Eu não sabia que haveria outras pessoas, eu estava completamente nua e só de salto, ele havia cortado minha calcinha com uma tesoura me deixando totalmente exposta, mas era só o meu corpo que estava ao alcance dos olhos alheios, me sentindo protegida pela mascara eu fiz um coque nos cabelos e me joguei de vez seguindo as ordens do meu macho caminhando por um corredor escuro e iluminado apenas por balizadores embutidos na parede próximos ao piso, sendo puxada pela coleira que o meu macho de costas largas havia colocado em meu pescoço, o sorriso em meus lábios era de pura satisfação e euforia, eu caminhava e rebolava de maneira bem sexy atrás do meu dono, meu coração acelerava cada vez que nos aproximávamos de um salão no fim do corredor fechado apenas por uma cortina preta que ao abrir revelou um ambiente artificialmente esfumaçado e iluminado por uma luz vermelha e suave, era quase impossível enxergar os rostos das pessoas, apenas corpos se movendo entre as mesas e cadeiras, inesperadamente meu macho puxou minha coleira mandando eu me abaixar e ficar de quatro entre as pernas de um homem sentado em uma das mesas acompanhado de uma mulher, meu macho agachou e sussurrou em meu ouvido:
— Lembra como você lambeu seu macho lá no nosso quarto?
Quando eu levantei os olhos para ele levei outra chicotada na bunda, imediatamente abaixei a cabeça e me enfiei entre as pernas daquele homem para lamber sua rola coberta apenas pelo fino tecido de sua calça, logo senti uma mão intrusa em minha buceta que deslizavam entre os lábios me fazendo instintivamente curvar as costas na tentativa de fugir daqueles dedos atrevidos, nesse momento levo outra chicotada do meu macho.
— Mantenha-se arqueada...
A safada tinha mãos maravilhosas que me faziam tremer e melar os seus dedos, aquele plugue em meu cusinho deixava tudo mais intenso e prazeroso, ela me fez gozar esfregando meu rosto na rola daquele estranho, a safada me chamou de cachorra desferindo uma palmada em minha bunda, eu passei pelas mãos de mais dois casais até dar de cara com outra cadela que começou a me perseguir de quatro cheirando minha bunda, meu macho me puxa pela corrente até me deixar de quatro novamente, com outra chicotada ele me manda arquear as costas e deixar a outra cadela cheirar minha buceta, ela também tinha o seu dono que lhe mandava lamber minha buceta, aquela cadela me fez gozar no meio do salão antes de ser levada de volta para aquele quarto contra a minha vontade, eu queria ter continuado naquela safadeza gozando e lambendo aqueles machos sob as ordens do meu dono, ele se sentou na cama me puxando pela corrente até encostar meu rosto no seu pau e me fazendo lamber novamente dizendo:
— Abre a minha calça minha cadela...
Olhei para ele sorrindo e lambendo os lábios libertando sua rola grossa e cheia de veias, ele tirou minha mascara e com um tapinha em meu rosto mandou chupa-lo esfregando a cabeça do seu pau em meus lábios, fechei os olhos e abocanhei-o enquanto ele me segurava pelos cabelos, eu lambia, chupava e batia a sua rola em meu rosto, olhei para ele e perguntei:
— Você vai me comer...? Vai comer a sua cadelinha...? Não me faça voltar para casa sem sentir essa rola dentro de mim... Você manda, eu obedeço...
Ele me puxou pelos cabelos me colocando de bruços sobre a cama se deitando sobre meu corpo, sua rola quente em minha bunda me arrepiava inteira, ele puxa meus cabelos e sussurra em meu ouvido:
— Repete para mim o que a minha cadelinha esta querendo...
— Eu quero essa rola em minha buceta... Me fode bem gostoso...
Ele se ajoelhou, tirou um preservativo do bolso e colocou no seu pau, sorrindo olhei para ele e comecei a me arrastar pela cama até a beirada da mesma, ele se deitou sobre meu corpo segurando minhas mãos e se encaixando entre minhas pernas, senti sua rola abrir caminho em minha buceta totalmente melada, olhei para o chão e vi a minha aliança enquanto aquela rola me penetrava me fazendo gemer quase que urrando naquele quarto escuro e pouco iluminado, seu pau entrava e saia me fazendo empinar a bunda para sentir ele cada vez mais dentro de mim.
— Me fode... Fode sua cadelinha... Fooodeeeeee...
Nunca havia gozado tanto em um único dia, pra falar a verdade eu nem sabia mais se era dia ou noite, havia perdido totalmente a noção do tempo, ele era muito forte e metia em mim profundamente e na mesma intensidade, levei as mãos para trás como se estivesse puxando o seu corpo contra o meu com aquela rola grossa que me preenchia por inteiro, eu rebolava feito uma puta debaixo dele gemendo e o chamando de meu macho gostoso, aquele plugue no cu já estava me deixando louca de vontade de ser enrabada, ele parecia ter lido meus pensamentos quando parou e me puxou pelos cabelos para sussurrar em meu ouvido:
— Você não vai sair daqui sem me dar a bunda... Você entendeu...? Eu vou comer a sua bunda...
Eu sorri olhando para ele com rabo de olho e mordendo o lábio inferior acenando com a cabeça e dizendo:
— Você manda... Eu só obedeço...
Ele puxou o plugue da minha bunda me fazendo soltar um gritinho, passou um lubrificante introduzindo seu dedo no meu cu, olhei para a aliança no chão e pensei “Gente eu sou uma mulher casada e o cara esta enfiando o dedo no meu cu” eu sorria não acreditando no que estava fazendo, dois dedos depois eu já estava me atracando no lençol, quando ele tirou os dedos eu empinei minha bunda e abri um pouco mais as pernas já esperando aquele pintão gostoso, em pouco tempo ele já pedia passagem, vagarosamente ele entrava em mim me pedindo calma, eu de olhos fechados e a boca aberta recebia aquela rola no rabo pouco a pouco, quando senti seu corpo colar ao meu ele sussurra em meu ouvido:
— Quando estiver gostoso você rebola...
Ele não tinha pressa, pacientemente esperou até eu levar minha mão até sua cabeça acariciando e rebolando vagarosamente na sua rola dizendo:
— Esta gostoooosooo... Gostooosooo... Delicia...
Ele levou a mão em minha buceta me fazendo rebolar de vez na sua rola que entrava e saia me fazendo gemer feito uma puta, sentir o peso do seu corpo sobre o meu era algo deliciosamente dominante e prazeroso, eu me arreganhava totalmente entregue ao meu macho da maneira mais desavergonhada possível, aquela coisa meio que selvagem foi até ele começar a urrar socando aquela rola pulsante dentro da minha bunda, meu dono estava gozando entre espasmos e gemidos ofegantes, comecei a rir acariciando sua cabeça dizendo:
— Que delicia de rola... Uhhhhhhh...
Ele permaneceu sobre o meu corpo até seu pau sair de dentro de mim dizendo em meu ouvido:
— Agora você já sabe o que fazer quando tiver com vontade de sentir um macho... Minha putinha gostosa...
Eu estava tão exausta que mal conseguia me mexer, permaneci deitada adormecendo logo em seguida, nem vi quando ele saiu do quarto, acordei e vi minha roupa sobre uma mesinha ao lado da cama juntamente com uma calcinha nova e idêntica a que ele havia cortado, quando eu me vesti entrou uma mulher usando uma mascara empurrando um carrinho bandeja com um lanche e um buquê de flores com um bilhete dizendo “Ao terminar sua refeição dirija-se até a porta branca, espero que tenha gostado, beijos” eu estava faminta, terminei o lanche e fui até a tal porta que deu acesso a mesma salinha em que eu havia apagado, já era noite e em cinco minutos a mesma van veio me buscar com o mesmo procedimento do capuz, meia hora depois eu já estava desembarcando no mesmo estacionamento em que a minha amiga havia me deixado, logo ela chega pedindo desculpas pelo atraso, eu estava tão maravilhada que nem liguei, olhei para ela e falei:
— Relaxa... Eu amei tudo isso...
— Ai...! Eu falei que você iria gostar... Agora vamos embora que eu ainda tenho que voltar para o hospital... Gostei das flores, são lindas...
— Ele ainda deixou um bilhete...
— Me deixa ver?
Ela pegou da minha mão e jogou pela janela dizendo:
— Esqueceu que você é casada?
Nessa hora lembrei-me da aliança.
— MINHA ALIANÇA! EU ESQUECI MINHA ALIANÇA!
— Olha na bolsa...
Até o meu rabinho estava lá, mas não falei para ela com receio dela querer jogar fora igual fez com o bilhete.
— A aliança esta aqui... Como você sabia?
— Eu também já esqueci a minha... Duas vezes (Risos)
Ela me deixou na sua casa conforme combinado, havia até preparado o quarto de hospedes.
— Agora toma um banho quente, come alguma coisa e vá dormir... Amanhã você vai sentir o resultado de tanta contração muscular (risos).
No dia seguinte parecia que eu havia corrido uma maratona, a Vanessa tinha razão, não tinha como eu pegar plantão logo em seguida, dei uma conferida para ver se havia ficado muitas marcas em meu corpo, mas até que não, continuei olhando e pensando com um sorriso safado estampado em meu rosto “Debocha da minha fantasia agora seu corno” voltei a deitar abraçada ao travesseiro e lembrando de cada detalhe daquela loucura, não via a hora de repetir tudo novamente, delicia de macho.