A primeira vez de um amigo virgem com uma conhecida minha
Faço parte de um grupo de homens punheteiros e um deles, o Serginho, é o virgem mais novo que temos lá, apesar de seus 22 anos. Eu e ele saímos muito para tomar uma gelada e já tocamos uma juntos assistindo vídeo lá em casa. Porém, certa vez ele ne confidenciou nunca ter tido sequer um momento de intimidade sexual com uma mulher. - Então, desde a adolescência, você nunca ficou pelado na frente de uma garota? - Tenho vergonha porque meu pau é pequeno. - Nunca sentiu vontade? - De transar convencionalmente com uma mulher, não. Mas tenho vontade de ver ela se masturbando na minha frente e eu me tocando pra ela, igual você me conta sobre suas relações sem penetração. Fiquei pensando como poderia lhe ajudar. Afinal, não poderia arranhar alguém que depois expusesse a sua condição de punheteiro e nem de ter um pau pequeno. Embora eu seja um punheteiro assumido, a maioria dos membros do grupo não é. Principalmente os héteros. Serginho, assim como eu, não curtiu as festas exclusivamente masculinas da galera em que eles batem várias punhetas juntos e uns até se pegam. Eu mesmo não costumo tocar uma com outro cara, porém o Serginho é um cara especial e temos uma diferença de quase 17 anos. Um dia conversei com Cíntia, uma conhecida casada com quem já havia me masturbando algumas vezes e lhe falei do Serginho. Ela concordou em ter um encontro secreto com o Serginho. Na apresentação, ele se sentia super nervoso. Cíntia, embora tivesse quase 30 e casada com um cara mais velho, ficou encantada com o rapaz que se mantinha virgem. - Fique à vontade, bebê, não farei nada com você sem a sua vontade. Serginho tinha o desejo de se manter virgem por toda a vida. Abraçava o ideal de não penetrar uma mulher quase como se fosse um mandamento religioso dos "eleitos" dis últimos tempos, muito embora fosse ateu. Aliás, eu e ele consideramos a penetração como um ato violento e uma reprodução do modo machista de acasalamento. Algo que para nós é antiecológico, desnecessário, prejudicial à saúde da mulher e do homem, apesar de respeitarmos quem ainda gosta de foder. Cíntia respeitava o seu desejo de ser virgem eternamente como sempre aceitou minha vontade de nunca penetra-la. Ambos tiraram as roupas. Serginho chegava a tremer de medo, porém tomou coragem e tirou a cueca expondo diante dela seu pênis pequeno. Os dois trocaram carinho e o pau dele não subiu pois estava muito tenso. Ela, porém, se sentia super excitada com a brincadeira e bateu uma deliciosa siririca na nossa frente sem nenhum pudor. Após o encontro, Serginho tomou uma cerveja comigo e foi para casa. Procurei levantar sua autoestima quanto à experiência mostrando que foi bem sucedida pois o importante não seria o pau subir e sim soltar a libido já que nós punheteiros raiz não usamos nossos pênis para satisfazer as mulheres. Quando foi no dia seguinte, Serginho me enviou um ZAP e contou ter passado em claro a noite toda pensando na experiência com a Cíntia. Cada instante daquele encontro foi lembrado em suas sucessivas punhetas.
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