Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 3)

Ter ouvido a voz da minha mãe do outro lado da linha me fez gelar dos pés à cabeça, eu empurrei meu noivo e desliguei o telefone sem dizer uma palavra, verifiquei para ver se não tinha discado errado, mas era o mesmo número que estava anotado e sequer conhecia aquele número, adicionei no whats para ver se havia alguma foto no perfil, havia somente uma orquídea, meu noivo não entendendo minha reação ficou perguntando o que estava acontecendo, corri para o banheiro levando o celular dizendo que estava apertada, o celular começou a tocar novamente e era o mesmo número, sem saber ao certo se era realmente minha mãe eu enviei uma mensagem dizendo que estava voltando para casa e desliguei o logo em seguida, sentei no chão desesperada com a possibilidade de ter transado com meu padrasto e minha mãe com meu noivo, eu não sabia o que fazer, eu queria ir para casa e ao mesmo tempo não, fiquei um bom tempo pensando no que fazer até que decidi não contar nada para meu noivo por enquanto, na verdade eu precisava saber o que realmente estava acontecendo, só não queria parecer histérica na frente dele tirando conclusões precipitadas.
Não trocamos uma só palavra durante toda viagem de volta, eu só ficava repetindo em minha cabeça o fato de ter gozado no pau do meu padrasto e o que me deixava mais confusa ainda era o fato de ter gostado sem o menor arrependimento, quando percebi o carro já estava estacionando em frente ao meu prédio, só consegui dar um beijo em meu noivo dizendo que o amava muito, ele retribuiu meio que chateado com o meu jeito, entrei no prédio e ao invés de usar o elevador resolvi subir de escada com receio de trombar com meu padrasto, morávamos no décimo primeiro andar, sentei na escada e liguei o telefone, mandei uma mensagem perguntando se ele estava em casa e ela respondeu.
— Pedi para ele dar uma saída porque eu queria falar com você, só nós duas... Onde você esta?
Limitei-me a responder:
— Estou chegando, mas... Ele já sabe?
Ela respira fundo e responde
— Não... Vem logo.
Ao entrar em casa ela me abraça e me leva para meu quarto sem dizer uma palavra, sentamos na cama e ela começou a dizer:
— O que é que você estava fazendo num lugar daquele minha filha...?
Quando tentei falar alguma coisa ela me interrompeu e continuou:
— Eu até entendo vocês frequentarem esses lugares, mesmo porque eu também já frequentei em minha juventude antes de conhecer seu pai... E hoje aos 48 anos me envergonho só de imaginar o que você pode estar pensando de mim agora...
Segurei em suas mãos e olhando em seus olhos falei:
— Não tem o que se desculpar... Somos mulheres e também temos o direito de um pouco de diversão... Mesmo que fuja do padrão imposto pela sociedade hipócrita em que vivemos... Eu só quis saber como era... E gostei...
Ela até esboçou um sorriso, foi então que ela me trouxe de volta para a realidade:
— Minha filha... Eu até concordo com você... Mas preciso saber como é que você esta lidando com isso, eu estou morrendo de vergonha só de lembrar... Estou me sentindo exposta...
Por um momento fiquei em silêncio tentando encontrar um jeito de dizer o que realmente eu estava sentindo, mas eu precisava que ela me sinalizasse algo que pudesse me libertar daquele sentimento de culpa que me devorava por dentro, a culpa de ter gostado de ser penetrada daquela forma tão vigorosa pelo meu padrasto, a euforia estampada no rosto do meu noivo a me ver curtindo aquele momento nas mãos do marido da minha mãe, foi então que olhei para ela e falei que ainda estava muito confusa tentando entender o que realmente estava sentindo, ela percebendo minha angustia e já entendendo o que estava acontecendo falou:
— Filha... O que aconteceu não tem mais volta... E vou ser muito franca com você... Seja lá o que for fazer daqui para frente eu vou entender e ter que lidar com isso para o resto da minha vida.
Ela simplesmente quebrou o gelo dizendo:
— Eu gostei... Confesso que gosto daquela sensação onde tudo acontece sem ao menos saber quem esta do outro lado, pode ser qualquer pessoa, e é isso que me fascina naquele lugar, fazer sexo com outra pessoa que não seja seu companheiro é muito excitante, eu gozei com aquele homem dentro de mim, por um momento eu sorri para o seu padrasto dizendo que o amava muito, me agachei e voltei a... Você sabe... Eu fiz com tanta vontade que aquele homem começou a bater na divisória, eu me senti tão dona do prazer dele que arranquei aquela camisinha simplesmente por achar que merecia sentir o calor do seu orgasmo em meu corpo... Mas... Mesmo depois de saber que tudo isso foi com meu genro eu não me arrependo de nenhum segundo daquele dia... Apenas sai para me divertir e gostei, só não imaginava que fosse dar nisso...
Eu nunca havia tido uma conversa tão franca com minha mãe, principalmente sobre sexo, ela praticamente tirou um peso enorme das minhas costas ao dizer aquilo tudo sem saber qual seria minha reação, me liberando de vez para fazer o mesmo dizendo:
— Mãe eu estou muito confusa, ele é meu padrasto e eu deveria estar tendo outro tipo de sentimento e não é o que esta acontecendo, eu ainda posso sentir ele dentro de mim... Sua mão em meu corpo me segurando como se eu fosse fugir, eu até fingia que queria sair dali, mas era só para ele continuar me segurando com a mesma firmeza, eu abracei meu noivo que parecia estar me segurando para eu não sair daquela situação, a sensação de estar nas mãos de dois homens me fez gozar de tal maneira que senti minhas pernas bambearem, quando eu ouvi sua voz no telefone eu me assustei com a possibilidade de ter sido com meu padrasto, mas ao mesmo tempo me senti estranhamente tranquila pelo fato de nunca ter visto nele uma figura paterna e sim de um amigo que conheci quando eu tinha 19 anos, nunca me insinuei e sequer percebi algo de sua parte... Mas confesso que em algumas oportunidades eu senti algo, principalmente quando eu ouvia vocês transando no meio da madrugada... Eu sempre acabava fantasiando, mas era só... A única certeza que tenho hoje é que amo demais o meu noivo, principalmente por ele me permitir ser a mulher que sou.
Após um breve silêncio minha mãe me aconselha a abrir o jogo com meu noivo dizendo:
— Por isso mesmo, por eles nos permitirem sermos as mulheres que somos, é que devemos contar o que aconteceu, nesse tipo de relação a confiança deve estar em primeiro lugar, isso se chama cumplicidade, algo indispensável para quem quer viver em uma relação liberal...
Nos abraçamos e combinamos de falar tudo para eles depois que eu fosse morar com meu noivo, algo que já vínhamos conversando mesmo antes do ocorrido.
Durante o período em que eu permaneci convivendo com eles na mesma casa foi bem complicado, ter transado com ele havia me deixado morrendo de vontade de repetir toda aquela loucura novamente, eu melava a calcinha só de imaginar aquelas mãos em meu corpo, até mesmo o sexo com meu noivo ficou mais intenso do que já era, eu comecei a pedir coisas que na verdade era pura vontade de sentir meu padrasto fazendo comigo, foram dias me policiando dentro da minha própria casa para não fazer nenhuma loucura, era o espaço da minha mãe e eu tinha que respeitar isso, ela também mudou muito com meu noivo, era comida especial, convite para almoço em família, sorrisos espontâneos e roupas até um pouco mais justas do que o normal, ela sempre teve o bumbum grande, mas já estava valorizando até demais para meu gosto (risos), e assim lutamos com nossos sentimentos até o dia em que eu finalmente saí de casa.
Num belo dia de sábado assistindo tv com a cabeça no colo dele eu resolvi contar sobre aquela noite dizendo que precisava ter uma conversa muito séria com ele dizendo.
— Amor... Você lembra aquela noite em que fomos para outra cidade naquela casa de swing...? Lembra como tudo que aconteceu...?
Ele então responde:
— Sim me lembro de cada detalhe... Eu te magoei...? Por isso que você ficou estranha comigo...?
Dei um sorriso e respondi:
— Você me fez a mulher mais feliz do mundo naquela noite... Você me permitiu gozar da maneira que eu mais queria... Sinto-me livre quando estou com você...
Acariciando meus cabelos e demonstrando certo alívio ele falou:
— Naquela dia eu pensei que tivesse te perdido, te magoado de alguma forma, sei lá... Você tinha ficado tão estranha depois daquela ligação que eu fiquei me perguntando, será que ela se arrependeu?
Virei para ele ainda deitada em seu colo e perguntei:
— Você gostou de transar com aquela mulher...? Do que ela fez com você...? Você gostou do que sentiu quando colocou a mão dentro daquele buraco para tocar aquela mulher...? Da maneira que ela chupou e te fez gozar...?
Olhando em meus olhos ele respondeu:
— Gostei de tocar nela assim como aquele cara deve ter gostado de tocar em você, o seu semblante na hora foi de enlouquecer... Ver você agachada de pernas arreganhadas com o bico do seio na boca dele só não ficou melhor porque ele não alcançou sua buceta com a mão... E ele tentou... Como tentou...
Carinhosamente coloquei minha mão em seu rosto e falei:
— Meu amor... Era a minha mãe ao telefone... Era ela... Aquele número de telefone era dela...
Ele levou às mãos a cabeça perguntando assustado:
— Como assim...? O que faziam lá...? Que loucura... E ele já esta sabendo disso...?
Mesmo temendo sua reação eu respondi:
— Ele já deve estar sabendo... Havíamos combinado de contar depois que eu saísse de casa para morar com você...
Ele repetidamente pedia desculpas pelo ocorrido e temendo o que minha mãe estaria pensando dele naquele momento, diante da sua agitação eu segurei em seus braços e disparei olhando dentro dos seus olhos:
— Aconteceu... Ela gostou... E você também gostou... Todos nós gostamos e gozamos muito... Você a fez feliz e eu amei saber disso, você não imagina o quanto eu gostei...
Foi então que ele perguntou:
— O que vai ser agora...? O que faremos...?
Sem saber ao que responder, eu falei :
— Algo precisa acontecer... Só não sei como... Mas precisa acontecer...
Eu estava com o braço encostado em seu membro e acabei percebendo uma leve ereção, olhei para ele e falei:
— Eu não estou acreditando nisso seu safado, ela é minha mãe!
Após um breve silêncio onde nossos olhares sabiam perfeitamente o que cada um estava pensando, montei no seu colo toda manhosa e grudei o meu rosto no dele e falei:
— Você sabe que isso tudo é loucura né...? Ela é minha mãe...
Ele enfiou as mãos dentro da minha legging e apertou minha bunda tentando desconversar:
— Hummm, minha delicia esta sem calcinha... Onde foi parar essa calcinha hein minha putinha?
Nessa hora eu não aguentei e mandei algo que eu estava louca para dizer:
— Deve estar com meu padrasto agora... Deve estar cheirando e gozando com ela...
Ele me deu uma palmada e mandou-me tirar a calça e montar nele novamente, eu estava tão melada que seu pau deslizou para dentro de mim enquanto ele me pedia para chama-lo pelo nome do meu padrasto, a cada movimento do meu corpo sobre o seu eu gemia e chamava pelo nome do meu padrasto, ele tirou minha camiseta liberando meus seios ao alcance da sua boca me fazendo cavalgar loucamente em sua rola, gozei no seu pau com ele sugando meus peitos, comecei a pedir para ele apertar minha bunda dizendo:
— Eu sei que você gosta de bunda... Safado... Você é muito safado...
Na verdade o que eu queria era que ele visualiza-se outra bunda, só não tive coragem de dizer qual a bunda (risos), ofegante comecei a gemer em seu ouvido o chamando de meu genro safado, quando eu falei isso ele se transformou deixando transparecer o que realmente ele estava desejando naquele momento, me abraçou com força enfiando um dedo no meu cu e me chupando loucamente, ele começou a gemer dizendo que iria gozar, eu sai de cima para abocanhar sua rola que começou a espirrar sua porra quente em meu rosto, aquela safadeza só acabou no final da noite quando adormecemos consumidos pelo prazer que nos devorava.
Já tinha um bom tempo que não íamos a uma baladinha gostosa, a semana parecia se arrastar tamanha era minha ansiedade por chegar logo o final de semana, já que havíamos combinado de visitar um lugarzinho gostoso, eu estava de férias e ficava boa parte do dia sozinha lutando com meu tesão e tendo que me contentar com minhas próprias mãos, se eu ainda estivesse morando com minha mãe com certeza alguma loucura já tinha acontecido pelos cantos daquela casa, eu estava incrivelmente insaciável, eu só não imaginava o que estava por vir, na verdade nem sonhava.
(continua)
Foto 1 do Conto erotico: Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 3)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 3)

Codigo do conto:
260372

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
25/04/2026

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