Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 4) O padrasto e a noiva


Após os últimos acontecimentos seguimos nossas vidas tentando fingir algum tipo de normalidade, até mesmo minha mãe parecia querer esquecer o que havia acontecido ficando um bom tempo sem tocar no assunto e assim seguimos como se nada tivesse acontecido, minhas férias haviam terminado e enfim voltei a ocupar minha mente com algo que não fosse somente sexo, passaram-se os dias até que próximo ao nosso aniversário de noivado nós resolvemos fazer algo especial, então marcamos para um final de semana fazer uma visitinha em uma casa de swing indicada por amigos. No dia marcado cheguei em casa mais cedo para tomar um banho e me preparar para nossa festinha especial , eu estava louca para chegar a hora em que meu noivo viesse me buscar, coloquei uma lingerie especial para essa noite, ja que ele me chamou de putinha e aceitou ser meu corninho, resolvi colocar uma calcinha fio dental vermelha com os dizeres “Puta de Corno” na frente e atrás “Use sem moderação” coloquei um mini vestido coladinho branco que ia até o pezinho da bunda, sem sutiã com um decote pouco abaixo dos seios e outro decote bem generoso nas costas sem esquecer de um belo salto alto, deliciosamente pronta para diversão me sentei no sofá e fiquei aguardando meu corninho chegar, já passava das 20h quando recebo uma mensagem de áudio dizendo:
— Aproveite sua noite meu amor, sem culpas ou arrependimentos, apenas curta muito, amanhã à noite conversamos, te amo muito...
Ouvi aquilo e fiquei sem entender nada, quando tentei ligar de volta não consegui, parecia fora de área, eu ali toda cheirosa esperando ele e recebo aquela mensagem, comecei a ficar nervosa e fui para cozinha tomar algo, eis que ouço o barulho de chaves na porta da sala, aliviada pela possibilidade de ter sido uma brincadeira falei:
— Nem tranca a porta, eu já estou pronta...
Fui para a sala toda sensualizando dentro do meu looquinho da noite, eis que me deparo com meu padrasto segurando uma garrafa de vinho no meio da sala e me secando de cima a baixo, com o susto senti os mamilos enrijecerem na hora, em um movimento involuntário cruzei os braços na tentativa de esconder a evidente saliência dos meus mamilos que se formava por debaixo do tecido daquele vestido, ele ficou ali imóvel no meio da sala enquanto eu pouco a pouco começava a entender o que estava acontecendo, mas precisando de algum tipo de confirmação eu perguntei:
— Ele esta lá... Né...?
Ele apenas acenou com a cabeça dizendo:
— Hoje ela é todinha dele... E amanhã também... Conforme o combinado...
Naquele momento eu entendi que havia um combinado entre ele e meu noivo, e que na verdade literalmente eu estava nas mãos do meu padrasto, sozinha no mesmo ambiente e vestida para o sexo, nem preciso dizer que melei a calcinha (risos), eu podia ouvir minha própria respiração, lembranças libidinosas invadiam minha mente me fazendo voltar a oito anos atrás quando no meio da madrugada eu ouvi minha mãe tentando abafar o gemido enquanto transava com ele, virei às costas e enquanto caminhava em direção do quarto, soltei as alças do vestido deixando minhas costas totalmente à mostra, encostei a porta e ascendi um abajur e terminei de tirar o vestido me deitando na cama de bruços me cobrindo com um lençol da cintura para baixo, eu estava apenas de calcinha e de salto alto, abracei um travesseiro e fiquei esperando ele entrar do jeito que eu havia fantasiado há alguns anos, foi então que um feixe de luz vindo do corredor projetou na parede do quarto a sua sombra denunciando que finalmente ele havia entendido, minha respiração acelerou de vez, meu coração disparou quando ouvi trancar a porta do quarto e começar a se despir, fechei os olhos mordendo o travesseiro até sentir sua mão quente repousar em minha bunda, nessa altura eu já tinha perdido totalmente o controle do meu corpo, ele puxou o lençol e começou a alisar minha bunda dando leves apertões, até que montou em mim prendendo minhas pernas debaixo dele começou a acariciar meu corpo inteiro, pegou um travesseiro e colocou por baixo me fazendo empinar a bunda, foi então que senti sua respiração quente bem no meio do meu rego seguida de uma maravilhosa lambida que me deixou completamente arrepiada e soltando um gemido de total prazer pelo atrevimento daquele safado, ele se deitou sobre meu corpo pressionando o seu pau bem no meio da minha bunda, chegou no meu ouvido e perguntou com a voz mais safada do mundo:
— Sua calcinha diz que eu posso usar e abusar... É isso mesmo?
Eu estava tão envolvida que havia até me esquecido daquela calcinha, sorri de maneira meio tímida, mesmo porque era exatamente que estava escrito na calcinha, e eu nem imaginava que ele seria o leitor do meu desejo, nisso ele começou a fazer movimentos pélvicos como se estivesse metendo em mim, seu pau roçava minha bunda enquanto ele chupava e mordiscava meu pescoço me causando uma sensação indescritível, eu estava totalmente entregue em suas mãos, finalmente eu sentia aquele corpo me encoxando no meio da noite me fazendo abrir as pernas agarrada ao meu travesseiro e rebolando dizendo:
— Sempre sonhei com isso seu safado... Por que você nunca invadiu o meu quarto...? Eu sempre o esperei só de calcinha no meio da madrugada seu cachorro... E você não vinha...
Ele me virou de frente prendendo meus braços acima da minha cabeça enquanto chupava meus seios, eu só gemia e me contorcia com aquela boca quente chupando os meus mamilos, quando ele começou a descer eu comecei a rir tentando puxar ele de volta, mas quando ele parou no meio das minhas pernas eu cobri o rosto rindo de vergonha quando ele falou de maneira bem safada:
— Humm... Realmente o fruto não cai longe do pé... Sua mãe tem uma calcinha com as mesmas palavras...
Ele deu uma primeira lambida por cima da calcinha, mas na segunda ele afastou a calcinha e meteu a língua me fazendo se arrastar pela cama como se estivesse fugindo daquele devorador, sua língua quente investia em minha buceta até eu esbarrar na cabeceira da cama e me contorcer segurando sua cabeça, eu não sabia se prendia sua cabeça entre minhas pernas ou empurrava na tentativa de afastar aquela língua que parecia serpentear em minha buceta, ele me segurava tão firme que era impossível me libertar, se é que era isso que eu realmente queria naquele momento, fechei os olhos e me atraquei ao lençol da cama grunhindo como uma cadela no cio me contorcendo em sua boca com a mesma intensidade que aquela língua brincava com a minha pérola, voltei a segurar sua cabeça tentando empurrar sem sucesso diante da firmeza como ele me segurava pelas coxas, só me restando arrancar o lençol da cama enquanto gozava deliciosamente em sua boca, ele subiu em meu corpo me oferecendo sua rola dura e cabeçuda, dessa vez no pelo do jeito que eu queria, era a primeira vez que chupava o pau de outro homem sem camisinha, seu pau deslizava em meus lábios me fazendo gemer com ele na minha boca, eu era a verdadeira puta do corno naquele quarto, o único som presente ali dentro era os nossos gemidos e o barulho melado daquela rola gostosa em minha boca, ele carinhosamente segurava minha cabeça e acariciava o meu rosto num gesto de afeto sexual que me deixava cada vez mais à vontade em suas mãos, minha buceta se contraia como se estivesse pedindo para ser penetrada, eu arreganhava as pernas de maneira até involuntária, meu quadril se movimentava indicando que eu já estava no limite do meu tesão e gemendo com seu pau em minha boca, então ele saiu de cima de mim me puxando pela cintura e tirando minha calcinha, me libertando da ultima peça de roupa que nos separava, se deitou sobre o meu corpo de uma maneira tão viril que sua rola encontrou o caminho me penetrando e me fazendo sussurrar ofegante:
— Calmaaaaaahhhh... aaiiihhhhh... Fica quietinho agora seu puto... Aaaahhhh... Deliciaaaa...
Que delicia foi sentir sua rola dentro de mim novamente, lentamente se movimentando com aquela rola gostosa me levando a loucura, conforme acelerava eu gemia mais alto e arranhava suas costas como uma verdadeira puta de corno e totalmente entregue ao seu macho, seus lábios pareciam querer devorar meu pescoço até chegar em meu ouvido ofegante e dizendo:
— Delicia... Quero comer você de quatro... Quero comer minha putinha de quatro agora...
Olhei em seus olhos e rapidamente me coloquei de quatro empinando minha bunda e arreganhando as pernas deixando ele totalmente no comando de tudo, mais uma vez senti aquela rola abrindo caminho dentro de mim e me sacudindo ao som do impacto do seu corpo com minha bunda a cada estocada, colocou dois travesseiros por baixo me fazendo deitar com a bunda empinada com ele enterrado em minha buceta, me segurou pelos cabelos e me perguntou entre um gemido e outro se eu havia tomado algum anticoncepcional, sabendo do que estava por vir eu respondi:
— Sim seu cachorro... Goza dentro de mim... Pode gozar gostoso dentro da putinha do corninhooo... Aaaahhh...
Foi a deixa para ele penetrar mais fundo me fazendo sentir sua rola pulsar e despejar seu leite quente em meu ventre, ele urrava em meu ouvido me chamando de putinha gostosa, ele tremia a cada movimento que fazia sobre meu corpo com leves e profundas estocadas, meu padrasto estava gozando dentro de mim me fazendo sorrir de felicidade pelo desejo realizado.
Após um breve descanso, um banho gostoso, pedimos uma pizza e dividimos meia garrafa de vinho, voltamos para o quarto onde finalizei a madrugada cavalgando em sua rola com direito a dois dedos no cusinho e mais uma gozada gostosa em minha buceta, acabamos adormecendo profundamente.
Horas depois eu acordei e ele ainda dormia, fiquei olhando para ele e pensando naquela ousadia de enfiar os dedos no meu cu, ele me dedou duas vezes e a segunda foram dois dedos, ele queria comer meu cu e eu louca para dar, tomei um banho, peguei meu plugue e um lubrificante na gaveta da cômoda, voltei para sala ainda na duvida se fazia ou não, absurdamente tentei ligar para meu noivo na intenção de pedir permissão, percebendo o tamanho do mico que estava prestes a pagar, tomei mais duas taças de vinho e voltei para cama me aninhando de conchinha nele e pegando no sono novamente.
Quando eu acordei já era quase uma da tarde, ele estava tomando banho, fui para cozinha apenas com uma camiseta tomar uma água, quando me abaixei para pegar uma garrafa de água na geladeira ouço a voz dele dizendo:
— Plugadinha é covardia...
Ele estava apenas enrolado na toalha mostrando o volume do pau duro, me deu uma encoxada subindo suas mãos por debaixo da camiseta e apertando meus seios e perguntando bem no meu ouvidinho:
— Você sabe o que eu quero né...?
Fazendo-me de difícil e ao mesmo tempo esfregando a minha bunda no seu pau falei:
— Eu não sei se meu noivo deixaria...
Então diz ele:
— Sua mãe não transa sem fazer anal, ela sabe que ele é tarado pela bunda dela e com certeza ela vai dar...
Recebi aquela informação me sentindo totalmente liberada pelo corninho, agachei-me e comecei a chupar ele que diz:
— Eu não sabia que você gostava tanto de chupar assim... Que boca gostosa...
Realmente sou viciada num boquete, ele me pegou no colo e me levou para o quarto novamente beijando minha boca dizendo que até o meu beijo era de puta, caímos na cama fazendo um delicioso meia nove comigo por cima jogando tudo na cara dele, aquela trepada com meu padrasto na cama do meu noivo corninho era muita putaria, deixei aquela rola durinha e coloquei uma camisinha, ele por sua vez puxou meu plugue surpreso com o tamanho da cabecinha do mesmo, ele puxou dizendo:
— Que cusão é esse minha putinha...? Esta fazendo uma delicia de bico para soltar o plugue...
Quando o plugue saiu eu dei uma mordidinha de leve no seu pau com ele respondendo com uma bela palmada e balançando minha bunda dizendo:
— Safada... Você é muito safada...
Eu realmente estava me sentindo muito safada e doida para receber ele em minha bunda, só que o safado queria se aproveitar mais ainda me segurando e mergulhando o rosto para chupar meu cusinho, me esparramei na cama rebolando a bunda em seu rosto me deliciando com aquela sensação de estar totalmente entregue ao meu padrasto comedor, após uma bela palmada ele pergunta todo curioso:
— Esse cusão já foi bem visitado né minha putinha...? Não imaginei que você fosse tão safadinha assim...
Impossível não me sentir uma puta naquela posição com ele chupando, beijando e lambendo a minha bunda, eu era todinha só dele que já despejava o lubrificante que escorria pelo meu cu que logo foi invadido pelo dedo do cachorro, eu me deliciava com ele entrando e saindo até colocar mais um dedo, estava ficando tão bom que abri um pouco mais as pernas e pedi para me comer logo, ele me segurou pela cintura pressionando seu pau em meu cu e fazendo movimentos suaves até que finalmente a cabeça passou pelo anelzinho, sua rola começou a entrar no meu rabo me arrancando um gemido de quem acabava de se tornar totalmente submissa ao padrasto comedor, fechei os olhos e fiquei ali curtindo aquela dorzinha gostosa enquanto ele parado esperando meu cu se acostumar com aquele desejado invasor, me esperou pacientemente até que eu mesma começasse a me movimentar para o sentir ele entrando e saindo, seu corpo colado ao meu permitia que ele sussurrasse em meu ouvido:
— Você gosta né minha putinha...? Nossa putinha... Vocês agora são as nossas putinhas...
Ouvir isso me deixou arrepiada só de imaginar que tudo aquilo poderia se repetir, me empinei empurrando a bunda para sentir ele totalmente dentro, nos movíamos de forma sincronizada sentindo nossos corpos colados e suados, suas mãos em meus seios me prendiam de uma forma que me fez praticamente sentar-se em sua rola abrindo ainda mais minhas pernas, sua boca em meu ouvido sussurrando as maiores putarias possíveis me deixando completamente entregue, começamos acelerar nossos movimentos onde a regra era gemer sem o menor constrangimento expondo todo o prazer que aquele momento nos proporcionava, não era aquele movimento típico de estocadas, era um movimento totalmente sincronizado onde nossos corpos colados se mexiam como se fôssemos um único ser ofegante de prazer, até que com um gemido tremulo em meu ouvido sinto sua rola pulsar dentro do meu rabo e suas mãos apertarem meus seios, ele tremia e gozava totalmente colado em mim que rebolava com ele todo enterrado em minha bunda, permanecemos ali coladinhos nos esfregando até a ultima gota na camisinha do meu macho que gemia toda vez que eu mordia seu pau com meu cusinho, desabamos e ficamos os dois largados na cama e conversando um pouco sobre como seria daquele dia em diante, ao final eu estava tão exausta que a única coisa que lembro daquele final de tarde foi ele se despedindo de mim com um beijo em minha bunda e agradecendo pela gostosa putaria, só acordei no meio da madrugada de conchinha com meu noivo, o amor da minha vida.
Foto 1 do Conto erotico: Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 4) O padrasto e a noiva


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tudo Começou Em Uma Casa De Swing (Parte 4) O padrasto e a noiva

Codigo do conto:
260561

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
27/04/2026

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