A evangélica recém casada e sua vizinha entendedora
Taiane e Josué tinham se casado recentemente e decidiram alugar um apartamento em Icaraí, zona sul de Niterói. Os dois eram membros de um igreja evangélica neopentecostal de São Gonçalo onde se casaram virgens, tanto ela quanto ele. O apartamento novo era o número 304 e ficava nos fundos de um prédio perto do Campo de São Bento. O aluguel não era muito barato, mas Josué havia sido aprovado num concurso público e poderia pagar, principalmente para estar perto do seu local de trabalho. No prédio, eram quatro apartamentos por andar sendo que apenas um estava ocupado no terceiro andar quando o casal chegou. Era o 303, também de fundos, onde morava a viúva de um desembargador, dona Márcia, proprietária de cinco imóveis, inclusive do 304. Sempre que o casal entrava ou saía, Márcia os observava. Os dois escutavam músicas religiosas o dia inteiro e aquilo a incomodava. Um dia, Márcia ouviu uma conversa do casal em que Taiane pedia para Josué desligar o som: - "Amor, essas músicas estão me atrapalhando. Até na hora do nosso prazer tem que ter louvor." - "Sim, meu bem. É necessário porque o sexo entre o casal é coisa santa e justamente por isso o diabo pode tentar a gente nessas horas." - "A irmã Zélia do grupo de mulheres casadas da nossa igreja sugeriu que, nos momentos de intimidade, o casal poderia erotizar o ambiente e até me passou uma lista de músicas seculares." - "Amor, aqui em casa só ouvimos louvores. Eu iria botar o CD do Fernandinho. Como você não quer ouvir, não coloco nada. Música do mundo aqui não toca!" Sem música era possível escutar com mais detalhes do outro lado da parede o que se passava naquele quarto. Era possível ouvir o casal tirando as roupas e conversando. Um minuto depois, Márcia ouviu o casal transando: - "Aí, amor. Tá doendo". A cama balançou, a esposa mal deu uns gemidinhos e logo o marido gozou, se levantando para se lavar. Nem Márcia que estava escutando atrás da parede na expectativa de uma inspiração para gozar conseguiu ao menos se excitar. Aliás, ficou com pena de Taiane, pensando: "Quando lembro que meu falecido, mesmo doente e broxa pediu pra morrer chupando minha buceta, não consigo entender o que ela faz com um babaca desses". No dia seguinte, quando Josué saiu pra trabalhar, Márcia pediu para o porteiro interfonar para o apartamento do casal. - "Aqui é Augusto, porteiro do prédio. A senhora Márcia, proprietária do 303 e sub síndica do prédio quer falar com o morador do apartamento". - "Meu esposo Josué não está, mas se ela quiser deixar algum recado, pode pedir pra tocar aqui em casa". - "Tudo bem, senhora. Vou passar pra ela". Pouco depois, alguém bateu na porta. Taiane abriu. - "Pois não senhora. Em que posso ajudar?" - "Bom dia. Meu nome é Márcia. Sou sua vizinha aqui do lado. Tem um assunto que eu precisava tratar que é sobre um problema estrutural entre os banheiros dos dois apartamentos que costuma causar um vazamento." - "Infelizmente o Josué saiu para trabalhar. Essas coisas é ele quem resolve. Ainda mais se envolver gasto de dinheiro com obra" - "Vocês não são um casal? Vou relatar a situação e você passa para o seu marido. Na verdade, vocês não precisarão pagar nada pois é uma obrigação do proprietário resolver." - "Não sabemos quem é a dona deste apartamento pois a imobiliária não informou". - "E eles não devem ter passado nada sobre a necessidade da obra, mas eu ligo pra lá agora mesmo. Basta combinarmos o dias e os horários para meus pedreiros virem aqui fazer a obra. Nada sairá do bolso de vocês. Eu garanto." - "Que bom. Meu marido vai ficar feliz. A senhora aceita um café?" - "Muito obrigada. Seu marido e você trabalham em quê?" - "Ele é guarda municipal. Passou no último concurso que foi muito difícil. Por pouco não foi eliminado numa das etapas por causa de documentação, após ter sido um dos que mais pontuou na prova escrita e no teste físico. Mas eu e minha sogra oramos tanto pra Jesus. No final deu tudo certo e nos casamos pouco depois..." - "Me fale de você, querida. Qual seu trabalho?" - "Fiz o ensino médio, trabalhei só três anos numa loja como balconista e, quando casei, pedi demissão." - "Não pretende cursar uma faculdade?" - "Tenho vontade, fiz o Enem uma vez e passei, porém meus pais e o pastor da igreja falaram tão mal das universidades federais que acabei não me matriculando. Meu pai dizia que usam muita maconha e ideologia esquerdista nesse DCE da UFF." - "Sou formada em psicologia na UFF. Drogas tem em todo lugar, mas eu nunca curti. Política sempre houve e o lado ruim da universidade eram as greves dos professores, porém eu participava de algumas manifestações dos estudantes sem me envolver tanto pra não me dispersar. Levei o curso a sério, tive consultório, casei com um juiz muito mais velho que eu e ele me incentivou a fazer mestrado e doutorado." - "Que legal. Deus abençoou a senhora". - "Então, querida, nem tudo foi bênçãos. Ainda cheguei a dar aulas e parei quando meu falecido esposo ficou doente. Atualmente gosto só de elaborar artigos científicos sem compromissos e enviar pra publicar numas revisitas. Vez ou outra me convidam para dar uma palestra. Geralmente escrevo sobre psicanálise e a área da sexologia. É o que me mantém profissionalmente viva." - "Que legal, dona Márcia. Fico muito feliz em conhece-la. A senhora aceita uma oração?" - "Claro!" Ao sair do apartamento, Márcia perguntou: - "Amanhã de manhã você vai fazer o quê?" - "Vou sair para fazer compras. O Josué deixará seu cartão comigo". - "Ótimo. Vamos fazer uma caminhada na orla juntas. Todos os dias eu me exército. Tive um probleminha sério e o médico mandou fazer atividade física sempre. Além de orar, é importante ação, não concorda?" - "Então vamos juntas. Pode bater aqui na porta às 7 e meia, logo depois que Josué sair?" - "Combinado". As duas saíram cedo no outro dia e acabaram caminhando de Icaraí até Charitas. Quando retornaram, Taiane estava cansada. Márcia fez uma proposta à vizinha: - "Querida, já é quase meio dia e a gente perdeu o horário. Fica comigo mais um pouco comigo enquanto vou no massagista. Meu almoço em casa está pronto e só preciso botar no forno elétrico. Depois dá tempo de ir ao mercado." - "Tudo bem". Chegando na clínica de massagem, Márcia sugeriu ao massoterapeuta que desse uma sessão de cortesia à Taiane e ela aceitou. Durante a sessão, Taiane, além do relaxamento, ficou super excitada. Jamais recebeu um serviço assim. Dali as duas voltaram pro prédio e Márcia esquentou uma lasanha. Colocou umas músicas românticas para tocar e ficaram conversando até quatro da tarde. - "Vizinha, agora preciso ir às compras antes do marido voltar." - "Fique com esse livro de psicanálise. Eu mesma sou a autora. Escrevi sobre Freud e outros nomes da psicologia. Deixa eu autografar antes de você levar". - "Muito obrigada. Eu iria te oferecer um exemplar da Bíblia mas vi que a senhora tem uma na estante." As duas se abraçaram e Taiane foi para seu apartamento tomar um banho. No entanto, ao se lavar, sentia algo diferente. Um desejo brotando em seu corpo. Lembrava da deliciosa massagem que recebeu e das conversas com Márcia sobre coisas da vida. Mais tarde, quando Josué chegou do trabalho, Taiane se aproximou e o beijou suavemente, mas o marido logo ligou o som colocando um louvor da Aline Barros. Talvez fosse uma maneira de dizer não. Entretanto, quando foi mais tarde, Josué pediu para transar com a esposa, mas ela respondeu estar muito cansada e pediu para que fizessem na noite seguinte. Na manhã seguinte, Márcia não estava no apartamento e Taiane dedicou suas horas com a limpeza dos cômodos. Sentiu um desejo em seu corpo e foi se banhar. Usando o chuveirinho, sentiu prazer com o jato de água na região da vulva quando se lavou e acabou demorando mais do que costumava. Depois disso, pegou o livro que recebeu de presente, mas não entendeu. Por uma semana, Márcia esteve viajando em São Paulo e pediu ao porteiro que passasse o número dela no WhatsApp. As duas ficavam quase uma hora todo dia conversando ao telefone, inclusive já falando sobre sexo. - "Querida, já ouviu falar de pompoarismo? É um exercício que deixará você super bem pra quando seu marido e você estiverem juntos..." - "Depois você vai me ensinar?" Na outra semana, Márcia já estava de volta e o pedreiro dela iniciou as obras nos dois banheiros. As duas ficavam a manhã inteira conversando e, depois que estavam a sós, o papo era sobre sexualidade. - "Querida, vou te dar um outro livro de linguagem mais acessível do que aquele pois escrevi para um público leigo. Vendi tudo nos eventos que participei em 2008, mas preservei uns exemplares." Taiane começou a ler folha por folha e fazia escondida do marido. Temia ser repreendida por causa do assunto. Curiosamente, sentia-se excitada. Um dia, Márcia lhe perguntou sobre o que estava achando da leitura. - "É mais fácil do que o primeiro livro sobre psicanálise. Tenho tentado praticar algumas orientações suas, mas o meu marido é tão fechado. Pena que tudo acaba tão rápido." - "Vou sugerir que você comece então a se conhecer". - "Como assim?" - "Você falou que sente uma sensação gostosa com o chuveirinho, então sugiro que demore mais. Já tomou banho ofurô?" - "O que é isso?" - "Lá na clínica tem. Vou conseguir uma sessão ora você esta semana." - "Combinado"? Ainda naquela semana, apoia outra caminhada na praia de Icaraí, as duas foram pra clínica e fizeram a sessão juntas. Taiane mal sabia que Márcia estava bancando aquele serviço e pensou que era cortesia. Depois foi pro banho e ficou lá na rua hora. Como já era início do inverno, o tempo estava perfeito. Na volta, Taiane perguntou a Márcia: - "Quando você fala pra eu conhecer mais sobre meu corpo seria basicamente o quê?" - "Serei bem direta, amiga. Você se masturba?" Taiane ficou vermelha e respondeu que, às vezes, sentia o desejo de se tocar, mas parava. - "Faço parte de um grupo de mulheres na igreja e a pastora Zélia não aconselha a masturbação por causa dos pensamentos pornográficos. Ela diz que a Bíblia não fala nada, porém..." - "Porém é sua consciência que deve dizer. O que seu corpo pede?" - "Eu sinto necessidade de mais toques. Na hora da relação sexual com Josué sinto dor" - "Então não pense em nada. Apenas se toque". - "Vou experimentar. Só não quero é ter pensamento ruim. Meu esposo gosta de fazer sexo com música de louvor para que na hora nenhum pensamento ruim invada aquele momento. Diz ele que o diabo ataca a gente durante qualquer ato sexual. Só que pra mim não combina muito." - "Descreva pra mim como você imagina o diabo". - "Prefiro nem pensar. Ele é um homem sedutor. Bonito por fora, mas é feio por dentro." - "Vou lhe dar uma aula prática sobre como você vai se conhecer". Taiane ficou em dúvida, mas no fundo queria uma nova experiência. Havia ficado nua na banheira durante o banho ofurô e toparia dar continuidade. No apartamento de Márcia, Taiane se olhou nua no espelho enquanto a amiga lhe presenciava com o brinquedo do pompoarismo. - "Toma. É seu, mas não vamos usar nada disso hoje. Olhe pro seu corpo e vou te mostrar onde está o seu órgão de prazer" - "Já achei o clitóris". - "Vou tocar no meu e você no seu". Taiane foi se tocando junto com Márcia. Não demorou, ficou toda molhada de tesão. Márcia também estava excitada e queria esfregar sua buceta em Taiane, mas se conteve temendo que a amiga confundisse masturbação com relação sexual entre mulheres. Na cabeça de Taiane passava a ideia se aquilo seria ou não um pecado, mas seguiu firme. Queria descobrir o prazer no seu corpo e, quando menos imaginou, o orgasmo emergiu de maneira eletrizante. Márcia ficou enlouquecida de tesão assistindo a amiga gozar na sua frente. Trêmula, Taiane se levantou. Sentia-se uma outra pessoa. Era como se tivesse se tornado mulher ou deixado de ser virgem meses após ter se casado. - "A próxima vez você mesma já saberá como fazer. Depois de algumas brincadeirinhas no seu chuveirinho, comecei o pompoarismo". Assim que ficou só, Márcia pegou seu vibrador e gozou mais uma vez. Já Taiane tomou um banho e permaneceu o resto do dia de camisola esperando Josué sem calcinha. E fez questão de provocar visualmente o marido para ele terminar o serviço mesmo sabendo que duraria tão pouco. Contudo, as duas vizinhas continuaram se masturbando juntas e até se tocavam com certa limitação trocando afeto. Josué saia para trabalhar e as duas ficavam a manhã e tarde juntas quase todos os dias na semana. Durante os finais de semana e feriado com o marido em casa, Taiane arriscava uma videochamada e as duas gozavam juntas. A essa altura, Taiane dispensava o culto de domingo na igreja, exceto quando tinha Ceia. Josué continuava fechado para algumas experiências sexuais, mas já era seduzido pela esposa que o instigava mesmo não deixando de escutar Aline Barros na hora da transa. Terminavam e ela ia pro banheiro gozar bem gostoso na siririca. Do outro lado da parede, Márcia se deliciava esperando ansiosamente para a segunda-feira começar e as duas gozarem juntas.
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