Pouco tempo depois daquela nossa experiência em uma casa de swing eu e meu namorado noivamos e continuamos a procura de novas aventuras no mundo liberal, acabamos fazendo amizade com alguns casais e assim conhecendo outros lugares, em especial em outras cidades o que tornava tudo mais discreto, recebemos algumas referencias até que decidimos visitar uma casa bem interessante que ficava a duas horas da nossa cidade, e assim num belo final de semana fomos concretizar mais uma gostosa aventura, era uma casa bem discreta e com vários ambientes bem interessantes, mas se tem uma coisa que eu amo são aquelas cabines glory hole, a sensação de fazer algo escondido e obsceno é o que mais me excita nesses lugares, nessa noite eu estava com um tubinho tomara que caia preto quase deixando as polpinhas da bunda a mostra, sem sutiã e um atrevido fio dental preto, tudo isso sobre uma bela sandalinha de salto alto, após andarmos um pouco pela casa chegamos a um corredor mais discreto e pouco movimentado, mas o som que vinha de trás daquelas portas não eram nada discretos, mergulhamos na primeira cabine livre que encontramos, ao entrarmos percebemos um ambiente até mais espaçoso, um monitor bem maior que era pura sacanagem e no lugar do banco um verdadeiro divã, com certeza ali cabiam dois casais, haviam uma caixinha com preservativos e outra com lencinhos umedecidos, na divisória parecia ter mais buracos, abracei meu noivo e puxei ele me encostando na divisória, ele se apoiou na divisória me beijando e me chupando, foi então que senti duas mãos alisando e apertando meu quadril, quando olhei vi que já era um amiguinho me apalpando, não demorou muito para aquelas mãos começarem e subir meu vestido, quando tentei impedir meu noivo segurou minhas mãos sussurrando em meu ouvido: — Deixa ele amor... Não era isso que você queria...? Estava uma delicia sentir aquelas mãos me acariciando enquanto meu noivo parecia querer devorar o meu pescoço, quando senti a mão do cara querer entrar em minha calcinha, eu tentei me soltar do meu noivo que mais uma vez me segurou com firmeza permitindo que aquele safado enfiasse a mão em minha buceta melada de tesão, segurando minhas mãos meu noivo começou a chupar meus seios me fazendo se contorcer entre gemidos e sussurros: —Puta que pariu...! Que delicia de mãos graaaandes e queeeentes ahhhhhhhhhhhhhh Nisso o meu noivo percebeu uma mãozinha feminina em um dos buracos ao lado, meu noivo sussurrou: —Parece que nosso amigo não esta sozinho. Ele me deixou ali com aquelas mãos me apalpando e foi em direção do outro buraco, ele tirou a rola para fora e colocou um preservativo, quando ele introduzindo seu pau naquele buraco era possível ver os lábios e a língua da safada mamando feito uma bezerrinha, morrendo de vontade de fazer o mesmo eu me libertei daquelas mãos coloquei meus dedos no buraco e fiquei esperando o meu amiguinho aparecer, não demorou muito para aquela rola dura e suculenta surgir diante dos meus olhos, como uma gata no cio esfreguei meu rosto sentindo o cheiro do macho safado, meu noivo joga um preservativo perto de mim me olhando com certa reprovação, eu dei um sorriso cheia de malícia e pisquei para ele sussurrando: — Calma meu amor, eu estava apenas cheirando... Coloquei a camisinha e comecei a mamar nosso amiguinho que tinha uma generosa chapeleta, fiquei chupando e imaginando aquela cabeçona entrando em minha buceta, sua mão carinhosamente segurava minha cabeça acariciando meus cabelos em um simples gesto que por um breve momento me fez esquecer a presença do meu noivo, eu também queria ser chupada então soltei o pau da minha boca e coloquei o peito no buraco, ele chupou me fazendo gemer de tão gostoso que estava, ele definitivamente sabia chupar um peito passeando com sua língua melada o meu mamilo e abocanhando logo em seguida, nesse momento percebi a divisória balançando como se alguém estivesse forçando para entrar, olhei para o lado e vi meu noivo praticamente colado na divisória dizendo que estava comendo ela, parecia que ela estava jogando a bunda no pau dele e balançando toda a estrutura, era a primeira vez que ele comia alguém na minha frente, aquela safada gemia alto no pau do meu safado, ele não resistindo mais começou a gemer sinalizando que iria gozar, só foi o tempo de ouvir o estalo da camisinha sendo tirada por ela mesma para o meu noivo começar a gozar me olhando com aquele semblante safado e gemendo, após alguns espasmos estatelado naquela divisória ele veio ao meu encontro para eu chupar o seu pau melado de porra que ela deve ter espalhado com a mão , ele segurou em minha cintura e empurrou minha bunda na direção do buraco, senti a mão do nosso amigo me puxar pelo quadril forçando o seu pau em minha buceta, olhei para o meu noivo e sussurrei meio que atônita: — Espera amor ele vai me machucar assim! Então ele disse: — Eu sei que você gosta... Eu quero ver ele te comendo bem gostoso... Nisso eu senti uma pincelada certeira em minha buceta melada e aquela mãozona me puxando até sua rola começar abrir caminho em minha buceta, eu abracei meu noivo pela cintura e abri mais as pernas, uma dorzinha gostosa tomou conta da minha buceta, meu noivo dizia para eu relaxar, eu estava ofegante enquanto meu noivo alisava meu corpo me segurando como se eu fosse fugir a qualquer momento, com o tempo comecei a sentir minha buceta relaxar com aquela rola deslizando dentro de mim de uma maneira maravilhosa, empinei a bunda sentindo ele me preencher tão gostoso que puxei a cabeça do meu noivo em direção dos meus seios pedindo: —Chupa meus peitos que agora ficou gooostooooso... Uuuuhhhfffff caralho!!! Dessa vez quem estava jogando a bunda na divisória era eu enquanto meu noivo sugava meus seios numa sequencia, até que nosso amigo me segurou firme pela cintura e gozou urrando feito um ator de pornô bem safado, minhas pernas bambearam e meu noivo me segurou para que eu não caísse, talvez por ter sido minha primeira trepada naquelas condições eu tenha sentido algo tão intenso, eu me sentia praticamente uma puta naquela salinha, ainda tremula abracei meu noivo e lhe dei um beijo agradecendo pela maravilhosa sensação de liberdade ao seu lado, peguei minha calcinha que estava no estofado e ofereci ao nosso amigo pelo buraco que pegou sem fazer cerimônia, meu noivo surpreendido pela minha atitude perguntou: — Por que você fez isso? Simplesmente respondi olhado em seus olhos fazendo cara de safada: — Me deu vontade de agradecer pela gozada amor. Antes que saíssemos eles retribuíram a brincadeira jogando a calcinha dela, meu noivo pegou do chão e deu uma cheirada e colocou no bolso, olhei para ele e falei: — Mas é muito cachorro mesmo... (risos) Então ele respondeu todo feliz com o presentinho da safada: —Quem garante que ele não fez o mesmo do outro lado... Olha o tamanho dessa calcinha! O safado sempre deixou bem claro que era louco por bunda grande, após aquela safadeza toda e o fato de estar sem calcinha comecei a sentir uma estranha sensação de vulnerabilidade, não no sentido ruim, era algo diferente, era como se a qualquer momento eu fosse levada por aquele safado da cabine para alguma sala coletiva para ser devorada, e tenho que confessar que eu estava louca por isso, parecia que eu ainda podia sentir aquela rola pulsando dentro de mim, fomos para uma área mais reservada com algumas mesas e nos sentamos, minha buceta estava tão sensível que mal conseguia cruzar as pernas, após uma taça de vinho eu já não conseguia controlar minhas pernas que se abriam involuntariamente a cada movimento que eu fazia, olhei para o meu noivo e falei: —Amor... Vamos embora logo? —Aconteceu alguma coisa? Você esta bem? Perguntou ele com certa preocupação. Olhei para a boca dele e falei: —Quero ser chupada, minha buceta esta me deixando louquinha aqui, vamos logo amor... Foi então que percebi um homem em outra mesa logo atrás do meu noivo um homem me observando, mais precisamente em direção das minhas coxas, com certeza deve ter percebido que eu estava sem calcinha, meu vestido já estava um pouco mais acima das coxas e apesar da pouca iluminação assim mesmo ele não tirava os olhos das minhas coxas, então resolvi provocar abrindo um pouco mais e fingindo que não estava percebendo, nesse momento esse homem se levanta e vem em nossa direção, meu coração dispara me fazendo cruzar as pernas tentando esconder minha buceta, cruzo os braços e coloco a mão na boca mordiscando meu dedo polegar, esse homem as aproxima e cochicha algo no ouvido do meu marido e se retira logo em seguida, meu noivo sorri me olhando com uma cara bem safada e diz: — Parece que você esta prestes a conseguir o que acabou de me pedir... Depende de você... Olhei para ele arregalando os olhos perguntando: — E você não falou nada só balançou a cabeça...? Ele se inclinou na mesa se aproximando de mim dizendo: —Amor... Esse é o jogo aqui... Você não é obrigada a aceitar nada que não queira... Agora se ele fez alguma proposta é porque algum sinal ele percebeu... Você fez alguma coisa? Eu sorri meio envergonhada e falei: — Acho que ele percebeu que estou sem calcinha... Eu quis dar uma provocada abrindo mais as pernas... Ele olhou em meus olhos me deu um beijo e falou: — Aqui tem alguns labirintos bem interessantes... Ele falou que se você quiser podemos brincar um pouco por lá... Pedi mais uma taça de vinho e fiquei observando aquele ambiente, homens e mulheres flertando a todo tempo, pelos cantos movimentos inquietos com gritinhos e sussurros e uma musiquinha bem envolvente, a cada gole de vinho eu imaginava aquele estranho com a cabeça entre minhas pernas, meu noivo me beija e mordiscava meu pescoço me provocando e me deixando mais excitada ainda, deslizou sua mão em minha coxa até chegar em minha buceta dizendo: — Humm... Esta molhadinha... Vamos procurar nosso amigo...? Decidida eu respondi impondo uma condição: — Não permita que eu fuja da boca dele, você sabe perfeitamente como eu sou (risos) Nos levantamos e fomos em direção do tal labirinto, conforme caminhávamos era possível passar por vários ambientes pouco iluminados, algumas salas não tinham portas, em uma delas havia uma mulher com dois homens fazendo loucuras e algumas pessoas na porta observando toda a safadeza, era realmente muito excitante, até que finalmente encontramos nosso amigo em uma sala com porta, ele estava sentado em uma poltrona até que uma loira se aproxima e me pega pelas mãos me conduzindo para dentro daquela sala pedindo para o meu noivo fechar a porta logo em seguida, no meio da sala havia um sofá grande e redondo, ela chama o meu noivo para se sentar conosco, ele me deita entre suas pernas enquanto aquela mulher se ajoelha alisando minhas coxas, uma grossa aliança se destaca em seu dedo indicando que aquele homem que permanecia sentado na poltrona era seu marido, o meu noivo por sua vez começa a puxar meu vestido até expor minha buceta diante daquela mulher, em um movimento involuntário eu seguro os braços do meu marido numa aparente tentativa de impedir que ele tirasse o meu vestido por completo, mas fui vencida pelo nosso desejo de irmos até o fim com aquela deliciosa loucura, aquelas mãos desbravavam cada centímetro do meu corpo enquanto meu noivo me segurava sendo cúmplice daquela que estava prestes a me devorar, olhei para o marido dela que continuava naquela poltrona sentado nos observando e alisando o volume que se formava em sua calça, eu já estava completamente nua tendo meus seios apalpados e posteriormente chupados, eu me contorcia conforme aquela boca começava a descer pelo meu corpo, era uma aflição gostosa e excitante só de imaginar aquela boca em minha buceta, meu noivo sabendo qual seria a minha reação tentava me segurar de todas as formas, comecei a ficar mais agitada quando enfim sua boca chegou em minha virilha, olhei para ela num misto de pânico e prazer, ela olhou para mim com um sorriso safado e depois para o marido dela dizendo: — Lisa e cheirosa do jeito que eu gosto meu amor... Ele tira seu pau para fora e começa a se masturbar conforme aquela língua safada mergulha em minha buceta, respiro fundo e abro minhas pernas fazendo movimentos pélvicos na boca daquela safada, meu noivo diante da minha euforia começou a chupar os meus seios segurando meus braços acima da minha cabeça, e a cada gritinho que eu soltava a safada intensificava aquela língua em minha buceta, eu me contorcia tentando me soltar do meu noivo que me segurava sugando meus seios e passando a língua em meus mamilos, o marido dela percebendo que eu estava cada vez mais agitada se levantou e veio em nossa direção, ele segurou minhas pernas me deixando completamente a mercê daquela loucura gostosa, comecei a gritar e gemer cada vez mais alto e mais intenso, eu estava completamente dominada e arreganhada naquele sofá sendo chupada por aquela loira safada e pelo meu noivo cachorro, um tremor involuntário tomou conta do meu corpo me fazendo soltar um longo e tremulo gemido provocado por uma língua atrevidamente gulosa que me fez gozar deliciosamente, após ser libertada eu me encolhi na poltrona tremula e escondendo meu corpo, ela sorriu e deu uma palmada em minha bunda, depois beijou seu marido como se estivesse agradecendo por algo, antes de se retirarem disseram que estariam em uma sala coletiva com alguns amigos, agradecemos pelo convite, e finalizei aquela madrugada chupando meu noivo e fazendo aquela rola espirrar sua porra quente em meu rosto. No dia seguinte enquanto nos arrumávamos para irmos embora do hotel onde estávamos hospedados, eis que cai do bolso dele aquela calcinha que eu já tinha até esquecido que ele havia pegado na cabine, no momento rimos daquele episodio da noite passada, só que um detalhe chamou nossa atenção, como estávamos em um ambiente pouco iluminado não havíamos notado um detalhe, tinha algo escrito na calcinha, na verdade era um número de telefone, olhei para meu noivo e perguntei toda eufórica: — Vamos ligar? Ele pensou um pouco e brincou dizendo: — Você sabe perfeitamente que sou louco por uma rabuda, olha o tamanho dessa calcinha... Imagina o tamanho desse rabo... Ele ainda voltou a cheirar na minha frente, tomei da mão dele dizendo que estava começando a ficar enciumada com aquela brincadeira, ao notar um sorrisinho safado dele eu falei: — Amor... Foi a primeira vez que transamos com outras pessoas, até então era só chupação e mão boba para todo lado... Entre um beijo e outro ele perguntou: — E você gostou de ser corninha? Dei uma gargalhada acenando com a cabeça de maneira afirmativa devolvendo: — Sim meu corninho... Eu amei cada minuto naquela rola dura e gostosa. Beijando-me e apertando minha bunda ele falou: — Eu sei... Gostou tanto que até tremeu em meus braços (risos) Após um breve silêncio parecia que estávamos pensando a mesma coisa até que ele tomou a iniciativa e falou: — Liga para ela... Quem sabe combinamos outra aventura gostosa, o que você acha? Confesso que no momento deu até um medinho, mas minha curiosidade foi maior que meu juízo, peguei o celular e comecei a discar enquanto o safado se esfregava entre minhas pernas, nesse momento sem perceber que alguém havia atendido o telefone eu acabei falando: — Amor esqueceu que estou sem calcinha...? Você esta me excitando seu safado... Foi então que ele respondeu: — Safado é o cara que deve estar cheirando sua calcinha agora e pensando na bunda gostosa da minha noivinha putinha... Foi quando escutei o meu nome do outro lado da linha perguntando: — É VOCÊ FILHA...? O QUE É ISSO...? Eu gelei de cima a baixo, desliguei o telefone e... (continua)
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.