A noite em que fui presente de casamento do meu patrão
Era uma sexta feira final de expediente, havia tido um dia bem cansativo trabalhando em uma pequena loja de calçados no centro da cidade, nesse dia meu noivo na época não iria me buscar como de costume, por algum motivo havíamos discutido, no que resultou num breve afastamento, nesse dia acabei ficando até mais tarde para fechar a loja, pois a dona do estabelecimento precisou sair mais cedo para resolver algum problema na escola do filho, sendo assim ficamos eu e o marido dela para ajeitar as coisas e fechar a loja, com o passar das horas eu ainda nutria a esperança do meu noivo aparecer para me buscar, só que não aconteceu, para piorar começou uma forte chuva bem na hora de fechar a loja, nisso o Sr, Oswaldo me pergunta sobre meu noivo, e para não dizer que havíamos brigado eu respondi que ele teve que fazer uma pequena viagem e que só voltaria na próxima semana, foi então que ele me ofereceu uma carona até a estação de metrô, eu aceitei e agradeci pela gentileza, estava chovendo muito e naquela região costumava alagar rapidamente em alguns pontos, começamos ter dificuldade para encontrar uma saída, como ele já havia perdido um carro em alagamento o receio de tentar atravessar alguma enxurrada era até compreensível, foi então que ele sugeriu estacionar em algum lugar e esperar a chuva passar e as aguas baixarem, me perguntou se tinha algum problema, respondi que não e que podíamos esperar, nesse momento a esposa dele liga para saber como ele estava afinal chovia muito, ela muito preocupada pediu para ele esperar a chuva passar e não enfrentar alagamentos para não acontecer como da ultima vez, ele concordou e falou que iria esperar em algum lugar, eu ali já começava e me sentir um incomodo para ele, paramos em um estacionamento e fomos até uma lanchonete comer alguma coisa, a chuva não parava e com certeza minha mãe achava que eu estava com meu noivo, era sexta feira e ela sabia que sempre esticávamos mais um pouco, as vezes até demais (risos), na verdade eu estava era com saudade do colinho dele. Ficamos parados ali por um bom tempo esperando a chuva passar e conversando sobre banalidades e outras coisas, a hora passou e a chuva nada de aliviar, nesse momento acaba a energia na rua, foi então que ele resolveu ligar para a esposa que o aconselhou a procurar algum lugar para passar a noite, quando ele falou isso eu me assustei e perguntei: — Mas por que você não falou para ela que estava comigo? Ele meio sem jeito respondeu: — Ela é muito ciumenta, com certeza não iria entender mesmo sabendo que você é nossa funcionária há anos. Ele percebendo meu nervosismo tentou me acalmar dizendo que poderia até pagar dois leitos para que não ficássemos no mesmo quarto, nisso ele pega uma sombrinha no porta-malas e saíamos os dois debaixo daquela chuvarada em busca de um hotel ali próximo pois estávamos praticamente ilhados naquela região, fomos em um que ficava próximo da lanchonete e não encontramos vagas, em um segundo também não, voltamos para o estacionamento e perguntamos se poderíamos passar a noite no carro, o atendente cheio de malícia respondeu que já teve problemas com esse tipo de coisa e nos sugeriu um motel que ficava na rua de trás, eu não sabia onde enfiar a cara tentando imaginar o que estava passando na cabeça daquele rapaz, ficou pior ainda quando o Sr Oswaldo respondeu dizendo que não era nada do que ele estava pensando, percebendo meu constrangimento ele me tirou dali pedindo desculpas pelo ocorrido e saímos em busca de algum hotel, até encontrarmos mais um que também estava lotado, eu já estava morrendo de frio e toda encharcada até porque a sombrinha não suportava aquele aguaceiro todo, ele percebendo minha tremedeira inclinou a sombrinha na tentativa de me proteger um pouco mais, foi quando acredito que instintivamente ele trocou a sombrinha de mão e colocou a outra no meu ombro, esse gesto me deixou arrepiada a ponto de sentir meus mamilos enrijecerem de maneira até dolorida, fiquem sem jeito de tirar a mão dele e causar mais constrangimentos, em silêncio continuamos andando em busca de um abrigo, por um momento comecei a sentir medo pela escuridão daquela rua deserta, minha saia que era de um tecido bem leve praticamente colada em minha bunda com certeza evidenciava minha calcinha vermelha, modelo que eu sempre utilizava quando ia encontrar meu noivo, foi quando avistamos a placa do motel que ele olhou para mim dizendo: — Não temos alternativa e já esta ficando muito perigoso ficar zanzando pelas ruas naquele horário. Tive que concordar com ele e entrei rapidamente como se estivesse com medo de ser vista entrando em um lugar daqueles acompanhada de um homem mais velho que eu, na época eu com 28 anos e ele 55, pura tolice da minha parte, quando passei pela porta me deparei com uma escadaria que levava até a recepção, eu ali toda encharcada subindo aquela escada com ele logo atrás de mim, com certeza admirando a vista do vestido colado em minha bunda (risos), chegando na recepção uma moça bem simpática e até inconveniente nos atendeu, enfim encontramos um quarto, e assim como o rapaz do estacionamento ela não perdeu tempo em fazer uma graça ao ver a aliança grossa na mão dele: — Não se preocupem isso é bem comum por aqui — Soltando um sorrisinho malicioso para mim. Ele mais uma vez solta a famosa frase: — Não é o que você esta pensando — Foi logo pegando a chave do quarto e saindo meio que nervoso com a situação. Pedi desculpas para ela fazendo um breve comentário sobre o ocorrido, mesmo assim ela me alertou sobre preservativos na gaveta da cômoda dizendo: — Pela câmera da escada deu para perceber que você o deixou bem animado, se é que me entende? Ela tinha razão, eu também percebi uma ereção quando ele pegou a carteira do bolso, foi inevitável não perceber o volume naquela calça social bege, confesso que fiquei com receio dele tentar algo comigo, por outro lado me sentir desejada naquela situação me fez molhar a calcinha, entramos no quarto sem saber ao certo como se comportar, era difícil fingir normalidade dentro de um ambiente daquele, sabemos que um quarto de motel é planejado para criar uma atmosfera onde o descanso é a ultima opção, era tudo muito sensual naquele ambiente, estávamos praticamente encharcados, havia uma cadeira com algumas toalhas e roupões de banho, mas quando eu olhei para o box vi que era impossível ter alguma privacidade ali, peguei alguns lençóis e coloquei no box tentando criar alguma privacidade, até que funcionou bem, deu para tomar um bom banho quente e relaxante, comemos algo e ficamos ali conversando e até rindo da situação olhando nossas roupas praticamente encharcadas pendurada em um tipo de varal que improvisamos, já era uma da madrugada e nada de passar a chuva, nesse momento a esposa dele liga perguntando se estava tudo bem, ele olhou para mim e respondeu: — Sim esta tudo bem, vou pegar aquele bombom que você gosta e passar a noite em um hotel e amanhã volto para casa. Ela nem imaginava que eu estava com ele compartilhando um quarto de motel, ambos apenas de roupão e sem mais nada por baixo, aquele cenário começava a mexer com minha cabeça, eu estava com muito tesão represado por duas semanas sem ver meu noivo, fui até o frigobar para ver se tinha alguma bebida, peguei duas cervejas e ficamos ali conversando, a ideia de pegar cervejas acabou me deixando muito a vontade, eu não conseguia tirar sua ereção da minha cabeça e vez ou outra eu olhava em direção do seu pau para ver se notava alguma coisa, só que aquela simples cervejinha me deixou um pouco lenta em meus reflexos, já não conseguia desviar os olhos rapidamente, estávamos sentados na beirada da cama um de cada lado, foi quando um forte trovão parecia ter estremecido o quarto inteiro, nesse momento tudo se apaga e uma luz de emergência ascende na cabeceira da cama, a persiana da janela balançava em sinal da forte ventania do lado de fora, o silêncio era quebrado pelo som do casal do quarto ao lado se divertindo, ele olhou para mim e falou: — Esta ficando muito difícil aqui... Por um momento fiquei sem entender, até que percebi sua ereção, permaneci olhando para ele sem dizer uma palavra, até que não aguentando mais eu falei: — Mas você é casado e eu estou noiva, e preciso do meu emprego... Ele pediu desculpas e virou as costas para mim, me levantei e fui até ele, percebi que ele tentava esconder ereção, só de saber que estava sendo desejada ali naquele ambiente escuro e bem longe do julgamento alheio, parecia que meu corpo inteiro formigava, ele puxou o laço do roupão e liberou sua rola branca e grossa, meu coração parecia querer pular pela boca, eu não conseguia desviar os olhos daquela rola, ele pegou em minha mão e instintivamente eu puxei pedindo para ele esperar, ele pediu desculpas e fechou o roupão meio que envergonhado pela minha reação, quando ele ameaçou se levantar eu o segurei pelos ombros a pedi para que tivesse calma dizendo: — O problema não é com você, e sim comigo... é que eu tenho muita consideração por sua esposa, entendi isso? Ajoelhei-me olhando para ele dizendo: — Confesso que gostaria de fazer uma loucura com você aqui dentro... mas a consideração que eu tenho por ela é enorme. Ele sorriu colocando a mão carinhosamente em meu rosto falou: — Ela sabe que estou com você agora. Respondi meio sem entender nada. — Como assim ela sabe? Eu ouvi você falando com ela ao telefone e em nenhum momento você tocou em meu nome. Foi então que para meu espanto ele diz: Sabe quando eu falei que havia pegado o bombom que ela tanto gostava e passaria a noite no hotel? Naquele momento me levantei indignada e comecei a andar de um lado para o outro pensando no que acabava de ouvir, o bombom era eu, o tempo todo ele querendo me comer e eu não percebi isso, foi então que percebi que eu tinha mais consideração pela esposa dele do que por meu noivo, pois eu não sentia o menor remorso por estar ali completamente nua por baixo daquele roupão no escuro junto com um homem casado de pau duro, e aquela safada sabia que eu não resistiria por muito tempo, a cachorra sabia das minhas fraquezas e que entre quatro paredes eu viro uma verdadeira puta, foi então que parei de andar pelo quarto e voltei a me ajoelhar dessa vez entre as pernas dele, sem dizer nada abri seu roupão e libertei sua rola novamente dizendo: — Não posso sair daqui sem sentir você dentro de mim. Segurando seu pau duro minha mão ficou tão pequena que parecia estar segurando um cabo de enxada, olhei em seus olhos e pedi: — Por favor, não conte isso a ninguém, promete que isso vai ficar só entre nós três? Foi então que o safado brincou: — Você esqueceu-se da atendente do motel — Colocando sua mão em minha nuca e me puxando em direção do seu pau. Eu já estava maluquinha com o cheiro daquele pau, esfreguei meu rosto nele enquanto sentia minha respiração ofegante, abri meus lábios e permiti que seu pau deslizasse para dentro da minha boca, o escuro do quarto me dava ainda mais liberdade para saborear aquela maravilha, suas mãos deslizavam pelas minhas costas me deixando toda arrepiada, pouco a pouco ele puxou meu roupão e alcançou a minha bunda dizendo: — Sempre quis tocar em sua bunda — Me dando uma leve palmada. Minha buceta babava de tesão de tanto que ela pulsava, eu chupava e lambia aquela rola como se fosse o melhor sorvete do mundo, levei minha mão até a buceta e constatei o quanto ela estava melada, levei a minha mão até seu rosto e dizendo para ele sentir o meu sabor, ele chupou meus dedos como se estivessem melados com doce de leite. O pau dele estava muito gostoso, não sei dizer o porquê, mas estava uma delicia sentir ele na minha boca, minha buceta parecia ter vida própria, parecia pedir por rola, foi então que pedi para ele alcançar a gaveta da cômoda e pegar um preservativo que a moça da recepção havia falado, ele abriu e me entregou para que eu colocasse nele, aquela rola grossa parecia querer estourar a camisinha, me levantei abri minhas pernas e montei até sentir ele me rasgar por dentro feito um cabo de vassoura, fechei os olhos sentindo minha buceta se esticar para receber aquele delicioso intruso, soltei um longo gemido e colei meu rosto no dele pedindo para ele tirar meu roupão, quando o mesmo caiu pelo chão ele olhou para meus seios dizendo: — Enfim você é toda minha hoje — Abocanhando meus seios e me levando a loucura. O incomodo inicial do seu pau em minha buceta foi passando e dando lugar a uma deliciosa sensação de que estava montada em um verdadeiro cavalo, olhei em seus olhos e perguntei: — Esta gostando do bombom seu safado? Ele me chamou de safada e me deu uma palmada sonora que me arrepiou inteira me fazendo soltar um grito seguido de um gemido longo e manhoso, até a vizinha de quarto gargalhou, mas eu já não ligava para mais nada e só queria me esfregar e rebolar sobre ele ao som da nossa respiração mesclada com gemidos, ele parecia querer devorar meu pescoço, meus seios até que grudei nele e comecei a quicar cada vez mais forte naquela rola até que ele começou a urrar apertando minha bunda e dizendo que estava gozando, pude sentir seu pau pulsando lá dentro e soltando sua porra quente fazendo meu corpo estremecer enquanto sussurrava em seu ouvido com a voz tremula: — Acho que estourouuuuu... Levantei e vi a camisinha estourada, voltei a chupar e lamber sua rola até a ultima gota e sentindo sua porra escorrer pelas minhas pernas, olhei para ele e falei que sabia que ele era vazectomizado, pois sua esposa já havia comentado comigo, essa safadeza rolou madrugada a dentro, com ele terminando entre minhas pernas me penetrando profundamente e gozando dessa vez no pelo e sussurrando em meu ouvido: — Você foi o melhor presente de casamento que eu já recebi... Me senti deliciosamente usada por ele fazendo-me gozar loucamente com sua rola dentro de mim, de longe foi a melhor transa da minha vida, fizemos outras vezes, mas essa foi especial por tudo que aconteceu naquela louca noite chuvosa, voltei para casa feliz e toda dolorida, deliciosamente dolorida (risos). Obs: Esse relato eu recebi de uma amiga quando ela ficou sabendo que eu costumava postar aqui no site, ela me pediu sigilo por motivos óbvios, o patrão dela ainda é casado e ela acabou se casando com seu noivo, nem mesmo o nome do patrão é verdadeiro e o marido dela nem imagina essa história, ela apenas quis compartilhar essa maravilhosa história, e esta ansiosa para ver os comentários, nada de contato, apenas se deliciar com os comentários e saber se alguém já passou por algo parecido.
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