Convidado por uma sexóloga para estar num grupo de mulheres
Já compartilhei em alguns contos anteriores que faço parte de um grupo de homens punheteiros, sou admirador do autoprazer feminino e que, desde à época da pandemia, parei de fazer sexo com penetração. Sei que meu comportamento é uma exceção no meio masculino. Apesar de quase tudo homem se masturbar, a maioria se relaciona habitualmente é com penetração, principalmente se for pra cama com alguém do sexo oposto. Entretanto, para quem não sabe, os grupos de homens punheteiros são consideráveis. Há entre nós gays, héteros, bissexuais, solteiros, casados, divorciados, caras que transam convencionalmente com mulheres, jovens, idosos e, pasmem, até virgens. Inclusive muitos pretendem manter a virgindade para o resto da vida. Logicamente que a maioria prefere ficar no anonimato, mas eu abro o jogo sobre minha condição de punheteiro quando estou com meus amigos, alguns parentes e também com as mulheres. Aliás, se saio com uma garota já compartilho logo nos primeiros encontros que curto ir pra cama pra gente se masturbar juntos. Certa vez conheci uma sexóloga que resolveu estudar meu caso pois estava desenvolvendo um artigo científico sobre o "circle jerk". Conversamos várias vezes a respeito do autoprazer feminino e sobre como eu costumo instigar minhas namoradas (ou simples ficantes) a se masturbar Tempos depois, num dos nossos papos, ela me contou sobre o trabalho que vinha desenvolvendo com suas clientes sobre masturbação feminina em que as mais liberadas participam de grupos onde batem siririca juntas. Soube através dela que havia semelhanças e também diferenças com relação ao nosso grupo secreto de homens punheteiros. Muitas das suas clientes eram mulheres casadas que sequer gozavam com os seus maridos e masturbação era uma experiência de autoconhecimento do corpo capaz de ajudar também nas relações sexuais. A grande diferença é o fato das mulheres terem vivido uma educação menos livre que os homens quando à sexualidade por razões morais. Porém, tanto eu quanto essa amiga sexóloga tínhamos a tese de que a potência sexual feminina, quando liberta, supera até a masculina e que mulheres seriam capazes de se masturbar com mais frequência e intensidade do que os homens. Um dia, ela pensou em fazer algo diferente com um grupo mais seleto de alunas. Seria ao mês o tempo a satisfação da minha fantasia e também de suas alunas exibicionistas. Pela primeira vez, um homem foi convidado para ajudar numa aula prática de masturbação feminina. Todas sabiam que eu iria estar lá e o fato de estarem diante de um homem que as incentivava a se tocar tornava a experiência diferente. - Hoje vocês vão mostrar que podem dar prazer a si mesmas e não precisam de um pênis para gozar. Verão o quanto podem ser independentes. A maioria delas gozou pra valer naquele encontro. Na medida em que as alunas se masturbavam juntamente com a professora, eu ia tocando uma punheta controlada segurando para não gozar. A aula acabou, mas algumas alunas vieram conversar comigo. Estavam super interessadas numa brincadeira íntima. Queriam que eu gozasse na frente delas. Fomos pra um lugar privado e elas ficaram nuas numa cama. Eu me tocava e elas acariciavam seus corpos, incluindo os seios e a buceta. Duas delas chegavam a se beijar. Finalmente gozei e todas comemoraram. Duas delas estavam tão excitadas e resolveram se roçar enquanto as outras tocavam siririca. Meu pau estava todo gozado e acabado enquanto elas tiveram mais um orgasmo que foi até mais intenso do que na aula. Mesmo com o pau já mole, presenciar aquele momento era maravilhoso. Tinha acabado de derramar todo o meu leitinho e agora elas continuavam vibrantes como fêmeas poderosas livres de qualquer valor repressor. A curtição delas durou horas. Meu pau chegou a acordar outra vez e novamente me masturbei com elas. Também conversamos sobre meu comportamento e todas acharam muito interessante quando contei sobre ir.pra cama com uma namorada, ficar de frente para o outro e não penetrar. Uma delas contou: - Vou experimentar uma semana sem ter penetração com o meu marido para testar o nosso autocontrole. Uma outra respondeu: - Eu e meu esposo não usamos anticoncepcionais e não temos relações nos meus dias férteis. A partir de agora vou pedir pra ele se masturbar pra mim. Uma das duas que se pegaram confidenciou: - Eu e minha amiga ficamos loucas de tesão com o seu desperdício assim que gozou na nossa frente. Me fez lembrar dos filmes de gays que sempre gostei de assistir. Por curiosidade perguntei se elas eram lésbicas, mas as duas me responderam serem casadas e que também se satisfaziam juntas. Combinamos de manter a nossa experiência sem ninguém se expor. E, por serem mulheres casadas, preferi não me envolver afetivamente com nenhuma pra não ter problemas e nem atrapalhar o negócio da minha amiga sexóloga.
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