-se!
Assim que desci do carro a porta da van se abriu, eu entrei e me sentei e logo em seguida cobriram minha cabeça com o capuz, ninguém dizia nada, durante o trajeto ele fez tantas curvas que me deixaram totalmente desorientada, até que o veiculo parece ter entrado em uma via sem asfalto, pelo som e o sacolejar era bem provável que fosse uma rua de terra, talvez um sitio ou uma chácara, confesso que me deu um medinho na hora que a van parou, me desembarcaram e me conduziram no que parecia ser um corredor onde era possível ouvir um som de musica bem distante, paramos e tocaram uma campainha, alguém atendeu e segurou em minha mão me conduzindo para o interior daquele lugar, já não era mais possível ouvir a musica, me colocaram em uma poltrona me pedindo para esperar até ouvir um sinal, era uma voz feminina, após uns cinco minutos uma suave campainha tocou indicando que eu deveria tirar o capuz, quando removi o mesmo vi que estava em uma sala aconchegante com uma luz bem agradável, eu estava em uma poltrona diante de uma mesinha onde havia uma bandeja com duas taças de vinho, cada uma sobre um bilhete, em um deles estava escrito “Apenas me entrego” e no outro “Me entrego de olhos fechados” peguei um envelope que estava ao lado da bandeja com instruções para que eu escolhesse apenas uma das taças, desligasse o celular e guardasse minha bolsa, brincos, relógio e outros acessórios dentro de uma cômoda que estava ao lado da poltrona e que deveria apenas permanecer com a roupa do corpo e a aliança, fiz exatamente o que estava escrito e escolhi a taça “Me entrego de olhos fechados” não sabia ao certo qual o real significado, mas achei a opção mais apropriada pelo que eu estava sentindo e desejando, dei alguns goles e fiquei andando pela sala observando cada detalhe daquele lugar, havia achado a ideia do vinho bem interessante e que talvez ajudaria a entrar no clima, dei um ultimo gole e me sentei na poltrona novamente e simplesmente apaguei.
Quando acordei eu estava de bruços e presa em uma cama pelos braços e pernas como se fosse uma estrela, num primeiro instante eu me assustei tentando me soltar, eu estava apenas de calcinha e de salto alto, nisso se aproximou um homem usando uma mascara que deixava apenas seu nariz e sua boca de fora, eu estremeci só pelo fato de estar seminua na frente de um estranho com barba grisalha que vagarosamente andava em volta da cama me observando, puxou uma cadeira e se sentou próximo da minha cabeça e começou a acariciar meus cabelos dizendo:
— Não se preocupe, ninguém mais tocou em você... Eu mesmo fiz questão de tirar sua roupa peça por peça... Sentir o seu bumbum frio em meu rosto foi uma delicia... Suguei cada mamilo duro e rosado... Mas quando conferi o seu cusinho fiquei louco para te fazer uma pergunta... Você me responderia?
Nesse momento ele pega uma espécie de chicote com vários fios e se levanta e começa a passar pelo meu corpo me arrepiando inteira, ele passava pelas minhas costas e deslizava pelo meu corpo passando pela minha bunda e entre as coxas, era impossível fechar as pernas, ele repete a mesma pergunta desferindo varias chicotadas em minha bunda, não muito forte apenas repetidas vezes e aumentando a intensidade até que começou a incomodar me arrancando um sim:
— Sim, sim, sim eu respondo...
Quando ele parou meu corpo pegava fogo me tirando um sorriso envergonhado e ofegante perguntei.
— O que você quer saber...?
— Hum... Assim que eu gosto... Obediente... Eu percebi que o seu cusinho parece gostar de ser visitado... É isso mesmo?
— Sim... Eu gosto...
— E quem foi o primeiro...?
— Foi meu primo... Na casa dele...
Ele falou que a resposta estava errada e começou a bater novamente em minha bunda com aquele chicote de forma gradativa, não era uma dor insuportável, mas era uma dor gostosa, incomodava, mas eu gostava, ele repetia a mesma pergunta e eu estava falando a verdade, até que ele se aproximou do meu ouvido e falou:
— Eu sei que não foi seu primo... Foi outra coisa... Não foi...?
Eu sorri balançando a cabeça já entendendo onde ele queria chegar, envergonhada eu respondi:
— Foi minha escova de cabelo...
— Hum... Viu só como estava fácil... Agora se a escova foi o primeiro quem foi o último? O maridão né?
— Não... Não foi ele...
— Amante?
— Também não...
Ele voltou a me chicotear aumentando a intensidade até me arrancar a resposta certa em meio a gritos ofegantes:
— Aaaiiiiii... Foi uma banana... banana....
Ele voltou e se ajoelhou próximo de mim falando em meu ouvido:
— Como pode seu marido te deixar com tanta fome assim...? Não se preocupe eu vou cuidar de você de agora em diante...
Enquanto falava ele se levantou e puxou algo que parecia pendurado no teto, passou tipo um cinto largo por debaixo da minha cintura e prendeu com uma fivela, se afastou da cama e começou a girar uma manivela que pouco a pouco foi levantando minha cintura me deixando com a bunda empinada, ele voltou para próximo da cama e comentou alisando minha bunda:
— É esqueci-me de uma coisa... Não tem como tirar sua calcinha... Mas acho que tenho uma tesoura por aqui...
Entrei em pânico e perguntei:
— Mas para que tirar minha calcinha? Não precisa disso... Eu não quero que tire minha calcinha... Não faça isso!
Nisso ele volta com a tal tesoura me fazendo gritar como se uma barata estivesse voando dentro de casa, só senti minha calcinha se soltando do meu corpo e expondo minha buceta e meu cu diante dele, meu pânico foi tanto que acabei soltando algumas gotas de xixi, ele foi até uma gaveta e pegou uma embalagem dizendo que havia comprado um presentinho para mim, ele abriu a embalagem e retirou um plugue anal com um rabo, se ajoelhou atrás de mim e ficou alisando e balançando minha bunda, mas quando ele começou a me lamber da buceta ao cu eu simplesmente desmontei de vez, eu rebolava e me contorcia em sua boca safada, ele me dava sonoras palmadas me fazendo soltar contidos gemidos, eu ainda estava meio tímida e não conseguia me soltar de vez, ele pegou o plugue e introduziu em minha bunda, meu corpo começava a querer se soltar de vez, mas algo parecia me prender, ele não parava de chupar minha buceta e eu não parava de gemer até sentir meu corpo estremecer tentando inutilmente fechar minhas pernas, deliciosamente indefesa eu gozava feito uma puta em sua língua, ele soltou o gancho que segurava o sinto e se deitou sobre o meu corpo roçando o volume do seu pau em minha bunda enquanto falava em meu ouvido:
— Solta ela para mim... Essa putinha que esta aí dentro solta... Essa bunda gostosa e abandonada agora é minha... Hein minha putinha?
Se aquela pau estivesse solto com certeza já teria entrado em mim, eu rebolava de baixo dele empinando minha bunda, sua mão alcançou a minha tentando tirar a minha aliança, eu tentei fechar a mão para impedir que ele a tirasse de mim, até que eu finalmente me entreguei para ele quando ouvi a aliança cair pelo chão, eu soltei um gemido como se fosse um profundo desabafo.
—Oooohhhh... Puta que pariouuu... Faça o que quiser comigo...
Nesse momento eu já estava totalmente entregue, ele me beijava o pescoço e sussurrava em meu ouvido dizendo que eu era dele, e eu por minha vez aceitava aquela condição sem pensar em mais nada, eu esfregava minha bunda desnuda em seu pau duro dentro da calça, sua mão por de baixo do meu corpo segurando meu seio e a outra mão me segurava pelos cabelos, aquele safado com aquela voz grave sussurrando em meu ouvido me fazendo perguntas que invadiam minhas mais profundas fantasias.
— Me diz uma coisa... Quem você gostaria que estivesse aqui no meu lugar agora? Te encoxando e esfregando o pau nessa bunda de puta casada? Solta essa vadiazinha que esta aí dentro... Sinta o meu pau duro no meio da sua bunda e me diz quem você gostaria que estivesse em meu lugar agora...
Eu estava completamente envolvida naquela atmosfera de puro prazer, meu corpo era totalmente dele naquele quarto de paredes escuras onde o silencio era quebrado pela nossa respiração ofegante e obscena, ele puxa o meu cabelo e sussurra em meu ouvido:
— Quem você quer que faça isso...
Eu realmente tinha uma pessoa em mente, mas estava com vergonha de dizer e até mesmo de aceitar o fato de ter ficado excitada com a atitude dessa pessoa, ele puxava minha cabeça para trás pelos cabelos e não parava de perguntar, até que não aguentando mais eu soltei:
— Um paciente... um pacienteeee...
— Hum... O que ele fez com minha putinha...?
— Ele passou a mão em minha perna... E subiu para minha bunda...
— E o que você fez...? Tirou a mão dele...?
— Eu deixei... Eu me inclinei na cama e deixei que passasse os dedos no meio da minha bunda...
— Delicia... Alguém mais viu isso...?
— Foi no meio da madrugada... Eu estava sozinha com ele no leito...
— Foi só uma vez?
— Três vezes... Na terceira eu fui sem a calcinha por debaixo da roupa, subi uma perna na borda da cama e deixei-o brincar em minha bunda enquanto eu brincava com sua rola até sentir seu leite quente escorrer em minha mão...
— E você gozou?
— Gozei tocando uma siririca no banheiro e olhando minha mão melada de porra...
Senti-me tão invadida em meus pensamentos e ao mesmo tempo deliciosamente vulnerável em suas mãos, que uma lagrima escorreu pelo meu rosto contrastando com sorriso em meus lábios, era justamente o tratamento que eu queria, ele soltou meus cabelos deslizando as mãos pelas minhas costas e sentando em minhas pernas, outra palmada dessa vez com as duas mãos me fez empinar a bunda gemendo e totalmente entregue ao meu macho, se levantou e soltou minhas pernas das correias, deu a volta na cama até ficar em minha frente, meu olhos logo buscaram o volume do seu pau, ele se aproximou e mandou que eu esfregasse meu rosto no pau dele, eu já estava totalmente obediente e tão sedenta que dei uma leve mordiscada naquela rola que parecia querer furar sua calça social, não demorou muito para sentir aquele chicote em minha bunda seguida de uma áspera reprovação:
— Não mandei você abrir a boca... Apenas passe sua língua como uma verdadeira cadela...
E foi exatamente o que comecei a fazer, seu pau mexia de um lado para o outro dentro daquela calça, não foi difícil perceber que ele estava sem cueca.
— Isso... É assim mesmo... Agora eu vou te soltar... Quero dar um passeio com minha cadela...
Antes de me soltar ele pega uma correia que estava sobre um móvel e coloca em meu pescoço enquanto eu passava a língua naquele volume, por fim ele me coloca uma mascara igual a que ele estava usando, onde somente meu nariz e minha boca ficavam visíveis, e claro os orifícios para os olhos, conforme ele caminhava eu não conseguia desviar os olhos daquele volume em sua calça, até que senti um clique na correia que havia envolvido o meu pescoço, era uma coleira, inacreditavelmente uma coleira que ele prendeu uma corrente, ele soltou minhas mãos e mandou que eu ficasse imóvel e de quatro sobre a cama, nesse momento aquele chicote golpeia as minhas costas com a seguinte ordem:
— As costas devem ficar arqueadas e empinando a bunda... Ou você esqueceu que é minha cadela?
Apertando minha bunda e me golpeando novamente com seu chicote, fazendo-me curvar expondo minha buceta como uma verdadeira cadela no cio, ele me puxou pela corrente me fazendo engatinhar pela cama enquanto dizia:
— Isso... Seja obediente... Iremos passear e conhecer um pouco desse lugar... Sem dizer uma palavra... Apenas obedeça e permita que outros acariciem minha cadelinha...
— Outros...? Como assim...?
Foto 1 do Conto erotico: Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo - Parte 2

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Casada Sem Dono e Submissa Em Segredo - Parte 2

Codigo do conto:
261853

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
12/05/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
4