Sou um incentivador da masturbação feminina e gosto de instigar as mulheres com as quais namorei (ou simplesmente levei para cama) a fim de que elas se toquem até gozar. Certa vez, uma namorada insistia que queria sexo e não entendia por que eu sempre me evadia das transas. Até então não havia lhe contado ser um punheteiro que prefere se masturbar do que penetrar uma buceta. Um dia estávamos juntos e parecia que não teria jeito. Ela mesma me atacou, foi tirando sua roupa e a minha. Correspondi com uma preliminar bem gostosa beijando seu corpo e tocando em seus seios. No entanto, dava para perceber ela estava ansiosa para que eu metesse o penis em sua vagina e não sabia como fazer pra dizer não. Sei figo era tanto que ela roçava o clitóris em meu joelho e me arranhava. Com minha mão direita, entretanto, ia punhetando aos poucos e lhe dúzia palavras de elogio. Aí me afastei, acelerei os movimentos e gozei diante de seus olhos: - Amor, você é linda demais. Não vou aguentar. Quero te homenagear, dia gostosa. - Goza agora, não, amor. Vem me comer. Estou louca pra sentir sua pica entrando com força. - Te amo, mas não tenho coragem de invadir seu corpo. O esperma pulou no ar sujando a mim e a cama. Ela estremeceu e olhava pra todo aquele sêmen sendo derramado. - Seu malvado, por que fez isso? - Amo tanto você que não tenho coragem. - Estou louca de tesão e você vai me deixar na mão?! - Toca uma siririca, amor. Mostra que você não precisa de um pênis para gozar. Acho lindo uma mulher se masturbando. Eu a beijei afetuosamente e fui conduzindo sua mão direita para perto de sua buceta. - Bate uma pois é a coisa mais incrível que uma mulher pode fazer por si mesma. - Adoro me tocar mas nunca fiz acompanhada. - Fique a vontade. Você consegue. Ela continuou e dez minutos após estava super envolvida consigo mesma enquanto guiava com palavras sua siririca. Repentinamente, ela foi tomada por uma energia poderosa vinda de dentro e começou a acelerar seus toques até que gemendo começou a gritar de prazer se contorcendo. Após gizar, ela relaxou e confessou ter sido a melhor gozada da sua vida: - Adorei, amor. Nunca gozei tão intensa com alguém do lado. Naquela noite, ela não resistiu e se masturbou outras vezes comigo. Seu fogo estava acesso como um vulcão em erupção a ponto de passar a madrugada inteira brincando com um punheteiro do lado. Enfim, foi uma deliciosa noite sem precisarmos da penetração no nosso relacionamento.
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