Era uma noite de sexta feira, eu havia combinado de levar minha noiva para uma baladinha liberal para comemorarmos nosso aniversário de noivado, só que nessa noite eu já tinha novos planos, deixei o trabalho e desci para a garagem, e ao ligar o carro para sair recebo uma mensagem de áudio do padrasto da minha noiva dizendo:
— Ela esta em casa esperando um amigo nosso, ela nem imagina que é você, a deixei vendada e algemada pelos braços em nossa cama, é uma brincadeira que sempre fazemos com esse nosso amigo... Se você curte sexo anal não esqueça o preservativo, pois eu também não esquecerei... Se é que me entende...
Meu pau ficou duro só de saber daquela informação, já bati muita punheta para aquela bunda, e se o preço for ceder a bunda da minha noiva negócio fechado, respondi aquela mensagem com um joinha e dizendo:
— Combinado... Realize o seu desejo que eu farei o mesmo... Nos falamos amanhã a noite...
Nesse momento o celular dele fica fora de área, nisso eu mando uma mensagem para minha noiva dizendo para ela se divertir, desliguei o celular e joguei no banco de trás, liguei o carro e fui pegar minha sogra algemada na própria cama, coisa inimaginável até aquela noite.
Chegando lá, entrei no apartamento e tranquei a porta, caminhei até a porta do quarto e abri, ela estava sentada e com algemas revestidas por uma pelúcia vermelha, um sutiã de renda também vermelho e para minha felicidade sem calcinha, o quarto estava iluminado apenas pelo abajur deixando o ambiente mais sensual ainda, conforme eu me aproximava ela ficava mais ofegante, arreganhou as pernas exibindo um belo bucetão carnudo e completamente liso, abriu um sorriso safado dizendo toda manhosa:
— Você demorou um pouco hoje hein... Estou do jeito que você gosta... Não vai dizer nada...?
Permaneci em silêncio curtindo aquela cena deliciosa, ela ali completamente exposta aos meus caprichos, comecei a tirar minha roupa deixando ela cada vez mais ansiosa gemendo e movimentando o quadril de uma maneira muito sensual, eu já estava de pau duro só de olhar aquela generosidade de mulher, subi na cama e me posicionei diante dela admirando e alisando aquelas coxas grossas e macias, chupei aqueles pesinhos subindo lentamente pelas pernas cheirosas, deslizei minha língua pela parte interna de suas coxas até chegar naquele bucetão perfumado de fêmea, ataquei aquele grelão duro a fazendo rebolar, gemendo e dando gritinhos dizendo:
— Issssooooo meu cachorro gostoso... Chuuupa sua putinha safada...
Eu enfim estava chupando a buceta da minha sogra que deslizava suas pernas em minhas costas, me levantei e libertei aqueles belos seios grandes e bicudos, ela sorria ofegante enquanto eu apalpava e chupava seus seios que naquele instante eram meus assim como seu corpo inteiro, passei a língua nos bicos duros arrancando mais gemidos da minha putona, nesse momento eu me levantei colocando meu pau em seu rosto, aquela língua faminta me lambia do saco até a cabeça do pau, uma boca esperta e safada parecia viciada num boquete, a cada minuto aquela respeitável mulher se desmanchava diante dos meus olhos, a cada chupada e lambida ela dizia:
— Pintão gostoso... Eu amo um pintão gostoso em minha boca... Na minha buceta... E no meu rabo de puta safada...
Olhando aquele sorrisão safado enquanto dizia aquelas coisas me fez dar um beijo naquela boca da língua atrevida, eu estava no meio da mãe da minha noiva praticamente chupando até a língua da safada e me ajeitando para enterrar a vara nela que de pernas e arreganhadas pedia para ser penetrada, eu pincelava meu pau em seu grelão e mergulhava a cabecinha na entrada da sua buceta até sentir suas pernas me envolverem como se fosse uma planta carnívora prendendo sua presa, finalmente eu estava metendo naquela safada, me acomodei entre suas coxas grossas beijando aquela boca de puta casada, entre uma estocada e outra ela gemia dizendo:
— Me fode gostoso seu safado... Me chama de puta... Eu sou sua putinha né...?
Impossível não atender a um pedido tão safado daquele, então sussurrei em seu ouvido:
— Delícia de puta...
Ela se assustou tentando se desvencilhar perguntando:
— QUEM É VOCÊ???
Então respondi de uma maneira bem safada:
— Fiquei sabendo que você tinha gostado do meu pau em sua buceta... E que buceta quente hein...!
O sorriso em seu rosto havia desaparecido dando lugar a um semblante ofegantemente atônito, ela sabia que era eu que estava ali, só não estava entendendo nada, e eu por minha vez não estava muito a fim de parar para lhe explicar, tirei sua venda e toda vez que ela tentava falar algo eu metia mais forte, seus olhos arregalados aos poucos foram se fechando enquanto gemia se contorcendo conforme eu avançava em seu pescoço entre beijos e leves mordidas, meu pau em sua buceta entrava e saia arrancando gemidos e pedidos de:
— Me solta daqui... Me solta seu cachorro safado... Aaaaaahhhh...
Peguei a chave que estava logo ao lado soltei essa mulher que avançou sobre meu corpo como uma leoa faminta lambendo meu rosto e sentando em minha rola, ela estava descontrolada e gemendo alto demais, definitivamente aquele não era o local mais adequado para tamanha loucura, era um apartamento e eu já estava preocupado com os vizinhos, olhei para ela e falei:
— Aqui não vai dar... Temos que ir para outro lugar...
Coloquei aquela mulher no carro e entrei no primeiro motel que encontrei, quando estávamos indo para a suíte do motel a deixei andar pelo corredor na minha frente, ela estava só com um vestido e completamente nua por baixo, sua bunda balançava de um jeito que eu não resisti, dei uma sonora palmada a fazendo soltar um grito no corredor, entramos rapidamente no quarto e já nos atracamos com ela praticamente arrancando minha roupa e caindo de boca no meu pau, eu olhava sua cabeça subindo e descendo no meu pau com aqueles cabelos cobrindo seu rosto, era difícil acreditar que era a mesma mulher que semanas atrás estava conversando comigo e criticando as vulgaridades em novelas da tv, ela montou em mim me devorando com aquela buceta quente e macia, aquelas coxas que me prendiam, e aquela bunda que eu não cansava de encher a mão em sonoras palmadas que ela insistia em pedir, ela se esfregava loucamente em minha rola balançando seus peitos ao alcance da minha boca, ela urrava e cavalgava dizendo:
— Goza dentroooo... Goozaaaaa meu genro safado, gooozaaaaaa...
Quando eu consegui alcançar o seu cu com o dedo ela enlouqueceu de vez metendo a língua em minha boca e acelerando mais ainda a cavalgada me fazendo explodir dentro dela que gemia dizendo:
— Ai gostoso... Ai que pinto gostoso... Gooozaaaaaa...
De olhos fechados e a boca aberta ela ainda cavalgava tremula e ofegante, ao final ela se deitou ao meu lado jogando aquela coxa maravilhosa sobre meu corpo e colocando sua cabeça em meu ombro, acariciando meu peito e com a voz ofegante dizendo:
— Descansa seu safado... Daqui a pouco quero você bem duro dentro do meu rabo...
Ela era totalmente diferente daquela mulher que eu conheci, era muita safadeza escondida ali dentro daquela mulher.
Depois de um tempinho conversando sobre os últimos acontecimentos ela começou a dizer que já sabia que eu e a filha dela costumávamos transar em sua ausência, dizendo que éramos muito descuidados ao ponto de deixar uma camisinha gozada no canto da cama, algo que havia encontrado quando foi limpar o quarto da filha, ou até mesmo no dia em que ela viu a filha fazendo sexo oral dentro do carro na garagem do prédio, conforme ela falava eu começava a lembrar desses momentos, realmente fazíamos muitas loucuras, até mesmo sexo nas escadas do prédio nós fazíamos no meio da madrugada, enquanto ela alisava meu peito eu fazia o mesmo naquela coxa até sua bunda, ela olhou para mim com aquele sorriso e perguntou:
— Você gosta né...? Eu seu que você gosta... Eu sempre percebi você me olhando de rabo de olho para minha bunda... Principalmente naquele final de ano quando eu coloquei uma calça branca estourando de apertada lembra? Você era o que mais tentava disfarçar...
Então respondi:
— Sempre fui louco pela sua bunda, e naquela noite você nem imagina o quanto eu fiquei excitado.
A safada esfregava sua coxa em meu pau como se estivesse tentando acordar o brinquedo, ela sorria olhando para minha boca toda manhosa dizendo:
— Sua boca é uma delicia... Vem beijar a sogrinha vem...
Ela metia a língua na minha boca e esfregava aquela coxa na minha rola, na verdade ela se esfregava inteira em mim de uma maneira que era difícil de resistir, aqueles pesinhos deslizavam em mim de uma maneira tão carinhosa que meu pau começou a dar sinais de vida novamente, sem perder tempo ela cai de boca e começa mamar o meu pau olhando para mim com aquela cara safada, sem tirar o pau da boca ela se coloca de quatro empinando aquele rabão dizendo:
— Vem comer meu cu seu cachorro... Vem que já esta bem duro...
Impossível não atender a um pedido desses, me levantei e me coloquei diante daquele bucetão liso e carnudo e um belo cuzão, tudo isso emoldurado por uma generosa bunda e um belo par de coxas, comecei a chupar aquela buceta ainda melada pela minha porra, eu não estava nem aí para mais nada, só queria chupar aquela mulher, eu estava tão excitado que comecei a lamber até o cu dela, deu para perceber sua bunda toda arrepiada, não resisti e dei mais uma palmada dessa vez com as duas mãos fazendo aquela bunda balançar na minha frente, abracei aquele rabo e enfiei a cara no meio daquela bunda, ela deu uma gargalhada e falou:
— Aproveita que ela é toda sua hoje... Aaahhhhhhh... Que deliciaaaaaa...
Ela abria as pernas e rebolava aquele belo rabo na minha cara que daquele dia em diante não teria mais sossego em minhas mãos, foi pensando dessa maneira que perguntei:
— Vou poder passar a mão em você quando eu quiser né?
Ela riu e respondeu:
— Não sendo na frente da minha filha tudo pode acontecer.
Ela olhou para trás e enfatizou:
— Tudinho mesmo seu safado...
Eu não sabia se beijava, lambia ou balançava só sei que aquela bunda também fazia parte do meu cardápio daquele dia em diante, o preço era alto, mas valia muito a pena.
Ela pediu para que eu pegasse sua bolsa que estava ao lado, tirou um lubrificante e um preservativo que ela abriu no dente e fez questão de colocar em minha rola, por um instante ela segurou meu pau e perguntou:
— Isso aqui já entrou no cusinho dela alguma vez?
Olhei para ela e risonhamente respondi:
— Você nem imagina quantas vezes (risos)
Ela deu uma balançada no meu pau e falou demonstrando certa surpresa:
— Puxa...! Minha filha só me surpreendendo (risos)
Voltei para aquele cuzão o deixando bem lubrificado, apontei bem na entrada e vagarosamente foi entrando bunda adentro, eu nem fazia muita força, ela mesma empurrava a bunda em minha direção dizendo:
— Pode socar que eu deixo... Coisa gostosa... Deliiiiiciaaaaaa...
Ela apertava o anelzinho quente como se fosse partir minha rola ao meio, meu pau pouco a pouco foi entrando conforme ela empurrava a bunda para trás, comecei a meter bem devagar até ela começar a pedir:
— Mete mais forte... Mete seu safado... Meeeeetiiii...
Ela tocava uma siririca e jogava a bunda com mais força urrando e gritando:
— Pauzão gostoso... Safaaaaadoo...
Eu metia cada vez mais forte ao som daquele rabão batendo contra o meu corpo e balançando em minhas mãos como uma verdadeira puta, sem dizer o fato de ser uma mulher casada com minha rola enterrada no seu cu dentro de um quarto de motel, e ainda por cima minha sogra, segurei em seus cabelos até sentir seu corpo todo estremecer como resultado de uma feroz siririca, ela de olhos fechados era a verdadeira face do orgasmo, ofegante e piscando em minha rola com aquele cuzão guloso e safado, comecei a gemer prestes a gozar, foi o tempo de arrancar a camisinha para gozar em seu corpo molhado de suor, pedi para ela abrir a bunda para ver o tamanho daquele cu dilatado e minha porra escorrendo até ele, olhei para ela com uma cara bem safada e falei:
— Agora você também é minha.
Ela deitada de olhos fechados falou:
Não sei como será daqui para frente, sinceramente eu não sei... Meu marido com minha filha... Só sei que vocês terão que dar conta das duas...
Nos beijamos rolando pela cama e gargalhando muito, foi o máximo conhecer esse lado da minha sogra, uma verdadeira puta de mente aberta e muito safada. Fomos tomar um banho, tomamos um vinho que tinha no frigobar e beliscamos alguns salgadinhos, conversamos mais um pouco e adormecemos logo em seguida.
No dia seguinte ficamos zanzando pela cidade até encontrarmos um lugar bem discreto no estacionamento de um shopping para ela realizar uma fantasia, ela queria me chupar dentro do carro, escolhemos um lugar bem discreto e ficamos ali aguardando um melhor momento até que finalmente eu tirei a rola para fora para ela chupar, que boca gostosa era aquela, até que percebi um funcionário do estabelecimento dos observando, falei para ela que tinha um rapaz nos olhando, eu o via pelo retrovisor, mas ele não, ele olhava para os lados e continuava ali, foi então que ela falou:
— Chama ele e abre a porta...
Eu falei:
— Só que ele não esta só olhando, ele esta batendo punheta (risos)
Ela me olhou com aquela cara bem safada e falou:
— Pena que eu não tenho nenhuma camisinha aqui, se tivesse eu daria para ele aqui mesmo... Abre a janela e pergunta para ele se tem preservativo.
Com a negativa do rapaz ela puxou o vestido mostrando a bunda para ele que soltou um palavrão:
— Caralho dona que rabão hein!
Foi então que ela me surpreendeu mais uma vez dizendo:
— Abre a porta e goza na minha bunda... Mas se vier alguém vamos embora...
O rapaz abriu a porta e começou a punhetar perguntando se poderia colocar a mão na bunda dela, só confirmei com a cabeça me deliciando com aquela boca me mamando, o rapaz abriu a bunda dela para ver o cu e falou:
— A festinha foi boa em amigo, o cu dela esta todo vermelho... É sua mulher?
Quando eu falei que não era ele olhou para mim surpreso dizendo:
— Eita porra!!! Caralho mano!!! Ela esta de aliança!!!
Eu ali segurando os cabelos dela para não aparecer o rosto e me deliciando com aquela adrenalina toda até que alguém de longe chama o rapaz, não consegui ver de onde vinha a voz, só sei que o rapaz se assustou e guardou o pau batendo a porta do carro, liguei e tratei de sair dali o mais rápido possível, ela levantou a cabeça colocando as mãos rosto e começou a rir dizendo:
— O coitado do rapaz estava até tremendo (risos)
Então falei:
— Você é muito louca mesmo, vamos embora senão daqui a pouco seremos presos...
Pegamos algo para comer e voltamos para casa, pois o nosso prazo já estava acabando e eu ainda queria gozar na boca dela, chegamos em casa já era quase três horas da tarde, deixamos as coisas na cozinha e fomos para a sala terminar nossa festinha, ela se colocou de quatro no sofá se apoiando no encosto do mesmo, meti minha rola na sua buceta no pelo, segurei em sua cintura e comecei a socar com força fazendo ela morder uma almofada para não gritar, quando falei que estava quase gozando ela se sentou e abocanhou meu pau para engolir as ultimas gotas de porra que eu consegui produzir depois daquela putaria toda, sorrindo ela lambia a cabeça do meu pau me fazendo tremer me apoiando em seus ombros. Após aquela bagunça gostosa fomos comer algo e depois ficamos conversando até que por volta das 19h me despedi dela com um beijo em sua boca e um apertão naquela bunda. Quando cheguei ao carro e liguei o celular vi que haviam algumas mensagens da minha noiva, da noite anterior me perguntando onde eu estava e a última mensagem ela havia me enviado pela manhã dizendo que iria dar a bunda para o seu padrasto, naquele momento eu percebi que ele havia cumprido o acordo, no meio do caminho recebo uma mensagem do padrasto dela dizendo que tinha acabado de sair, ao chegar em casa fui até o quarto e ela estava dormindo profundamente, peguei uma bermuda e fui tomar um banho, quando fui me deitar levantei o lençol e percebi pequenos hematomas vermelhos principalmente naquela bunda que eu amo tanto, então falei:
— É... A festinha por aqui foi tão boa que a putinha dormiu peladinha...
Abracei-a dizendo que a amava muito, dei um beijo em seu ombro e praticamente desmaiei coladinho na minha putinha safada.